Redenção Tomione

27 Muito Mais Que Um Presente (Parte II)


Notas iniciais
Dois por um real! Comentem... Ah vcs vão precisar segurar os corações.

MUITO MAIS QUE UM PRESENTE

PARTE II

...

Ele se afastou um pouco os lábios de Hermione e sussurrou com um sorriso sexy ao pé de seu ouvido. — Não precisamos ter pressa milady. Agora, temos todo tempo do mundo. Sabe o que eu gostaria de fazer agora...? — a voz de Tom era rouca, sensual, enquanto ele acariciava a nuca de Hermione e fazendo-a sentir um frio gostoso na espinha. — Eu adoraria vê-la, Hermione. Dar-lhe o banho que eu poderia ter te dado no banheiro dos monitores... — Hermione mordeu os lábios. A forma como ele falava agora era tão erótica. Aquela era uma outra faceta de seu Tom, uma faceta que ele realmente não havia lhe mostrado. A castanha mordeu os lábios olhando para os olhos brilhantes e escuros de seu namorado. — Você quer que eu te banhe, Hermione? — ela sentiu um arrepio percorrer toda sua espinha e de algum modo, aquele mesmo arrepio foi enviado diretamente para a sua virilha e ela sentiu todos os seus músculos inferiores contraírem-se pela antecipação. Ela podia imaginar a cena. As mãos de Tom passando pelo seu corpo enquanto a ensaboava. Ela ofegou. Não conseguia falar naquele momento, então apenas acenou positivamente com a cabeça.

Ele segurou-a pela mão, a guiando. Entraram no banheiro magnífico do quarto. Ele possuía uma decoração renascentista, clássica.

Tom abriu o chuveiro de água quente enquanto começou a tirar lentamente, peça por peça da roupa de Hermione. Abaixou as alcinhas do vestido lentamente, somente olhando para o seu corpo, tomando atenção para que seus dedos roçassem a sua pele e sorrindo a cada arrepio visível que seu toque causava. Ele sorriu quando viu a pequena calcinha rendada e branca de Hermione mordendo os lábios inferiores e grunhindo um pouco. Hermione ruborizou fortemente. Teve o impulso de se cobrir, mas resistiu ao mesmo. Ele era o seu Tom, ela queria ser dele. Queria ter aquela memória em sua cabeça.

Ele deixou que Hermione fizesse o mesmo com ele e apreciou quando os olhos dela brilharam ao ter o vislumbre do seu tórax nu. Ela passou as mãos espalmadas por ali arrancando um ofego do moreno. Queria cravar as suas unhas ali, mas, mais uma vez, conteve-se. Ela ficou maravilhada com a perfeição de seu físico. Nem um centímetro de carne sobrando pontuava seu corpo.

Tom, graciosamente abaixou a calça rapidamente, expondo o grande volume, a prova física de como a desejava, através de sua cueca boxer.

Adoro a forma como você olha para mim disse ele, ao pegar o sabão e mergulhar a sua castanha embaixo do jato de água morna. Hermione gemeu em satisfação pela sensação gostosa da água batendo em seu corpo. Ela afastou-se e inclinou a cabeça para o lado confusa.

Como estou olhando para você, Tom? seus olhos âmbares brilhavam contra os olhos escuros de Tom. Ela queria acaricia-lo completamente, mas ele deixou claro que era a vez dele de dar-lhe banho. Como se eu fosse importante. Como se fosse o único homem do mundo. Caso você olhasse para outro garoto assim, eu o mataria. suas bochechas apertaram, e ela sorriu.

Vamos Tom. Deixaremos essa coisa de matar no passado, amor. ela sorriu novamente, mas encarou como brincadeira. Eu estava apenas pensando que amava o jeito que você olhava para mim. Ela disse enquanto acariciava o rosto do garoto pálido. Ele arqueou uma sobrancelha.

E como eu a olho?

Como se eu fosse bonita... E... ela sussurrou. Como se fosse a única garota que já afetou você desse jeito. Como se estivesse em uma sala cheia de outras garotas, mas você somente me vê.

Tudo isso é verdade. Você sabe disso. Você foi a única que me tocou aqui. ele apontou para o próprio coração. — Eu não sabia que eu tinha um coração e você me mostrou que eu tenho. Eu gosto disso. E eu amo você. disse ele enquanto caminhava ainda mais para ela. Ele começou a ensaboar seu corpo, seu toque alternando entre firme e suave. As mãos passando primeiro pelo braço, pela pele do pescoço, pelos seios firmes, pelo ventre liso e descendo vertiginosamente, mas pulando para as coxas e lavando a parte interna das pernas da garota. Ela espalmou as mãos contra o azulejo do banheiro e ele sorriu. Ele a estava torturando. E então, após lavar cada mínima parte do corpo da castanha ela suplicou. Por favor, Tom... seus olhos eram implorativos e ele sorriu novamente. Suas mãos alcançaram os pelos aparados e quase loiros de sua castanha, alcançando suas dobras, o seu centro. Ele começou a lavá-la em um movimento rítmico, constante. Um grito estava engasgado na garganta da castanha. Ela jogou a cabeça para trás, deixando-se invadir pela sensação em espiral e crescente. Mais um pouco, mais um pouco e ela alcançaria aquela sensação magnífica novamente, mas Tom parou, interrompeu-a, e ela gemeu frustrada.

Hermione arrancou brava o sabão das mãos de Tom que sorria dela e começou a lavá-lo. Ele tirou a cueca fazendo saltar seu membro grande e rijo. A castanha ofegou. Merlin, Merlin, Merlin. Ela traçou tremulamente as linhas dos músculos do seu namorado, em seguida, seguiu o caminho da linha dos pelos de ébano do peito, abaixo para seu umbigo.

Eu quero você na cama Hermione... ele falou olhando diretamente nos olhos dela, fazendo ela gemer novamente. Ela estava muito mais do que vermelha agora.

Hermione não perdeu tempo. Virou e saiu correndo do banheiro e se arrastou até a cama para esperar. Tom sorriu do jeito tão espontâneo de sua grifinória.

Tom a seguiu tão logo e ficou a observando enquanto ela se apoiava sobre o cotovelo no centro da cama. Suas pernas estavam um pouco separadas.

Hermione olhou para Tom e o analisou luxuriantemente. O corpo perfeito, o membro ereto que ele segurava fazendo um movimento suave de vai-vem em uma das mãos. Em uma palavra, ele parecia perfeito. Magnífico. Duro. Feroz. Como um predador. Não mais um garoto. Todo homem. Todo dela. Ela sorriu satisfeita.

Ele caminhou lentamente até a cama onde Hermione estava deitada. Tom colocou a mão em sua perna e a deixou deslizar sobre a curva de seu quadril. Com um empurrão firme, deitou-a de costas. Ele caiu na cama enquanto ele engatinhava no colchão com ela. Pairava sobre ela, olhando para baixo com o seu olhar intenso. Não havia espaço para mais nada na cabeça da castanha a não ser aquele Tom expansivo e dominante. Perfeito. Ele abaixou a cabeça e beijou a barriga lisa de Hermione.

Esperei tanto tempo para te provar... disse ele enquanto recuou o corpo do dela. Agarrando seus quadris, ele deslizou as mãos em torno de suas nádegas, até que as cobriu com suas mãos. Então trabalhou as mãos para baixo, até que segurou a parte traseira de suas coxas. Girou suas mãos, até que ficou sobre suas pernas, a centímetros do centro da castanha. Então lentamente separou suas coxas.

Ele empurrou o corpo dela para fora, e depois para cima, forçando seus joelhos a dobrarem. Ela fechou os olhos e cavou seus dedos no lençol a seu lado. A boca de Tom estava tão perto de seu clitóris. Se ele apenas respirasse sobre ela, teria gozado. Ela doía, pulsava. Cada parte do seu corpo vibrou como um diamante brilhando em quatorze direções. Com um dedo, ele abriu suas dobras. Então, acrescentou outro dedo enquanto a separava.

Tão bonita. E só minha... murmurou. Rosa e feminina. Macia. Aposto que você tem um gosto tão doce quanto parece.

Ela estremeceu e arqueou os quadris instintivamente, querendo mais, querendo ele. Então, ele a lambeu. Ela abriu os olhos e sacudiu a cabeça para cima, conforme sua língua batia através de sua entrada e ao seu clitóris. Cada músculo em seu corpo enrijeceu, enquanto ele continuava aquela dança lenta, erótica. Tom a tomou mais profundamente em sua boca, sentindo o sabor da excitação de sua amada. Ela gritava agora, não conseguia e conter. As mãos fechando-se contra o lençol da cama, o quadril indo para cima, em direção a boca de Tom, implorando para que ele a sugasse mais duramente.

Ela sentia, não podia durar muito tempo assim. Aquela era a melhor sensação que ela já sentira. Nem se comparava ao que eles tinham feito antes. Um grito mais áspero saiu pela garganta de Hermione enquanto a mão de Tom subiu para acariciar-lhe o seio. Hermione sentiu-se contrair tão fortemente, então o seu corpo convulsionou como se seu cérebro já não tivesse qualquer controle sobre seus movimentos. Ela subia, subia e subia e seu coração martelava em sua cabeça. Ela gritou alto e quebrou em mil pedaços enquanto Tom a sugava muito fortemente.

Ela sentiu, depois de alguns minutos o seu coração voltando ao normal e ela voltava lentamente de seu orgasmo.

Mmm, eu estava certo. Você tem um sabor delicioso, Hermione. ele falou.

Oh Merlin. ela ofegou. Ele a lambeu novamente e Hermione cerrou os dentes, quando um raio de prazer abalou seu núcleo. Não era possível que ela o quisesse de novo daquele jeito, mas ela queria. Precisava de mais, apenas um pouco mais duro. Foi rápido. Ele pareceu perceber o quão perto ela estava novamente e embalou a dança da sua língua, e apenas o quanto seria necessário para enviá-la ao longo da borda e conteve-se. Provocando de leve, ele lambeu e mordiscou ao longo de sua carne tenra. Ela gemia e se torcia inquieta abaixo dele. Tom levantou a cabeça para olhá-la.

Posso ver que vou ter que amarrá-la se tiver alguma esperança de mantê-la parada. ele brincou e ela sorriu, mas aquelas palavras fizeram seus mamilos enrugarem e um arrepio correu em seu corpo. Ele abaixou a cabeça novamente e delicadamente sugou o botão rosado em sua boca. Ela tentou não se mexer. Merlin, ela tentou. Mas quando ele começou a chupar ritmicamente, perdeu todo o controle. Arqueou contra ele e ficou chocada ao ouvir suas próprias suplicas. Ela havia aberto sua boca? Estava perto. Tão perto. Precisava. Ele soltou o sensível botão e lambeu o caminho abaixo, até que parou com a língua em sua entrada. Ela se dobrou de volta na cama, quando sua urgência diminuiu a vinda de seu orgasmo. Tom sabia torturar. Em todos os sentidos. A sensação voltava forte de novo, enquanto ele lambia sua abertura. A tensão começou a aumentar em sua virilha. Sua pélvis apertou. Seu estômago flexionou. Suas mãos fecharam em punhos, recolhendo os lençóis com eles. Hermione apertou os olhos fechados, enquanto a língua acariciava e conhecia as regiões mais sensíveis, mais e mais. Quase... Quase. Ele levantou a cabeça, e ela gritou de frustração quando ele deixou-a suspensa ali. Um toque. Era tudo o que precisava. A mão de Hermione foi automaticamente para o seu próprio centro, precisando de algo para enviá-la aquela sensação tão desejada, mas Tom segurou a mão dela e riu baixinho.

Ah, não Hermione. Ainda não. Eu vou te dar tudo o que você deseja, no tempo em que eu estipular. E eu estou me divertindo muito. Ele falou sensualmente. Ela suspirou de frustração. Ele beijou a pele de sua pélvis, um pouco acima dos pelos loiros. De lá, beijou uma linha seguindo para sua barriga, até posicionar seu corpo entre suas pernas de separadas. Ainda sem pressa, ele se inclinou e passou a língua preguiçosamente em torno de um mamilo, em seguida, virou-se para o outro, e deu-lhe igual atenção. Hermione cantarolava de contentamento. Gostava de ter os seus mamilos estimulados e o membro magnífico e rijo de Tom roçava a pele de seu centro.

Os dentes de Tom roçaram o sensível ponto em seus seios e em seguida, beliscou mais duro, fazendo-a gritar com uma explosão de prazer que rompeu-se em sua barriga. Chupou a ponta em sua boca e trabalhou para frente e para trás, puxando-a com os dentes em seguida, acalmando a sensação com um toque de sua língua.

Ele capturou o outro mamilo entre seus dedos, enquanto continuava a chupar. Puxou no bico duramente, e então beliscou entre o polegar e o dedo médio. Depois rolou e puxou novamente. Ela estava ofegando quando sua boca finalmente deixou seus seios, e subiu para capturar sua boca. Hermione sentiu seu membro grosso entre suas pernas, enquanto a beijava com uma intensidade que beirava a violência.

Ela queimava. Ardia. Nunca tinha experimentado paixão tão volátil. Sua vagina apertou sua ereção e não importava o quanto ela se movesse e arqueasse, não conseguia a posição para que pudesse tomá-lo dentro de seu corpo. Ele a beijou nos lábios, nas bochechas, nos olhos, em seu pescoço. Mordiscou suas orelhas em turnos, e depois afundou os dentes na curva do seu pescoço, e ela soltou um gemido. Estava desesperada por ele. Em fogo. Fora de controle. E ainda, ele era gentil, feroz, controlador e dominante. Era uma combinação inesperada. Finalmente, finalmente, ele posicionou seu pênis na abertura da castanha. Ele apoiou-se em um cotovelo e olhou-a, seus olhos inundados de coisas que ela não poderia começar a descrever.

Vai doer... ele avisou com a testa franzida.

Eu quero você Tom. Eu preciso disso...ela choramingou.

A cabeça do membro de Tom violou sua abertura lentamente, e ela fechou os olhos, travando a mandíbula pela dor que sentia quando ele começou colocar a si mesmo em seu corpo. Lentamente. Reverente quase. Ele era grosso. Duro. Ele continuou a empurrar lentamente. Lágrimas escorriam pelo rosto da castanha, de dor e plenitude, enquanto ele pacientemente tomava seu tempo, arqueando seus quadris para frente. Puxando-a para a parte superior do corpo em seus braços, embalando-a quando finalmente parou profundo em sua fenda.

Você é tão apertada, ele sussurrou. Feita para mim. Só para mim. Eu te amo Hermione... Eu te amo tanto.

Ele deu beijos carinhosos em sua orelha, até o queixo e sobre os lábios. Sua boca deslizou por seu pescoço, sugando e lambendo em pontos onde pulsava.

Ela colocou os braços ao redor dele, os dedos espalhados por seus músculos.

Eu também te amo Tom e sempre vou amar. Aconteça o que acontecer. ela sussurrou e ele enxugou as lágrimas do rosto da castanha com beijos castos.

Os quadris de Tom empurraram para frente, retirando-se apenas para deslizar novamente. Como podia ser tão absolutamente gentil, e ainda ter tanto poder de comando? Parecia inexplicável para ela, e ainda com cada golpe, a cada toque, carícia, beijo, ele a fez se sentir querida, protegida, amada.

Tom colocou seus antebraços em ambos os lados da cabeça dela, enquanto segurava seu peso fora de seu corpo. Encaixaram como duas peças de montar. Ele Ficou alojado firmemente entre suas pernas, e acariciou seu rosto com os dedos, alisando e afastando os fios úmidos de seu cabelo. Ela o olhou, seus olhos parecendo absorver todas as suas facetas. Havia uma estranha mistura de ternura e posse em sua expressão. Ela chegou até seu rosto, e ele fechou os olhos quando os dedos acariciaram sua face.

Quando os abriu novamente, a necessidade brilhava, clara, implacável. Ele flexionou os quadris, conduzindo-se mais profundo.

Enrole suas pernas em volta de mim, amor. disse ele. Hermione enganchou seus tornozelos em torno da cintura dele e ele deslizou as mãos pelo corpo dela para seu traseiro. Empurrou mais duro. Seus quadris pressionando no dorso das coxas enquanto trabalhava mais profundamente. Hermione fechou os olhos como se estivesse em doce agonia. Seu orgasmo se escondia. Ela estava à margem de um furacão de construção lenta. Tom entrava e saía, entrava e saía... Um movimento constante, rítmico. Duro e suave. Alternado. O barulho dos corpos chocando-se. Os gemidos incontidos de Hermione enquanto gritava a cada nova onda de eletricidade que a invadia. Ela o sentia preenchendo-a tão profundamente e sentia um prazer cada vez maior a cada nova investida. Merlin, aquilo era tão bom.

Ela chegou até o pico, até a borda tantas vezes, e foi afastada. Agora, não seria negada. Pegou o ritmo e a batida de carne que enchia o quarto. Enrolou as mãos ao redor do pescoço de Tom, entrelaçando os dedos juntos em sua nuca. Segurando-o porque ela sabia que ele era tão precioso como a sua própria vida. Ela o amava. O amava muito.

Por favor, não pare. ela sussurrou.

Não, amor, não desta vez, disse ele entre respirações ásperas.

Vamos. Vou te segurar. Eu tenho você. Eu amo você. suas palavras a enviaram para o orgasmo. Seu coração deu uma guinada na ternura do momento. Seu corpo explodiu em milhões de direções diferentes. Pela primeira vez, seu coração e sua mente estavam em harmonia com seu corpo. Nunca se sentiu tão completa. Tão, satisfeita. Tão cheia. Tão convencida de que este era o lugar onde deveria estar. Gotas de lágrimas escorriam por seu rosto, enquanto cada músculo em seu corpo apertava insuportavelmente. E, finalmente, sua libertação a inundou, relaxando a tensão. O corpo de Hermione contraindo-se contra o membro de Tom o levou a um nível de loucura insana. Ela estava tão molhada, tão quente, tão envolta nele e só havia ela para ele naquele momento. Não havia nada além dos dois.

Ela flutuou, leve, embalada em seus braços, tornando-se consciente dele beijando sua orelha e murmurando palavras suaves. Então, Tom ficou tenso contra ela. Começou a empurrar impacientemente dentro dela, grunhindo gostosamente, como se não estivesse indo tão fundo quanto podia. O ritmo era forte, duro, rápido e Hermione gritava com o prazer que aquilo lhe provocava.

Hermione... — ele sussurrou seu nome exatamente quando desabou sobre seu corpo. Ele juntou-se a ela deixando-se inundar pela sensação crescente em seu corpo enquanto seu orgasmo o tomava fortemente. A castanha observava a expressão no rosto de seu namorado e era tão plena, como se ele estivesse em agonia também, e ela amou a sensação de seu peso sobre ela quando ele desabou e sua pulsação acelerada contra o peito. Por um longo momento, ele ficou lá, respirando ofegante em seu ouvido. Ela passou as mãos nas costas do namorado, acariciando-o enquanto ambos acalmavam a respiração.

Em seguida, ele apoiou-se e a beijou demoradamente. As línguas massageando-se lentamente, gostosamente.

Não te machuquei, não é? ele perguntou rispidamente e preocupado, quando se afastou. Hermione sorriu e acariciou o queixo angular e perfeito de seu namorado com a mão.

Você foi perfeito, Tom. Foi tudo perfeito. Eu não imaginava que podia ser algo tão maravilhoso assim.

Lá vem você me olhando daquele jeito. Ela disse e ele riu e flexionou seus quadris, deslizando o pênis ainda semi-ereto contra as paredes de sua fenda.

Ele saiu dela, deslizando fora de seu corpo em uma corrida quente de fluido.

Deixe-me pegar uma toalha, disse ele. Fique aqui. ela observou enquanto ele caminhava nu para o banheiro. Havia tanta confiança em seus passos. Nenhuma arrogância. Nenhuma falsa arrogância. Bastava ver o andar de um homem, para saber que ele era extremamente confiante.

Tom havia observando o sangue no lençol, a prova da virgindade agora rompida de sua castanha. Ela se dera completamente para ele, sem medo, sem reservas. Como era possível que agora ele a amasse mais do que antes?

Hermione fechou os olhos e reviveu o amor que acabaram de fazer. Seu corpo estava saciado. Um fulgor morno, sonolento, a rodeava. Contentamento. Prazer. A cama afundou de novo, e ele gentilmente abriu suas pernas, e apertou a toalha contra sua carne ainda trêmula. Abriu seus olhos, para vê-lo olhando para ela. Ele jogou a toalha de lado e subiu ao seu lado.

Eu amo você assim... Do jeito que está agora. Satisfeita. Completa. Tom murmurou enquanto a puxou em seus braços. Não há emoção maior para mim do que saber que sou o responsável por colocar esse tipo de olhar no seu rosto Hermione.

Hermione aconchegou-se em seu peito e desejou como o inferno, que pudesse ronronar como um gato. Ele colocou os braços ao redor dela, e posicionou sua cabeça em seus ombros. Sua mão alisava suas costas, até que cobriu seu traseiro possessivamente.

Durma um pouco, Mi. Sei que você já esteve dormindo por muito tempo... Mas eu só quero deitar ao seu lado agora e vê-la dormir. ele sussurrou. Ela bocejou, muito disposta a seguir o conselho. Enquanto era afastada pelo sono, ele dobrou uma perna por cima dela e ela mal registrou que não havia uma parte do seu corpo, que ele não estivesse enrolado de alguma maneira. Ela dormiu com um sorriso no rosto. Agora estava consumado. Eles sempre pertenceriam um ao outro. Pra sempre.

Notas finais
XoXo