Notas iniciais
Possa ser que haja alguns errinhos de incoerência e portuguÊs. Meus olhso estão fechados de sono e cansaço. Um capítulo realmente intenso. Eu me preparei com os capacetes e tudo mais esperando que vocês me xingassem ou morressem do coração. Pois bem, não tenho muita coisa a falar, a não ser: Aproveitem. Beijos e espero reviews. Até hoje aguardo novas recomendações. Estou de mau. Não vou mais pedir. :(

ABRA SEUS OLHOS


Tom queria gritar, mas não conseguiu. Ele queria caçar todos os envolvidos com a morte de Hermione, mas ele nem sequer tinha forças para se mover. Ele queria alcançar e tocar Hermione, mas ele tinha medo de sentir a sua pele fria e morta debaixo de seus dedos.


— O que quer dizer com ela está morta? — alguém gritou. Tom lentamente olhou para cima e viu Harry e Rony em pé na entrada. Quando eles chegaram ali?


Harry o olhou parecendo dormente demais para dizer qualquer coisa, então Tom assumiu que era Ron que havia gritado. Não que realmente importasse. Nada realmente importava mais. Nada nunca mais importaria.


— Sinto muito — Madame Pomfrey disse fracamente. — Eu gostaria que houvesse um jeito... Mas não há mais nada que eu possa fazer.


A realidade caía lentamente sobre Tom, como uma névoa densa e pesada. De repente o seu coração apertou-se como se uma mão invisível o estivesse esmagando e ele sentiu-se tonto. Não. Não. Não. Aquilo não estava acontecendo. Aquilo não podia realmente estar acontecendo. Deveria ser alguma visão horrível que Voldemort estava inserindo em sua mente.


Seus olhos estavam arregalados, o coração batendo freneticamente no peito enquanto ele se aproximava cada vez mais da sua castanha que estava ali, deitada e lívida, pálida como um cadáver. Mas não! Ela não podia ser um cadáver. Suas mãos estenderam-se segurando Hermione pelos seus ombros, levantando-a gentilmente. — Acorde Hermione. Acorde. — Ele começou a implorar loucamente, o que fez Gina chorar ainda mais alto. Harry e Ron não acreditavam na cena que viam. Ron deixou seu corpo cair ao chão ajoelhando. O rosto vermelho pelas lágrimas correntes. Harry ainda não havia assimilado a informação por completo. Ele chorava, mas ele não queria acreditar que a sua amiga de sempre havia realmente morrido.


— Vamos. Vamos Hermione. — Tom a sacudiu como um louco. A respiração difícil e áspera. As lágrimas descendo cada vez mais constantes. Madame Pomfrey chorava mais alto agora ao assistir a cena decadente. — Eu sei que você não está morta Hermione. Não pode estar. Não pode! Abra os seus olhos pra mim Hermione, abra os seus olhos pra mim... — sua voz foi morrendo no final da frase enquanto ele tomou o corpo mole de Hermione para pra perto do seu abraçando-a.


Gina passava as mãos nas costas de Tom numa tentativa inútil de consolá-lo. Ela mesma estava em busca de consolo.

Harry correu até a sua ruiva e a abraçou enquanto Ron abraçou os dois. O choro coletivo era alto desesperador.


— Esperem. — Tom interrompeu.


Todos na sala focaram nele, que ainda tinha lágrimas escorrendo pelo rosto, mas já não estava chorando.


— O-olhem, acho que ela está respirando! — exclamou ele.


Os olhos de todos deslocaram-se para baixo, em Hermione.


Tom olhou para o peito de sua namorada e chorou novamente, dessa vez de alívio. Ela estava respirando!! Pela segunda vez naquele dia, Tom estava atordoado demais para fazer qualquer coisa.


Madame Pomfrey correu ao lado de Hermione e olhou incrédula para a moça jovem que estava morta há meros momentos atrás.


— Isso é impossível! Amorea simplesmente não para de repente. Ela deveria estar morta! — disse Poppy quando ela realizou algum tipo de feitiço sobre Hermione.



— Não. Ela não deveria estar. — Dumbledore disse quando ele e Snape entraram na sala, seguidos por alguém totalmente inesperado.


— Que diabos ele está fazendo aqui? — Harry resmungou, olhando para Pedro com nojo contendo a vontade de erguer sua varinha e estuporá-lo.


— Por favor, permaneça calmo Harry e irei explicar tudo. — Dumbledore disse uniformemente.


— Como ela está, Poppy? — Snape perguntou à mulher assustada de olhos arregalados. Ele estava genuinamente preocupado.


— Eu não encontrei nenhum vestígio de Amorea nela. Ela vai ficar bem. Como isso aconteceu?


Dumbledore estava prestes a explicar quando viu Tom abraçar Hermione ainda mais fortemente. Um choro alto saindo de sua garganta como uma criança sem colo. Ele sorria e chorava ao mesmo tempo.


Com os dedos trêmulos, Tom acariciou o rosto de Hermione e inclinou mais ainda a cabeça contra o pescoço de Hermione. Ele sustentava com muita alegria o leve peso do corpo de Hermione. O calor voltava gradualmente ao corpo da castanha, sendo ajudado pela proximidade do moreno. A cor das bochechas e dos lábios estava voltando a sua cor normal, saudável.


— Hermione, você pode me ouvir, amor?— ele sussurrou.


Ela se mexeu um pouco e Tom sentiu a mão dela apertar ao redor dele. Ele a afastou um pouco para ter um vislumbre do seu rosto.

— Olhe para mim, Hermione,— ele disse suavemente. Dessa vez com a certeza de que teria uma resposta. — Abra os seus olhos.


Tom suspirou de alívio quando viu seus olhos se abrindo, revelando as bonitas e leves orbes castanhas que por um momento ele tragicamente pensou que nunca mais veria com a vida de novo.


— Olá, estranho. — disse Hermione calmamente. Sua voz já não era tonta, mas firme. De repente a castanha preocupou-se ao perceber o rosto do seu namorado. Ele estava chorando. Os olhos inchados pelas lágrimas derramadas que ainda cintilavam em seu rosto, o nariz vermelho, mas ao mesmo tempo havia um sorriso tão esplêndido que ela sentiu-se atordoada.


— Como você está se sentindo? — ele perguntou com a voz rouca enquanto corria um dedo pelo lado do rosto dela.


— Acordada. — ela sorriu enquanto ele riu alegremente.


Ele se inclinou e beijou sua testa suavemente. — Eu nunca fiquei tão assustado na minha vida. — ele sussurrou.


— Eu também. — disse ela. — Mas eu estou bem agora. Ouviu Tom? Não precisa mais chorar. — ela levantou as mãos enxugando as lágrimas do rosto do seu amado, beijando seus dois olhos em seguida. Ela percebeu quando o corpo de Tom relaxou em alívio.


Tom inclinou-se até que seus lábios encontraram os dela. Ele queria se enrolar nela e beijá-la por toda eternidade, mas lembrou-se que eles estavam em um quarto com outras seis pessoas. Eles se separaram lentamente e olharam para os outros.


Gina e Poppy estavam ambas fazendo olhos de cachorrinho para o casal, como se elas nunca tivessem visto um momento de carinho entre duas pessoas antes. Dumbledore e Harry estavam orgulhosos e aliviados, Ron estava enxugando as lágrimas, mas parecia feliz. Pedro parecia que queria fugir e Snape só analisava friamente toda a situação sem expressar mais nenhuma emoção, por mais que estivesse satisfeito por dentro, como o sonserino nato que era. Basicamente, tudo estava certo e normal no mundo.


Harry, Rony e Gina aproximaram-se de Hermione e cada um lhe deu um abraço e um beijo na bochecha.


— Eu sabia que você não estava morta Hermione. Eu sabia disso o tempo todo. — Ron sussurrou em seu ouvido.


Hermione riu e beijou sua bochecha. — Claro que você sabia Ron.


— Oh Gina, me desculpe eu te deixar preocupada desse jeito. — disse Hermione, quando ela notou as lágrimas de Gina, as bochechas inchadas e os olhos vermelhos.


Gina apenas balançou a cabeça e abraçou Hermione. — Eu pensei que nós tínhamos realmente perdido você. — disse ela.


—Mas vocês não perderam. Eu sou forte como um cavalo. — Hermione disse gentilmente adicionando a brincadeira no final. Todos riram.


Harry se inclinou para Hermione enquanto Gina ainda estava abraçando-a e deu um beijo na testa dela.


Hermione sorriu e o puxou para um abraço com o braço que não estava abraçando Gina.


— Esses momentos entre a vida e a morte parecem mesmo fazer a sua vida, Harry. — Hermione disse com carinho.


— É Mi. Isso torna tudo mais emocionante. — ele riu revirando os olhos. — Estou ficando precocemente com rugas de preocupação e não duvido que possa encontrar cabelos brancos em breve.


Hermione riu e sentiu seus olhos encherem-se de água. Seus amigos eram realmente incríveis.


Alguém limpou a garganta alto, o que fez todos voltarem-se na direção de onde veio o som. Ninguém ficou surpreso ao ver Snape parado com uma expressão um pouco azeda.


— Eu acho que há assuntos mais urgentes a serem discutidos. — disse ele secamente. — Isto é, se todos tiverem saciado a necessidade de derramamento de carinho sobre a senhorita Granger que, eu poderia acrescentar, nunca iria morrer em primeiro lugar. — Snape falou voltando ao seu tom oleoso. Dumbledore riu discretamente.


— Não que eu não seja extremamente grato, mas... — Tom disse: — Mas como é que ela está viva? Quer dizer, o coração dela parou e ela não estava respirando.


— Isso foi apenas um ato reflexo, por falta de uma palavra melhor. — quem respondeu fora Alvo. — O veneno estava, em certo sentido, morrendo, e ele estava levando toda energia para fora dela. Depois que o veneno morreu completamente sendo queimado pelo metabolismo da srtª Granger, o aumento de energia repentina deve ter enviado ao seu corpo um estado de choque que momentaneamente parou seu coração.


— Mas diretor, Amorea simplesmente não para. — Tom disse.


— Ela para... Se ele foi diluída. — disse Snape.


— Mas quem — Harry cortou-se quando ele olhou para Rabicho, que estava parado e quieto ao lado de Dumbledore.


— Pedro foi capaz de diluí-la antes de Hermione ser envenenada. — disse Dumbledore.


(***)

FLASHBACK ON

— O que está acontecendo Rabicho?! — Snape perguntou. — Você me disse que foi dada a Draco a missão de envenenar a Srtª Granger. Você está negando isso agora?

— Oh não, não, não Severo... Draco realmente envenenou Hermione com Amorea. — Pedro disse. Seus lábios secos e rachados curvados para cima em um sorriso.

— Oh não, não, não Severo. Draco realmente envenenou Hermione com Amorea. — Pedro disse. Seus lábios secos e rachados curvados para cima em um sorriso. — Mas não antes de eu ter adulterado o conteúdo.

Os olhos escuros Severo se arregalaram de surpresa. Os olhos azuis e cristalinos de Dumbledore brilharam.

— O que você está dizendo Rabicho? O que você fez?— Snape perguntou. Uma ponta de esperança brotando. Por mais que ele sempre dissesse o contrário, interiormente ele gostava da melhor aluna irritante sabe-tudo de Hogwarts.

— Eu diluí. — ele disse simplesmente. — Eu roubei o frasco para fora do bolso de Draco na reunião em que ele o recebeu. O Lorde das Trevas nos contou sobre suas suspeitas sobre Severo e deu a Draco a tarefa, mas eu fui capaz de roubar o veneno, quando ninguém estava olhando. Tive sorte que Draco não sentiu. Ele nem mesmo me sentiu deixando cair o pote novamente em sua capa antes de ele sair.

Snape parecia totalmente surpreso. Quem diria que o sem valor, traidor e chorão do Pedro Pettigrew era capaz de fazer algo tão útil?

— Está diluída?— Dumbledore perguntou. — Você tem certeza?

— Sim, diretor. Eu a diluí com água. Eu sei muito pouco sobre Amorea, mas eu sei que se for misturada com outra substância por muito tempo então...

— Em seguida, ela perde sua potência. — Dumbledore terminou.

Pedro acenou com a cabeça. — E eu sabia que Draco iria esperar para envenená-la até que ele tivesse a oportunidade perfeita para fazê-lo. Até o momento em que ele colocou o veneno na bebida da sangue-ruim, o veneno tinha sido consideravelmente enfraquecido.

— Por favor, Rabicho, não admitimos termos pejorativos aqui. — Dumbledore o repreendeu.

Snape odiava admitir, mas ele ficou impressionado. Ele sabia que Dumbledore também estava.

—Então isso significa que Hermione... — Snape começou chamando-a pelo nome, ao invés de Granger.

— Não vai morrer. — Pedro terminou.

FLASHBACK OFF


— Parece que há alguma coisa boa em Pedro. — Dumbledore falou. — Ele foi o responsável por Hermione não ter morrido. Ele a salvou.


Todo mundo estava olhando para Pedro, sem saber o que dizer.


— Por quê? — Harry perguntou em voz baixa.


— Porque eu lhe devia. Eu tinha uma dívida com você, Harry. — disse Pedro timidamente.


— Você tinha uma dívida comigo, Rabicho?! Por trair meus pais e ser o responsável por eles terem morrido?! Eles confiavam em você. — Harry zombou tomando-se de raiva logo em seguida. — Diga a verdade Rabicho, porque você fez isso?


— Porque você salvou minha vida. — Pedro respondeu. — Você poderia ter deixado Sirius e Remo me matar naquela noite na Casa dos Gritos, mas você não o fez. Eu sempre senti que lhe devia uma dívida de vida depois disso.


Harry queria rir. — Uma dívida de vida? De quantas vidas você está falando, afinal? — Harry respirou fundo tentando acalmar-se, afinal de contas o homem-rato havia salvado a vida de sua melhor amiga.


— Hum, não queria ser rude nem nada, mas o que tudo isso tem a ver comigo, Rabicho? — Hermione perguntou.


Pedro olhou para ela e encolheu os ombros. — Eu ouvi o plano para matá-la e eu sabia o quanto você significa para Harry, então eu percebi que ao salvar sua vida eu iria pagar essa dívida. Pelo menos uma pequena parte de toda ela.


— Bem, hum, obrigado. — Hermione disse, sem saber o que dizer.


Pedro parecia estar prestes a sorrir até que ele notou Tom. O fato de que ele estava em um quarto com o Voldemort jovem não tinha realmente o atingido até então.


Tom sorriu quando viu o pânico no rosto de Pedro. Ele tremeu visivelmente e se não fosse o olhar severo de Snape ele teria corrido.


— Não há necessidade de temer-me, senhor Pettigrew. Agora eu tenho uma dívida com você pelo que você fez por Hermione. — Tom disse.


Pedro não tinha certeza se ele devia confiar dele. Então ele deixou-se absorver pela cena. Tom abraçado firmemente a Hermione. Ambos com os braços entrelaçados um ao outro como se tivessem medo de se afastar. Aquela atitude gritava amor. Amor genuíno.


— É verdade? — Pedro perguntou hesitante. — O senhor realmente a ama? — Rabicho não se sentia a vontade para tratar Tom como você, mesmo em sua aparência jovem.


— Eu realmente a amo. — Tom disse. Ele olhou para Hermione, que estava sorrindo para ele.


— Você sabe... O Lord das Trevas nunca vai parar até que a sangue... Até que Hermione esteja morta. Ele está determinado a separar vocês dois. — disse Pedro.


Tom assentiu com a cabeça gravemente. — É por isso que eu vou voltar. — disse ele calmamente. Hermione apertou a mão dele em busca de conforto.


— Voltar ao seu tempo? Como?— Pedro perguntou. O fato de que ele estava falando com a versão jovem de seu mestre o surpreendeu, especialmente porque Tom Riddle não era nada parecido com o Lorde das Trevas que ele conhecia e temia.


— Pergunte a Harry. Ele é o único que pode encontrar o caminho. — Tom disse.


— Isso me lembra, Harry. Como a sua pesquisa sucedeu? — Dumbledore perguntou.

Harry olhou para Dumbledore e, em seguida, em todos os outros antes de sorrir nervosamente.


— Oh, uh diretor. Eu encontrei um monte de coisas.


Dumbledore sorriu. — Então, basicamente, você ainda não começou a procurar ainda. — Dumbledore se referiu ao caminho que levaria Tom de volta para o seu tempo no passado.


— Basicamente, não. — Harry admitiu vergonhosamente.


— Diretor, quando o Sr. Potter passou tempo suficiente na biblioteca para fazer algo útil? — Snape perguntou casualmente.


Qual era o nome do livro que encontrei mais cedo? O moreno pensou. Alguma coisa em latim. Tergi uma coisa ou outra.—


— Harry?


Harry ficou surpreso de seus pensamentos.


— Harry, você está bem?— Alvo perguntou a ele.


— Sim senhor, eu estava pensando. — respondeu ele.


— Bem, este sim parece ser um dia de muitas estreias. — Snape disse calmamente.


Harry revirou os olhos.


— Então isso realmente é seguro, não é? — Gina perguntou de repente. — Hermione não vai morrer?


— Hoje não, senhorita Weasley. E espero que a srtª Granger viva por longos e bons anos. — Dumbledore disse. Ele olhou para Hermione e piscou o que lhe valeu um sorriso da castanha.


— Não que eu não esteja animado e tudo, mas não há algo que estamos todos esquecendo? — Ron perguntou.


— Do que você está falando Ron? — Harry perguntou.


— Nós não sabemos quem foi que envenenou ela em primeiro lugar. —disse ele.


— Sim, nós sabemos, Sr. Weasley. — Alvo disse.


— Quem foi? — Tom perguntou. A dica de ódio em sua voz não passou despercebida pelos outros.


— Foi Draco Malfoy, mas eu proíbo qualquer um de vocês de levar este assunto por suas próprias mãos. — Dumbledore disse com firmeza. — Eu vou lidar pessoalmente com o Sr. Malfoy.


— Mas por que ele fez isso? — Gina perguntou.


— Porque ele é um maldito filhote de Comensal. — Ron disse, baixinho.


— Porque a tarefa foi-me dada para envenenar Hermione. — mais uma vez Snape a chamou pelo nome, não o falando ofensivamente. — O orde das Trevas, no entanto, achou que eu não faria isso, então ele deu a tarefa de Draco. — Snape disse.


— Obrigado, professor. — Hermione disse antes que ela pudesse se conter. Ela imediatamente se sentiu idiota por dizer isso.


— Você está me agradecendo por não envenenar você? Você acha que eu teria coragem ou vontade de fazê-lo?— Snape disse friamente.


—Não, senhor. É só —

Snape levantou a mão para silenciá-la. — Eu sei o que você quis dizer senhorita Granger. Você está grata.


Hermione sorriu e Snape deu um breve aceno de cabeça antes de virar para Dumbledore.


— Acho que devemos deixar os pais da Srtª Granger saber que ela está bem. — disse Snape.


Alvo balançou a cabeça e olhou para Madame Pomfrey, que estava atordoada em silêncio por um tempo agora.


— Poppy, seria bom se os amigos de Hermione ficassem um tempo com ela? Eu acho que ela está saudável o suficiente para ter alguma companhia, e, afinal, é Natal e não se deve ficar sozinho em tal dia.


— Sim, eu acho que seria ótimo. — disse ela. — Desde quando eles se comportem. — acrescentou, enquanto olhava para Harry e Ron que deram-lhe os seus mais inocentes sorrisos, o que fez Poppy revirar os olhos.


Dumbledore sorriu e voltou sua atenção para Snape e Pedro.


— Senhores, nós temos trabalho a fazer sobre o jovem Sr. Malfoy.


Os dois homens balançaram a cabeça e começaram a seguir Dumbledore para fora da sala.


— Pedro. — disse Harry, de repente, fazendo com que os três homens parassem e olhassem para ele.


— Eu não sei se vou realmente te perdoar pelo que fez aos meus pais e eu acho que você não deveria esperar isso, mas isso o que você fez valeu realmente a pena. Obrigado. Você salvou a vida de Hermione, o que significa há esperança para você ainda.


Pedro olhou sem saber o que fazer. Ele deu a Harry um breve sorriso e acenou com a cabeça antes que ele rapidamente fugisse da sala seguido de perto por Snape. Dumbledore ficou para trás tempo suficiente para sorrir para Harry, antes que ele também saísse.


Uma vez que os três magos mais velhos tinham ido embora, a atenção foi direto para Hermione. Era uma grande diferença olhar para Hermione agora. Ela não estava mais com o olhar cansado que tinham que eles tinham visto por mais de uma semana.


— Harry e Ronald. Hora de irmos! — disse Gina enquanto ela se movia para Hermione.


— Do que você está falando? — Ron perguntou. — Por que temos que ir?


— Para dar a Hermione e Tom alguma privacidade, é claro. — Gina disse enquanto dava outro abraço em Hermione.


— Não, vocês devem ficar. — Tom disse.


— Sim, realmente vocês não precisam sair. — acrescentou Hermione quando ela recebeu outro abraço de Harry.


— Não, vocês dois devem passar algum tempo sozinhos. — Harry disse a ela.


Ron grunhiu e mudou-se para Hermione para dar-lhe um abraço também.


— Já vi tudo. Vou ficar sozinho. Esses dois aqui provavelmente vão querer ir para algum lugar para se beijarem até a morte. — Ron disse apontando para Harry e Gina.


— Sr. Weasley, honestamente. — Madame Pomfrey ralhou com Ron.


Harry e Gina ficaram vermelhos quando olharam para Ron.


— O quê? Vocês dois se beijaram?! — Hermione perguntou animadamente.


— Oh Merlin. — Harry gemeu. Ele realmente não se importava que seus amigos falassem sobre isso, mas falar sobre beijar alguém na frente de Madame Pomfrey o fez querer vomitar.


Hermione apenas riu. — Você pode me dizer sobre isso mais tarde Gina.


Gina para toda parte, menos para Madame Pomfrey.


— Okay. Hora de irmos. — disse ela apressadamente.


Tanto ela e Harry correram para fora da sala sem olhar para trás. Ron piscou para Hermione e Tom, antes que ele desfilasse confiantemente para fora da sala. Ele havia finalmente conseguido envergonhar Gina.


Poppy foi sacudindo a cabeça com carinho enquanto ela se virou para olhar para o jovem casal.


— Você pode ficar o quanto quiser, Sr. Riddle. Eu quero manter Hermione aqui um pouco mais antes de soltá-la. Eu estarei no meu escritório, se você precisar de alguma coisa.


Ambos assentiram com a cabeça e viram quando Poppy recuou para o seu escritório.


Uma vez que ela tinha ido embora, o casal entreolhou-se por um tempo sem dizer nada.


Tom se sentiu tão contente só de estar com ela que ele sequer percebeu que tinha bocejado.


Hermione franziu a testa. — Você não anda dormindo bem ultimamente, não é? — perguntou ela.


Tom apenas deu de ombros e continuou a olhar para ela. Hermione não conseguia parar o rubor rastejante em seu rosto, mas sempre acontecia quando Tom a olhava dessa forma. Tom sorriu.


— Você realmente deve dormir Tom. — disse ela.


—Não quero. — ele murmurou.


— Bem, eu quero que você durma. — disse ela com firmeza. Ela deixou um espaço na cama e puxou os lençóis para trás.


—Você. Suba aqui. Agora.


Tom riu. — Como eu poderia recusar uma ordem como essa? — ele disse quando ele subiu na cama ao lado dela.


Uma vez que se entrelaçaram embaixo do lençol, Hermione aninhou-se contra ele e abraçou-o perto.


— Eu vi o seu presente para mim, amor. — Tom sussurrou. Sua voz soou amena e seus olhos estavam começando a cair um pouco. Ele realmente não tinha dormido muito ultimamente com toda a preocupação com a sua castanha.


— E o que achou? — Hermione perguntou enquanto corria os dedos pelo cabelo ébano de Tom. Estavam desgrenhados e ele parecia extremamente cansado.


— Gina e eu o encontramos. É a coisa mais linda que alguém já fez por mim e eu quero que você venha comigo quando for visita-la.


— Estou feliz que você queira que eu vá. Eu queria estar lá com você.


— Eu quero você comigo a cada segundo a partir de agora. — Tom disse a ela.


— Nós podemos fazer alguma coisa a respeito. — Hermione deu uma risadinha.


— Espere até você ver o seu presente, amor. — Tom disse sonolento. —Você vai adorar.


— Eu adoraria mais se você só dormisse agora. — disse ela.


Tom sorriu para ela com os olhos fechados contra a sua vontade.


— Feliz agora? — ele murmurou sonolento.


— Muito. — Hermione sussurrou.


Tom estava dormindo mais cedo do que pensava e Hermione mudou de lado um pouco para que ela pudesse vê-lo melhor enquanto ele dormia. Ela mesma não tinha a intenção de adormecer em qualquer momento breve. Ela só ficou ali analisando o rosto perfeitamente entalhado como um adônis do seu moreno. Ela o amava muito. Muito mais do que um dia ela imaginou ter capacidade de amar e ela sabia no fundo de seu peito que houvesse o que houvesse, aquele sentimento jamais seria apagado de seu coração.


Notas finais
Beijos e queijos!