Remember the urge.
7 Pledge.
Notas iniciais
Kise POVs.
"I'm sick jigaku e ask afurekaeru lies.
Can you see it? This feelings…
Tsumetaku uchitsukeru quiet.
To you who gave all to me,
Will you believe me once again?
My this disease, before killing you,
I want to take back blank days."
A música tocava baixinho, era o toque do meu celular. Com certeza os garotos estavam nos procurando agora, principalmente por causa da forma como saímos do bar. O celular tocou mais três vezes e parou. Aomine acabara de subir minha camisa, deixando meu peitoral a mostra. Logo o meu riso começou a preencher o cômodo ao que senti seus lábios tocarem minha barriga, aplicando leves beijos em toda a extensão da mesma.
— Você acha isso engraçado? – Indagou.
— Nã-não! – Ditei entre risos. – Apenas não faça isso! Eu sinto cocegas na barri– Minha frase foi cortada, tendo as palavras substituídas por um gemido mudo ao que senti seus lábios deslizarem até um de meus mamilos, beijando-o.
Minhas mãos, quase que automaticamente, tocaram-lhe o topo da cabeça enquanto meu corpo se arqueava instintivamente, tremendo perante a sutileza com que ele tocava meu abdômen com uma das mãos, descendo ao seu ritmo até a região de minha virilha, acariciando ali.
— Não faça isso... – Pedi, num fio de voz.
— Não faça isso, não faça aquilo... – Sentou-se entre minhas pernas, retirando sua camisa, deixando a mostra um peitoral definido que fez-me engolir a seco. Ele, definitivamente, tinha um corpo incrível. – Você não é virgem, é?
— Não diga coisas como essa! É cruel, você é o pior!
— Você tem coragem de dizer isso? – Suas mãos deslizaram por minha cintura até meu quadril, apertando-o para após segurar a barra de minha calça, puxando-a juntamente com a boxer, libertando meu pênis semi-rígido, deixando-me apenas de camisa. – Você reclama mas já esta assim... Tão lascivo!
Aomine POV's.
Ao ouvir as minhas últimas palavras, seu rosto corou fortemente. "Ah, ele é realmente uma gracinha!", pensei comigo. Deixei uma risadinha escapar e, ao percebê-la, ele virou o rosto fazendo um pequeno bico.
— Huh, ficou chateado porque eu disse que você é lascivo? – Indaguei enquanto desabotoava a calça, retirando-a junto com a minha peça íntima.
Peguei uma camisinha – cuja qual sempre levava no bolso da calça –, abrindo-a para após colocá-la cuidadosamente em meu pênis. Só então voltei a posicionar-me entre suas pernas, deslizando uma das mãos pela extensão de seu pênis, tocando a glande que já estava bastante úmida, com o dedo indicador. Podia vê-lo se encolher. Seu rosto corava cada vez mais enquanto mordia fortemente o lábio inferior, lutando contra si mesmo para controlar os gemidos que vez ou outra, fugiam por aqueles lábios acidentalmente. Era a primeira vez que o via dessa forma. Eu já tinha feito esse tipo de coisa antes, com mulheres, mas nenhuma delas tinham me deixado tão excitado quanto ele estava me deixando naquele momento. Eu realmente não podia mais me segurar. Toquei seu rosto, fazendo-o olhar para mim novamente. Haviam pequenas lágrimas surgindo no canto de seus olhos e a cor vermelha de suas bochechas se destacava diante da pele pálida.
O acariciei e ele sorriu. Toquei seus lábios com o meu polegar, ganhando um beijo no mesmo. O deslizei pela carne levemente inchada devido as próprias mordidas, logo pousei dois dedos ali.
— Diga "aah". – Sussurrei.
Sem contestar, seus lábios se abriram, dando entrada à meus dedos. Arrepiei-me ao sentir sua língua acariciando meus dedos enquanto os chupava gentilmente. Aquela, certamente, era a visão mais linda e excitante que eu já tinha visto em toda a minha vida. Deixei que o fizesse mais um pouco, até ter certeza de que deixara-os bem molhados, então os retirei de sua boca. Não perdi tempo, logo toquei sua entrada com um dos dedos, tendo um gemido de desaprovação como resposta. Então curvei-me, alcançando seus lábios para após beijá-los sutilmente.
— Relaxe... Não irei te machucar. – Ditei contra seus lábios.
A resposta que obtive foi um aceno de cabeça um pouco receoso. "Bom garoto", pensei. Logo consegui passagem, adentrando um dos dedos em sua entrada. Senti seu corpo estremecer em baixo de mim. Voltei o olhar à ele, que agora mordia a própria mão, então acenei negativamente. Levei a mão livre até a dele, que me olhou com o canto dos olhos.
— D-dói... – Resmungou.
— Desculpe, talvez seja a minha unha. Serei mais gentil...
Dito isso, adentrei o segundo dedo cuidadosamente. Este foi aceito com mais facilidade, então esperei um pouco até começar a movê-los lentamente. Kise tinha reações muito fofas que me deixavam com muita vontade de atacá-lo de uma vez, mas essa era a nossa primeira vez juntos, eu definitivamente não queria estragar tudo. Já acostumado, seu quadril movia-se acanhadamente contra os meus dedos, o que fez com que eu chegasse no meu limite.
— Não posso mais... Abra um pouco as pernas, irei penetrá-lo agora. – Avisei enquanto retirava os dedos.
— Tã-tão rápido!? Você não pode... Eu ainda estou–
Sua voz silenciou-se assim que aproximei minha glande de sua entrada, tocando-a. Era tão quente e parecia que estava tentando me sugar. Sendo assim, comecei a penetrá-lo devagar. Suas pernas se abriam um pouco mais conforme meu pênis o adentrava. Logo, com um pouco de dificuldade devido ao tamanho, já o tinha penetrado por completo, tendo um gemido alto em resposta. Não me movi de imediato.
— Dói, Aominecchi!
— Relaxe um pouco mais... – Pedi enquanto começava a me mover conforme notava que seu corpo se acostumava com o volume dentro de si.
Minhas investidas, ainda lentas, começavam a tornar-se mais intensas e meu corpo ficava cada vez mais quente. Eu estava encantado pela expressão dele, que se tornava bem mais confortável agora. Toquei suas coxas, pressionando os dedos contra aquela bela pele que, de tão branquinha que era, ficava com perfeitas marcas de meus dedos num tom avermelhado. Deslizei uma das mãos de volta à seu pênis, que implorava por atenção, começando a estimulá-lo no mesmo ritmo de minhas investidas. Curvei-me um pouco, alçando a linha de seu pescoço, assoprando-o apenas pela diversão que era vê-lo estremecer e girar os olhos de prazer entre gemidos e suspiros. Mordi a ponta de sua orelha, beijei seu pescoço, deixei um chupão forte em sua clavícula e marquei seu ombro com os meus dentes numa mordida que arrancou-lhe um gemido doloroso. Minha mente estava em branco e eu já não conseguia mais conter os movimentos de meu quadril e de minha mão em seu pênis, tornando ambos descompassados. Quando não consegui mais administrar os dois, soltei seu membro, segurando agora seus pulsos com uma única mão enquanto estocava intensamente, com movimentos rápidos.
Ouvi seus gemidos de desaprovação, mas o alto nível de excitação me impedia de conter meus movimentos. Ele não demorava muito para se acostumar com a minha mudança de ritmo. Contestava no início, mas logo desfrutava, fazendo caretas provocantes. Nossos gemidos tinham sincronia, era quase como se estivéssemos conversando através dê. Os meus gemidos respondiam os dele e os dele, retrucavam. Logo seu quadril começou a mover-se contra mim novamente e o impacto de sua bunda contra a minha virilha fazia um som lascivo que me incentivava a não parar.
— Ao...chi. Meu estômago... Dói! Muito... Fundo...
Seus olhos se fechavam bruscamente enquanto algumas poucas lágrimas escapavam pelo canto destes. Cogitei em parar, mas seu corpo movia-se ainda mais rápido – ainda que, com um pouco de dificuldade – contra mim. Então, devido a sua expressão, deduzi que estava no caminho certo. Soltei seus pulsos e, justo no momento em que mudaria de posição, senti seus braços envolverem o meu pescoço, me obrigando a curvar-me sobre ele, que me apertou firmemente contra si.
— Tsc, Kise... – Senti seu corpo tremer, enquanto me puxava para si até que nossos rostos estivessem alinhados. Sua bochecha levemente úmida devido às lágrimas e ao suor que começava a molhar-nos os corpos, tocava a lateral de meu rosto. – O que foi?
Devido a proximidade, consegui ouvi-lo engolir a seco e logo sua respiração cortada aqueceu-me a orelha, seguida por gemidos em diversos tons, o que me alertou que eu havia acertado a sua próstata, então investi ali enquanto senti seus braços perderem a força, deslizando por minhas costas. Um arrepio correu pelo corpo todo, então voltei a estimular seu membro que já começava a latejar em minha mão. Eu queria que chegássemos ao ápice juntos.
— Aominecchi... – Sua voz era quase inaudível. Meu coração já estava acelerado diante de toda aquela situação, mas acabei por sentir que meus batimentos tais como a minha respiração, falharam ao que me deparei com aqueles olhos gentis a me fitar, aquele sorriso inocente, que logo se desfez, dando espaço para as palavras que quase roubaram todo o meu ar. – Eu te amo.
Num movimento rápido, o puxei para os meus braços, fazendo-o sentar em meu colo, atingindo o seu ponto sensível com mais intensidade enquanto aplicava inúmeros beijos em todo o seu rosto. Naquele momento, eu não tive dúvidas: Eu era o homem mais feliz do mundo.
— Eu te amo mais. – Respondi, depositando um beijo no pé-da-orelha.
Kise POVs.
Arrepiei-me. Seu movimento foi tão rápido que quase me fez cair da cama. Mas eu sabia que ele não deixaria nada de ruim acontecer comigo. Era exatamente como eu havia dito anteriormente, ele ainda era o mesmo. Cuidava de mim, era gentil... Por mais que fosse um cabeça-dura idiota. Entrelacei os braços em torno de seu pescoço enquanto escondia o rosto na curva do mesmo. "Oh, droga, por que tem que ser tão gostoso!? Meu quadril esta se movendo sozinho!", pensei comigo mesmo enquanto beijava-lhe o pescoço. Os braços morenos pareciam brilhar devido ao suor e a forma firme com que ele me segurava e sustentava, me passava um sentimento de proteção e confiança. A vergonha tinha ido embora – por mais que eu permanecesse corado – e tinha levado todo o meu medo junto. Eu apenas queria aproveitar esse momento especial. O momento em que eu e a pessoa que mais amo no mundo, nos tornamos um.
— E-eu estou... Quase!
Sua voz rouca me deixava louco. Sem perceber, eu estava sorrindo. Eu também já não aguentava mais. Ele estava totalmente concentrado nos movimentos que atingiam em cheio o meu ponto sensível, levando-me aos céus! Não demorou para que chegássemos juntos ao ápice, selando aquele momento com um gemido conjunto. Ainda ofegantes, trocamos olhares penetrantes em silêncio e, por fim, nos beijamos. Sua língua explorava a minha cavidade bucal intensamente, chupando minha língua vez ou outra. Devido ao orgasmo, minha cabeça ainda girava e eu mal conseguia acompanhar o seu ritmo. Assim que nossos lábios se separaram, eu o apertei contra mim e uma sensação de alegria me preencheu! Suas costas tocaram a parede, em busca de descanso e eu senti meu corpo ficando mais leve e finalmente ceder. Um gemido constrangedor escapou por meus lábios assim que ele retirou seu pênis de mim. Espiei pelo canto dos olhos, vendo-o retirar a camisinha preenchida de esperma, dando um nó na mesma e jogando-a na lata de lixo que ficava bem próxima à cama, então virei o rosto, descansando-o em seu ombro.
Senti seus lábios tocarem o alto de minha cabeça, num selo demorado, enquanto seus braços envolviam o meu corpo carinhosamente, certificando-se de nossa proximidade. Pensei em dizer algo. Por um momento, também pensei que ele iria dizer alguma coisa. Mas nenhum de nós o fez. E foi bom assim. Continuei sentado em seu colo, um pouco acanhado pelo fato de ter sujado sua barriga com o meu esperma e por este ter me sujado também devido à proximidade, mas nada fiz. Eu poderia tomar um banho depois. Eu não queria mover um músculo dali e não moveria por nada. Eu sabia, eu tinha certeza: Nos braços dele era o meu lugar.
Comecei a pensar em tantas coisas boas enquanto era atingido por uma leve onda de cansaço. Eu estava tão confortável que apenas me deixei levar. "Desculpe, Aominecchi... Vou dormir só um pouquinho!", pensei em dizer, mas já era tarde. Meus olhos já haviam se fechado. Sem demora, adormeci em seus braços.
{Continua...}
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