Redenção

16 Capítulo 15


Notas iniciais
Boa noite povo lindo... Aos "Cunrintianos" parabéns...
Espero que curtam o capítulo, não deu para escrever tudo o que eu queria se não o capítulo ficaria imenso....rsrsrsrs
Não está betado, perdão pela minha falta de intimidade com a ortografia e o português.

Capítulo 15

"Quando Deus quer enviar um desastre em uma pessoa, envia primeiro um pouco de sorte para apreciar e ver se você pode recebê-la de uma forma digna.” Provérbio Chinês

As coisas na fazenda estavam tranquilas. Desde que os Joshua e Jordan haviam ido para a cidade, há quatro dias. Todos trabalhavam duro para manter a ordem na propriedade. Nathan distribui as tarefas de acordo com a capacidade de cada um e juntos eles se esforçavam para honrar a confiança que lhes foi depositada.

Sara cuidava das galinhas e porcos a pequena era responsável pela coleta dos ovos e alimentação dos bichos. Os gêmeos cuidavam dos cavalos e das poucas cabeças de gado, Nathan e Luke além de cuidarem da casa, prepararem a comida era deles a responsabilidade de arar a terra e preparando para a plantação das sementes que chegariam. Enquanto Brian e Nicholas cuidavam da segurança da propriedade eles faziam rondas pelas terras consertavam a cerca quando era danificada e colocavam armadilhas em volta da casa para evitar que algum animal selvagem se aproximasse.

— Terminei Nick. E como você está indo? – Brian perguntou retirando o chapéu e enxugando o suor da testa.

Nick se levantou e olhou o trançado de arame que tinha feito. Ele e Brian estavam desde de manhã consertando a cerca nos limites da propriedade, e somente agora no fim do dia é que haviam terminado.

— Terminei, toma veja se está bom. Aí... – O pequeno tal neo se corta ao pegar os embolado de arame farpado.

— Ei...cuidado – Brian se aproximou segurando a mão do menor em frente ao seu rosto – Seu dedo está sangrando, por que não calçou as luvas.

— Ah.. eu me esqueci. – Nick disse fazendo bico e com lágrimas nos olhos.

— Não precisa chorar seu bobo, não é grave.

— O que está fazendo? – O moreninho perguntou quando Brian colocou seu dedo na boca e começou a chupar.

— Pronto! agora vai parar de sangrar, vamos enrolar isso em volta... Prontinho.

— Obrigado. – Nick agradeceu sorrindo olhando para o lenço enrolado em seu polegar.

Brian ficou olhando o menor por um tempo e acabou se perdendo na face de bochechas coradas devido ao sol da tarde, os cabelos negros que tapavam os olhos intensamente vermelhos. As mãos delicadas que pegaram a camisa que tinha sido retirada em algum momento devido ao calor e com uma graça incomum há um garoto começaram a vesti-lo. O loiro ficou admirando a dança harmoniosa dos gestos do amigo, enquanto se perguntava que gosto teria aqueles lábios pequenos e vermelhos.

Foi tirado de seus pensamentos ao escutar a voz melodiosa perto do seu ouvido.

— Vamos está tarde, meu pai deve está preocupado.

— Sim. – Brian jogou o arame farpado perto da cerca e seguiu o moreno até os cavalos que tinham ficado em baixo de uma macieira.

Ele observava o caminhar sinuoso do outro, admirando o requebrar dos quadris bem feitos, quando de repente Nick tropeçou na raiz da árvore e Brian correu a tempo de segurá-lo pela cintura e de frente para si.

Os dois ficaram se encarando por alguns minutos que para ambos era como se o tempo tivesse parado. Brian segurou a nuca de Nick com a mão livre e lentamente foi aproximando os rostos até que houvesse somente um roçar de lábios.

— Posso? – O loiro perguntou baixinho.

Nick sentiu o hálito quente contra sua face e assentiu suavemente fechando os olhos.

Brian tocou os lábios pequenos com os seus e acariciou de leve a costura que os unia. Deu um leve selinho e depois outro mais demorado. Separou as bocas endireitando o corpo do tal neo que parecera derreter em suas mãos.

— Isso foi bom.

— Sim, sempre sonhei que meu primeiro beijo fosse com alguém que eu gostasse. – Nick falou corando e abaixando a cabeça para evitar olhar para o maior.

— Eu também. – O loiro sorriu — É melhor voltarmos temos um longo caminho e parece que vem vindo uma tempestade.

— É verdade, vamos.

Brian ajudou Nick subir no cavalo e depois deu uma olhada no céu que ia ficando escuro, ele subiu em sua montaria, ainda daria tempo de chegarem em casa sem se molharem.

♣Redenção♣

Nathan passou os dias ocupados com seus afazeres e tentava passar o menor tempo possível no mesmo lugar com Luke. Quase sempre suas tentativas eram frustradas, pois o maior parecia saber sempre onde encontrá-lo. O problema não era somente as palavras do tal neo mais velho e sim a sua atitude prepotente que de certa forma não contrastava com o novo ambiente que ele vivia e lhe trazia memórias dolorosas. O que amenizava esses momentos era pensar em Joshua e em quanto se amavam, também quando sentia a pequena forma se desenvolvendo dentro do seu ventre e o carinho dos seus outros filhos. Nathan chegou à conclusão que por mais que Luke pregasse que ele era um homem de família e que era um puritano, Nathan sabia que de alguma forma o maior não era feliz e que lhe faltava algo. Que o mais novo com toda certeza possuía. O amor de sua família.

Depois de perceber que as nuvens carregadas se aproximavam mais ele foi ajudar os filhos a trancar as galinhas no galinheiro e os outros animais no curral, assim poderia se distrair e não precisaria ajudar Luke na preparação do jantar. Agora ele voltava para casa, mas estancou surpreso à porta da cabana, quando viu a cena no meio da sala.

— Por que fez isso? Por que me bateu? – Nick estava com os olhos cheios de lágrimas e com a mão no rosto.

— Nunca mais me responda nesse tom. E está proibido de sair de dentro dessa cabana sem a minha autorização. Seu irresponsável. – Luke estava em pé diante do filho com um semblante contrariado – Agora vá para o quarto e cuide do seu irmão.

Nathan viu o menor subir os degraus de madeira em direção ao andar de cima, fechou a porta da cabana enquanto Luke seguia em direção a cozinha.

— O que aconteceu? – Nathan colocou a cesta de legumes e hortaliças em cima da bancada da pia e começou a lavar os ingredientes da sopa.

— Ele está cada dia mais rebelde, mas eu não terei um filho rebelde Nathan. Pois eu sei muito bem o que acontece quando se tem filhos tal neo rebeldes. Eles se tornam uns promíscuos. – Ele mexia furiosamente a carne na panela.

Nathan o olhou de relance e comentou hesitante:

— Nick é um bom garoto ele jamais seria um rebelde.

Luke largou a colher em cima do fogão e por um momento o mais jovem pensou que ele avançaria contra si.

— Nathan, você precisa entender, se quiser que seu filho seja um homem descente, ele precisa saber que nós sempre temos a razão. Filhos não sabem o que fazem e não sabem tomar decisões sozinhos. E por mais que Brian seja um bom garoto, eu não o quero perto do meu Nick. – Luke se voltou novamente para o fogão – Eu sei o que ele quer, pedirei a Jordan que fale com Joshua quando eles voltarem e antes que Nick se perca encontrarei um esposo na cidade para ele, um homem mais velho que saberá cuidar dele.

— Irá fazer seu filho se casar com alguém que ele não ame? – Nathan estava chocado.

— Um tal neo não se casa por amor Nathan e sim porque não temos outra opção honrosa. Ou nos casamos ou...

— Você não amava Jordan quando se casou com ele?

— Você amava Joshua? – Nathan não podia acreditar no que escutava – Ah! Qual é Nathan? Você realmente casaria com um homem cheio de filhos, para morar em um fim de mundo, se tivesse outra escolha?

— Não tenho dúvidas que amo Joshua e que ele me ama na mesma medida ou até mais. Claro que nos conhecemos em um momento inusitado... – Nathan respirou fundo e encarou o homem a sua frente – Nenhum homem teria feito o que ele fez se não existisse amor.

A porta da cabana foi aberta novamente e por ela um trio tempestuoso passou interrompendo o que Luke ia dizer.

— Pai fala para eles, que não podemos comer o coelhinho. – Sara segurava um coelho branco de olhos vermelhos opacos, ela ergueu o peludo na frente de Nathan – Veja pai ele tem os olhos como os seus e se ele estiver com filhotinhos na barriga?

— Tem razão meu amor, ele é lindo. – Nathan acariciou os pêlos macios do animal e olhou para os gêmeos – Mat e Mike não aborreçam a irmã de vocês. Deixem os animais dela em paz.

— Sim senhor. – Responderam em uníssono.

— Sara, tem que entender que animais são para comermos e não brinquedos.

— Não os meus coelhinhos e pintinhos. – a menina falou chorosa.

— Sara meu amor não liga para o que seu irmão diz. Eu não deixarei que ele mexa com os seus bichinhos, agora vem está na hora do banho daqui a pouco vamos jantar. – Ele pegou a pequena no colo.

— Posso levar o coelhinho? – Fez bico para o pai com o coelhinho nos braços.

— Sim meu bem, mas ele vai ficar no quarto enquanto você toma banho, afinal ele não pode molhar.

— E os outros? Eles vão se molhar no cercadinho vai chover papai.

— Mat e Michael peguem uma bacia forrem algum pano que não usamos e coloquem os coelhos da sua irmã e os tragam para a cabana.

— Bichos dentro de casa, Nathan isso não posso aceitar. – Luke bradou indignado.

Nathan que já estava saindo da sala voltou-se para o mais velho e falou sorrindo simples.

— Minha casa, então os bichos dos meus filhos ficam.

Ele deu as costas novamente para Luke e seguiu com a menor para o banheiro. Mat e Michael saíram para cumprir a ordem de Nathan.

Luke por sua vez resmungou algo sobre se Nathan fosse seu filho ele lhe ensinaria boas maneiras e voltou-se para as panelas.

♣Redenção♣

Na cidade Jordan estava encostado na caminhonete que estava estacionada a frente à prefeitura da cidade. Era fim de tarde e o dia havia sido muito longo, tudo que ele queria era voltar para o hotel e tomar um bom banho. Então deu graças aos céus quando viu o seu mais novo amigo sair da prefeitura.

Joshua sorria passando os olhos na escritura da fazenda que agora era sua novamente, depois que tinha pagado toda a divida com o banco.

— Encerramos por hoje? – Joshua ergueu a cabeça ao escutar a voz do veterinário.

— Sim, podemos comer alguma coisa e descansar. Bret nos chamou para jantarmos com ele.

— Eu até posso comer com vocês mas depois a sobremesa será a Marie. – o veterinário sorriu sacana.

Joshua ficou serio e subiu na caminhonete.

— Joshua não seja bobo, que tal nos dois dividimos aquela loira gostosa? Ela parece gostar de você. Ficou decepcionada quando descobriu que você tinha casado.

— Eu amo Nathan e jamais faria nada para magoá-lo. – ele deu partida no veiculo e seguiu para o apartamento de Bret que ficava acima da mercearia.

— Eu também amo Luke só que às vezes sinto falar de um belo par de seios e uma vagina. Eles não precisam saber afinal eu já sei o seu segredo e você sabe o meu, o que é mais um?

— Você prometeu não contar para Luke sobre o passado de Nathan e eu prometi não falar sobre suas puladas de cerca. Então estamos quites vamos acabar com essa conversa.

— Ok, não está mais aqui quem falou.

O apartamento de Bret era bem mobilhado e confortável. O mais velho os levou até a sala de jantar onde uma cozinheira mexicana lhe serviu um saboroso rosbife com batatas, conversaram animadamente sobre política, religião, nenhum dos dois concordava com a opinião do outro mais não teve muitas desavenças no final. Depois que o café foi servido Jordan se retirou deixando os dois homens a sós.

— Tome licor de ginseng importado da Coréia. Dominique encomendou uns e resolvi extraviar um para mim. Prove é muito bom. – Joshua torceu o nariz ao escutar o nome do homem que desgraçara a vida de Nathan.

Joshua provou o liquido doce realmente tinha um sabor peculiar.

— Dominique não é o dono do tal neo? – Joshua resolveu saber se aquele sádico ainda procurava por seu esposo

— Era meu amigo...era... Não é que o pequeno conseguiu escapar e faz cinco meses que Dominique o procura por todos os cantos. Ele está oferecendo uma enorme recompensa, com o dinheiro daria para comprar metade dessa cidade. Dizem que ele fugiu com o segurança, parece que os dois tinham um caso. – O homem tomou um gole da sua bebida – Você lembra dele, aquele grandão que você achou que era o marido dele. Pois bem os dois pombinhos sumiram no mundo.

— Acho que eles estão por perto?

— Duvido, se o tal de Carl for esperto deve tê-lo levado para longe e casado com ele, para garantir que Dominique não o tome de volta. – Bret se inclinou em direção a Joshua o chamando para mais perto – dizem que ele está mais louco do que nunca e que já matou três dos prostitutos da casa, tudo para descontar a raiva. – O mais velho pegou o cálice da mão de Joshua e foi até o bar enchendo novamente – Ele acha que Nathan está por perto, por isso oferece a recompensa. Eu já acho que ele está errado.

Joshua ficou pensando nas palavras do vendedor enquanto terminava a sua bebida.

— E essa aliança em sua mão esquerda, voltou a usá-la? Pensei que já tinha superado a morte de sua esposa?

— Essas coisas são difíceis de esquecer. Bem Brent agradeço o jantar mas tenho que ir, amanhã pegamos a estrada cedo.

— Certo meu amigo foi um prazer poder vê-lo, mande lembranças para as crianças e as traga da próxima vez, acho um absurdo você deixá-las sozinhas na fazenda.

— Sim pode deixar. – Não que não confiasse em Bret, mas Joshua achava melhor por enquanto manter seu casamento em segredo ainda mais quando soubera que Dominique não desistiu de caçar Nathan. – Quando que pode me mandar os tratores e os animais?

— Semana que vem eles já estarão na fazenda pode contar com isso, agora e a picape já vai levar?

— Sim, compramos muitas sacas de sementes, ração para os animais e algumas outras coisas.

— Certo, então boa viajem. – Brent apertou firme a mão de Joshua retribuiu o cumprimento ele colocou o chapéu e se retirou para o hotel, esperava que Jordan já tivesse terminado com Marie.

♣Redenção♣

A chuva caia forte sobre as terras da fazenda redenção, a energia já tinha ido embora há um bom tempo e a casa estava iluminada com o fogo da lareira, graças aos céus Brian tinha lembrado-se de cobri-la antes da chuva começar a cair, pois era graças ao fogo que crepitava que Nathan, Luke e as crianças se mantinham aquecidas.

Nathan estava sentado em uma poltrona ao lado da lareira com as crianças ao seu redor ele contava a história de Davi e Golias, Brian parecia aborrecido sentado na mesa limpando a espingarda. Luke ninava o pequeno Aidan enquanto Nick estava sentado enrolado em um cobertor perto de Nathan, quem o visse diria que ele estava prestando atenção na história, mas seus pensamentos estavam bem longe, ele não conseguia tirar da cabeça a sensação de ter os lábios tocado pelos de Brian, e também não consegui tirar a tristeza de seu coração, ao escutar as palavras do seu pai. De que ele não deveria mais se aproximar de Brian.

Nathan terminou a história e fechou a bíblia. Ele olhou para o filho mais velho e depois para Nick e suspirou, ele tinha que fazer algo a respeito. Mas quando ia abrir a boca para falar com Luke, todos se assustaram a escutar fortes batidas na porta da sala. Os cães começaram a latir acordando Aidan que começou a chorar. Sara subiu para o colo de Nathan que também estava um pouco assustado, afinal era muito tarde e quem seria embaixo daquela tempestade? As batidas persistiram.

— Nick pegue seu irmão e as crianças e se tranquem no alçapão. – Nathan passou Sara para o colo do tal neo menor – E por nada nesse mundo saia de lá, só se eu ou seu pai te chamarmos.

O moreninho assentiu e saiu com as crianças para o sótão.

— Você pretende atender? – Luke falou apreensivo.

— Eu não queria, mas não acho que a pessoa irá desistir e pode ser alguém precisando de ajuda. – Nathan foi para a sala e quando os outros dois se aproximaram segurando lampiões ele falou:

— Brian prepare a arma. Luke esteja preparado.

Os três se entreolharam, Brian engatilhou a espingarda e Luke tomou uma postura rígida, como um lutador de boxe.

Nathan suspirou a abriu a porta saindo rapidamente da frente, Brian apontou a arma, na altura do peito de um dos três homens encharcados.

— Por favor precisamos de ajuda o nosso amigo se feriu em uma armadilha. – O mai lato dos três pediu.

Nathan apareceu a porta e por um breve momento analisou os três.

— Entrem o coloquem sobre o sofá perto da lareira. – Nathan fechou a porta depois que os homens passaram, dois deles carregavam um menor que tinha o pé preso em uma armadilha de aço.

Luke se aproximou examinando o rapaz que parecia está desmaiado.

— Há quanto tempo ele está desacordado? – O tal neo mais velho começou a retirar as roupas molhadas do rapaz – Nathan me arrume uma faca. Brian cadê a chaves dessa porcaria.

O homem viu o menino sair correndo e voltar logo depois com um molho de chaves.

— Há uma meia hora. Estávamos acampando, quando a tempestade começou tudo que tínhamos foi levado, e quando procurávamos um abrigo ele prendeu o pé nessa coisa.

— Que estanho, todos sabem que não se pode acampar nessa época do ano nas montanhas. – Brian comentou enquanto Luke abria a armadilha e retirava o tornozelo do rapaz.

— Nathan preciso de água quente e cobertores, você tem analgésico e anti-inflamatórios?

— Sim...

Nathan ligou o fogão e encheu um caldeirão com água, depois foi até o quarto dele e pegou dois cobertores, pegou também algumas roupas de Joshua uma muda de roupas suas. Foi até o banheiro e pegou a caixinha de remédios ao passar pela sala entregou para Luke o que ele tinha pedido.

— Temos um banheiro no fim do corredor vocês podem trocar de roupa lá, acho que as roupas do meu marido devem servir. – Ele entregou as mudas de roupas para os dois homens que o encaravam intensamente. – Eu me chamo Nathan, esse é meu filho Brian e meu amigo Luke.

— Dois tal neos? Isso é incomum, eu me chamo Kai esse aqui é meu amigo Steven – O negro acenou – E aquele ali – Ele apontou para o ruivo deitado no sofá – é o Ruy.

— Um índio, um negro e um ruivo... também não é todo dia que se vê.

Ambos riram e apertaram as mãos. Kai e Steve seguiram para o banheiro, enquanto Nathan se perguntava se havia feito a coisa certa.

— Kai você sabe quem ele é não sabe? – Steve perguntou enquanto retirava a roupa molhada.

— Sim, eu o reconheci.

— O que faremos?

— Nada... Por enquanto.

Continua...

Notas finais
PS: está sem imagem pq não achei nenhuma que combinasse com o capítulo...rsrsrsrs
Obrigada a todos que leem e comentam beijos pra vocês e ao silenciosos os meu respeito. Vocês são a minha inspiração, bjs!!!