Redenção
29 Epílogo
Notas iniciais
Epílogo
Cinco anos depois...
As mãos calejadas e fortes, moldadas pelo trabalho árduo da fazenda. Passaram devagar sobre a pele leitosa e sem pelos. Os dedos traçaram caminho pelas costas brancas e macias. Joshua sorriu de lado quando escutou Nathan resmungar algo em meio ao sono no mesmo tempo em que se deitava de bruços.
Mesmo depois de anos juntos não cansava de admirar o tal neo adormecido, adorava brincar com os fios negros, que agora estavam longos, indo até o meio das costas. Afasto-os para que seus lábios tivessem total aceso à nuca cheirosa do moreno. Joshua esfregou seu nariz e desceu o rosto depositando vários beijos pelas costas do esposo.
Nathan que tinha acordado, mas continuou fingindo que não. Era sempre muito bom ser acordado pelos toques de carinho de Joshua.
O maior separou as duas bandas macias que davam acesso a buraquinho enrugado e tão desejado.
— Joshuaaaaa... – O moreno gemeu arrastado quando esposo pressionou a língua quente contra a sua entrada e lambeu como um gato.
— Perdão meu amor te acordei? – Perguntou com um sorriso malicioso no rosto.
Nathan se apoiou nos cotovelos e virou o pescoço para olhar o maior que estava de quatro sobre ele. Tocou com carinho a face do fazendeiro.
— É bom saber que mesmo depois de cinco anos de casado ainda sou tão desejável.
— Seis... Hoje completamos seis anos meu amor. – Joshua falou pegando um pote de óleo aromático e despejando sobre as mãos, ele esfregou seu membro que já estava duro de desejo com o líquido enquanto falava – E você sempre será apetitoso para mim, tudo o que preciso para saciar a minha fome e continuar vivo.
Nathan sorriu enterrando a cabeça no travesseiro quando sentiu sua entrada cedendo ao pênis turgido do marido.
— Aaaahhh... Tão quente... Este é um lugar onde eu quero está. – Joshua gemeu deitando-se sobre o corpo do menor sentindo-se entrar por inteiro dentro dele.
Nathan mordeu os lábios para não gritar ao sentir seu membro ser apertado pelas mãos grande do castanho ao mesmo tempo em que uma camada fina de suor formava sobre sua pele.
Joshua gemia grosso, sua voz saindo como um rugindo de um grande animal, enquanto poderosamente ele se arremetia contra o traseiro de Nathan.
O menor se contorcia de prazer tentando aumentar o atrito entre os corpos enquanto era fodido habilmente pelo maior.
O vai e vem constante foi aumentando o ritmo fazendo com que Nathan não aguentasse mais tanto prazer e acabasse por gozar sujando as mãos de Joshua que o masturbava.
Joshua fechou os olhos e jogou a cabeça para trás, ele sentia seu membro ser apertado pelas paredes do outro, percebeu que o menor estremecia em baixo do seu corpo, forçou-se a dá mais algumas estocadas foi quando seu sexo inchou e pulsante dentro do ânus do tal neo acabou por despejar toda a sua semente ali. Seu corpo suado convulsionava de prazer enquanto um grito gutural deixava sua garganta. Permitiu-se deitar-se sobre Nathan que se recuperava do êxtase do momento. Saiu de dentro dele com cuidado escutando um suspiro cansado e rolou para o lado deitando de barriga para cima respirando afoitamente.
— Você acaba comigo seu tarado. – Nathan comentou maroto enquanto abraçava o corpo forte do castanho.
— Que bom que tenho um marido que é um insaciável. – Joshua comentou rindo, ele trouxe o menor para mais perto a fim de selar os lábios rosados e apetitosos. O beijo fora apaixonado e molhado, era verdade que o tempo apenas aumentou o fogo da paixão e a certeza de que ambos eram feitos um para o outro.
Os lábios se separaram e o casal ficou um tempo escutando o canto das aves da fazenda e dos animais que aos poucos iam acordando.
— Aonde você vai? – Joshua perguntou quando Nathan saiu de seus braços e sentou-se na cama.
— Se esqueceu de que dia é hoje e que teremos convidados na fazenda? – Nathan alcançou o robe e vestiu – Tenho muita coisa para fazer, vou tomar um banho antes que Paul acorde e depois vou preparar o café. Não se preocupe pode descansar mais.
Joshua viu o menor sumir pela porta que levava até o banheiro e com um sorriso travesso saltou da cama e o seguiu. Ajudaria seu esposo a banhar-se e depois juntos cuidariam dos detalhes da festa que aconteceria a noite, juntos como sempre faziam.
♥♥♥ REDENÇÃO ♥♥♥
Gabriel olhou pela janela em frente a pia, onde estava lavando algumas louças, os campos forrados de vários tipos de plantações formavam um grande tapete sobre as terras da fazenda. Há cinco anos tinha se mudado para a fazenda à convite de Nathan, no princípio não quis, pretendia ir embora da cidade, teria cometido o maior erro de sua vida se o fizesse.
Um sutil sorriso se formou em seus lábios quando sentiu a boca carnuda sobre a pele da sua nuca, o leve roçar fez com que todo o seu corpo se arrepiasse. As mãos negras e fortes viraram seu corpo e logo os olhos castanhos se prenderam nos negros de Steve.
Gabriel enlaçou o pescoço do maior fechando os olhos ao sentir os lábios cheios tomarem os seus em um beijo quente, mas não menos carregado de afeição.
— Estou com fome. – Steve ditou após o beijo.
Gabriel sorriu e se afastou do negro forte.
— Então me deixe terminar as panquecas. – Falou seguindo em direção ao fogão e ligando o fogo para depois colocar uma frigideira.
Steve ficou em pé observando os movimentos suaves do latino enquanto colocava a massa na frigideira untada com manteiga e rapidamente retirava a massa assada em forma de circulo.
Gabriel colocou a primeira panqueca no prato e estendeu para Steve.
— O mel está sobre a mesa. – Falou se virando e dando a devida atenção a panela no fogo.
Steve olhou para seu prato e para o amante que cozinhava. Sorriu safado. Deixou o prato na mesa, tivera com certeza uma ótima ideia para saciar sua fome.
Gabriel suspirou quando sentiu a respiração quente de Steve na lateral do seu pescoço, os lábios carnudos exploravam todo o local com verdadeira devoção causando arrepios e sensações únicas a Gabriel. O ex-prostituto fez que ia se virar, mas foi impedido pelo maior.
— Acho que você não me entendeu gatinho. – Gabriel estremeceu com o sussurro rouco em seu ouvido – Minha fome é de você.
O menor suspirou quando as mãos fortes se embrenharam por dentro da blusa que usava e começaram a alisar sua barriga lisa, os dedos quentes envolveram seus mamilos em uma massagem deliciosa, que arrancava gemidos involuntários de seus lábios.
Steve já estava duro, desejoso, e rapidamente, com uma das mãos livres começou a descer a bermuda que Gabriel usava juntamente com a roupa intima. Sua boca salivou ao se deparar com a bunda cheia e durinha do amante. Suspirou profundamente ao cheirar os cabelos castanhos enquanto retirava seu membro de dentro das calças e roçava em frente a entrada apertada.
Gabriel nunca se imaginou sendo tão feliz. No momento em que seu olhar encontrou o de Steve pela primeira vez no quarto do hospital ele sentiu as borboletas agitadas em seu estômago enquanto seu coração disparava, aquele era o sinal que tinha encontrado a sua lama gêmea, sim ele acreditava neste tipo de coisa e sempre sonhou que existia alguém feito sobre medida para ele. E agora ali conectado ao maior de alma e corpo, ele tinha a cada dia certeza que o amava, com todas as formas e de todas as maneiras como se pode amar alguém.
Steve se moveu devagar dentro do ânus apertado de Gabriel enquanto suas mãos acariciavam os braços delicados, um deles com uma prótese que fora implantada depois que Gabriel tivera sua mão arrancada. O negro fechou os olhos pensando em como desejou ter encontrado seu amado antes, a fim de livrá-lo de todo o sofrimento que tinha passado, mas prometera a cinco anos atrás fazê-lo feliz para sempre.
— Ste-Steve mais... mais f-forte... – O menor viu sua voz falhar assim como suas pernas. O mais velho intensificou os movimentos entrando e saindo com rapidez. A sensação de ter o pau duro dentro de si pulsando e o invadindo com destreza e precisão era indescritível tudo que Gabriel podia fazer era gemer cada vez mais alto. – Aaaahhh... Isso, isso...
— Você pediu gatinho... – Steve segurou nos quadris magros e se afastou um pouco para poder contemplar seu pênis saindo e entrando do outro. Ele estava ficando ainda mais excitado e pode sentir que seu membro correspondia a sua excitação inchando ainda mais e pulsando dentro da entrada agora alargada, do seu companheiro.
Gabriel se permitiu gemer despudoradamente, por sorte moravam sozinhos em uma pequena cabana nos limites da fazenda, já subindo a montanha, então tinham bastante privacidade. O menor segurou firme contra as laterais do fogão enquanto sentia os movimentos fortes do parceiro, o sexo entre ele era sempre algo intenso. Gabriel suava e ofegava, gritou quando teve seu membro ereto em um aperto firme, a mão amorenada percorria toda a extensão do seu pênica em uma masturbação extasiante. Era demais, ele não iria durar muito, já podia sentir a conhecida onde elétrica crescendo dentro de si para percorrer toda a sua pele.
— E-eu v-vou... aaahhh... Não posso mais... – E com um grito esganiçado Gabriel gozou fartamente sujando a frente do fogão e a mão do amante.
Steve, quando teve seu pau comprimindo pelo orifício estreito, encostou a testa nas costas suadas do menor e rugiu gozando abundantemente, bombeou todo o seu líquido viscoso dentro de Gabriel enquanto se permitia aspirar todo o perfume que ele exalava.
— Você é delicioso... Nunca me canso... Você é tudo que eu preciso, eu te amo!. – O negro declara ofegante com os lábios rente ao ouvido no moreno.
Gabriel que estava de cabeça baixa, tentando respirar normalmente, levanta o rosto ao mesmo tempo que com uma das mãos trás a face de Steve para mas perto, afim de olhá-lo dentro dos olhos.
— Eu te amo, pois eu passei a existir quando te encontrei. – Os olhos úmidos do menor se fecharam no momento em que seus lábios foram tocados com devoção pela boca carnuda de Steve. Eles se beijaram com paixão, buscavam aproveitar cada segundo do ato, o osculo foi interrompido por Gabriel que sentiu cheiro de queimado.
— Ah... Lá se vai a panqueca. – Resmungou desligando fogo enquanto Steve arruma a sua bermuda – Terei que fazer outras. – Disse por fim começando a preparar mais massa.
Steve o beijou na nuca.
— Perdão a culpa foi minha, deixe-me ajuda-lo. – Ele jogou a panqueca queimada no lixo e lavou a frigideira antes de leva-la ao fogo novamente.
— Obrigado! Temos que ser rápidos já passa das dez e prometi ajudar Nathan e Luke com o almoço. Steve concordou e rapidamente eles terminaram e preparar o café, degustaram o mesmo entre carícias e uma conversa animada sobre o almoço de aniversário de casamento dos amigos.
♥♥♥ REDENÇÃO ♥♥♥
— Acalme-se homem, deste jeito vai fazer um buraco no chão. – Mary comentou irritada pelo estado de nervos do marido.
Jordan lhe lançou um olhar aborrecido e sentou-se ao seu lado no banco da rodoviária da cidade.
— Já era para ele ter chegado há uma hora. – O veterinário disse olhando para o relógio de pulso.
— Logo ele estará aqui. O ônibus deve está só atrasado mesmo, e, além disso, não deveria está neste estado de nervos, viu seu filho mês passado. Não é como o Luke que não o ver há anos. Já que ao contrário de você ele não podia ir para a Inglaterra quando “desse na telha”.
Jordan olhou novamente para a pequena mulher de gênio forte ao seu lado, ela era assim flava o que pensava e por mais que detestasse admitir a maioria das vezes estava certa.
— Veja acho que é o ônibus dele. – Mary falou animada se levantando e correndo até o veiculo que já tinha estacionado.
Um sorriso brotou nos lábios de Jordan ao ver seu filho mais velho descer do ônibus carregando uma mala e uma mochila e mais belo do que nunca.
Nick deixou a mala no chão quando o pai e a esposa o abraçaram com carinho.
— Filho como é bom vê-lo de volta.
— Sim e agora é pra sempre. – Nick mostrou a fileira de dentes brancos e perfeitos, ele estava belo e isso ninguém poderia negar. Nick passou os últimos cinco anos estudando na Europa e se formando com louvor na faculdade de veterinária. Claro que não foi fácil teve que se esforçar mais que os outros, pois sendo um tal neo precisava provar que não era apenas um rosto bonito e que tinha objetivos a conquistar. Sempre que a insegurança ou a vontade de desistir vinham sobre ele, o menor se lembrava da promessa que havia sido feita. Foi o amor que sentia por Brian que o manteve firme em seus ideais, que não o deixou sucumbir em desespero e solidão quando há três anos perderá o contato com o namorado, se é que ainda podia chama-lo assim.
— Fico feliz me ouvir isso. – Jordan acariciou o rosto delicado do filho – Vamos para casa.
— Não. – Nick suspirou e olhou serio para o pai – eu vou morar com o papai na fazenda, serei mais útil lá, pai.
Jordan não gostou do que ouviu.
— Você mesmo voltar para lá... Quer ser desprezado por aquele moleque mais uma vez, ele não te ama meu filho.
— Ele não me desprezou. – Nick respondeu com um bico olhando para os próprios pés, não deixaria que seu pai visse suas lágrimas, na verdade não gostaria que ninguém as visse estava cansado de chorar por Brian. Estava cansado do desprezo dele, sim por que foi isso que ele sentiu, se sentiu abandonado e desprezado, quando não teve mais respostas das cartas e nem telefonemas. – Preciso vê-lo e escutar da boca dele que ele não me ama mais. – Então por que não desistir, Nick ergueu os olhos para encarar o mais velho – Por favor, pai, eu ainda o amo. – disse por fim.
Mary olhava de um para o outro e não aguentando mais a indecisão de Jordan decide intervir.
— Que se dane! Vamos garoto... Temos uma festa para ir. – Ela disse puxando Nick pelo braço seguindo na direção do carro do casal.
— Eu não sou garoto, tenho vinte anos... Ei minhas malas. – Gritou para a mulher.
— Jordan para de enrolar e trás a bagagem do garoto.
— Não sou garoto. – Falou emburrado.
Jordan suspirou vencido e foi para o carro com as malas do filho, seguiram para a fazenda onde participariam da festa de aniversário pelo seis anos de casados de Nathan e Joshua.
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Brian estava de muito mal humor naquele dia. Nem mesmo paciência com seus irmãos menores, Sara e Paul, ele estava tendo, algo raro de acontecer, já que o menor vivia grudado nele. Tinha acabado de colocar o irmão caçula para dormir a pedido do seu pai, Nathan. E aproveitando que a casa estava cheia e todos animados para o almoço resolveu dá uma fugida, não estava a fim de socializar não hoje. Desceu as escadas pé ante pé, na intenção de sair pela porta dos fundos da casa sem ser notado, pura ilusão.
— Onde pensa que vai, Brian.
O loiro parou e se virou nos calcanhares, suspirou quando viu Nathan com cara de bravo, usando um avental branco com babados vermelhos e com as mãos na cintura o encarando. Ele realmente parecia uma mãe.
— Preciso resolver... q-quero dizer.. – gaguejou diante do olhar intimidador do mais velho.
Nathan relaxou os ombros e caminhou até o filho mais velho.
— Brian, você tem que resolver isso. Se quiser seu pai compra uma passagem de avião e você poder ir até a Inglaterra para vê-lo e vocês podem conversar; eu tenho certeza que tudo irá se resolver depois de uma boa conversa.
— Não posso fazer isso. Não quero obrigá-lo a passar o resto da vida com um caipira sem estudo ou educação. – O loiro deu as costas para o mais velho. Seu peito doía toda vez que pensava em Nick.
— Você não é um caipira e muito menos sem educação, só por que não cursou uma faculdade não quer dizer que seja um imbecil, será um se deixar a felicidade escapar. – Nathan segurou nos ombros do jovem e o virou para si, Brian estava mais alto que ele e mais forte também, mas isso não o intimidava – Você se tornou um belo homem, é inteligente, amoroso, forte, seu caráter é digno de um príncipe de contos de fadas.
Brian sorriu fazendo uma careta estranha.
— Diz isso por que é meu pai. – Falou por fim.
— Pode ser, mas não quer dizer que não seja verdade. Vamos quero você nesse almoço, afinal você é o melhor churrasqueiro dessa fazenda e não podemos deixar seu pai e Ryan queimarem a carne. – Nathan falou seguindo em direção a cozinha.
— Ok, vou só tomar um banho de cachoeira e volto pra ajudar.
Nathan virou-se para o filho mais uma vez, entendendo que ele precisava de um tempo sozinho.
— Sim, mas não demore.
Viu o loiro sair em direção a floresta e sorriu de leve, pois tinha tido um bom pressentimento. Assustou-se quando escutou algo se quebrando e virou-se a tempo de ver Joshua agachando e pegando os cacos de porcelana.
— Pelo amor de Deus Joshua, assim teremos que comer enfiando as mãos nas panelas.
Bufou e foi para cozinha verificar se tudo corria bem, logo mais a fazenda estaria repleta com os convidados e amigos.
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O carro parou em frente a casa principal da fazenda Redenção. O local estava decorado de forma alegre, uma cobertura provisória tinha sido construída, para abrigar os convidados nas dezenas de mesa espalhadas pelo local. Bandeirolas e balões coloridos cobriam as colunas e teto da cobertura, enquanto as mesas estavam forradas com toalhas de varias cores, tudo combinando perfeitamente.
— Parece que Luke deu seu toque pessoal aqui. – Jordan observou o local, depois abrir a porta do carro para Mary.
Nick saiu do carro olhando o lugar com atenção e sentindo seu coração acelerar, lembrava-se da última vez que esteve na fazenda, tirando o dia que teve que se separar de Brian, aquele tinha sido o pior dia de sua vida.
— Nick! Nick, meu filho... – Luke correu em direção ao filho assim que saiu de dentro da casa grande – Que saudades meu amor...Sentir tanto a sua falta... Por que não disse que voltaria? Pensei que só o veria no fim do mês. – Luke estava em prantos e a situação de Nick não era diferente – Deixe-me vê-lo – Falou separando o abraço e olhando o filho do alto da cabeça até os pés – Que belo rapaz você se tornou, pintou o cabelo e deixou crescer?
— Gostou? – Perguntou sorrindo passando a mão no rabo de cavalo no alto da cabeça.
— Sim está belo... Cresceu tanto... – O tal neo mais velho elogiou segurando o rosto delicado entre suas mãos – Venha quero matar a minha saudade. – Luke abraçou mais uma vez sendo retribuído pelo menor.
Logo todos os moradores da fazenda vieram cumprimentar os recém-chegados, um pequeno lanche fora servido enquanto todos colocavam a conversa em dia e depois de dá atenção a todos Nick pela milésima vez percorria os terrenos da fazendo com os seus grandes olhos vermelhos a procura daquele que sentira mais saudades e pelo qual seu coração sangrava pelo vazio presente.
— Ele está na cachoeira.
Nick foi tirado de seus pensamentos pela voz suave de Nathan, o mais velho tomou o copo de suco de suas mãos e olhou serio.
— Vá até ele e diga como se sente.
— E-eu não sei se ele vai me aceitar. Ele não me ama. – Falou triste e olhando para os próprios pés.
— Vocês são dois cabeças duras – Nathan pegou no braço do menor e o guiou até fora da casa, continuou falando enquanto se afastavam da casa – Sabe que Joshua e eu fazemos seis anos de casados hoje.
Nick afirmou com um aceno. E Nathan continuou.
— Se nós estivéssemos nos rendido aos obstáculos... Se eu não tivesse escutado meu coração eu não estaria aqui. Provavelmente estaria fugindo até hoje, me escondendo, morto ou pior não teria me permitido viver ao lado do homem que eu amo. – Eles pararam na entrada da floresta – Vá, pelo menos não terá arrependimentos por não ter tentado.
Nick olhou para a floresta, mas antes de seguir, voltou-se para Nathan o abraçando com carinho e sussurrando um “muito obrigado”. Ele respirou fundo e seguiu até a cachoeira ele amava Brian e o faria voltar pra ele nem que fosse a força.
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O barulho do rio chegou aos ouvidos de Nick, estava mais perto do seu destino, a cada passo sentia seu coração acelerar ainda mais. Ele parou atrás de algumas árvores quando pode ver a imensa cachoeira e rio seguindo seu curso com suas águas cristalinas. Levou um susto se escondendo rapidamente e conseguindo abafar um grito, quando a sua frente, um lindo rapaz loiro emergia completamente nu da água. O maior balançou os fios loiros que estavam em um corte repicado que iam até seus ombros largos e fortes. Nick continuou admirando o corpo escultural a sua frente, o peito era bem trabalhado, os braços eram formados por músculos definidos com certeza pelo trabalho na fazenda. Brian tinha se tornado magnifico, mais lindo do que Nick podia se lembrar. O menor ofegou e deu um passo para trás quando Brian chegou perto da árvore onde estava e pegou uma toalha, mas rapidamente ergueu o olhar ao escutar o barulho de galhos se quebrando.
— Quem está aí? – Bradou com sua voz grossa.
— Droga! – Resmungou Nick saindo de trás da árvore acenando sem graça – Olá... – cumprimentou corando fortemente ao está de frente com um Brian completamente nu sem nenhuma árvore ou mesmo um mantinho para ficar entre eles.
Brian por um momento se assustou com o estranho a sua frente, mas quando viu o jeito tímido e os grandes olhos vermelhos, sentiu que seu coração parou por alguns segundos.
— N-Nick!?
Nick ergueu a cabeça e encarou seu destino.
— Sim sou eu... Há quanto tempo Brian... Que bom que ainda se lembra de mim. – Falou sarcástico.
— Como poderia esquecer. — Murmurou mais para si mesmo, porém Nick pode ouvi-lo. – O que faz aqui? Quer saber... Não interessa, vá embora. – Disse de uma vez passando por Nick sem encará-lo indo até suas roupas.
Nick balançou a cabeça e sorriu irônico.
— É tudo o que tem para me dizer?
Brian sentiu mais uma vez seu coração falhar virou-se no mesmo lugar para ver as costas de Nick. Não conseguia falar, as palavras simplesmente morriam em sua garganta.
— Eu passei cinco anos da minha vida te esperando, três deles aguardando um único telefonema uma única carta e nada. Você sabe como foi esse tempo para mim, Brian? O tempo que tive que acreditar em você? Acreditar que você me amava e que iria me esperar? – O menor fechou os olhos sentindo a dor invadir seu peito e fazendo com que pesadas lágrimas brotassem dos seus olhos – Eu te amava... E você me prometeu que me amaria.
— E-eu... – Brian iria dizer que ainda o amava que somente achava que ele merecia alguém melhor, mas parou ao ver que Nick agora o encarava com rancor.
— Não precisa dizer mais nada, com certeza você deve ter achado alguém mais interessante, alguém que não seja diferente ou como eu. Um tolo. – Nick agora chorava abertamente deixando que todo o turbilhão de sentimentos que escondia viesse à tona – Pois saiba que eu me guardei pra você, todos esses anos não fiquei com ninguém dispensei a muitos, por que eu acreditava que meu amor me esperava.
Brian jogou as roupas no chão e se aproximou no amado. Ele estava mais lindo do que podia se lembrar. Tinha crescido alguns centímetros, seu corpo bem delineado podia ser visto mesmo sobre a calça de couro apertada e a bata de linho, seus cabelos antes perfeitamente presos em um rabo de cavalo agora se soltava ligeiramente à medida que Nick gritava e esbravejava para que se afastasse dele.
— Me perdoa! Eu jamais quis magoá-lo, pensei se não entrasse mais em contato com você... Bem... que assim você me esqueceria e encontraria outra pessoa e seria feliz. – Brian confessou sincero.
O tal neo respirou fundo limpando os olhos e o nariz. E encarou o maior confuso.
— Como assim alguém melhor? – Perguntou fugando.
— Alguém que não fosse um ignorante e um estúpido. – Falou abaixando a cabeça e achando o chão mais interessante.
— Tem razão.
— Como? – Voltou a encarar os orbes vermelhas.
— Você é um ignorante estúpido.
Nick vendo o outro olhá-lo com espanto prosseguiu.
— Porque só alguém assim para pensar uma coisa dessas. – Nick chegou mais perto fincando na altura do tórax do loiro – Não há ninguém como você e mesmo que eu procurasse em todo o mundo, não encontraria ninguém que eu desejasse e que fosse capaz de me fazer feliz como você.
Brian sorriu diante da declaração.
— Lembra quando fugimos da mansão, quando minhas mãos estavam frias e as suas estavam quentes? – Brian acenou – Então você cobriu minhas mãos com a sua fazendo com que as minhas ficassem quentes e as suas se tornaram geladas e você me disse “eu estou aqui”. – Brian admirou-se, não sabia que aquele simples gesto tinha significado algo para Nick – Sim, naquela noite eu percebi que queria está contigo para sempre.
O maior tocou com carinho a face do menor traçando delicadamente as marcas da bochecha e dos olhos, seus dedos fortes circularam em volta dos lábios avermelhados de Nick e ele sentiu vontade de prova-los mais uma vez, depois de tanto tempo. Então ele selou os lábios do menor com os seus.
Nick abriu a boca para aprofundar mais o beijo envolvendo o pescoço de Brian com seus braços, que por sua vez viu o beijo se tornar mais ardente e sem hesitar apertou a cintura fina com as suas mãos.
Quando eles finalmente se separaram eles respiravam afoitamente e Brian pode ver o desejo e a paixão estampados no rosto de Nick.
— Eu te amo. – Declarou por fim, arrancando um belo sorriso do menor que rapidamente se entregou a outro beijo agora mais cheio de luxuria e tomado de desejo.
— Eu te quero. – Nick falou sentindo a ereção de Brian contra sua coxa.
Brian engoliu em seco, mas sentiu como se fogos explodissem dentro de si.
— Tem certeza? – Perguntou rouco de desejo.
— Sim, eu já esperei demais. – Falou afundando seu rosto no pescoço do loiro.
Brian sorriu e ergueu o namorado em seus braços o levando para a margem do rio, o deitando sobre a relva que se estendia ali.
Brian beijou o pescoço do amado enquanto abria o zíper da calça que ele usava, depois que conseguiu liberar Nick da calça ele levantou a bata para depositar lambidas e mordias na barriga do tal neo. Nick sorriu sentindo cosquinhas ajudou Brian à retirar a bata e se deitou novamente na relva ficando somente com a roupa intima.
— Tão belo... – Brian falou acariciando a face, ombros, peito, barriga e descendo pelas coxas bem torneadas.
— Br-Brian... – sussurrou sensualmente quando sentiu que o maior o livrava da ultima peça de roupa.
— Não se preocupe eu vou te dar muito prazer. – As mãos fortes percorriam o corpo de Nick causando pequenos espasmos, ansiava por pertencer aquele que era o único dono da sua alma.
Nick sorriu timidamente e segurou nos cabelos loiros do namorado o trazendo para mais um beijo caloroso, as mãos de Brian seguraram o pênis semiereto do menor e o acariciou, ele gemeu baixinho contra a boca do outro ao sentir quando as mãos atrevidas o apertaram com vigor.
— Eu te quero tanto... – Sussurrou no ouvido do tal neo, mordiscando sua orelha, arrepiando-o completamente.
Nick sentiu que seu coração estava acelerado e sua barriga formigava, eles estavam excitados e ele sabia bem até onde tudo aquilo chegaria, mas não recusaria, ele o queria também com a mesma intensidade.
— Eu também te quero... – Brian encarou o menor e pode ver a decisão em seus olhos. Ele sem deixar de encarar o menor abocanhou o membro dele o fazendo se contorcer de prazer, Nick mordia os lábios para não gritar, não duraria muito se aquilo continuasse. A língua quente de Brian envolvendo seu pau o excitava de uma maneira jamais sentida, nem em seus momentos a sós quando estava em seu quarto pensando em seu namorado.
Brian percebeu que logo o namorado gozaria então parou a felação, subiu novamente em cima do menor e começou a beijá-lo no pescoço, tórax e a mordiscar de leve a sua orelha, Nick gemia baixinho totalmente entregue. Brian abriu as pernas do menor e novamente se infiltrou entre elas, ele segurou as coxas grossas com as mãos deixando a entrada exposta, sorriu quando viu o buraquinho rosado com que tanto sonhou e sem avisar enfiou a língua começando a lambê-lo com gosto. Foi com extremo cuidado que o loiro enfiou um dedo começando a preparação, não tinha lubrificante então ele teria que ser cuidado, afinal não queria machucar o tal neo e sim dar prazer.
Nick se contorcia, a principio com uma dor fina e incomoda, mas a gora que um segundo digito fora acrescentado a sua entrada a massagem intima se tornava mais e mais prazerosa, tornando difícil de conter os gemidos.
Depois de um tempo em que a respiração de Nick estava pesada e seu rosto afogueado pelo prazer, Brian não se aguentando mais, posicionou seu membro diante da entrada do amado.
Nick observava os movimentos de Brian imaginando como seria ter aquele membro de tamanho considerável dentro de si. Sua ansiedade crescendo mais e mais.
— Não temos camisinha... – Brian retesou e comentou – Digo... essa é a minha primeira vez e a sua também, falo isso por causa da gravidez.
— Eu estou me cuidando, não se preocupe. – Nick sorriu abrindo os braços para o loiro.
Brian se inclinou novamente sobre o corpo do menor ao mesmo tempo em que o penetrava de uma vez.
Nick gritou alto assustando alguns pássaros que estavam na árvore.
— Te machuquei? – Falou preocupado.
Nick negou com a cabeça, ele estava de olhos fechados tentando se acostumar com a dor, já tinha conversado sobre isso com seu pai Luke, ele tinha comentado que a primeira vez sempre doía e que depois o prazer viria.
Foi quando em um ato de carinho Brian tomou seu pênis me uma das mãos e começou a masturba-lo para diminuir o desconforto, Nick fechou os olhos tentando se concentrar no prazer que as mãos de Brian lhe proporcionavam, algo que pareceu funcionar, pois me pouco tempo os gemidos cadenciados de Nick começavam a ser ouvidos à medida que as estocadas iam aumentando o ritmo e velocidade.
Alheios ao mundo e imersos no conforto e calor dos próprios corpos, os dois jovens se deliciavam e enlouqueciam com os toques e beijos.
Brian saiu de dentro do moreno que não entendeu o que acontecia, sentiu o corpo ser virado de repente, Brian o colocava de quatro e montava nele novamente agora se aprofundando mais, Nick perdeu a força dos braços e caiu com o rosto na grama empinando mais a bunda para o deleite de Brian.
Nick esquecera toda a dor que sentiu no inicio agora ele estava completamente dominado pelo prazer de ser preenchido pelo membro do outro, ele somente podia gemer e gemer.
Para Brian as sensações não eram menos intensas, tudo que mais sonhou na vida ele possuía agora, não somente o ato do sexo de ter o corpo do menor a sua mercê, mas de que aquele era o momento que eles se uniam de corpo, alma e espirito e nada mais os separaria. O prazer ali, naquele momento os dominava totalmente. E Brian sentia-se tragado por todo o amor que sentia por Nick.
Não demorou para que Nick gozasse e trouxesse Brian com ele, ambos se derretendo e liberando a sua semente, enquanto Nick sujava a relva com o liquido perolado. Brian o preenchia com a sua semente.
Ambos exaustos caíram por sobre a grama. Nick com o rosto contra o chão sentindo o cheiro da grama e Brian de costas olhando para o céu azul.
— Caramba... Isso foi incrível. – Nick falou virando o rosto para Brian.
Brian sorriu.
— Sim foi, Eu te amo e de agora em diante quero fazer amor com você todos os dias. – Falou puxando o menor para os seus braços.
— Não sei se vou aguentar. – Nick respondeu fazendo uma careta de dor ao sentir a mão de Brian sobre suas nádegas. – Acho que não vai dá pra sentar, por um tempo. – Respondeu fazendo bico.
Brian gargalhou e roubou um beijo dos lábios rubros do tal neo.
— A propósito gosto do seus cabelo deste tamanho. – Falou acariciando os fios castanhos – Está me ouvindo...
Brian abaixou os olhos e viu que o menor ressonava sobre seu peito. Deixou que o amado descansasse um pouco até que fosse hora de voltarem, afinal ainda tinha um almoço para participarem.
♥♥♥ REDENÇÃO ♥♥♥
Dezenas de convidados estavam reunidos na fazenda Redenção havia muitos conhecidos, o dono da mercearia o Sr. Bret, o Xerife dentre outros moradores da cidade que tinham se afeiçoado ao casal, todos querendo desejar felicidades a Nathan e Joshua.
— Então Ruy saiu da cadeia? – Kai perguntou para o Xerife.
— Sim, na realidade ele não cometeu nenhum crime grave.
— Acho bom ele não aparecer por aqui. – Steve resmungou dando um gole no seu refrigerante.
— Tenho informações que ele saiu da cidade há dois dias. – O xerife informou.
— Não acho que ele seja tolo de aparecer ou tentar algo estupido por essas bandas novamente. – Carl comentou ao lado da esposa Mai Ling.
— Verdade. – Steve comentou vendo Brian e Nick saírem da floresta de mãos dadas. – Olha Kai, quem parece ter se acertado.
Kai sorriu para Nick e este correspondeu. Luke veio de encontro ao filho enquanto Brian seguia para a churrasqueira para auxiliar o pai. Joshua agradeceu a ajuda do filho e se retirou indo procurar Nathan. Steve, Kai e Carl foram ajudar o menor enquanto Nick e Mai Ling foram ajudar Luke servir os convidados.
Joshua entrou na cozinha e não viu o esposo, passou pela sala e nem sinal do moreno. Decidiu verificar no quarto do casal mais também não o achou, foi quando ouviu um barulho vindo do banheiro do corredor que seguiu até o cômodo.
Abriu a porta e tomou um susto, o caos era total. Dentro de uma banheira parcialmente cheia se encontrava três crianças, dois pequenos tal neos e uma menina de seus doze anos e jogado ao lado do banheiro sentado em um chão ensopado estava Nathan coberto com espuma dos pés a cabeça.
— Por Deus, o que aconteceu? – falou ajudando o esposo a se colocar de pé.
— Seu filho se juntou com Aidan e Sara para bagunçar na hora do banho. – Resmungou o moreno.
Joshua se segurou para não rir da situação de Nathan todo molhado e coberto de espuma.
— E pelo jeito você também entrou na brincadeira. – Joshua resolveu provocar – Amor você não é mais criança e, além disso, nossos convidados já chegaram.
Nathan estreitou os olhos e apontou para o peito do marido.
— Então se o senhor não quiser ficar sem tocar nesse corpinho aqui por um bom tempo é melhor tirá-los desse banheiro. – Nathan falou seguindo até a porta.
— Você devia saber que greve de sexo nunca funciona, por que você sempre acaba cedendo. – Joshua gargalhou quando Nathan lhe mostrou a língua para depois sair do banheiro pisando duro.
Era sempre, bom provocar o menor, pois quando eles se acertavam era como se estivessem juntos pela primeira vez. Joshua se voltou para os filhos e com a ajuda de Sara tirou os meninos do banho, os arrumou e convocou os gêmeos adolescente para cuidar dos irmãos.
— Posso entrar. – Disse colocando a cabeça para dentro do quarto.
Nathan fez bico e deu uma muxoxo, mas não disse nada.
— Está chateado com alguma coisa? Fiz algo que lhe aborreceu? – Joshua se aproximou do menor que estava sentado em frente ao espelho se arrumando.
Nathan suspirou.
— Não você é sempre perfeito. – Ele se virou para o maior que tinha ajoelhado a sua frente – Deve ser esses malditos hormônios.
Joshua franziu a testa.
— Mas... Você só fica com essas oscilações de humor quando...
— Sim. – Nathan falou abaixando a cabeça.
— Oh Meu Deus! – Joshua gritou levantando Nathan no ar. – eu vou ser pai novamente.
Se dando conta do fato ele coloca Nathan novamente no chão e acaricia o ventre por sobre a roupa.
— Você está bem? Eu te machuquei? Te deixei tonto? – Perguntou preocupado.
Nathan negou com a cabeça.
— Você não está chateado? – Nathan perguntou receoso.
— Por que ficaria?
— Você já tem tantos filhos e já temos tantos moradores na fazenda...
— Shi... – Joshua calou os lábios do moreno com o dedo – Não diga isso, não importa quantos filhos tivermos, se todos vierem de você serei o homem mais feliz desta terra. E quanto aos nossos amigos eles ajudaram a fazer da fazenda Redenção um lugar mais próspero, e como seu nome diz é um lugar onde todos aqueles que querem uma segunda chance de ser feliz na vida, a tem aqui.
— Sim. – Nathan sorriu lindamente – Você tem razão. E viva a felicidade, não importa de que forma ela vier.
— Ela será sempre bem vinda.
Joshua segurou a cintura do esposo e o trouxe para mais perto, com carinho um beijo foi iniciado, caricias foram trocadas e um amor reafirmado. Um amor que venceu todas as barreiras impostas pelos homens.
Nathan e Joshua comemoraram muitos e muitos aniversários juntos. As famílias que viviam na fazenda continuaram amigas pela vida toda.
Luke e Kai continuaram juntos por muitos anos até que uma grave doença levou Luke em uma noite chuvosa. Deixando para trás Kai com a promessa que cuidaria de Aidan.
Carl e Mai Ling tiveram dois filhos, um se tornou advogado e o outro mais velho se tornou médico e se casou com Paul que se tornou um jovem estilista de sucesso.
Nick e Brian também se casaram e continuaram na fazenda, tiveram dois filhos gêmeos uma menina e um menino tal neo.
Michael e Matheus se mudaram para outra cidade onde montaram uma transportadora de grãos, os dois nunca se casaram e vivem juntos até hoje.
Sara se tornou uma bela mulher, se casou com o filho do Xerife e trabalha como professora na escola da cidade.
Steve e Gabriel resolveram adotar uma criança, e se apaixonaram por um bebê tal neo que encontraram no orfanato, os novos papais lhe deram o nome de Thomas.
E depois de cinquenta anos de casamento, Joshua descansou. Nathan o seguiu um mês depois e conforme o desejo deles foram enterrados em baixo da árvore onde muitas vezes Joshua amou Nathan.
FIM
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