Repentino

2 Se ferrando mais um pouco.


Notas iniciais
Paola-chan: yo minna! Vim aqui postar esse próximo capitulo, mas hoje estou sozinha. A Haru-chan não pode vir postar comigo mas como nós dissemos q iríamos postar hoje euvim aqui mesmo sozinha!Até lá em baixo! https://www.facebook.com/Repentinonosamamos?notif_t=fbpage_admin

O policial sorri: –Vocês estão presos.

Aquelas palavras fazem com que John desperte um pouco mais e encare o guarda com calma.

SIM, com calma meu povo. Que tipo de pessoa fica calma quando vai ser presa?
Eu mesmo tava entrando em desespero.

–Por que? dormir na rua não é contra a lei. — John finalmente quebra o silêncio.

Realmente, dormir na rua não é crime, ainda bem que alguém aqui ta pensando. O guarda nem se abala, apenas se curva e pega a garrafa do chão.

Agora fodeu.

–Mas dar bebidas pra menores é — fala com um sorriso vitorioso.- e eu acho que aqui tem algo á mais que bebida, não tem?

Oh merda, tamo ferrado.

Já tava me imaginando com aquelas roupas de presidiário(que, por sinal, eu fico péssimo) quando eu vejo que o John estava se levantando e com uma cara de assustar até defunto. Meu Deus, fiquei com tanto medo que entrei na hora dentro da viatura.

Ele iria matar o policial assim? No meio da rua?

Comecei a ver tudo a partir do vidro traseiro do carro. O ruivo levanta-se em um salto e começa a andar em direção ao policial estalando os dedos, o guarda apenas o encara como se já tivesse imaginado que ele faria aquilo. Quando eu menos esperava, John desfere um soco nada amigável no rosto do guarda, nós dois parecemos surpresos, ele tinha feito aquilo de uma maneira tão rápida e precisa que se eu não estivesse vendo, não ia acreditar. Logo uma troca de socos e chutes começa, mas não dura muito, o ruivo é claramente mais forte. O policial cai no chão e John vai lhe dar um último ponta pé que certamente vai deixar ele inconsciente e ...

John caiu no chão.

Não, vocês não leram errado.

O maldito do guarda tinha uma arma de choque escondida. Eu não acredito que ele teve o mal caráter de tirar a arma agora, que tivesse deixado claro que tinha ela desde o inicio.

–COVARDE !!!! -grito muito alto.

Ops, não era pra eu dizer isso em voz alta. Puta que pariu, eu não podia ficar quieto, nãoooo, eu tinha que uma maldita boca grande e xingar um guarda que tava armado. O policial começou a me olhar com uma cara de satisfação, como se gostasse de ver as pessoas agoniarem.

Eu xinguei um guarda armado e sádico, que beleza.

–Calma, o seu namoradinho vai acordar daqui a pouco. — falou pegando o corpo do ruivo e jogando do meu lado na viatura.

O ajeitei no banco, deitando sua cabeça no meu colo. Comecei aos poucos a bagunçar o seu cabelo ruivo, com cautela para que ele não acordasse, eram tão macios e cheirosos ... o cheiro não era de nenhum shampoo que eu conhecia. Minhas mãos logo não se contentaram mais com os cabelos, essa será a única vez que eu vou ver ele assim, tão desprotegido, tenho que explorar, não sei por que mais sinto essa vontade e logo minhas mãos começaram a descer lentamente, passando por trás das suas orelhas até, finalmente, chegar nas maças do rosto, sua pele era aveludada como a de nenhum adulto que eu conhecia, com a mesma textura que uma pétala de rosa. Era estranho pra mim ver que um homem com pele e cabelos tão macios pudesse ter traços tão firmes. Eu gostaria de ter prestado mais atenção quando ele me contou sua história, eu gostaria de saber como ele virou um ladrão. Passei meu dedo pelo contorno de seus lábios, lábios perfeitos, nem muito grossos, nem muito finos, simplesmente perfeitos.

Pra mim, pelo menos, era muito estranho ficar pensando essas coisas de um homem, mas acho que tudo bem, provavelmente depois de hoje eu nunca mais vou ver ele.

E tudo nessa maldita noite ta maluco mesmo, nem adianta eu ficar dando chilique por causa disso.

Voltei a fazer carinho no seu cabelo .

–Hum...

Vejo que o John começou a acordar, paro subitamente, era constrangedor ser pego fazendo carinho em outro homem. E vai que ele também não goste que mexam no seu cabelo e tenta me matar?

Ele entre abre os olhos: –Não para ...

. . .

. . .

. . .

Okay, isso foi no mínimo... estranho.

Ver alguém como o John sendo fofo é como ver a Samara ganhando um concurso de beleza, não dá pra imaginar.

Mas isso não significa que não seja bonitinho vê-lo assim.

Bom se ele manda quem sou eu pra não obedecer ?

Voltei a mexer no seu cabelo, mas como nada de bom dura com a droga do meu azar, o guarda abriu a porta da viatura e apontou para a entrada da delegacia. John protestou um pouco mas logo se levantou com uma cara de sono, saindo da viatura em seguida e eu o segui.

Chegamos a porta da delegacia e, sem pensar duas vezes, John entrou com naturalidade.

Algo me diz que não é a primeira vez que esse idiota vai parar na cadeia.

Ao entrarmos no recinto todos os poucos guardas que haviam ali nos olharam.

Tipo, ficção os olhos na gente.

To começando a achar que tem um holofote encima da minha cabeça.

–Vocês dois entrem naquela cela ali, vocês vão ter que pagar fiança, se não pagarem até o sol nascer a Cinderela aí vai para uma delegacia de menores infratores e o grandão vai pro presidio. — Disse o guarda com uma cara de prazer, ele me da nojo.

Eu já ia entrando na cela quando o ruivo para do nada.

Ahh meu Deus, o que ele vai fazer agora?

–Onde fica o telefone?- disse John como se aquela situação fosse uma coisa banal, quem é esse cara ? To te dizendo, tem coisa ai.

–É logo ali.- o guarda apontou com a maior cara de foda-se que eu já vi.

John começou a andar naquela direção e eu, como não queria ficar sozinho perto daquele bando de loucos, resolvi segui-lo, na verdade era só isso que eu andava fazendo desde que encontrei ele. Ao chegar no telefone ele discou um número tão rápido que eu não consegui ver nem os primeiros quatro dígitos.

–E aí cara? to em cana de novo.

"De novo"

Não disse que esse merda já tinha sido preso.

–E dessa vez porque?- diz a pessoa do outro lado da linha.

Eles conversavam como se aquilo acontecesse sempre. Sabe quando você escuta seus pais falando "vamos comprar a carne pro almoço de domingo?" é exatamente nesse tom e nessa naturalidade que eles falam.
To começando a achar que eu deveria ter ia pra casa comer sorvete em vez de sair com esse cara.

–Venda de bebidas e drogas pra menores.- diz olhando para as unhas.

–Levo a fiança?

–O que você acha?- responde irônico, escuto uma risada do outro lado da linha.

Então um pensamento passa pela minha linda cabecinha, será que o ruivo iria me deixar lá? Ele não tinha nenhuma obrigação de pagar minha fiança ... se bem que pelo bom senso ele tava me devendo já que me meteu nessa roubada.

Encaro ele preocupado, se ele não me ajudasse eu teria que ligar pros meus pais e ai eu tava morto.

O ruivo olha para mim e bagunça meus cabelos: –Trás fiança pra dois. — e logo depois desligou.

ALELUIA, FINALMENTE UMA LUZ CAIU SOBRE ESSE SER.

–Quantas vezes você já foi preso? — agora era minha vez de falar.

Eu sei, eu sei, o correto seria "obrigada por pagar minha fiança" mas nem fodendo eu ia agradecer ele. Ele era legal e tals mas, pensa comigo, O CARA ME ASSALTOU! É o minimo. Sem contar que por mais que eu vá com a cara dele, ele simplesmente é um bandido.

Não é?

–Parei de contar depois da vigésima quinta – falou ele com um sorriso no rosto bagunçando novamente o meu cabelo.

Sério, quem é esse cara ?

Entramos na cela, que não passava de um cubículo com dois beliches e uma grade na frente, eu sentei num dos beliches. Caramba, como essa sela fedia! Por acaso esse pessoal já ouviu falar em faxina?

John sentou do meu lado, até ai tudo bem, o problema começo quando ele me puxou pela cintura e cochichou ao pé de um dos meus ouvidos:

–Estamos sendo observados.

Isso virou um reality show por acaso?

Então foi só ai que eu percebi o que ele queria dizer, olhei para o outro lado da cela percebendo que alguma coisa nos observava de lá . . . uma mistura de zumbi putrefato com cachorro pulguento, os dois eram repugnantemente estranhos, estavam com macacões laranjas e os cabelos (se é que se pode chamar aquela bagaça de cabelo)tinham coisas grudadas que até Deus duvida.

Essas coisas estavam nos olhando desde o momento que nós chegamos na delegacia mas eu só percebi agora. Eles nos encaram mais um pouco até que um deles decidiu fazer contato.

Será que são aliens?

–John, a quanto tempo !

Isso não pode ser sério! O John conhece todo mundo que não presta.

O ruivo nem respondeu, apenas fez um aceno com a cabeça. Opaaa, acho que esses caras são aquele tipo de conhecido chato que todo mundo quer se livrar mas não consegue.

Eita tipozinho chiclete.

–E quem é o play boy? – um deles disse caminhando na minha direção.

As coisas foram tão rápidas que eu só percebi o que havia acontecido depois.

O presidiário trocou um olhar malicioso com o ruivo e pulou em cima de mim, o John deu um soco bem no meio da fuça dele e o jogou pra o outro lado da cela, o segundo ser estranho tentou acertar-lhe um chute nas costelas, mas o ruivo interceptou o chute no ar pegando a perna do presidiário e o jogando para junto do seu "coleguinha", os guardas só observavam como se quisessem que todo mundo se ferra-se, isso que é trabalho carcerário.

Na verdade, acho que os guardas tavam até gostando, acha que pra eles era como assistir UFC.

Tava tendo até aposta!

Assim que John acaba com os dois presidiários, ele vem até mim e em um salto ele me puxa pela cintura.

–Ele é meu e é melhor vocês não chegarem perto.

QUE!?!?!?!?!?

Desgraçado, desde de quando eu sou propriedade dele?

O que ele ta pensando falando essas coisas? Ai, depois, quando essas coisas quiserem se vingar dele vão ir atrás de mim também, ahhh que beleza. John, seu idiota!

Eu estava prestes a desmentir mas pelo jeito ele percebeu o que eu iria fazer e sussurrou colando sua bocas no meu ouvido:

–Se não quiser ser agarrado por um deles, entra no jogo – no final da frase ele mordeu minha orelha me fazendo dar um pequeno arfar.

WTF !?!?
Achei to-tal-men-te desnecessário.

–Okay, okay, as meninas aí podem ir parando que aqui não é motel — disse um dos guardas.

Ahhhh, isso vocês interrompem, né seus filhos da puta?

Sinto a mão do John sair de baixo da minha blusa e ele soltar um som de desgosto, como se parar aquilo fosse algo muito ruim e ... Pera ...

Como a mão dele foi parar de baixo da minha blusa?

–Ta bom – disse John por fim.

Algo me diz pra não baixar a guarda perto desse cara.

~o~

Já devia ser umas 4:00 da manhã, por ai. Eu tava começando a ficar preocupado com a demora do amigo do John, onde tava o cara com a fiança? Se eu não sai-se dali rápido ou eu iria ter que ligar pros meus pais e acabar morrendo ou eu ia ser levado para um lugar onde o John não poderia me proteger e acabar morrendo também, vejam que nenhuma das alternativas é atrativa.

Eu iria parar no mausoléu da família desse jeito.

Eu havia saído de casa escondido, meus pais nem sonhavam que eu não estava em casa, muito menos que eu estava preso! Não que meus pais não fossem compreensivos, mas eu acho, só acho, que se eu fala-se "pai, mãe, estou indo pedir minha namorada em casamento, beijinhos de luz" eles não iriam me deixar sair.

Eu estava deitado na cama com o John a mais ou menos uma hora e pouco, estava morrendo de sono, então foi dormir mas como eu não sei me defender ele me propôs que eu dormisse com ele pra evitar que aquelas coisas problemáticas tentem me agarrar de novo porééém eu to começando a achar que to sendo enganado e que eu deveria ter medo é de ser agarrado por ele, e por que? Por que ele fica passando a mão em mim e me puxando pra ficar coladinho nele e ...

É, ele tá se aproveitando da situação.

Não é por que ta dormindo que o diabo vira santo.

"”POOWMMMM””

Escuto um barulho alto vindo da entrada, alguém entro na delegacia dando um chute e quase arrebentando a porta, alguns policiais sacaram as armas, outros se esconderam de baixo de mesas e um outro se mijo nas calças.

Olha, admiro muito os policiais mas acho que eles juntaram todos os incompetentes dessa cidade numa delegacia só.

–E ai negada, eu vim mandar nessa bagaça.- escutei uma voz diferente falar, acho que é o cara da fiança.

É eu sei, essa rima foi horrível.

Meu Deus, finalmente essa desgraça chega e o cara fala assim? É sério isso produção?

–Eu to com o dinheiro da fiança daqueles dois. — Disse ele apontando pra mim e pro John.
Me sentei na cara afim de ver quem era essa figura e ... Meu santo Deus, como alguém podia se vestir tão mal? Ele vestia uma calça preta e uma blusa ... acho que essa cor é verde/amarelo fluorecente, um colete vermelho e um chapéu rosa.

Deus, o senhor esqueceu um demônio na terra.

Mas eu tinha que admitir, a pele escura e a tatuagem no braço eram realmente legais.

–O moleque acorda o John ai.- falou, tirando o chapéu e mostrando que embaixo dele havia uma touca roxa.

Deus, como alguém pode se vestir tão mal?

–Ta loco, quer que eu morra?

Já havia acordado o John antes, e como vocês lembram, acabei quase sendo assassinado no meio da rua.

–HAHAHAHAHAHA , to vendo que já sabe do probleminha do John com o sono, bom mais se você quer sair dessa cela vai ter que acordar ele – o homem deu uma pequena pausa para rir, imagino que da minha cara, desgraçado filho de uma potra. — acorda ele com um beijinho, vai que ele não te mata – agora todos na delegacia estavam rindo da minha cara, eu devia ta mais vermelho que um pimentão .

Se bem que aquela não devia ser a primeira vez que esse pessoal via o John acordando com o modo assassino ligado, eles só queriam ver o circo pegando fogo.

Ou um assassinato.

Sentei no lado de John, como eu ia acorda-lo sem morrer?

. . .

. . . . .

. . . . . .

. . . . . . .

Eu acho que tive uma ideia. Lembrei de quando estávamos dentro da viatura e comecei a fazer carinho nos seus cabelos, talvez assim ele acorde sem aquela aura de Hitler que ele tinha. Eu ia morrer de vergonha de fazer isso na frente de todo mundo, ia, mas eu não vou levar um soco e deixar todos eles rirem da minha cara nem morto.

Coloquei a cabeça de John no meu colo e comecei a mexer em seus cabelos devagar, vejo que ele começa a se aconchegar devagar no meu colo e logo desso meus dedos até a nuca dele.

Que ninguém leia meus pensamentos, mas até que eu levo jeito com isso.

–Acorda, aquele teu amigo da fiança tá aqui – falei baixinho.

Meu Deus, vou começar a cobrar pelas minhas massagens.

–Já chegou? Tava começando a gostar dessa cela – disse o ruivo pegando a minha mão.

Todos na delegacia começaram a me olhar como se eu tivesse vindo de marte e eu dei um sorriso tipo “toma seu bando de bastardos”, quem mandou vocês pensarem que eu sou como todo mundo? Eu tenho algo chamado cérebro, amores.

–Então eu vo ganhar um premio especial?- pergunto pro cara da fiança.

Ué, to merecendo mesmo.

–To começando a gostar desse garoto. — falou soltando uma risada.
John finalmente se levanta do meu colo e senta na cama, coça seus olhos e finalmente identifica o seu amigo.

–Trouxe o dinheiro da fiança ? — perguntou ainda sonolento.
Nãooo, o cara veio aqui a passeio.

Claro que sim, né idiota.

–Claro, pra dois não é mesmo ? — disse o moreno abrindo a uma maleta.
O que me chamou a atenção é que ali dentro tinha muito dinheiro, mais do que só pra duas fianças. Será que esse amigo do John ia subornar a policia? Mas pra que? No que sera que eles estão metidos?

–Podem ir. — Falou um dos guardas abrindo a cela.

Eu sai desconfiado, muito estranho aquilo mas não sou eu que iria reclamar, o importante é sair daqui e voltar pra casa. Os guardas pareciam não gostar de soltar a gente, nos encaram até chegarmos na porta.

Assim óh, sabe aquele ditado "quer chamar a atenção? Põem uma melancia na cabeça"? Esquece isso, quer chamar a atenção? Vai preso.

–Você não vem ?-John pergunta pro seu amigo antes de sairmos da delegacia.

–Tenho coisas pra resolver – respondeu olhando para os guardas.

Esses dois ... não sei quem é o pior.

John me puxou para fora da delegacia e nós começamos a andar sem rumo, acho que estávamos esperando mais alguma coisa acontecer ou só caminhando para ver se já estávamos sóbrios de novo, não sei ao certo. Já devia ser umas 4 : 30 da manhã, eu estava de férias por isso não faz diferença se eu estou dormindo ou se eu estou acordado á essa hora, afinal, eu não tenho hora para acordar , eu só tinha que estar em casa antes dos meus pais acordarem e . . .

Espera ...

–DROGA ELES ACORDAM AS SEIS!! – penso alto.

Ou melhor, grito alto mesmo.

John me olhou como se eu fosse louco, e eu não culpo ele, imagina um cara gritar do nada no seu lado?

–Que isso garoto, ainda tá bêbado?

–Não, é que meu pai acorda todo dia as 6 da manhã e eu tenho que estar lá antes disso.

Se não ...

–Tá e qual o problema? Faltam mais de uma hora.- fala como seu eu estivesse tendo um chilique desnecessário.

–Minha casa é no outro lado da cidade.

Nós dois nos olhamos com uma cara tipo “iiiiii fudeu” .

Viu? Meu chilique é totalmente necessário.

–Então vamos – disse John.

Começando a correr, corremos uns 5 quilômetros antes de descansar, droga, ele pensa que eu sou o que? Não sou o flash pra conseguir correr meia cidade em uma hora, não ia dar tempo de chegar em casa se continuássemos nessa de ir correndo.

John me segura pelo braço e me da um sorriso maroto, não sei se fico feliz por ele ter tido uma ideia ou se tenho medo do que ele vai propor.

–Você tá desposto a tudo pra chegar em casa ?-fala em um tom malicioso.

To com medo, sério, quando esse cara diz tudo é tudo mesmo.

–Sim.-respondo com receio, prefiro fazer uma loucura do que chegar atrasado, sério.- qual o seu plano ?

–Você vai ver.

Falou sorrindo antes de me jogar no meio da rua, viro na direção para onde ele esta olhando, vejo a luz de um ônibus.

Notas finais
Paola-chan: espero q tenham gostado desse capitulo! Postaremos o próximo na sexta- feira que vem, mas provavelmente será a Haru-chan pois eu estarei viajando e não poderei postar junto.Até semana que vem!Kissuss