Redenção Tomione
21 Ela Está Apenas Cansada
Notas iniciais
OU SEJA... AMANHÃ TEM CAPÍTULO INÉDITO! E ESTOU NESSE EXATO INSTANTE CHANTAGEANDO VOCÊS. SOH VOU POSTAR QUANDO TIVER MAIS RECOMENDAÇÃO KKKK... EU sei... Isso é terrível. Merecemos recomendações
Esse capítulo é uma pouco curto, mas é o melhor que podemos no momento. Eu tive um longo dia de hoje, por isso estou realmente exausta e minha cama parece tão confortável agora :). Com o maridão do lado então... Nem falo nada poskpoakspo. Espero que todos gostem deste capítulo. Estamos chegando rapidamente ao ápice e para o fim falta relativamente pouco. Obrigada por ficarem conosco e por todos os elogios e reviews. Mesmo que não respondamos a todos por falta de tempo, lemos a todos e amamos cada um deles. Apreciamos mais do que vocês imaginam! :). Beijos da Debby, da Safi e da Mandy *-*
ELA ESTÁ APENAS CANSADA
Hermione suspirou quando ela olhou para o céu escuro. Ela se sentiu tão contente e tranquila, apenas por estar fora e só com o namorado. Tom olhou para ela e apertou suas mãos em torno de sua cintura, fazendo-a aconchegar-se mais intimamente contra seu peito. Suas respirações pairavam no ar gelado, iluminado pela luz da lua cheia que havia surgido muito lentamente. O frio não teve efeito sobre o casal, no entanto, por causa do encanto aquecimento. Tom o tinha lançado logo que havia saído para a varanda enregelante.
Eles tinham ficado em silêncio por algum tempo agora, só gostando de estar juntos. Agora que era pausa de inverno, o casal não precisava se preocupar com as pessoas escancarado eles a cada cinco minutos, e a ausência de aulas deu-lhes bastante tempo sozinhos... Que eles estavam aproveitando.
Hermione bocejou pela décima vez nos últimos dez minutos, fazendo com que Tom risse.
— Hermione, se você está cansada, então podemos voltar ao castelo. —ele disse enquanto ele acariciava seus cabelos.
— Eu não estou cansada... Só estou exausta. — ela respondeu sonolenta.
— Ohh Srtª Granger, são coisas tão diferentes. — ele falou rolando os olhos com ironia e um sorriso divertido. — Eu acho que você perde um pouco do seu bom senso e inteligência quando está com sono.
—Talvez, — Hermione disse, pouco antes de outro bocejo escapar de seus lábios.
— Hmm, você deve estar cansado da grande quantidade de nada que fez durante todo o dia. — Tom disse sarcasticamente.
— Nossa, que ofensa Sr. Riddle. — Hermione disse enquanto aconchegava-se mais em seu peito. — Eu acho que pode ser apenas o clima de inverno que está me deixado tão esgotada.
— Eu vou levar você para dentro. Assim você pode dormir. — Tom disse suavemente. Ele inclinou a cabeça um pouco e beijou o topo de sua cabeça. O cabelo de Hermione tinha um cheiro bom.
— Não, eu não estou tão cansada e eu quero ficar sozinha com você agora. — ela disse.
— Aposto dez contra um que você vai dormir nos próximos cinco minutos. — Tom riu.
— Então você vai ter que me manter acordada. — Hermione pensou numa maneira de manter-se acordada, mas não tinha ânimo para provocar Tom naquele momento então pensou rapidamente numa segunda opção. — Conte-me uma história.
— Será que Chapeuzinho Vermelho seria suficiente?— ele brincou.
— Não bobo, quero dizer uma história sobre você... Sobre o seu passado. — Hermione mudou um pouco em seu colo para que ela pudesse vê-lo melhor. Tom parecia um pouco apreensivo.
— Meu passado não é tão grande amor. — ele disse baixinho, quase vergonhosamente.
— Tom, eu lhe disse que você pode me contar sobre qualquer coisa. As vezes faz bem quando a gente se abre e coloca algumas coisas para fora do peito. — ela levou a mão até o rosto dele e acariciou sua face pálida.
— O que você quer que eu lhe conte?— ele perguntou hesitante.
— Você pode me dizer sobre qualquer coisa... Eu te amo assim mesmo, não importa o que eu ouça.
Tom sorriu.
— Há um monte de coisas ruins que eu fiz... Mas há uma coisa que sempre me assombrou mais. Talvez eu me sentiria melhor se eu falasse sobre isso.
Hermione balançou a cabeça para ele continuar. Tom respirou fundo antes de começar.
— Isso começou no meu quarto ano. É sobre as garota que eu hum... Lhe falei.
— As que você teve relações sexuais? — Hermione perguntou mais interessada e com uma pontada estranha de ciúme. De repente ela ficou mais alerta.
Tom balançou a cabeça positivamente e continuou.
— Eu disse que fazia isso porque eu estava chateado com meu pai, mas... Não é a verdadeira razão pela qual eu fiz o que fiz... E repeti várias e várias vezes.
Hermione podia ver que ele estava tendo um momento difícil ao tentar falar sobre aquilo. Ela pegou a mão dele e segurou-a firmemente, ganhando um sorriso de Tom que pareceu relaxar um pouco, agora que ele tinha algum apoio.
—Hermione, você já ouviu falar de um ritual chamado libido tenebrarum?
— Eu não estou familiarizada com ele, não.
— É uma... Uma espécie de ritual do sexo. — Tom disse ela ao tentar ser mais duro para não corar.
— Humm... — era tudo que Hermione podia grunhir no momento. Ela estava um pouco surpresa com essa informação e ela esperava que ele não continuasse pela expressão desconfortável que ele fazia, mas ele decidiu que continuaria com sua explicação.
— É um rito de magia negra que traz uma grande quantidade de energia para a pessoa que realiza o ritual. O seu parceiro nem mesmo precisa saber o que está acontecendo, porque é um encantamento que pode ser dito em sua mente durante a relação sexual. Eu descobri sobre ele a partir de um livro de Artes das Trevas e estava ansioso para experimentá-lo. O pensamento de ganhar poder sempre me animou, e eu não poderia ter me importado menos com o que eu tinha que fazer para obtê-lo. A primeira foi uma garota sonserina que eu sabia que tinha uma queda por mim. Ela era bonita, mas isso realmente não importava, eu só queria fazer o ritual...
Tom sentiu vergonha de olhar nos olhos de sua castanha quando ele descreveu o resto da história.
— Nos encontramos em uma sala vazia do castelo em uma noite, quando eu sabia que ninguém ia estar ao redor e coloquei um abaffiato maximum para evitar que alguém nos ouvisse. Também selei a porta para evitar que eu fosse pego. Eu não me importava com ela. Ela entrou e veio direto para mim... Ela mesma rasgou minha camisa com sua pressa para removê-la. Eu era tão agressivo com ela... Eu a empurrei na mesa e depois que ambos estavam nus, e eu... Eu só fui ao encontro do seu corpo sem nenhum aviso prévio. Ela gritou de dor, mas apenas por um momento... Ela deve ter perdido a virgindade antes porque não foi difícil ou algo do tipo. Mas além do prazer físico eu me concentrava muito mais em outras coisas. Eu estava prestando atenção a ela por causa do feitiço que eu estava dizendo na minha cabeça e eu só continuava com os movimentos, amando a nova sensação de poder que estava chegando em mim, enchendo-me, invadindo-me. O meu clímax veio quando o poder encheu-me completamente e ela chegou ao clímax logo depois. Ela queria ficar comigo naquela noite, mas eu disse a ela que eu queria ficar sozinho. No dia seguinte, ela tentou falar comigo no café da manhã e eu simplesmente a ignorei e mandei-a ir encher o saco de outra pessoa. Ela foi embora chorando... E eu voltei para o meu café.
Tom olhou para Hermione e viu lágrimas em seus olhos.
— Você... Realizou o ritual de novo?— Ela perguntou.
— Sim... Com todas as garotas que estive antes... Exceto. — ele mordeu os lábios. Ele falou demais. Ele ia dizer exceto Bailey.
— Exceto quem Tom? — ela perguntou piscando e com a respiração difícil.
Ele desviou o olhar. Uma coisa era Hermione saber sobre garotas que não conheciam e que agora em seu tempo deveriam estar casadas e com meia idade. Outra coisa era Tom confessar que havia dormido com uma colega que a via constantemente.
Ele não precisou falar. Ele percebeu que Hermione ligou os pontos quando olhou para ele com o rosto vermelho e furioso afastando-se rapidamente dele.
— VO-VOCÊ TRANSOU COM A BAILEY? TOM!!! COMO VOCÊ PODE??? COMO VOCÊ PODE FAZER ISSO COMIGO? — ela perguntou levantando em um pulo. Tom não entendeu a reação exagerada dela.
Tom rolou os olhos. Ele não ia perder a calma. Ele achou lindo o fato de sua castanha estar com ciúmes dele.
— Hermione... — ele começou como se estivesse fazendo uma explicação a uma criança. — Eu não estava com você... Você não me queria, esqueceu?
Ele respirou fundo como um touro bravo e olhou para um ponto distante. Piscou várias vezes enquanto Tom esperava ela se acalmar. Enfim pareceu que a razão voltou para a castanha e ela se rendeu sentando-se de forma altiva no colo do garoto pálido e lindo.
Tom ficou calado esperando pela próxima frase de Hermione.
— Esse... Poder ainda está com você? — ela perguntou curiosa. — E como ele funciona? O que você realmente sente?
—Não. O poder não está mais comigo. Depois que eu vim para esse tempo digamos que não mantive a prática sexual da mesma maneira como eu praticava no meu tempo e de qualquer forma depois que te conheci eu realmente quis abdicar das artes das trevas, principalmente depois de descobrir para onde elas me levariam... A magia na verdade era bem útil. Aumentava exponencialmente o poder de qualquer magia que eu lançava, mesmo sendo uma simples Lumus. Também aumenta a força física e a resistência e você pode passar muitas horas seguidas sem dormir e eu utilizava isso para estudar mais sobre as artes das trevas. Depois que conheci vocês eu percebi o quanto essa atitude era repugnante e nojenta. Eu magoei muitas garotas Hermione... Por isso eu sei que não te mereço... Mas, ainda assim, você é uma dádiva da qual não abro mão.
Hermione balançou a cabeça e calou-se.
— Você está brava comigo? — Tom perguntou com uma voz tranquila e derrotada.
—Sim e não. Eu estou muito orgulhosa de você por me contar tudo isso. Sei que foi duro para você, mas você precisava contar a alguém. A parte do brava é mais pelo ciúme que é irracional... O fato de você ter transado com a Bailey... Me dá nos nervos. — ela falou rangendo os dentes. Tom riu.
— É passado Hermione. Eu não posso mudar o que eu fiz, mas eu me sinto melhor agora que você sabe.
— Você gostou de ficar com a Bailey? — ela perguntou num sussurro corando novamente.
— Hermione! — Tom a repreendeu. — É masoquismo ficar perguntando esse tipo de coisa que só vai te machucar. Não fique criando caraminholas na sua cabeça. É você quem eu amo e ponto final.
Hermione sorriu. — Qual era o nome da primeira garota? — ela perguntou depois de um momento.
— A senhorita está muito curiosa hoje. — ele suspirou. — O nome dela era Elizabeth Bell.
— O que aconteceu com ela?— Hermione perguntou.
— Eu acredito que agora ela esteja realmente namorando com Brian Nott. Ele é... Ou foi um amigo meu. Bem... Não é realmente um amigo. É mais como um servo, suponho eu.
— Nott? — Hermione disse impressionada.
— Você já ouviu falar dele?— Tom perguntou.
— Sim... — Hermione engoliu em seco. — Ele é um Comensal da Morte.
O rosto de Tom empalideceu. — Eu acho que faz sentido. Ele fez parte do meu grupo desde o primeiro dia. Ele é um cara decente. Horrível e cruel, sim, mas era o que eu considerava decente naquela época. — Tom deu um sorriso triste... Que ela devolveu.
— O filho dele estuda aqui. Não sei como você nunca o notou... Theodoro Nott é um sonserino. Obviamente, tendo o pai que tem, não seria diferente. Ele só não é tão cruel quanto Draco porque ele se acha melhor até do que o próprio Draco. A maioria de seus velhos amigos, provavelmente são ou foram os Comensais da Morte. Eles acreditam que Voldemort é uma espécie de deus. Eles fariam qualquer coisa para agradá-lo. É revoltante realmente.
— Obrigado por se referir a Voldemort como uma pessoa diferente. Eu não gosto de pensar em mim como sendo ele. — Tom disse, franzindo a testa com o pensamento.
— Você não é ele, Tom. Voldemort é um monstro desumano que se deleita com a dor... Tom Riddle é um ser humano que sente emoção. Que ama. Você não é nada como ele.
Tom sorriu e puxou-a ainda mais perto de seu peito.
— Tom... Eu estive pensando uma coisa. — Hermione começou hesitante.
—O que?
—Por que... Por que você mudou tão rapidamente? Não que eu não seja muito grata por isso... Mas você parecia tão disposto a mudar quando trouxemos você aqui. Porque tão repentinamente? Sabemos o quanto você era autossuficiente e inexorável... — Hermione perguntou, enquanto olhava para ele atentamente.
Tom olhou para ela por um momento antes de responder.
— Na verdade, foi Harry que tinha despertado algo em mim. Você se lembra do discurso que ele deu no escritório de Dumbledore naquela noite?
Hermione balançou a cabeça.
— Bem, nesse ponto, eu estava bastante irritado com o que estava acontecendo. Lá estava eu, atirado para o futuro contra a minha vontade com nada mais nada menos do que dois grifinórios e um velho rabugento que eu sempre detestei.
Tom e Hermione sorriram um para o outro antes que ele continuou.
— Então Dumbledore me contou sobre o plano e eu pensei que ele estava completamente senil. Eu estava a dois segundos de distância de amaldiçoar todos vocês quando Harry começou com seu pequeno discurso. Ele disse que não gostava de mim, mas que ele estava disposto a me dar aquela chance. Ele foi honesto comigo sobre seus sentimentos e aquilo que ele dizia fazia muito sentido... Então eu pensei 'que diabos'. Não era como se eu tivesse uma escolha de qualquer maneira. E então lá estava você de coadjuvante, tão calada, quando na verdade era a protagonista de tudo aquilo... E eu me apaixonei tão rapidamente por quem você é. Você se importava tanto comigo Hermione e sua beleza interior corresponde totalmente à sua beleza física. Você tem tanta vida e força de espírito que faz minha cabeça girar. Mesmo a sua raiva é perfeita.
Hermione riu quando seus olhos começaram a se encher de lágrimas.
— Você me fez sentir vivo quando eu me sentia como morto. Seu perdão me dá esperança e seu amor me dá forças... E eu tenho medo de perder isso. Eu não quero deixá-la e voltar a uma vida que vazia e solitária. Eu estou tão assustado, Hermione. E se eu não puder fazer isso sem você? — Tom sentiu seus olhos começarem a lacrimejar, mas ele obrigou-se a manter a compostura.
Hermione, no entanto, tinha lágrimas escorrendo por suas bochechas. Tom enxugou-as com as pontas dos dedos e a abraçou com força.
— Tom —, Hermione começou com uma voz trêmula. — Eu sei que você pode fazer isso sem mim. Você apenas tem que ser forte. — Hermione odiava a si mesma por chorar porque queria ser forte demais, mas o pensamento de perder Tom rasgou-a de dentro pra fora.
— Eu vou ser forte por você Hermione. Eu prometo...
Tom inclinou-se para baixo e gentilmente trouxe seus lábios nos dela. Eles selaram um beijo cheio de promessas e paixão. Era lento, suave. Ambos sorviam os sabores um do outro. As línguas dançavam lentamente enquanto as mãos de Tom passeavam pelo braço de Hermione arrancando-lhe um rastro de fogo e calor. De repente ela estava muito consciente de Tom ao seu lado. Dos lábios perfeitos se movendo sobre os dela. Do sabor inigualável e único. O beijo foi se tornando mais urgente e quente. Hermione estava prestes a perder o controle novamente enquanto avançava com mais afinco para cima de Tom. Então ele parou o beijo gentilmente. Ele não queria que ela se sentisse arrependida como da última vez.
Hermione se sentiu melhor após o beijo e bocejou novamente assim que os lábios de ambos se separaram.
— Desculpe —. ela sorriu se desculpando.
— Estou levando você direto para a cama. — Tom disse colocando um braço sob seus joelhos e levantando-a habilmente. Ele saiu da varanda e entrou no corredor quente, enquanto carregava-a nos braços.
— Honestamente Tom, eu não sabia que você queria se livrar de mim tão rapidamente hoje... Eu sou tão ruim assim? — Hermione brincou e resolveu provoca-lo. — Você parou o nosso beijo. Eu notei. Mas isso é uma bobagem... Já que você já me viu nua de qualquer maneira...
— Hush... Você.— Tom disse parando com ela ainda em seus braços quando um rubor rastejou acima em seu rosto.
— Por que o Sr. Riddle está corado? Você não estava corando naquela tarde quando você estava olhando para mim. Estava vermelho depois... Mas eu duvido que era de constrangimento.
— Hermione, por favor, não podemos falar sobre isso. — Tom pediu. Todo o seu rosto era uma máscara perfeita de vermelho. O garoto não estava entendendo a atitude de sua castanha. Uma hora ela dizia que não estava preparada. Outra hora ela o provocava. Ele iria ficar louco a qualquer momento.
— Porque o sr. Riddle está corando? Será que eu o envergonho tanto assim? — Hermione reuniu toda a sua cota de coragem grifinória e continuou a frase que rodava em sua cabeça nos últimos dias. — E... Eu amei me aproveitar de você... Eu não imaginava como aquilo poderia ser tão bom... — Hermione disse mordendo os lábios sorrindo maliciosamente para ele.
Tom parou abruptamente no meio do corredor vazio e colocou-a no chão em pé. Hermione olhou para ele curiosamente quando ele pressionou seu corpo contra o dela. Então seus olhos se arregalaram de surpresa.
— Por que você...?
— É por isso.— Tom sussurrou com voz rouca quando a imprensou completamente contra a parede.
Hermione não sabia o que dizer. Ela estava de pé no meio de um corredor com a excitação de seu namorado pressionada contra ela. Ela estava chocada demais para falar e um arrepio excitado percorreu todo o seu corpo.
Tudo o que ela conseguiu falar era um murmúrio — Oh — antes que ela se calasse mais uma vez. Sinceramente, ela não queria falar nada de qualquer maneira.
Tom, apesar de sua situação atual, riu um pouco e se afastou dela.
— Você queria saber por quê... Então agora você sabe.
Foi a vez de Hermione de corar. Mas ela queria o seu namorado ali novamente, prensando o seu corpo forte e viril contra o dela.
— Por que a senhorita Granger está corando? — Tom imitou-a. — Será que eu a envergonho tanto assim?
Hermione riu e mordeu o lábio inferior.
— Você poderia voltar aqui Tom... Quem sabe você poderia me deixar mais corada ainda...
Antes que Hermione sequer pensasse Tom estava grudado aos seus lábios.
Tom procurou pelos lábios da castanha com fúria enquanto esmagava-lhe os seios por cima do tecido de seu vestido leve com as duas mãos. Ela gemia, tentando protestar, mas ao mesmo tempo sem querer que ele parasse. Eles estavam em um corredor de Hogwarts! Por Merlin! Argus poderia passar por ali a qualquer momento com Madame Nor-r-a. Tom sentiu quando Hermione passou corajosamente as mãos por cima de seu volume duro sobre a calça. O toque o entorpeceu ainda mais. Ela estava tão solta e tão decidida. Aquilo ia além de tudo o que eles já haviam feito. Eles sabiam que pertenciam um ao outro. Ele tinha medo de perde-la, de perder aquele toque ousado e perfeito, aquele sabor inigualável de seus lábios. Como sua castanha ainda o massageava ele resolveu dar á ela o que pedia. Tateando as paredes enquanto andavam ele encontrou uma sala vazia e ambos entraram sem desgrudar os lábios um do outro. Ele guiou as mãos da sua castanha até o interior de suas calças e fez o mesmo com ela enquanto subia com as mãos pela pele firme da parte interna das coxas até alcançar o seu botão rosado. Hermione gemeu. Os olhos apertados e o seu próprio corpo denunciavam que ela o queria dolorosamente. Tom começou uma carícia rítmica, constante e circular enquanto abaixou rapidamente a calcinha de Hermione. Ele desgrudou dos lábios dela para poder olhar e memorizar cada expressão que ela fazia. Ele a colocou sentada na ponta da mesa com as pernas entreabertas e o vestido jogado para cima expondo as coxas de porcelana e perfeitas. Ela inclinou o corpo para trás. A respiração difícil e os gemidos se tornavam mais altos e difíceis de controlar enquanto ela sentia a espiral de prazer crescente e louca que a invadia com mais força a cada novo toque sutil e preciso que Tom lhe depositava exatamente no ponto certo. Um dos seus dedos desceram e acariciaram a fenda encharcada de Hermione sem penetrá-la totalmente no entanto. Era uma entrada sutil que deixava a castanha muito mais enlouquecida. Ela o queria. Por Merlin. Ela o queria ali! Ele aumentou o ritmo das carícias e a velocidade das mesmas. Tom cobriu seus lábios com os dele quando ele percebeu que ela estava chegando ao seu ápice. Um grito foi abafado pelo beijo do moreno enquanto ela tremia convulsivamente e gostosamente em seus braços chamando o seu nome. Ela retesou os músculos e mordeu fortemente o lábio inferior de Tom enquanto gozava. A dor só causou prazer a ele.
Hermione tentava controlar a respiração enquanto Tom aspirava profundamente o seu cheiro em seu pescoço. Um sorriso esplendido tomava o rosto da castanha. Sua cabeça cambaleou um pouco e ela levou as mãos à cabeça. A visão de Hermione tornou-se borrada de repente quando uma vertigem bateu nela. Se ela não estivesse sentada e nos braços de Tom ela tinha certeza que teria caído. Ela tomou uma lufada forte de ar. Ela sentiu que havia ido do paraíso ao inferno em questão de segundos.
— Hermione, você está bem? — ele perguntou preocupado. — Qual é o problema?
— Eu não sei. Eu me sinto realmente tonta de repente. — Hermione fechou os olhos e tentou se concentrar. Sua cabeça estava girando e ela sentiu como se ela não houvesse dormido há dias.
— Eu vou levar você para a ala hospitalar. — Tom disse ajeitando a ambos e a pegou-a mais uma vez no colo.
— Não Tom. Por favor, só me leve de volta para a torre da Grifinória. Eu realmente quero dormir um pouco.
Tom não queria discutir com ela, então ele concordou relutantemente. Ele levou-a para o salão comunal e viu Harry e Gina em uma mesa jogando Xadrez Bruxo.
Hermione já havia adormecido em seus braços e nem sequer mexeu-se quando ele a deitou sobre o sofá da sala.
— Ela está bem? — Gina perguntou em voz baixa. Ela e Harry se levantaram da mesa.
— Eu não sei. Ela passou mal. Teve uma vertigem. Eu ia levá-la para a ala hospitalar, mas ela queria voltar aqui e dormir. — Tom disse enquanto tentava acalmar o nervosismo.
— Ela está cansada todo o tempo agora. — Harry falou preocupado.
— Sim, ela está. Eu notei isso também. — Tom falou fazendo um carinho nos cabelos da castanha.
— O que será que ela tem? — Gina acrescentou nervosamente. — Eu pensei que era de estudar muito ou algo assim, mas agora na pausa de inverno isso não se justificaria.
— Será que vocês dois ficam de olho nela para mim? Eu quero ir na ala hospitalar para ver se encontro uma Porção de Pimenta Poderosa. Deve dar-lhe alguma energia. — Tom disse.
— Você não precisa nem pedir. — Harry disse.
— Eu vou acordar Rony. Ele deve ser capaz de entretê-la, caso ela acorde. Ele é muito divertido quando acaba de acordar. — Gina disse enquanto revirava os olhos.
Tom sorriu. — Obrigado, vocês dois... Eu não vou demorar muito.
— Ela vai ficar bem. — Harry disse confortavelmente.
Tom deu um pequeno aceno de cabeça antes que ele se aproximasse de Hermione. Ela parecia tranquila enquanto ela dormia, mas não fez Tom se sentir melhor. Ele se inclinou e deu um beijo suave em sua testa e depois ele baixou os lábios para seu ouvido.
— Eu volto amor. — ele sussurrou.
Hermione agitou-se um pouco, mas logo caiu de volta em seu sono tranquilo. Tom deu um beijo em sua têmpora, em seus olhos, na ponta de seu nariz e um suave em seus lábios antes dele se levantar e caminhar para o buraco do retrato.
Ele saiu para o corredor e tentou forçar-se a relaxar.
— Ela está apenas cansada. — ele tranquilizou-se, mas no fundo de si ele não conseguia acabar com a sensação de pavor crescente que tomava cada vez mais posse. E se houvesse algo de muito errado com ela? E se ela estava doente e não estava contando a ele e aos outros?
Tom forçou esses pensamentos para o fundo de sua mente. Ele sabia que Hermione lhe diria se ela estivesse doente... Ela não iria esconder algo tão importante dele.
— Ela está apenas cansada. — ele disse para si mesmo outra vez enquanto ele correu pelos corredores em direção à ala hospitalar. — Ela está apenas cansada!
Fale com o autor