Redenção Tomione
11 O Problema Começa
Notas iniciais
Sinto falta de vcs meninas.
Sinto falta de quando eu me empolgava de verdade pra postar Redenção...
O PROBLEMA COMEÇA
Assim como Tom havia imaginado que seria, o boato sobre o infame "triângulo amoroso de Tom e Hermione" havia fracassado em mero mito que parecia estar rapidamente desaparecendo. Ambos os adolescentes ficaram gratos por isso, especialmente Hermione que tinha recebido um monte de desprezo e ódio nos comentários da maioria da população jovem em Hogwarts.
Para desgosto de Tom e para alívio de Hermione, Tom retomou seu papel de ser apenas amigo e não tinha ultrapassado seus limites com a castanha novamente. Isto, porém, o levou a entrar em um estado meio depressivo que todos ao seu redor notaram, exceto Hermione, que ficava longe dele, tanto quanto possível.
Harry e Ron passaram dias tentando animá-lo, coisa que parecia funcionar apenas quando Hermione entrava no Salão Comunal ou quando o seu nome era mencionado casualmente em uma conversa. Logo em seguida Tom voltava instantaneamente ao seu estado deprimido.
Mas com o passar dos dias, Tom parecia estar se sentindo melhor e estava mais aberto novamente, mesmo quando Hermione estava por perto. Ele não ficava muito tempo com ela, porém. Ele sempre saía de perto da castanha e ninguém sabia dizer se a sua fuga era deliberada ou involuntária.
Hermione começou a perceber isso, porém, e enquanto ela estava feliz que Tom parecia estar se animando um pouco mais. Ela não poderia ajudá-lo. Ela estava determinada, mas sentia o coração partido também.
Ela ficou extremamente surpresa um dia, quando ela entrou no Salão Comunal encontrou Tom dobrando-se e segurando o estômago, rindo incontrolavelmente. Harry, Rony e Gina estavam lá, bem como todos rindo tão calorosamente.
Harry que parecia estar contando uma história, continuou com uma voz que estava tensa pelo riso.
— E então, Ron pegou sua varinha e apontou para Draco e disse “Você vai pagar por isso Malfoy... COMER lesmas! E então a sua maldição saiu pela culatra e Ron foi jogado para trás caindo de bunda no chão e ficou completamente pálido. Todos correram para ele para ver se ele estava bem, quando de repente ele se inclinou e cuspiu uma lesma pegajosa, e outra, e outra e outra! — Harry terminou rindo histericamente, mais uma vez.
— Oh Merlin! Eu queria ter estado lá para ver isso! — disse Tom através das gargalhadas.
— Deixe-me te dizer, eu não era o melhor amigo de piquenique naquele dia companheiro! — Ron disse-lhe sorrindo. — Eu estava vomitando até as lesmas idosas. Eu pensei que nunca iria acabar.
— Foi muito nobre de você, porém, — Hermione disse, tornando a sua presença conhecida. Os quatro babuínos risonhos olharam para onde ela estava em pé perto da porta retrato. Cada um deles deu-lhe um sorriso apaixonado, incluindo Tom.
— O quê? Você acha que eu iria deixar aquela doninha dizer aquelas coisas para você e deixar isso impune? — Ron perguntou enquanto ele sorria para ela.
— Espere um minuto. — Tom interrompeu. — Porque é que Malfoy é conhecido como uma doninha?
— Bem, — começou Harry com um sorriso travesso, — No nosso quarto ano tivemos um professor de DCAT chamado Olho-Tonto Moody. Ele meio que me levou debaixo de sua asa e tudo para me ajudar com o Torneio Tri Bruxo. Ele não era o Olho-Tonto de verdade, — Harry lembrou —, mas isso não vem ao caso. De qualquer forma, um dia Malfoy estava importunando-me, nós discutimos e eu lhe dei as costas e ele já estava abrindo a boca e apontando a varinha para me azarar. Apenas quando ele estava prestes soltar o feitiço, Olho-Tonto saiu do nada e transfigurou-o em um furão! Olho Tonto o sacudiu para cima e para baixo nos corredores, enquanto ele gritava como um porco. — Harry terminou a sua história com uma gargalhada de riso e viu quando Tom e os outros começaram a rir alegremente novamente.
— Como é que todas essas coisas acontecem com vocês? — Tom perguntou com espanto.
— Somos apenas um bando de desajustados companheiro. — Ron sorriu.
— Vocês todos são. Eu sou a voz da razão no grupo. — Hermione disse a todos eles.
Ron, Harry e Ginny bufaram.
— Diga isso para Neville, Hermione. Tenho certeza que ele iria dar uma boa risada. — Harry brincou. — Eu acredito que foi você quem usou o feitiço Petrificus Totalus nele em nosso primeiro ano, não foi? — Harry ergueu as sobrancelhas em tom acusador.
— Então, Hermione não é tão inocente quanto eu pensei que ela era! — Tom disse divertido.
— Eu me ressinto disso. — ela disse a ele brincando. — Eu não tinha escolha! Afinal, vocês dois dependiam disso! — ela apontou para Rony e Harry, — Pensei que era brilhante.
— Bem, isso é porque você é brilhante. — Ron disse-lhe com um sorriso suave. Hermione corou e sorriu de volta.
Tom apenas ficou lá, olhando para trás e para frente entre os dois. Mesmo que ele tenha tentado ignorar aquilo, ele não poderia impedir-se de sentir aquelas coisas. Ele sentiu a inveja subir nele. Por que ele e Hermione não podiam agir assim? Não era justo... Mas, a vida não é justa.
Hermione notou Tom olhando para eles e ela capturou o seu olhar. Eles fizeram isso por apenas um momento, mas foi tempo suficiente para Hermione ver a dor nos olhos de Tom. Ela não queria nada mais do que correr para ele e jogar os braços em volta dele, mas esses sentimentos tiveram que ser esquecidos.
— Então —, Gina começou em uma tentativa de preencher o silêncio.
— Quem vocês vão levar para o dia do encontro em Hogsmeade na semana que vem?
— O dia do encontro! — Ron perguntou espantado. — Devemos convidar alguém?
— Não, você não precisa, mas seria bom. O Natal vai ser em breve, é bom aproveitar o dia para comprar os presentes e quem sabe fazer um passeio romântico.
— Você vai com alguém? — Ron perguntou a ela interrogativamente.
— Na verdade eu vou. — Gina disse-lhe escancaradamente. — Dino Thomas perguntou-me se eu queria acompanhá-lo.
— Dino Thomas!? Vocês dois estão namorando? — Ron perguntou surpreso.
— É por isso que é chamado de "encontro" Ron. As pessoas geralmente namoram quando vão a um. — Ron corou a sua própria estupidez.
— Bem, era melhor ele te respeitar e que vocês não fiquem muito grudados! — Ron deu-lhe um olhar severo. Gina apenas bufou e revirou os olhos.
— Você vai com alguém Tom? — Harry perguntou curiosamente.
— Na verdade, eu perguntei Bailey Thompson para ir comigo. Ela parece legal. — Tom olhou de esgoela rapidamente para Hermione e viu que ela estava evitando o seu olhar. Ela parecia derrotada. Ele desviou os olhos de vergonha. Ele não fez isso para magoá-la, mas ele não ia passar o resto de sua vida perseguindo alguém que não o queria.
— Você quer dizer que a mais bela loira da Corvinal? — Ron perguntou e Tom acenou com a cabeça. — Bela escolha garanhão! — Ron sorriu para ele. Tom apenas deu de ombros e sorriu suavemente.
— E você Mione? — Gina perguntou tentando fazer com que o assunto Tom fosse esquecido por causa de Hermione. — Você vai com alguém?
— Não. Eu não chamei ninguém. — Hermione lhe deu um pequeno sorriso. — Eu quero ir sozinha, me dá mais espaço para comprar os presentes e ficar tranqüila. — Hermione olhou para Tom e viu que ele parecia um pouco chateado. Hermione estava um pouco surpresa com isso. Ela pensou que ele ficaria feliz que ela não fosse com ninguém.
— O que quer dizer com sozinha? — Harry perguntou. — Em que universo paralelo e desconhecido alguma vez na vida deixamos você sozinha?
— Bem, eu apenas pensei que vocês iriam convidar alguém. Você tem certeza que está tudo bem?
— Hermione, o que deu em você? Você é a nossa melhor amiga! É claro que está tudo bem! — Harry disse a ela.
Hermione sorriu. Ela sempre foi grata que ela tinha tão bons amigos, mesmo que Ron poderia irritar-la como ninguém.
— Bem, eu acho que é melhor começar a fazer minha lição de casa. —Hermione falou — McGonagall passou muitos pergaminhos. Estou sobrecarregada e atrasada.
— Hey Harry, você quer ir praticar quadribol? — Ron perguntou olhando animado.
— Não tem lição de casa? — Hermione perguntou um pouco severa.
— Ah, isso pode esperar. — Ron deu de ombros com ela.
— Bem, eu não tenho muito dever de casa, então eu acho que está tudo tranqüilo. — Harry disse a ela.
Hermione apenas revirou os olhos e se moveu para uma das mesas para que ela pudesse começar a escrever seu pergaminho.
— Você vem Tom? — Ron perguntou.
— Não, eu hum... Tenho um trabalho para fazer também.
Harry olhou para ele com conhecimento de causa, como se ele soubesse que estava mentindo, mas Ron simplesmente deu de ombros e perguntou Gina se ela queria vir.
Gina, que era muito mais sábia que o seu irmão ignorante, percebeu que Tom queria falar com Hermione a sós, então ela foi junto com Harry e Ron.
Quando os três saíram, Tom caminhou até onde Hermione estava sentada e ficou atrás dela por um momento.
— Você sabe que você pode se sentar Tom. — Hermione disse sem tirar os olhos do seu trabalho.
Tom sentou-se ao lado dela e apenas olhou para ela enquanto ela trabalhava.
Hermione suspirou e olhou em seus olhos.
— O que foi Tom?
— Eu hum, eu só queria te dizer...
— Eu não me importo que você tenha convidado a Bailey para um encontro, Tom. — ela interrompeu. — Estou muito feliz por você, de fato, ela é uma menina muito legal, bem como muito bonita... Espero que vocês aproveitem um tempo agradável juntos. — aquelas palavras queimavam como ácido na garganta de Hermione, mas a castanha mantinha uma expressão serena. Hermione sorriu gentilmente e olhou para seu trabalho.
— Hermione, eu não me sinto bem sobre isso.
— OH, HERMIONE! HERMIONE! — ele gritou exasperado.
Ela olhou para ele novamente e Tom soltou um grito alto e saltou da cadeira.
O belo rosto de Hermione foi cortado profundamente e vertia um sangue vermelho escuro. Mesmo a boca estava vazando sangue e seus olhos pareciam sem vida quando ela olhou para ele. Era fácil ver que ela estava morrendo.
Tom olhou para ela com horror e começou a gritar por socorro, mas por algum motivo ele não conseguia ouvir sua própria voz. Era como se alguém tivesse ligado o volume baixo no mundo enquanto Tom estava ali, inutilmente gritando por alguém para ajudar.
Então, de repente, ele ouviu um barulho. Ele olhou ao seu redor e ainda não conseguia ver de onde está estava vindo. Alguém estava dizendo seu nome sempre tão baixinho... Como se estivessem olhando para ele.
Ele se virou para olhar para trás para Hermione e viu que seu corpo tinha desaparecido! Apenas uma poça de sangue foi deixada sobre a mesa em que ela estivera sentada a pouco. Ele não sabia o que diabos estava acontecendo e ele estava começando a se perguntar se ele estava tendo alucinações.
A voz solitária foi ficando mais alta e Tom discerniu que era um homem que estava chamando o seu nome, era de longe a coisa mais apavorante que ele já tinha ouvido. Era uma voz estranha que parecia mais um pressentimento. Ele estava com muito medo de repente à medida que a voz se aproximava. Os pêlos de sua nuca eriçaram-se e ele sabia que estava em perigo. Ele reconheceu que a voz... Mas de onde?
De repente, Tom sentiu uma sensação de formigamento no pescoço. Alguém estava atrás dele.
Lentamente ele se virou e ficou cara a cara com... Ninguém. Não havia ninguém lá.
Tom sentiu vontade de gritar e ele mesmo abriu a boca na tentativa de fazê-lo. Quando ele o fez, no entanto, ele descobriu que ele podia ouvir sua voz novamente e ele começou a gritar freneticamente o nome de Hermione, esperando que ela reaparecesse novamente.
— Tom, se acalme! — uma voz soou distante.
Tom apenas gritou mais alto, ele precisava encontrar Hermione... Ele precisava para salvá-la.
— Tom, escute-me! — a voz parecia mais alta agora. — Você tem que acordar Tom. Hermione está bem! Se você abrir os olhos, então você vai vê-la.
Tom sentiu-se tonto e muito confuso. Quando ele tinha fechado os olhos?
Ele obedeceu a voz suave e abriu os olhos devagar e viu-se olhando para o rosto preocupado de Dumbledore.
— Tom você me entende? — Dumbledore perguntou.
Tom assentiu. — W-onde está Hermione? — sua garganta estava arranhada e sua voz estava um pouco rouca de todos os gritos.
— Eu estou aqui Tom. — Hermione correu para seu lado e pegou a sua mão.
Tom olhou para ela e sorriu, o alívio inundando sobre ele. Ela estava bem, não havia sequer um arranhão em sua linda face... Ela apenas o olhava extremamente preocupada.
— Você quer se sentar? — Dumbledore pediu suavemente.
— Eu acho que sim. — Tom disse-lhe. Hermione colocou os braços em sua volta e ajudou-o a içá-lo em uma posição sentada. Ele sorriu com gratidão para ela.
— O que aconteceu? — ele perguntou logo que ficou sentado confortavelmente. — E como eu vim parar no chão? — ele olhou para os sofás e viu que Harry, Rony e Gina estavam todos lá também. Harry estava segurando a cabeça e estremecia de vez em quando.Tom se sentia um lixo.
— Bem, Tom, eu acho que deveria falar sobre Harry em primeiro lugar. — Dumbledore começou. — Ele já lhe contou como a cicatriz dele se conecta a Voldemort?
Tom assentiu. — Ele disse que quando Voldemort está sentindo emoções fortes, então ele pode, por vezes, senti-lo.
— Isso é correto. — Alvo assentiu com aprovação. — Essa é a razão por todos os seus amigos estarem reunidos aqui agora.
Tom sentiu de repente com medo. — Harry, o que aconteceu? — Tom perguntou preocupado.
— Tínhamos apenas caminhado para fora do castelo e para dentro do campo quando eu comecei a ouvir alguma coisa. — Harry disse ao garoto de cabelos cor de ébano. — Parecia que alguém estava chamando seu nome Tom, só que era muito tranqüilo. Eu estava prestes a perguntar a Rony e Gina se ouviram também quando de repente, minha cicatriz parecia que estava sendo rasgada. — Harry levou a mão à cicatriz e esfregou distraidamente.
— Gina e eu tivemos que levá-lo de volta ao castelo, porque ele apagou um pouco. — Ron disse-lhe. — Ele acordou quando chegamos lá dentro, mas sua cicatriz ainda estava doendo então eu disse a Gina para ir encontrar o diretor enquanto eu ajudei Harry a voltar para o Salão Comunal. Quando chegamos aqui, porém, vimos você no chão e Hermione pairando acima de você Tom... Você estava gelado.
— Isso é onde eu entro neste conto interessante. — Dumbledore soou suave — Quando senhorita Weasley veio até mim e me contou o que aconteceu com Harry, eu nunca imaginei que eu iria encontrá-lo em uma situação similar, Tom. Você se lembra o que é que te fez desmaiar?
Tom lembrou a cena horrível que ele tinha acabado de presenciar momentos atrás. — Eu estava conversando com Hermione sobre uh... Alguma coisa... E todo o seu rosto ficou cortado tão subitamente. Havia tanto sangue, como se alguma pessoa invisível estivesse contando o seu rosto. — Tom olhou para Hermione, embora ela parecesse calma e pensativa, Tom percebeu que seu rosto tinha ficado completamente pálido. Ele pegou a mão dela e fez-lhe um carinho tranqüilizador.
— Eu me levantei da minha cadeira e comecei a gritar por ajuda, mas eu não conseguia ouvir minha própria voz... Eu não conseguia ouvir absolutamente nada. Então, de repente, ouvi uma voz fraca chamando pelo meu nome, se aproximando mais e mais perto de onde eu estava. — Tom olhou para Harry e os dois garotos trocaram olhares preocupados antes de Tom continuar. — A voz ficou muito perto quando de repente senti que alguém estava atrás de mim, mas quando me virei para olhar ninguém estava lá. Comecei a me sentir muito tonto quando de repente ouvi a sua voz diretor Dumbledore e então acordei logo depois disso.
Dumbledore estava olhando para ele, pensativo e ele sorriu quando Tom acabou de contar a sua história.
— Peço-lhe para ir para a ala hospitalar para descansar um pouco —Dumbledore lhe disse — Mas eu sinto que a influência do Sr. Potter fará com que você recuse esse pedido... De certa forma você tem atitudes muito parecidas com as de Harry. — Dumbledore virou-se para Harry e lhe deu um pequeno sorriso que foi devolvido.
— Você está certo diretor. — Tom concordou.
— Diretor, você sabe o que aconteceu? — Hermione perguntou. Tom ainda estava segurando a mão dela. Ela não queria se afastar do seu toque.
— Parece que não é somente o Sr. Potter que está ligado a Voldemort, mas Tom também. Isto não é tão surpreendente, afinal ele é o seu atual futuro. Eu esperava que algo como isso acontecesse. Eu só queria que soubéssemos o que é Voldemort está sentindo. — Dumbledore coçou a barba pensativo e deu uma rápida olhada em Hermione. Tom percebeu isso e olhou para ele com desconfiança. Será que ele sabe algo que ele não está nos dizendo? Tom perguntou-se.
— Eu gostaria de saber Diretor. — Harry disse a ele. — Eu não senti ou vi qualquer coisa que possa indicar o que Voldemort estava se sentindo.
— Nem eu —, Tom acrescentou.
Alvo suspirou e se levantou de onde ele tinha estado agachado no chão. Tom levantou-se também e ajudou a Hermione que estava agachada próxima a ele. Eles ainda estavam de mãos dadas. Dumbledore percebeu isso e ele rapidamente olhou para Hermione novamente.
— Eu acho que seria melhor se todos vocês relaxassem pelo resto da tarde. — Alvo disse-lhes. — Se nada mais acontecer, então eu quero que alguém venha direto para mim ou para a professora McGonagall. Estamos entendidos? — todos eles concordaram.
— Vou estar fora então. Tentem ter uma boa tarde. — Ele disse-lhes.
Cada um deles agradeceu-lhe e ele se dirigiu para a porta.
Antes que ele saísse, ele olhou para o grupo dentro do quarto. Tom e Hermione se sentaram ao lado do outro. Eles já não estavam segurando as mãos, mas ambos estavam sentados muito próximos, como se ambos tivessem muito medo de perder o outro.
Dumbledore suspirou baixinho e fechou a porta.
Ele ficou lá por um momento e contemplou tudo o que tinha acontecido. Lembrou-se o que Tom tinha dito sobre Hermione em sua alucinação
Ela tinha ficado ferida.
Dumbledore olhou para o corredor, mas ele realmente não estava o vendo. Só uma coisa se passava em sua cabeça no momento, uma coisa que ele queria que acontecesse desde que Tom tinha chegado e quando ele tinha avisado a Draco para manter sua boca fechada sobre Riddle.
— Ele sabe... — Ele disse baixinho para si mesmo antes de ir ao fundo do corredor, pronto para enfrentar os desafios futuros. Ele só esperava que Tom ficasse bem.
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