Notas iniciais
Dissemos a vocês que eu daríamos esse capítulo realmente rápido! Este é um capítulo estritamente Tom e Hermione... Eu queria que eles caminhassem um pouco através da calmaria. Não Murta, não Voldemort... Apenas os nossos dois pássaros do amor... Hum, fazer... o que(Mas eu, Debby, tirei um pouco dessa calmaria da Mandy e adicionei um ingrediente especial). Acho que vocês vão gostar quando lerem.. Ah se vão aposkpao. lol. Hehe... Espero que todos gostem! AVISO: O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERDE. ESTE CAPÍTULO PODE CAUSAR TAQUICARDIA, BRAQUICARDIA, E ONDAS DE CALOR INTENSAS. PODERIA SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE. Rsrsrs.. Amamos vocês! (Debby, Safi e Mandy) s2s2

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CALMARIA


— Tom, as pessoas estão olhando para nós. — Hermione sussurrou pelo canto da boca.

Tom sorriu para ela e deu-lhe um aperto de mão reconfortante. — Deixe-os olhar. — ele disse a ela, assim quando um grupo de garotas do quarto ano passou. Todas olhando para Hermione com olhares tão mortais quanto adagas afiadas.

— É fácil para você dizer. — ela sussurrou. — Você não tem meninas homicidas amaldiçoando você por debaixo das suas respirações todas as vezes que elas passam

Tom riu e puxou-a para mais perto dele enquanto caminhavam. — Eu não sou tão procurado Hermione. Eu quero dizer... Eu sou apenas um garoto...

— Tom, por favor, não seja modesto e apenas admita o fato de que você é completamente lindo. Eu ouço até mesmo alguns dos meninos comentando sobre a sua beleza... E suspirando. — Hermione segurou a expressão para não explodir em risada e observava o garoto pálido e lindo de esgoela Era verdade, por mais de uma vez ela ouviu alguns garotos que gostavam de garotos falarem sobre a beleza de seu namorado.

Tom olhou para ela espantado. — Os meninos gostam de mim? Quer dizer, você está brincando? — Hermione olhava a cara de espanto e revolta de Tom.

Ela deu uma risadinha até explodir com o riso. Ela falava entre a respiração enquanto Tom a olhava de forma estupefata. — Não... eu não... — Hermione puxou uma longa lufada de ar para poder falar enquanto tentava inutilmente controlar o riso. Tom estava avermelhado.

— Não estou brincando. Por que você está corando, Tom? Você lisonjeado...? — Hermione brincou. Ela sabia que ele devia estar muito mais fulo do que lisonjeado.

— NÃO MI!!! — ele respondeu espantado.

Hermione quis provocar mais um pouquinho.

— Você não parece muito convincente amor. Se você quiser, eu podia sempre conversar com alguns deles para você. Todo o seu rubor me faz pensar que você possa estar interessado em novas experiências.

Hermione Jane Granger, você quer dizer ao seu namorado sobre isso? — Tom disse em uma voz feminina e colocou a mão na cintura entrando na provocação de Hermione. Ela agora estava chorando de rir. — Você está me assediando baby! Eu to rosa chiclete com isso! Cho-quei perua!

Hermione jogava a cabeça para trás de tanto rir. Ela sentia as suas bochechas dormentes.

Hermione riu e beijou as costas da mão de Tom. — Por favor, perdoe-me minha senhora. Eu não quero que o meu namorado me deixe por causa desse assédio e me troque por outra.

— Eu nunca faria isso. — Tom disse com firmeza. Ele tinha abandonado a sua voz de menina brincalhona e retomou seu tom profundo, calmante que poderia ter encantado um dragão para dormir.

— Tom, eu estava só brincando. — Hermione enquanto os dois andavam pelo corredor que os levariam até a varanda deles.

— Eu sei, mas eu queria que você soubesse que eu nunca faria isso. Eu te amo muito. — Tom olhou para ela e sorriu. A expressão da castanha tornou-se pensativa.

Eles saíram para a varanda e os seus dentes começaram a bater imediatamente. O vento frio e cortante passou por ambos. Tom pegou sua varinha e murmurou um feitiço de aquecimento primeiramente para Hermione. Um calor repentino espalhou-se sobre ela como água morna viajando por todo o seu corpo até os dedos dos pés. Agora ela sentia-se incrivelmente bem. Tom apontou sua varinha para si mesmo. O sorriso em seu rosto indicava que ele também podia sentir o calor do seu feitiço.

— Deixe-me limpar um pouco dessa neve para que possamos nos estabelecer. — ele disse a ela enquanto apontava sua varinha para uma grande pilha de cristais brancos em miniatura. — Targeo. — ele sussurrou e a neve limpou-se imediatamente exibindo um chão de mármore brilhante e impecável.

Momentos depois ele tinha um cobertor confortável azul com estrelas e luas prateadas em sua estampa espalhado pelo chão de pedra.

— Primeiro as damas. — disse ele, sorrindo para ela. Hermione ficou ali olhando para ele, a mesma expressão pensativa enfeitou a sua face.

— O quê?— Tom perguntou, sorrindo.

Hermione passou de pensativa para sombria em questão de segundos, ela ainda estava lá sem responder.

— Oh amor, o que há de errado? — Tom perguntou preocupado. Ele caminhou até ela e colocou as mãos sobre a cintura da castanha.

— Eu não quero te dizer que 'eu te amo'. — ela disse debilmente.

Tom ficou surpreso com a resposta dela e não podia fazer nada, mas ficou olhando para ela sem ação.

— Eu sei que é irracional, mas eu tenho medo de que você volte mais cedo se eu realmente te disser isso.

Tom tentou falar, mas Hermione colocou um dedo sobre os lábios e o segurou lá.

— Tom, não me dê esse olhar. Você vai voltar, eu só sei disso. O que eu vou fazer sem você?

Tom aqueceu-se com a declaração velada de Hermione. Ele beijou os dedos que agora estavam levemente aquecidos da garota que o encarava com os olhos tão abertos e sinceros.

— Eu não sei o que vou fazer também. — ele disse com tristeza. Hermione havia retirado sua mão de seus lábios e começou a traçar seu perfil delicadamente com o dedo indicador. Tom tremeu levemente enquanto Hermione fazia-lhe aquele carinho, mas uma memória invadiu a sua mente como um lampejo. Bailey havia feito exatamente a mesma coisa quando estava prestes a romper com ele. Tom interrompeu imediatamente o movimento das mãos de Hermione que traçava o seu rosto com cuidado e zelo.

— Hermione, você não está pensando em acabar comigo, não é?!

— Estou sendo tão óbvia?— ela perguntou tristemente.

O pânico surgiu através dele enquanto ele agarrava as mãos dela.

— Eu não vou deixar você me deixar Hermione. Eu preciso de você, e eu me recuso a ficar aqui por um segundo sem você. — ele falou sério e meio louco.

— Mas Tom, não seria mais fácil se nós apenas...

— Eu não quero o que é fácil... Eu só quero você.

Hermione sorriu e olhou para ele pensativa mais uma vez. — Como pude ser tão tola? — ela brincou. Ela ficou na ponta dos pés e esfregou o nariz contra o nariz do garoto dando-lhe um beijo de esquimó..

— Perdoe-me? — ela sussurrou em seu ouvido.

Tom inclinou-se para a frente como se fosse beijá-la e Hermione instintivamente fechou os olhos.

— Não...— ele disse isso enquanto passava habilidosamente uma perna pelos calcanhares de Hermione fazendo com que ele caísse. A castanha gritou enquanto caía no cobertor magicamente macio como nuvens de algodão.

Tom riu quando ele caiu em cima dela. — Agora eu te perdôo.

—Tom Riddle isso não é engraçado. — Hermione disse, embora estivesse rindo.

— Então por que você está rindo? — ele perguntou ao abaixar o rosto próximo ao dela. Hermione de repente tomou consciência de que ele estava em cima dela e seu coração começou a corrida descontrolada.

— Hmm, parece ter diminuído suas risadinhas. Qual é o motivo? — ele brincou. Ele ajustou-se em cima dela e sorriu quando ouviu a ingestão aguda de ar de Hermione. A castanha podia sentir cada parte dele contra cada parte dela. As coxas dele separando levemente as suas pernas. Ela sentia-se numa explosão de novas vontades, curiosidades e sensações. Ela vestia um vestidinho rosa bebê de tecido leve na altura dos joelhos e um casaco vermelho e dourado da grifinória. Após o feitiço de Tom ela havia aberto os botões mostrando o decote leve em forma de U e as alcinhas frágeis da sua roupa.

— Você não deveria estar me mostrando alguns trabalhos de casa? — Hermione perguntou engolindo em seco e extremamente corada.

— Eu gosto deste plano. É melhor. — Tom sussurrou em seu ouvido. Hermione tentou suprimir outro arrepio e acabou ofegando suavemente em seu lugar.

— Eu acho que você gosta também. — Tom disse presunçosamente.

— Não seja tão seguro de si Sr. Riddle. — Hermione sorriu. — Talvez eu só tenha que...

Tom apertou os lábios nos dela e cortou a sua fala. O beijo foi voraz. Tom sugava a língua de Hermione com habilidade e destreza. As línguas se massageavam, dançavam. As mãos de Tom subiam e desciam pela cintura de Hermione. Ele não estava depositando o seu peso sobre ela, somente o suficiente para que ela sentisse o seu corpo quente e desejoso. Ele sugou com mais força o lábio inferior de Hermione e ela gemeu um pouco mais alto. Ele abandonou os lábios da castanha enquanto olhava a sua expressão corada e envergonhada ao mesmo tempo. Ela mantinha os olhos fechados. — Fazer o quê? — ele perguntou quando ele se afastou de seu beijo safado.

—Uh... O que estávamos falando mesmo? — ela perguntou com ar sonhador, enquanto abria os olhos e mirava os lábios vermelhos de Tom pelo beijo que acabaram de ter.

Tom deu uma risada triunfante e beijou sua testa. — Estou demasiadamente perplexo com a senhorita Hermione Granger. Talvez eu não seja bom para você depois de tudo... Você parece ter perdido parte do seu intelecto após um beijo tão simples. — Tom suspirou artisticamente e levantou-se dela.

Hermione gemeu com a perda de contato e olhou para ele com olhos curiosos.

— Ei onde você acha que você está indo?— ela perguntou quando via a atuação do garoto que se afastava.

— Eu estou saindo para encontrar algum nerd maçante cuja inteligência eu não posso roubar. Eu me recuso a ser aquele que rouba-lhe o seu brilho.

—Tom Riddle, não ouse sair daqui. — Hermione avisou, mas o efeito foi perdido quando ela percebeu o sorriso evidente no rosto de Tom.

Ela sentou-se sobre os joelhos e olhou para ele com os olhos maiores de cachorro pidão que ela pôde fazer. O casaco vermelho e ouro de Hermione tinha se deslocado para o lado em um dos braços expondo um ombro branco cremoso a Tom. Ele se sentou na frente dela e beijou seu pescoço longo até os ombros nus, fazendo-a gemer de surpresa e felicidade.

Hermione se inclinou para ele mais e soltou outro gemido quando Tom puxou-a para o seu colo. Ambos se inclinaram ao mesmo tempo. Tom passou uma das pernas de Hermione por cima da sua cintura e ele a segurou pela base das costas. As mãos de Tom passearam sofregamente e numa tortura lenta pelas panturrilhas de Hermione subindo devagar enquanto via a pele dela se arrepiar no locar e ela se contorcia um pouco arfando. Tom subiu com sua carícia passando pela parte interna dos joelhos oscilando entre subir o toque por baixo do vestido, mas acabou fazendo o movimento por cima do pano. Suas mãos subiam deliberadamente, lentamente, e ele memorizava cada reação da sua castanha. Ele passou as mãos pelo ventre da garota por cima do tecido leve de seu vestido. A trilha de carinho continuou subindo de forma lenta e ele passou pelo centro, pelo espaço vazio entre os seios de Hermione fazendo-a ofegar quando a palma de sua mão roçou levemente um dos seus bicos rosados por cima do vestido. Ele alcançou o pescoço sensível e passou seus dedos frios e pálidos para a nuca de Hermione, entrelaçando os dedos nos fios de cabelo dali. Eles olhavam-se nos olhos como se pudessem penetrar a alma um do outro.

Hermione escorregou o olhar para os lábios entreabertos de Tom que mostravam uma fileira de dentes brancos e perfeitos. A castanha não resistiu e tomou a iniciativa do beijo. A boca de Hermione derreteu-se contra a dele quando ela apertou o corpo dela ainda mais contra a sua forma ágil. Encorajado, Tom empurrou seus quadris para cima no dela e gemeu em sua boca. Aquilo a deixou ensandecida, desconectando todos os pontos de razão de Hermione. Ela cravou as unhas nas costas de Tom por cima do tecido da camisa preta, o que o incentivou ainda mais. Uma das mãos de Tom desceu para o bumbum cheio e apertou a carne macia. Com a mesma mão ele forçou o corpo de Hermione a vim ao encontro do seu, que já estava dolorosamente desperto. Hermione passou a outra perna pela cintura de Tom, montando-o. O vestido estava muito acima de suas coxas e sua pequena calcinha vermelha estava a mostra, mas Tom estava de olhos fechados e entregue a nova dança que os dois compartilhavam. Os gemidos agora podiam ser ouvidos com mais clarezas. O beijo continuava sem ser interrompido. Agora ele não precisava forçar mais Hermione ao seu encontro, ela vinha naturalmente, no seu próprio ritmo. Um ritmo que Tom tentava desvendar. Ele sabia que instintivamente o corpo de sua castanha estava buscando o próprio prazer a cada vez que ela esfregava-se com mais força e ímpeto contra o volume restringido em suas calças. Aquilo era torturante, mas ao mesmo tempo prazeroso para Tom. Ele deixava ela seguir com sua dança de esfrega, sem interrompê-la, sem forçá-la. O movimento um tanto desajeitado ia se tornando cada vez mais frenético, mais intenso. Hermione apertava Tom agora, os olhos firmemente fechados, a respiração escassa. O corpo sentindo uma espiral de prazer crescente. Ela sentia o corpo túrgido de Tom tocar o seu centro a cada vez que ela se apertava a ele. Era uma espécie de massagem gostosa. Ela não conseguia se controlar, muito menos parar. O desejo era mais forte que ela. O gemidos agora eram mais altos. Ela sentia o roçar dos tecidos contra o botão rosado e ela abriu mais as pernas enquanto fazia um movimento mais intenso. A respiração pesada de Tom em seu rosto que agora havia abandonado os seus lábios só para olhar admirado para a expressão de puro prazer no rosto de sua castanha deixava-a mais excitada. Ela mordia os próprios lábios com força enquanto tentava conter seus gemidos. Ela sentiu que estava próxima. Estava próxima de sentir pela primeira vez em sua vida o que ela havia somente lido em seus inúmeros livros e ela não queria parar. Ela sentiu os primeiros espasmos e tudo ao seu redor sumiu, só havia ali o corpo quente de Tom junto ao dela e o seu corpo tremendo convulsivamente de prazer enquanto ela gritava um pouco mais alto pela sensação que invadia cada célula sensorial do seu corpo. Ela sentiu as contrações em seu centro e uma umidade quente escorrer molhando a sua calcinha enquanto ela chegava ao ápice de uma forma louca esfregando-se fortemente contra o membro duro de Tom enquanto jogava a cabeça para trás e tremia. Tom gemeu ao ver a expressão de puro êxtase no rosto de sua castanha. A forma como ela tremia de prazer em seu orgasmo, a forma como sua respiração tornou-se instável e como ela parecia estar em outro mundo permitindo-se sentir algo tão intenso e diferente. O rosto corado, os olhos apertados revirando-se levemente nas órbitas enquanto ela alcançava o próprio gozo e a forma como ela fez isso tão livremente deixou Tom admirado. Ela era perfeita. Perfeita demais.

Hermione agora ofegava. Ela sentia uma dormência gostosa por seu corpo, uma sensação de entorpecimento. Tom a abraçou trazendo o seu rosto para o encaixe de seu pescoço. Ela ficou ali, calada, quieta, enquanto sua respiração voltava ao normal aos poucos.

As mãos de Tom passeara pelas pernas expostas de Hermione. Ele passeou pela parte interna das coxas enquanto ela voltava a ofegar. Ele subiu lentamente com o toque e a ponta de seus dedos roçaram no tecido de renda que agora estava encharcado. Ele moveu preguiçosamente o tecido para o lado e sentiu pela primeira vez tão livremente a carne macia do centro de sua castanha. Ele passou o dedo indicador pelo botão rosado e desceu pelos grandes e pequenos lábios quentes e cheios dos sucos de prazer da sua castanha. Seus dedos escorregaram para a superfície da fenda molhada de Hermione e a castanha ofegou. De repente toda a vergonha e razão voltando ao seu corpo como uma explosão nuclear.

Embora particularmente feliz no momento, ela se afastou de seu toque e olhou para ele ansiosamente. Tom ficou meio desnorteado. Ela tentava se recompor ajeitando o vestido e o casaco. O rosto escarlate e o olhar baixo deu a dica a Tom do que estava acontecendo.Ele não queria que ela sentisse arrependimento, mas sabia que era possível, já que sua castanha era totalmente inexperiente e o que havia acabado de acontecer fora uma atitude instintiva e não uma atitude pensada da parte de sua namorada.

—Tom, — ela ofegou olhando para as mãos como se houvesse algo muito importante ali. — Eu uh... Eu não acho que estou preparada, para ah... Você sabe... — ela corou e tentou concentrar-se em acalmar sua respiração ardente.

Tom deu risada gutural, pois ele também estava respirando duramente com todas as suas ações anteriores. — Você pode dizer a palavra Hermione. Você sabe. — ele sorriu quando ela mordeu o lábio de constrangimento. Como era possível que sua castanha sentisse vergonha de uma palavra após ter estado em atitudes tão polvorosas com ele há minutos atrás?

—Tudo bem... — Hermione piscou espasmodicamente. — Eu não acho que estou pronta para o sexo. — ela disse que enquanto olhava nos olhos de seu amado. Tom sorriu carinhoso.

Hermione notou a expressão de Tom mudar. De repente ele tornou-se tão calmo e compassivo, tão gentil que por um minuto Hermione se arrependeu de ter dito as suas palavras anteriores. Tom notou a expressão confusa no rosto de Hermione. Ele pegou em suas mãos e olhou em seus olhos, para que não restasse dúvidas para ela de que ele era sincero em suas palavras.

— Está tudo bem Hermione. Eu não tenho nenhuma intenção de apressá-la em qualquer coisa que você não está pronta para fazer... Especialmente para o sexo. Eu não tenho pressa. — ele falou acarinhando as mãos da castanha.

—Você não é uma virgem, não é?— ela perguntou. Era mais uma curiosidade do que uma dúvida. Ela sabia que ele não era. Isso estava exposto em todas as suas atitudes confiantes e em toda a habilidade que ele possuía.

Tom percebeu onde Hermione queria chegar. Ele temeu que eventualmente ela lhe perguntasse aquilo.

— Não, eu não sou. Eu já estive com algumas garotas. — ele lutou com a atenuação da verdade. A questão é que antes de Bailey, ele usava o sexo com dois únicos propósitos. Um era para os eu próprio prazer, o outro, bem, o outro era para o seu antigo maior prazer. Magia negra.

— Oh Tom, você é tão jovem e tão vivido. — ela pensou em voz alta.

— Eu sei, mas eu não me importava naquela época. Eu tinha acabado de saber que meu pai era um trouxa e eu estava com tanta raiva que eu tinhadescontá-la em alguém.

— Então você descontou nas garotas... Com o sexo. — Hermione afirmou. Tom assentiu solenemente.

— Era sempre rápido e desleixado, mas eu costumava seguir o ritmo que parecia ser o certo para elas, que parecia dar mais prazer. Minha mente tinha outros focos.

— Você não obteve qualquer prazer com isso? — ela perguntou. Hermione nunca teria tido uma conversa como esta com qualquer outra pessoa, mas com Tom sabia que podia falar sobre qualquer coisa.

— Sim, claro que sim, mas apenas do ponto de vista físico, mas no fundo não realmente... Eu me sentia vazio quando tudo estava acabado. As meninas que eu escolhia geralmente tentavam me ter em sua cama de novo, mas eu agia como se elas fossem um pedaço de lixo descartável, e eu as ignorava completamente no dia seguinte. — Tom desviou o olhar de vergonha. Ele tinha feito um monte de coisas cruéis em seu passado... E piores em seu futuro.

Hermione sentou-se no colo de Tom. Ele a enlaçou pela cintura. Ela estava imersa em pensamentos. Tom não quis interromper o fluxo da concentração de sua castanha. Talvez depois de ouvir a verdade sobre ele ela quisesse terminar e ele não poderia fazer nada para impedi-la.

Hermione, que agora estava aninhada no colo de Tom esfregou o seu nariz contra sua bochecha e aspirou o seu cheiro gostoso. Ela deu um beijo gentil nas bochechas coradas e envergonhadas de seu Tom.

Tom suspirou e olhou em seus olhos cor de mel. Como poderia uma garota fazer com que ele se sentisse tão fraco e tão forte ao mesmo tempo?

— Tom... Nunca tenha vergonha de me contar sobre seu passado. Eu sei que não foi agradável, mas eu nunca deixarei você, não importa o quão horrível tudo tenha sido... Eu... Eu te amo. — Hermione poderia ter morrido pelo sorriso deslumbrante que iluminou o rosto de Tom. Ela se sentiu feliz por ser a único que conseguia ver aquele sorriso naquele momento e de ser a causa dele.

— Eu sabia que no segundo eu a vi que você seria diferente. — ele comentou pensativo.

— Eu sou diferente porque eu te amo? — Hermione deu uma risadinha. — Tom, eu poderia citar dezenas de pessoas que matariam para poder ser sua namorada... Ou namorado. — ela riu da própria piada e ele balançou a cabeça negativamente sorrindo também.

— Não como você embora. Merlin, todos vocês grifinórios usam os seus corações em bandejas expostas. Haja coragem. — ele riu.

— É uma característica que você está constantemente pegando Sr. Riddle. — ela respondeu com um sorriso.

— É isso mesmo que estou ouvindo? Você está me chamando de sentimentalmente compulsivo Srtª Hermione Granger? — Tom disse enquanto fazia cócegas em seus lados. Hermione deu risadas altas enquanto se contorcia de tanto rir. Ela caiu sobre o cobertor e pediu a Tom com lágrimas de riso nos olhos que ele parasse.

— Tudo bem, eu vou parar. — ele riu enquanto se deitava ao lado dela sobre o cobertor macio. No meio de tudo o que estava acontecendo, os dois adolescentes olharam para o céu. Hermione viu um oceano de preto pontilhado de milhões de diamantes, tanto quanto os olhos podiam ver.

Suspirando, ela aninhou-se ao peito de Tom. Ele colocou um braço sobre ela e ela moveu a cabeça em seu peito; seus cachos castanhos espalhados sobre o seu coração.

Tom podia ouvir a respiração suave de Hermione poucos minutos depois e sabia que ela tinha adormecido enquanto estava deitada em seus braços.

A sós com seus pensamentos, Tom não poderia evitar. Ele pensou sobre Voldemort. O que ele estava planejando? Desde o ataque no Grande Salão, não havia sinal de Voldemort, exceto alguns pesadelos que Tom teve ocasionalmente.

Ele não podia suportar a idéia de que tinha que esperar o inimigo dar o primeiro passo, embora ele soubesse que ele mesmo era o próprio inimigo. Era algo complexo em sua cabeça, mas ele já se imaginava uma pessoa a parte de Voldemort. Um pensamento invadiu a sua mente.

Talvez Severo saiba o que Voldemort está fazendo, ele pensou. Aquele homem parecia saber sobre tantas coisas de qualquer maneira... Quem poderia dizer que ele não estava a par das obras do Lord das Trevas? Tom fez uma nota mental para ter uma conversa com o professor de poções logo que possível.

Só então, Tom sentiu Hermione mexer-se contra ele em seu sono e decidiu que era hora de voltar para seu dormitório. Ele lentamente se sentou e colocou um braço em seu pescoço e debaixo de seus joelhos. Tom levantou-a como se estivesse simplesmente pegando uma pena. Sua castanha não era pesada e as coisas que ele havia praticado até aquele o deixaram muito forte. Ele colocou um pequeno beijo na testa dela antes de sair para o corredor deserto.

Quando chegou ao Salão Comunal, ele ficou surpreso ao descobri-lo completamente vazio. Era mais tarde do que ele imaginou que poderia ser.

Ele percebeu então que ele não conseguia levar Hermione até seu quarto. Os dormitórios das meninas foram magicamente protegidos para manter os meninos do lado de fora. Ele poderia ter acordado Hermione e enviado-a para o quarto dela, mas ela parecia tão pacificamente adormecida que Tom não teve coragem de fazê-lo.

Ele decidiu levá-la até o seu quarto. Ele caminhou até quarto dos meninos e entrou tão silenciosamente quanto pôde. O som do ronco familiarizado chegou aos seus ouvidos enquanto ele caminhou silenciosamente passando pela cama de Dino e sobre a sua própria cama.

— Não... Não acorde as aranhas. — Ron murmurou em seu sono. Tom soltou uma risada suave e cuidadosamente baixou a forma adormecida de Hermione em sua cama. Tomando a sua varinha, ele soletrou um par de pijamas sobre ela e em seguida fez o mesmo para si.

Hermione parecia tão bonita nos nas formas largas do pijama claro e Tom estava parado em pé em cima dela por um momento observando-a dormir. Seus longos cílios vibravam a cada momento e em seguida o seu peito subia e descia com cada respiração que ela tomava. Ele perguntou-se mais uma vez como alguém tão linda poderia ser dele.

Ele deslizou no lado dela e puxou o edredom quente sobre os dois enquanto ele soltou um bocejo sonolento. O contorno do seu corpo se encaixou perfeitamente contra o seu e ele colocou o braço em volta da cintura da sua castanha para puxá-la para mais perto. Ela estava de frente para ele, deitada de ladinho. Ele olhava o rosto sereno e perfeito, as sardas adoráveis, a simetria do conjunto.

Hermione suspirou, mas não acordou e Tom beijou a ponta do seu nariz.

Ele estava feliz em descobrir que era Hermione e não Voldemort, que invadiu seus sonhos naquela noite...

Notas finais
XoXo
Beijos da Safi, da Debby e da Mandy