Notas iniciais
One more.

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(Gif nada a ver com nada, mas eu simplesmente o adoro. Here we'll go!)

Capítulo V

Memórias do Futuro Parte I

Os dois meninos ficaram surpresos ao descobrir Dumbledore estava em seu escritório, considerando o fato de que era um lindo dia de outono lá fora e o sol estava brilhando. Tudo vai ser melhor com Dumbledore aqui, pensou Harry.

Quando Harry explicou para Dumbledore o que ele queria fazer, o velho feiticeiro sorriu, mas se sentiu um pouco hesitante sobre isso.

— Tem certeza de que está pronto para enfrentar Lord Voldemort...? Especialmente em uma das lembranças de Harry, onde você vai, sem dúvida, ver alguns atos violentos? — Dumbledore avisou.

— Eu tenho certeza senhor. Eu tenho que fazer isso algum dia, eu preciso ver por mim mesmo o que eu sou. Eu quero ver o monstro que eu me tornei. Talvez então, eu realmente vou ser capaz de mudar. — Tom disse isso com confiança, mas realmente ele se sentiu inclinado a abandonar aquela idéia. Ele não sabia porque ele estava tão assustado de repente.

— Tudo bem filho, eu confio que Harry irá guiá-lo bem, enquanto estiverem dentro da sua memória. Se você sente que precisa abandonar a memória, no entanto, diga a Harry e ele vai te puxar de volta. Boa sorte Sr. Riddle.

— Obrigado senhor —, disse Tom, tentando manter a voz firme e forte. Ele estava com medo de ter um ataque do coração se seu coração continuasse a bater na velocidade que estava batendo.

— Eu vou te mostrar uma lembrança do meu quarto ano, — Harry disse a ele. — É onde me encontrei com o novo e melhorado você pela primeira vez, estou avisando agora, Tom... Não vai ser uma lembrança bonita.

— Harry apenas mostre-me a maldita memória já. — Tom estava perdendo a paciência e sabia que se ele não acabasse logo com aquilo, ele iria se virar e dar o fora daquele escritório, enquanto ele ainda podia.

Balançando a cabeça, Harry puxou a varinha e caminhou até a penseira com Tom seguindo atrás. Harry colocou sua varinha em sua têmpora e pensou em algo por um momento e em seguida extraiu uma linha prateada e colocou-a dentro da bacia cheia de neblina circulares.

— Depois de você — Harry disse a Tom enquanto percebeu que o garoto de cabelo ébano estava tomando coragem.

Tom abaixou a cabeça na penseira e em seguida sentiu uma sensação de estar caindo desamparado no ar. Ele desembarcou em solo macio, com um baque e se perguntou por que estava tudo tão escuro. Ele percebeu que estava com os olhos fechados. Quando ele os abriu descobriu que o lugar que ele estava era escuro e o céu estava cinza como se uma tempestade estivesse chegando em breve. Ele sentiu um baque ao lado dele e se virou para ver que Harry havia pousado ao lado dele.

— Onde estamos Harry? — Tom perguntou enquanto olhava do alto da colina até detectar uma pequena cidade lá embaixo. Antes que Harry pudesse responder, porém, Tom ouviu sons vindo de trás dele e virou-se para ver o que os tinha causado. Assim que se virou, ele se arrependeu de tê-lo feito.

Havia um Harry de catorze anos de idade preso contra uma lápide que era enorme e havia um anjo ameaçador com um olhar de morte, cuja foice estava mantendo Harry prisioneiro. O que chamou a sua atenção inicialmente foram os nomes na lápide. O nome de Tom Riddle estava gravado lá, assim como dois outros nomes de Riddles estava gravado junto ao seu. Deveria ter sido a casa de seu pai. No fundo, havia uma casa enorme que parecia em ruínas, mas nos seus dias de glória devia ter sido uma beleza. Sua atenção estava voltada para um homem baixo, atarracado cujo o olhar lembrava a Tom um rato com seus cabelos emaranhados, olhos lacrimejantes e a face puída. Ele estava em pé sobre um caldeirão fervente.

— Esse é Pedro Pettigrew, um de seus seguidores. — Harry disse a Tom que se surpreendeu por um momento por ter esquecido que Harry também estava ali.

— Que diabos ele está fazendo? O que tem no caldeirão? Ele está preparando um poção? E por que você está preso contra essa lápide? Por mil Merlins Harry. O seu olhar está apavorado. Há tanto medo ali.

— Isso é porque eu estou. Você vê o menino no chão ali? Ele é Cedrico Diggory... Eu havia acabado de vê-lo morrer antes de eu ser jogado contra o túmulo. — Harry disse tudo isto com o que parecia ser culpa em sua voz.

— Me desculpe Harry, — Tom sussurrou honestamente. Ele olhou para o menino jovem no chão e soube que era um grande bruxo ou teria sido se ele tivesse sido capaz de se tornar um adulto. Ele sentiu a bile subir na garganta novamente e afastou o olhar do rosto do jovem que já estava empalidecendo com a cor branca e leitosa da morte.

Tom e Harry viram quando Pedro cortou um pedaço de sua mão que caiu no caldeirão. Seu conteúdo começou a borbulhar e assobiar emitido faíscas de vermelho e branco que atiraram em todas as direções. Em seguida, Tom não tinha certeza se ele se lembrava como respirar. Algo estava se levantando do caldeirão, algo na forma de um ser humano.

— Harry o que é... — Tom começou, mas foi cortado.

— Basta assistir — Harry disse a ele.

A pessoa que tinha subido para fora do caldeirão foi cercado por vapores coloridos, tornando difícil para Tom ver como a pessoa parecia. Ele poderia, contudo, ver um esboço do corpo e viu que se tratava de um homem e ele estava esquelético... A pele era pálida, nojenta e fina. O coração de Tom estava martelando dentro do peito, ele de repente não queria mais ficar ali e ele com certeza não queria ver como que aquele homem dolorosamente magro realmente parecia.

De repente, uma voz pôde ser ouvida. Era aguda e assobiava como um cobras. — Cubra-me —, a voz misteriosa ordenou. O homem chamado Pedro, que miseravelmente chorava pela dor de sua mão decepada, conseguiu colocar um manto sobre os ombros do homem magro. Tom ainda não podia ver claramente o homem, mas o olhar no rosto de Harry disse que ele não era bonito.

O homem magro saiu do caldeirão com o rosto olhando diretamente para a imagem presa de Harry que estava na frente dele. Então ele se virou para olhar o seu entorno, finalmente revelando o rosto ao seu eu de própria juventude. Lord Voldemort olhou bem no local onde Tom e Harry estavam de pé, mas estava olhando para além deles, como se eles não estivessem lá. Tom tinha certeza que iria vomitar. Voldemort parecia mais uma cobra do que um homem. Sua cabeça careca era estranhamente contorcida e ele era branco como um osso. Não havia nariz que adornava seu rosto horrível, mas duas fendas nas narinas o deixavam idêntico a uma serpente. Tom teve um vislumbre de sua língua que tinha distraidamente disparado para fora de seus lábios finos, sua língua foi cortada um pouco abaixo do meio fazendo com que o lorde se tornasse totalmente ofídico.

Tom não poderia ver mais nada da cena. Ele não queria ver o que esse homem nojento faria para Harry e ele não planejava ficar por perto para descobrir.

— Oh, inferno... Harry, me-me tire daqui! — ele conseguiu botar para fora. Ele estava tentando o seu melhor para segurar a bile que subia pela garganta.

Harry agarrou Tom pelo braço e o puxou para cima. Eles sentiram uma sensação sibilante e em seguida pousaram de volta no escritório de Dumbledore em um flash. O diretor estava esperando em sua mesa pelo seu retorno.

Assim que eles saíram Tom curvou-se e vomitou todo o piso. Ele ficou surpreso de ter conseguido esperar tanto tempo. Harry correu para seu lado com Dumbledore em seu rastro.

— Eu estou bem — Tom conseguiu dizer, ainda sentindo um pouco enjoado. — Eu hum... Ficou um pouco assustado. Desculpe pela bagunça diretor. — Tom falou constrangido sentindo um misto de sensações estranhas e ruins. Ele sentia um medo profundo e paralisante.

— Está tudo bem meu filho, mas eu não estou preocupado com o tapete. Estou preocupado com você.

Tom sorriu fracamente. — Eu realmente preciso ficar sozinha agora.

— Tudo bem Tom — Harry falou. Ele realmente não queria deixá-lo sozinho nesta condição, mas ele sentiu que Tom necessitaria de algum tempo para si mesmo, então ele deixou-o ir.

Como Tom praticamente saiu correndo da sala, Dumbledore caminhou até Harry e pôs uma mão em seu ombro. — Olhe para ele Harry... O que ele viu em sua memória deve realmente tê-lo apavorado — disse Dumbledore tristemente.

— Ele nem sequer viu a coisa toda. Ele olhou para o rosto de Voldemort e ficou tão verde que achei que ele iria desmaiar e então ele me disse para trazê-lo de volta. Eu não acho que ele pôde se segurar vendo-se daquela forma... Vendo-se como um monstro.

— Poucos poderiam — Dumbledore concordou. — Cuidado com ele e tomem conta dele, Harry.

— Eu vou ter, senhor, e Hermione, Rony e Gina também. Nós todos realmente gostamos dele e nos preocupamos com ele. Ele só precisa de tempo.

Alvo sorriu e acenou para seu jovem companheiro, mas por dentro sentia uma grande tristeza pelo jovem que ele havia desaprovado. Ele realmente esperava que ele ficasse bem.

Purgato vomitum — disse Tom enquanto apontava a varinha para a boca. Ele tinha que fazer alguma coisa para se livrar do que gosto vômito horrível e agora que ele havia ido embora ele se sentiu um pouco melhor. Ele estava andando no corredor silenciosamente sem saber onde ele estava indo. Ele só sabia que queria chegar rápido onde quer que fosse. Toda vez que o rosto de cobra aparecia em seus pensamentos, seu estômago dava uma guinada e fazia-o sentir novamente as náuseas. Ele não teve que prestar atenção a qualquer coisa que o homem de seus pensamentos faria para saber que ele era mau, seu rosto mostrava tudo. Naqueles olhos vermelhos e brilhantes, Tom viu ódio e raiva e que o assustava mais do que tudo... Tom viu dor. Era quase imperceptível no meio de toda a maldade que foi mostrada lá, mas Tom tinha visto. O fato de que ele era mau e ainda sentia dor fez tudo parecer inútil para ele. Ele queria o poder para tentar escapar das emoções humanas, como a dor, porque você ela era uma fraqueza e ele jurou nunca ser fraco como seu pai. Ele era melhor do que isso. Ele tinha que ser.

Tom virou outra esquina e acabou em um corredor deserto que tinha muito poucas portas. Ele conhecia bem o corredor. Havia uma porta no final do mesmo que dava para uma varanda, onde se podia estar do lado de fora. Onde ele poderia respirar ar fresco e ver o lindo cenário de Hogwarts abaixo. Ele tinha ido lá muitas vezes para pensar e ficar sozinho. Esse era o lugar perfeito para ele no momento e já que ninguém parecia vir aqui tão tarde, ele sabia que estaria sozinho por um tempo. Para a sua grande surpresa assim que ele adentrou a varanda percebeu que não estava sozinho.

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Notas finais
XoXo