Redenção

28 Capítulo 27


Notas iniciais
Olá pessoas como estão? Eu estou ótima ainda mais depois que soube que Super Junior fará um show aqui no Brasil... o Eu vou...
(Passou o momento ELF)
Capítulo de hoje eu ofereço para a querida Mavis Cupcake, linda obrigada pela recomendação. Singela e fofa, adoreiiiii....
Não está betado, perdão!

Capítulo 27


“Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?”

Fernando Pessoa



Antes...


Joshua subiu na cama novamente e ficou um tempo admirando o moreno dormir, ele o cobriu com um lençol fino e depois de beijá-lo saiu do quarto em silêncio.

Sua vontade era voltar para os braços do seu amado, mas para que vivessem tudo o que tinham pela frente; precisava resolver algo antes.


Agora...


A viatura de polícia percorria a autoestrada em velocidade média. O xerife transportava um ilustre prisioneiro. Finalmente o cafetão da cidade havia sido preso sobre fortes acusações, e agora todos sabiam que Dominique não era um homem de negócios honesto. E sim que ele não passava de um estuprador e assassino.

Dois dias tinham se passado desde que todo o esquema de Dominique e seus cumplices foram descobertos, agora todos nos país sabiam do envolvimento de vários empresários, políticos e homens públicos com as ações ilícitas do ex-cafetão.

O homem alto e de feições e corpo magro estava sentado no banco de trás do veiculo, se encontrava algemado e com alguns hematomas no rosto, parece que alguns presos resolveram se divertir com ele durante as duas últimas noites. O Xerife até escutara os gritos vindo do chuveiro, porém o oficial achou que já era hora daquele homem arrogante provar um pouco do seu próprio remédio. Deixou que os dois homenzarrões violassem o francês, até que se dessem por satisfeitos, o que aconteceu somente essa manhã. Quando Dominique foi largado no chão do banheiro imundo da delegacia, sujo de sêmen e sangue.

O Xerife olhou pelo retrovisor e pode ver, que atrás da tela de aço, o prisioneiro estava desconfortável, poiso mesmo se mexia de vez em quando tentando achar uma posição mais favorável ao seu traseiro castigado.

— Parece que sua noite não foi muito boa. – O xerife provocou.

Dominique bufou de raiva lançando uma olhar mortal para o oficial de policia.

— Você vai me pagar caro, quando meus advogados conseguirem minha liberdade. – ele falou com arrogância – E quando isso acontecer eu vou acabar com a sua maldita vida.

O xerife avistou um carro mais a frente parado no acostamento da estrada e diminuiu a velocidade. E sem tirar os olhos do caminhou respondeu ao prisioneiro.

— Há não ser que seus advogados consigam ressuscitar os mortos eu duvido que você consiga fazer isso.

Dominique sentiu um desconforto com as palavras do Xerife, ele também percebeu o veículo parado a frente.

— Ei, por que está diminuindo? Por que estamos parando?

O xerife desligou a viatura depois de colocá-la atravessada na estrada. Ele abriu a porta porém antes de sair informou:

— Devo entrega-lo agora para o seu carrasco.

— O quê? Do que...

Os olhos de Dominique duplicaram de tamanho quando percebeu que Joshua se aproximava deles.

— O que vocês estão fazendo? Isso é contra a lei... – O francês gritava do banco de trás – Xerife você tem que me levar para a capital.

— Tome as chaves das algemas ele é todo seu. – O xerife entregou um par de chaves na mão de Joshua que com a outra segurava um rifle.

— Você tem que fazer parecer que ele fugiu. Vou voltar para a viatura, tive que trazê-lo fora dos limites da cidade para que ninguém ... ligasse os pontos. – O policial falou voltando para o seu carro.

— Obrigado Xerife, esse é o único jeito do meu marido e minha família terem paz.

— Nunca te vi como um assassino.

— Eu também não, mas acho que sou como os animais da montanha. – Joshua ergueu os olhos verdes para o grande monte logo atrás – Quando eles têm seu território invadido e sua família ameaçada, eles tendem a caçar o seu perseguidor... Até não restar mais ameaça.

Joshua seguiu até a porta traseira da viatura, o castanho abriu a mesma...

— O que acha que vai fazer? Eu não vo...

Dominique teve a frase interrompida quando levou uma coronhada na cabeça com o cabo do rifle.

O vaqueiro jogou o corpo do francês com as mãos ainda algemadas, no asfalto e voltou-se para o Xerife.

— Desculpe, mas não quero lhe causar problemas.

— Tudo bem. – O policial falou inclinando a cabeça para frente – Bata na nuca, assim parecerá que ele me atingiu.

E assim como o outro havia pedido Joshua fez.

Logo depois ele já estava dirigindo a sua caminhonete em direção ao pico da montanha, com Dominique bem preso e desacordado na carroceria.



♣ Redenção ♣

O impacto da água gelada contra seu corpo o fez acordar de súbito, o homem antes de alta classe, olhou em volta, para constatar que se encontrava em um misero casebre.

Dominique sentiu uma forte dor de cabeça, quando abriu mais os olhos e viu a claridade, da única lâmpada acesa do lugar, invadir seus olhos. Tentou se mexer, mas estava atado com correntes a uma cadeira de madeira.

Ele tento use soltar e seus esforços pareciam serem em vão, somente serviam para machucar seus braços e tórax.

— Pode se esforçar o quanto quiser, nunca conseguirá se soltar.

O francês ergueu os olhos para o homem sentado em um sofá a sua frente ele ainda segurava o balde, que antes continha à água.

— Me solta. Ou eu...

Joshua riu alto.

— Ou você o que? Já sei vai me matar. Não melhor... Vai matar a mim e aos meus filhos e depois pegará Nathan e irá tortura-lo para o resto da vida. – Joshua jogou o balde de lado e se levantou ficando de frente para o prisioneiro, o forçando a levantar a cabeça para encará-lo – Não deixarei que isso aconteça você nunca mais irá feri-lo.

— Está com raiva por que fui eu que fodi aquela puta primeiro, por que o primeiro pau que ele teve naquela boca gostosa foi o meu e por que quem foi o seu primeiro fui eu. – Dominique parecia ter perdido a noção do perigo – Você tinha que ter estado lá. Não existe nada melhor do que ter alguém sobre o seu domínio. Você tinha que escutar como ele implorou para que eu parasse na primeira vez... Enquanto eu metia mais fundo e o rasgava com o meu pau ele gritava e implorava... Ele até rezou se eu me lembro bem...

Dominique não viu o que o atingiu tudo que ele pode fazer foi fechar os olhos, quando com a força do golpe desferido por Joshua, ele foi de encontro ao chão levando a cadeira junto.

— Seu animal imundo. – Joshua o chutou no estômago e depois o segurou pelo pescoço e na cadeira voltando Dominique paro o lugar inicial – eu vou acabar com a sua vida imprestável.

O ex-cafetão cuspiu sangue e viu tudo turvo a sua volta. Ele apertou os olhos a tempo de ver Joshua trazer duas longas correntes até perto dele e as jogar no chão.

— Seu idiota, quem você pensa que é? Acha que vai sair livre dessa?

— Acho que você devia ter mais respeito com a morte. – Joshua respondeu sem parar o que estava fazendo.

— Então você vai me matar é isso? O correto pai de família irá sujar as mãos? – o Francês indagou com desdém.

— Sim.

Dominique mais uma vez tentou se soltar sem sucesso. Ele bufou de raiva, como sua vida pode ter mudado tão drasticamente, ele que a menos de uma semana era o homem mais poderoso da cidade agora estava sozinho e não passava de um mero saco de pancadas de um caipira.

Ele viu Joshua atravessar sala e sumir em outro cômodo, e logo retornar com uma caixa de ferramentas nas mãos.

— O que vai fazer? – Perguntou quando Joshua tirou uma marreta e dois pregos de mais de 40cm da caixa.

— Já disse vou mata-lo, para que nunca mais infernize a vida de mais ninguém. Mas antes...

— AAAhhh... Seu desgraçado! – Dominique se curvou para frente gritando quando o segundo prego foi enfiado acima dos joelhos com o auxilio da marreta. Ele sentiu o os ossos do fêmur trincando com o impacto.

Então nada preparou Dominique para oque veria a seguir, quando Joshua prendeu as correntes nos pregos e a outras duas pontas no painel de energia ao lado da porta. Os gritos estridentes preencheram o local quando o vaqueiro desceu a chave fazendo com que a eletricidade de 220 volts passasse pelo corpo molhado do outro.

Joshua levantou a chave de força e caminhou até o prisioneiro.

— Você pode gritar o quanto quiser. Essa cabana está isolado no alto da montanha, eu a usava com meu filho quando tínhamos que caçar, então não há um ser humano que possa te ouvir a milhas daqui.

Dominique não conseguia levantar a cabeça, seu corpo todo estava tremendo de dor.

— Então você vai me torturar por eu ter fodido com o seu maridinho?

— Não, vou te torturar até você dizer onde está Mai Ling, a mulher chinesa amiga de Nathan.

Dominique sorriu, então era isso?

— Ela está morte, como o puto deve ter dito a você.

Joshua deferiu mais um soco na cara de Dominique fazendo-o gemer de dor.

— Os policiais procuraram e não acharam vestígios do corpo dela, acharam até dos fetos que você assassinou seu monstro. Mas não acharam não identificaram nenhum dos corpos como sendo dela. – Joshua puxou os cabelos negros do outro — Diga! Onde ela está? Por que eu duvido que ela esteja morta, provavelmente você a escondeu em algum lugar para usá-la, pretendia chantagear Nathan mais uma vez. Por que ele jamais ficaria com você, ele não te ama.

Dominique estreitou os olhos e seus lábios se curvaram em um sorriso maligno.

— Nunca direi onde ela está e se eu morrer você nunca a encontrará.

— Veremos! – Joshua pegou mais um balde cheio de água e despejou na cabeça do francês e sem esperar ele recuperar o fôlego puxou novamente a chave que ligava a energia.

Não que ele sentisse feliz em fazer aquilo, mas só o pensamento de que, muitas vezes Nathan teve que implorar por um pouco de alívio, nos anos de convivência com a tortura tanto física quanto psicológica, de certa forma o confortava e fazia com que ele se sentisse menos parecido a Dominique.

Quando ele percebeu que o moreno perderia os sentidos ele parou a força.

— Diga onde está Mai Ling?

— Vá para o inferno! – Gritou tremendo.

— Você que sabe... O gerador pode aguentar até o amanhecer.

Quando Dominique viu que Joshua iria ligar a eletricidade mais uma vez ele se desesperou e lagrimas começaram a banhar seu rosto sujo de sangue.

— Para pelo amor de Deus... E-eu imploro.. para!

Joshua sorriu tinha conseguido assustá-lo.

— Então diga o que quero saber.

— Se eu te contar você parar...sem mais choques... Promete não me matar, com essa droga? – Para ele não interessava se estava se humilhando ou não, o importante era dá o fora daquela cabana e voltar depois, mais forte.

— Sim, agora desembucha.

— Ela está em um apartamento na cidade, está sobre os cuidados de dois homens, eles tem ordem de vendê-la no mercado negro se eu for condenado e com o dinheiro pagarem o juiz para mudar a sentença.

— Diga endereço. – Joshua ordenou pegando o celular que Carl tinha lhe dado e discando um número.

E Dominique deu endereço.

— Carl! – Dominique ficou olhando enquanto Joshua falava ao telefone – Anotou, ok já estou terminando aqui espero vê-lo pela manhã.

Joshua desligou o telefone e o guardou no bolso da jaqueta. O castanho foi até dois galões que estavam na porta e depois de retirar a tampa começou a despejar o conteúdo do mesmo pela pequena cabana de caça, ele molhou as paredes, janelas, móveis e Dominique com todo o líquido de cheiro forte.

— O-o que?! Isso é... gasolina?! – Dominique se desesperou prevendo o que aconteceria – Ei onde você vai me solta. Nós tínhamos um trato você prometeu não me matar. – Gritou tentando se soltar das correntes.

Joshua o olhou e disse:

— Eu menti.

Joshua puxou a chave do gerador pela última vez e viu Dominique convulsionar enquanto era eletrocutado. O castanho seguiu em direção a saída da cabana e ainda na porta sem olhar para trás, riscou um palito de fósforo e jogou na poça de gasolina que se formava logo na entrada.

Enquanto caminhava até a caminhonete ele podia escutar os berros aterrorizantes de Dominique, até que quando o lugar explodiu, tudo cessou. E somente o crepitar das chamas era ouvido.



♣ Redenção ♣


Nathan olhou para o relógio da parede mais uma vez. Os ponteiros marcavam agora três horas da madrugada. Ele tomou mais um gole do seu chá, tinha feito a bebida afim de se acalmar. Quando acordará há algumas horas atrás e não viu Joshua ao seu lado pensou que ele tinha apenas ido comer alguma coisa, mas qual não foi a sua surpresa ao ver que o chapéu e as chaves da caminhonete não estão no lugar.

— Droga! Joshua onde você foi em plena madrugada? – Resmungou colocando a caneca em cima da mesa e se recostando na cadeira. A cozinha estava na penumbra, iluminada somente pela luz da lua, talvez por isso Nathan se assustasse quando a porta da cozinha foi aberta e uma figura alta entrou por ela.

— Nathan?! O que faz acordado? – Joshua perguntou depois que acendeu a luz e viu o esposo sentado à mesa.

Nathan estreitou os olhos.

— Eu que pergunto por onde andou? São três horas da madrugada Joshua, aconteceu alguma coisa? – Nathan indagou vendo Joshua se aproxima e beija-lhe a testa com carinho.

Joshua sentou-se ao lado do menor e alcançou a caneca de chá, porém antes de leva-la a boca informou frio:

— Acabou.

Nathan não entendeu e olhou confuso para o marido.

— Não entendo. O que acabou?

— Dominique. Ele está morto. – Joshua informou de cabeça baixa.

Nathan abriu a boca para dizer algo que se perdeu no caminho, quando ele viu as mãos e roupas de Joshua sujas de sangue. Agora ele compreendia, Joshua havia agido contra os seus princípios para livrá-lo da presença de Dominique. De repente uma dor cresceu em seu peito, não por pena do seu ex algoz, mas por ter sido o motivo para que seu homem sujasse as mãos com o sangue de outro ser humano por mais que ele merece.

— Sabe Nathan, eu sei que não cabe a nós decidirmos quem deve viver ou morrer. Mas, ele seria solto e voltaria outra e outra vez...

— Eu sei meu amor isso aconteceria cedo ou tarde. Você ou outra pessoa acabaria o matando. – Nathan se levantou a caminhou até o maior.

Joshua abriu os braços para receber o tal neo em seu colo. Nathan sentou-se colocou cada perna de um lado da cintura do vaqueiro e ficando de frente para ele, enlaçou o pescoço forte com os seus braços delicados.

— Eu te amo! Obrigado por sempre cuidar de mim. Eu prometo estar pra sempre ao seu lado, te amando, até ficarmos velhinhos.

Joshua fez uma careta.

— Acho que vou ser um velho muito rabugento, cuidado com o que promete.

Nathan deu um tapa na cabeça do maior e falou emburrado.

— Eu aqui me declarando e você fica de palhaçada.

Joshua gargalhou da cara que o menor fez e quando esse fez menção de sair do seu colo. O castanho o segurou firme pela cintura fina e o beijou com urgência. A língua atrevida e úmida invadiu a cavidade quente e se encontrou com a língua macia e pequena, as duas se enroscaram se provando, a boca de Joshua apertou mais contra os lábios finos de Nathan e o devorou de maneira sôfrega, as mãos exigiam passagem pelo pijama de flanela que ele usava. Enquanto os dedos finos de Nathan se embrenhavam em meio aos fios castanhos, os copos iam ficando mais e mais próximos.

Então eles ofegantes apartaram o beijo, mas não os corpos que estavam quentes de desejo.

— Vamos continuar isso na cama? – Joshua perguntou ofegante.

— Sim, mas primeiro você via tomar banho, está todo sujo e fedendo a gasolina. – Nathan sorriu e saiu do colo de Joshua.

— Então você vem comigo, preciso de alguém para esfregar as minhas costas. – Ditou sensual — E se for bonzinho tenho uma surpresa pra você.

Nathan gemeu quando sentiu o queixo do amado roçar pelo seu pescoço.

— Hum... E o que é? – Perguntou manhoso sentindo o calça do pijama apertar entre as penas.

— É surpresa, falou alisando as costas do esposo por sobre a blusa enquanto beijava o pescoço macio.

Nathan pensando em inverter a situação, segurou nas bolas de Joshua e apertou com cuidado enquanto mordiscava a sua orelha.

— Não seja malvado conta pra mim... – ele deslizou a outra mão para o membro semi-ereto acariciou sensualmente – Hum você tem um belo pacote aqui, que tal se eu cuidar dele enquanto você toma uma ducha morna?

Joshua engoliu em seco.

— E-eu adoraria...

— Mas primeiro me diz qual a surpresa.

Droga! Era impossível guardar um segredo de Nathan ele sempre conseguia o que queria.

— Mai Ling está viva...aahh – Gemeu sentindo as mãos soltarem seu sexo duro.

— Como isso é possível? – Nathan perguntou admirado.

Joshua acariciou a face do esposo e depositou um selinho em seus lábios.

— Sim é possível. E amanhã Carl a trará para cá e se ela quiser pode ficar conosco.

Nathan sorriu e pulou sobre o corpo de Joshua que o segurou, Nathan cruzou as pernas em torno da cintura dele e o beijou com devoção.

— Ah... Como eu te amo!

— Eu também... Agora vamos para o banheiro por que alguém prometeu cuidar do meu amigo entre as minhas pernas.

— Sim – Nathan assentiu com a cabeça – Tudo que o meu senhor desejar.

Joshua sorriu com Nathan, abraçou-o e beijou. Sentiu seus braços quando o menor retribui o beijo.

Pararam para respirar, Joshua o fez girar e o levantou sobre a sua cabeça gargalhando, ele estava feliz, pois tinha conseguido trazer felicidade e esperança ao coração ferido e atormentado de Nathan.



Continua no epílogo...



Notas finais
Capítulo inspirado no filme "Busca Implacável"
Queria dizer algo. Muitos queria que Dominique fosse estraçalhado, esquartejado, degolado, capado etc.
Só quê; fazer isso tudo iria contra a personalidade de Joshua e também contra os padrões da fic, eu não poderia de uma hora para outra transformá-lo em um Jason ou no Fred Krueger ou seja um psicopata. E também ele não está em uma época antiga, ele vive em um tempo que existem leis e toda uma consciência gerada pela criação que temos. correto? Então é isso aí se decepcionei alguém a respeito do fim do vilão peço desculpas.
A todos o meu muito obrigada pelos reviews, dicas, opiniões, MPs, recomendações e elogios do face. Nos vemos domingo que vem com o fim de Redenção. Beijos...