Redenção Tomione
10 Dedo Duro
Notas iniciais
O Capitão Snape antes de matar Alvo.
Snape Dog e Malfoy subiram para a torre com o objetivo de matar Dumbledore.
O segundo tava com o cu na mão, suando feito uma bichinha.
Ao chegar lá, viram o velho caído no chão. Snape sacou a varinha e vociferou:
Snape- Pede pra sair, pede pra sair, seu velinho filho da puta!
Dumbledore- Não posso, Hogwarts é meu lar!
Snape -Não pode é , Aspira, dá um jeito nesse porra !
Malfoy- Num posso, perdi a varinha!
Snape- O quê? O senhor é um fanfarrão, senhor Malfoy, perde a varinha nessa altura do
campeonato, que foi, tu jogo ela no chão?
Malfoy- não senhor.
Snape-Enfio no cu, seu Malfoy?
Malfoy- Não Senhor
Snape- Então vai procurar a porra da varinha enquanto eu dou um jeito nesse puto!
O bruxo das trevas, então, botou Dumbledore de frnte para janela, e indagou:
Snape-SABE VOA, VELINHO?
Dumbledore- Não senhor.
Snape- Pois vai aprender agora! Um último pedido!
Dumbledore-Na cara não, pra não estraga o velório!
Snape-Avaka KeDava!
O feitço atingiu a cara do velho bruxo, que saiu voando pela janela.
Vendo a cena, Snape gritou: "Agora, quem manda nessa porra sou eu!"
DEDO DURO
(***)
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A sala era mantida escura e vazia, exceto por uma única cadeira no centro e mesa a pequena a direita onde as velas estavam empoleiradas, desprendendo a única luz na sala de sinistra.
Mesmo que fosse em sua casa, Draco estava proibido de chegar perto daquele quarto. Não que ele tivesse coragem de qualquer maneira.
Draco tinha acabado de se transportar para a sua casa a partir da lareira no quarto sonserinos. Seu pai lhe tinha dito para fazê-lo somente se houvesse uma emergência, mas Draco sentiu que a informação que ele tinha era extremamente vital.
Ele estava andando sozinho ao redor do castelo tentando encontrar algo para fazer quando a notícia chegou a ele. Ele ouviu seu nome sendo gritado por trás e ele se virou para ver a corrida de Pansy em sua direção e um olhar de urgência e excitação estampados em seu rosto.
— Draco! Oh, você ouviu? — Ela declarou ofegante.
— Ouvi o quê?
— Há um rumor circulando na escola! Eles estão dizendo que Hermione Granger traiu Tom Riddle ou que ele a traiu. É um tanto confuso! Dá pra acreditar? Eu nem sabia que eles eram um casal! Draco... Você está bem? — o rosto de Draco, de repente empalideceu consideravelmente e ele foi deixando sair respirações curtas e afiadas.
— Sim, eu estou bem. Onde exatamente você ouviu isso? — ele estava tentando manter a calma.
— Oh todo mundo está dizendo isso! E tem que ser verdade, porque eu acabei de ouvir algumas pessoas pedindo informações ao próprio Tom e ele disse-lhes que Hermione é a única culpada e que deviam ir incomodá-la! Por Merlin... Isso é uma notícia séria. Para pra pensar, Hermione Granger e Tom Riddle! Ele é cego ou algo assim? Por que ele iria ficar com alguém como a Granger? — Pansy parecia um pouco irritada quando ela disse isso, mas Draco não percebeu.
— Desculpe-me Pansy, eu tenho alguns negócios a resolver. — Draco se moveu ao redor dela enquanto ela corria até alguns de seus outros amigos, decidida a dizer a todos eles a fofoca.
Draco não achava a notícia tão excitante. Na verdade ele estava completamente enojado e insultado. Onde o mundo iria parar?Hermione Granger, a sangue-ruim e Tom Riddle, o Lord das Trevas eram um casal! Era chocante, um escândalo!
O loiro acalmou-se por um momento e então lembrou que este era apenas um boato e que poderia ser completamente infundado. Ele decidiu que iria apenas acompanhar Tom em torno do castelo um pouco para ver se conseguia descobrir alguma prova de que a fofoca era verdadeira.
Seguir Tom não era fácil, no entanto. Ele tinha que ter certeza que ele estava fora de vista e completamente escondido. Ele teve que sair para o frio, onde Tom tinha acabado de se aventurar. Era evidente que todas as perguntas e olhares curiosos estavam dirigidos ao menino de cabelos escuros.
Para a sua própria surpresa, Draco foi capaz de esgueirar-se por Tom de forma que o moreno não havia percebido. Ele encontrou um grupo agradável de arbustos espessos e agachou-se atrás deles em silêncio, assistindo a cada movimento deTom.
Assim que Draco teve certeza que seus dedos iriam cair do frio, ele viu Hermione saindo do castelo com um olhar completamente irritado.
— Como você pôde Tom? — Ela gritou. Ela o estava acusando de mentir e Draco sentiu-se extremamente aliviado. Foi tudo uma mentira, ele calmamente tranqüilizou-se.
Ele estava se sentindo satisfeito com o que acabara de ouvir, mas então ele viu algo que o fez engasgar com horror absoluto. Tom Riddle tinha agarrado Hermione pelos ombros e começou a beijá-la apaixonadamente.
Ele sentiu vontade de vomitar. Então, o que aquela estúpida fofoca não era mentira? Pelo jeito como ele a beijava, Tom, obviamente, tinha sentimentos pela sangue-ruim.
Hermione se separou de Tom e disse-lhe que não poderia fazer isso; Tom estava suplicando exatamente o oposto. Eles argumentaram sobre isso por um momento antes de Tom aparentemente desistir e dizer a castanha que ia tentar esquecer seus sentimentos por ela. Seus sentimentos! Inacreditável!
Hermione e Tom fizeram o seu caminho de volta para o castelo e logo que eles estavam fora de vista, Draco saiu de trás dos arbustos e correu o mais rápido que pôde para o Salão Comunal da Sonserina.
Foi então que ele fez a sua mente vagar para Voldemort. O Lorde certamente não sabia sobre Tom Riddle. Dumbledore tinha avisado-o severamente para manter a boca fechada sobre isso, mas aquilo tinha ido longe demais. Ele não ia ficar e assistir a Granger contaminar Tom com seu sangue sujo. O pensamento tornou-se pervertido para Draco.
Draco continuou a caminhar em silêncio até o segundo andar da propriedade gigantesca de sua família. Ele sabia disso porque ele não havia encontrado ninguém ainda que todos devessem estar em algum tipo de reunião. Nos últimos meses, Lord Voldemort era residente no lar Malfoy e estava constantemente realizando reuniões dos Comensais da Morte em seu quarto no segundo andar. Draco só esperava que ele não fosse torturado por interromper o seu mestre.
Enquanto Draco se aproximava da sala, ele respirou fundo e seu rosto foi mascarado de qualquer temor de que ele pudesse ter mostrado. Ele assumiu uma máscara de frieza. Draco caminhou até a porta que estava sendo guardada por dois Comensais da Morte. Quando os dois guardas ouviram seus passos, eles imediatamente brandiram suas varinhas e apontaram-nas diretamente para ele.
— Revelar —, um dos homens mascarados rosnou. Uma luz ofuscante branca disparou a partir do final de sua varinha e atingiu Draco no peito. Quando as luzes tinham diminuído novamente, Draco estava no lugar exato que ele estava antes, ainda usando seu sarcasmo infame. Se Draco fosse um inimigo, então essa magia teria chocado-se contra ele. Os Comensais da Morte aproximaram-se do Malfoy jovem, ambos os homens elevaram-se sobre a sua altura.
— Draco o que você está fazendo aqui —, Draco reconheceu imediatamente a voz do primeiro Comensal da Morte que falou.Era o seu tio Rodolfo Lestrange.
— Lamento a aparecer sem aviso prévio como este tio, mas eu tenho uma notícia urgente que precisa ser passada para o Lorde das Trevas. É muito importante.
— Draco. Tudo bem, eu vou anunciar a sua chegada para o Lorde das Trevas. Espero que o que você tenha a dizer a ele seja imprescindível, pois ele estará de mau humor. Se você interromper sua reunião por algo trivial prevejo tragédias.
Draco acenou com a cabeça e viu quando os dois Comensais da Morte entraram no quarto sombrio. Eles só foram embora por um momento e logo estavam de volta acenando para que Draco entrasse.
Engolindo o seu medo, Draco andava com as costas retas e a cabeça erguida em direção à porta e entrou. Levou um momento que seus olhos se ajustassem à escuridão, mas quando ele pôde ver claramente outra vez ele viu o rosto que o apavorou ainda mais.
— Venha para frente Draco. — Draco se encolheu ao ouvir aquela voz gelada que estava sempre atada com malícia. Ele passou os olhos pelos Comensais da Morte que estavam ao redor, conhecendo um deles. Era o seu pai. Draco inclinou-se numa reverência na frente do homem cobra a quem eles chamavam Mestre.
— O que é esta notícia que você tem para mim que é tão terrível que você sente a necessidade de interromper a minha reunião, jovem Malfoy? — os olhos vermelhos de Voldemort olhavam Draco com tédio.
Draco pigarreou discretamente e olhou para o rosto horrível de seu Mestre.
— Milorde, esta informação pode ser difícil de acreditar, mas eu prometo a você que é verdade e é de fato muito arriscado para mim estar revelando a alguém. Fui jurado de todo o segredo para não divulgar essas informações para qualquer pessoa, mas...
— Vá direto ao ponto garoto! — rosnou Voldemort. Ele estava com pouca paciência.
Draco empalideceu e limpou a garganta mais uma vez. — Milorde, cerca de duas semanas atrás Tom Riddle foi trazido de volta do passado e agora está residindo em Hogwarts como um Grifinório de dezesseis anos de idade. — Draco falou tudo isso com medo de irritar mais ainda o Lorde das Trevas.
O rosto de Voldemort estava ilegível à primeira vista. Draco pensou ter visto um lampejo de passagem de choque sobre os olhos vermelhos, mas ela tinha ido embora em um instante e foi substituído por um olhar que teria assustado o próprio diabo.
— Levante-se Draco. — Draco estava tão decidido a agradar ao seu senhor que ele quase caiu em sua pressa de obedecer.
— Como é que você demorou tanto tempo para me trazer esta informação? — Voldemort cuspiu.
Draco engoliu em seco e deu outra resposta apressada. — Dumbledore veio até mim e me fez jurar nunca contar a ninguém quem Tom Riddle era. Não é que eu me preocupe em obedecer Dumbledore, Milorde, mas eu não podia arriscar perder a confiança do velhote, especialmente porque meu pai é um Comensal da Morte conhecido.
Voldemort pareceu satisfeito com a resposta, para alívio de Draco. Ele tinha certeza do motivo pelo qual o Lorde das Trevas acreditava em sua história em primeiro lugar.
Voldemort sorriu seu sorriso horrível enquanto ele pensava isso. Draco empalideceu mais uma vez, esquecendo que o seu Mestre era, sem dúvida, o melhor legilimente do mundo e podia ler sua mente facilmente quando foi desprotegida.
— Não se preocupe Draco, porque eu realmente acredito em você. Eu posso ver a verdade em seus olhos.
—Então... —, balbuciou lentamente Voldemort, — Alguém trouxe de volta Tom Riddle. O que é uma tentativa inteligente, mas ainda assim desesperada para tentar me destruir. Tolos. — Voldemort soltou uma risada leve que parecia tudo menos agradável.
— Milorde, pelo que eu soube, foi Harry Potter e a sangue-ruim Hermione Granger, que o trouxeram aqui. Dumbledore não revelou seu plano para que mim, é claro, mas eu acredito que ele está aqui na tentativa de derrotar você. Infelizmente Milorde, eles parecem ter amizade com ele já. — Draco esperou pelos gritos de Voldemort com raiva com a notícia, mas eles nunca vieram. Em vez disso, Voldemort soltou outra risada sinistra e Draco teve um vislumbre de sua língua nojenta de cobra.
— Então, Potter e sua amiga sangue-ruim quer transformá-lo. Eles acham que fazendo-o bom vai ser o fim de mim Eles foram tolos, na verdade, acreditar que eu não iria descobrir sobre a sua presença. Tom Riddle nunca vai ser bom... Vou me certificar disso.
Voldemort então começou a chamar os Comensais da Morte para a frente, pronto para dar as instruções. Draco ficou tenso quando sentiu duas mãos em seus ombros e virou-se para ficar cara a cara com seu pai. Lucius Malfoy olhou para o filho com orgulho por ele ter dito ao Lorde das Trevas esta informação importante. Draco estava tão satisfeito consigo mesmo que quase se esqueceu de dizer a Voldemort sua notícia mais importante de todos.
— Milorde—, Draco começou com um pouco mais de confiança em sua voz. — Não há mais notícias mestre... Notícias mais urgentes.
— Vá em frente Draco, — Voldemort pressionou-o, ansioso para ouvir tudo o que podia da situação.
— Tom Riddle de fato fez mais do que apenas amigos enquanto ele esteve em Hogwarts. A razão que eu vim aqui para dizer-lhe esta notícia era por causa de algo que eu ouvi entre Tom e Hermione. — Draco parou por um segundo, sem saber como dizer isso. — Pa-pa-parece que Tom Riddle e a sangue-ruim Granger são de fato um casal meu Senhor. — Draco corou apesar da minuciosa máscara de frieza e esperou para ouvir o que o Lord das Trevas tinha a dizer.
Draco não sabia como era possível, mas o rosto já pálido de Voldemort tornou-se ainda mais pálido. Ele parecia prestes a atirar algo ou alguém para fora da janela mais próxima.
— Você tem certeza de suas informações, Draco? — não havia risada em sua voz agora, ele parecia pronto para matar. Todos os Comensais da Morte pararam o que estavam fazendo para ouvir mais atentamente. Draco pôde até sentir seu pai endurecer ao lado dele depois desta notícia.
— Sim, meu Senhor, eu sou tenho certeza. Eu mesmo os escutei falarem de seu relacionamento. Granger disse a ele que tinha que acabar para que você não descobrisse, mas pelo que eu vi aquele romance parece longe de terminar.
— Bem... Como é desagradável para eles, agora que eu sei, — disse Voldemort com fúria queimando dentro dele. Se ele fosse qualquer outra pessoa no mundo, esta informação teria feito dele um doente. O fato de que uma sangue-ruim havia corrompido o seu mais jovem eu o envergonhara deixando-o extremamente lívido.
— Draco, volte para a escola e não fale isso para ninguém. — Voldemort ordenou. — Você fez bem em dizer-me esta informação. Não tenha medo de Dumbledore descobrir... Eu posso proteger a sua mente dele.
— Sim, meu Senhor. Obrigado. — com isso, Draco deu uma última olhada fugaz para o pai e, em seguida, correu para fora da sala e passou pelos dois guardas. Ele soltou um longo suspiro de alívio, ele achava que Voldemort não iria acreditar nele e amaldiçoá-lo com um Obliviate ou algo assim. Ele não podia esperar até que ele estivesse de volta na escola e longe da ira do Lorde das Trevas.
Quando ele estava indo em direção à lareira ele deu em si mesmo um tapinha nas costas mentais.
Harry Potter e seus amigos malditos foram feitos para esta época.
Voldemort estava dando instruções e dizendo aos seus seguidores o que fazer e o que não fazer.
— Draco, traga-me mais informações a medida em que tempo passa. Nós não vamos agir imediatamente, não até que tenhamos um bom plano de ataque. E quando o tempo exigir os meus Comensais da Morte, você fará o Potter, o Riddle e a sangue-ruim lembrarem que eles são meus condenados. — o rosto de Voldemort contorceu em um sorriso macabro.
Depois Voldemort descartou todos os presentes. Ele virou-se para a cadeira no centro do quarto e caminhou em direção a ela. Ele não se sentou sobre ela no entanto, ele apenas olhou para a cadeira.
De repente, num acesso de raiva, ele pegou a cadeira cara e arremessou-a contra a parede. A cadeira se partiu como se fosse feita de galhos.
Ele olhou para a sujeira no chão e um sorriso doentio deslizou em seu rosto novamente. Ele estava indo destruir Harry Potter e a maldita sangue-ruim... E Tom Riddle. Logo seria a sua vez.
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