Notas iniciais
Oi, gentem! ALGUÉM AI? VOLTEM E ME PERDOEM POR FAVOR!!! Como eu disse no grupo: Sim, eu sei que sumi. Ou melhor, praticamente morri se levarmos em conta a data da última postagem. Foram vários fatores que fizeram com que RDS ficasse sem capítulo por tanto tempo, e por meio desse post quero pedir mil desculpas para vocês!!!!!! Mas acredito, que mais que um pedido sincero de desculpas (me perdoem, please )são necessárias atitudes que mostrem mesmo que eu sinto muito pelo tempo que RDS ficou parada. (Capítulos, Capítulos, Capítulos! ) E sim, o capítulo é pequeno. Mas é que ele faz parte de uma transição... Daqui para a frente as coisas simplesmente não param de acontecer. Sem mais delongas, boa leitura!

Rosalie se olhou mais uma vez no espelho, certificando-se de que estava bonita, ou ao menos apresentável, já que sempre era tomada por aquele tipo de insegurança a cerca de sua aparência quando iria sair com ele.

Ela riu nervosamente, passando as mãos pela saia rosa estampada e conferindo a leve maquiagem. Decidiu-se que, quanto mais checasse, mais insegura ficaria, então era melhor parar logo com aquilo. De qualquer forma, já estava quase na hora combinada e ela não queria deixá-lo esperando.

Saiu do cômodo com um sorriso feliz estampando o rosto de boneca e rumou para o quarto de Esme, querendo dar um beijo na mãe antes de sair de casa.

Desde o incidente do baile de formatura, Esme mantivera a sua palavra, e Rosalie não vira a mãe sob efeito de remédios até então.

É claro que havia os dias piores, em que as mudanças de humor dela eram contínuas e difíceis de lidar, mas Rose sabia que era parte da abstinência, e até para isso Esme finalmente concordara em procurar ajuda médica.

Aos pouquinhos, ela sentia a mãe mais participativa em sua vida, entrando em seu quarto, perguntando-lhe discretamente sobre seus gostos, seus livros preferidos, seu gênero musical.

Rosalie sorriu, empurrando a porta do quarto de Esme com cuidado. As coisas já haviam melhorado, e ela tinha a situação de que melhorariam ainda mais.

Tudo finalmente ficaria bem.

No entanto, bastou adentrar o quarto da mãe naquele final de tarde para que as pernas tremessem em um prenúncio de que a terna esperança iria ruir.

Vários vidrinhos de remédios encontravam-se vazios em cima da cama. Não! Aquilo não poderia estar acontecendo! Marie tinha jogado os remédios fora, ela assegurara Rosalie daquilo.

Os passos vacilaram, e Rosalie escrutinou o quarto com os olhos verdes, vendo a luz da suíte acessa. Não, não, não… aquilo não poderia estar acontecendo. Não poderia. Ela não estava preparada… Se desse o próximo passo, o que encontraria? Eram muitos remédios. Remédios demais.

O corpo pequeno pendeu para trás, um gesto inconsciente de autopreservação.

Queria correr, sair dali, fugir da verdade iminente que encontraria. Mas não podia, justamente, porque eram remédios demais. Esme poderia precisar dela. Poderia precisar… de um hospital.

Rose soluçou com a resolução, aproximando-se da porta do banheiro, os olhos ardendo, externando aquele sentimento estranho que comprimia seu peito.

E se ela tivesse chegado muito tarde? Os olhos verdes se arregalaram e ela entrou no banheiro em um rompante, chamando a atenção da Esme, que devolveu os olhos arregalados que a filha lhe cedia.

— Rose?

— Mãe?

O cabelo de Esme estava uma desordem completa, e os olhos cor de mel lacrimejantes e vermelhos. Mesmo assim, ela não parecia dopada ou coisa pior. Rose aproximou-se com cuidado, tentando compreender o que acontecia ali.

— Eu menti, filha. – A voz vacilou, e Esme fugiu do olhar da caçula, mirando o vaso sanitário e o que acabara de fazer. – Eu tinha mais. Eu tinha... muito mais.

Rosalie sentiu o coração apertar e aproximou-se mais da mãe que, subitamente, pareceu muito pequena dentro do cômodo branco. Seguindo o olhar de Esme, ela finalmente entendeu do que aquilo se tratava.

— Mamãe... – sussurrou assustada, vislumbrando inúmeros comprimidos dentro do vaso sanitário. – A senhora não...

— Eu queria, Rose – Esme a cortou, respondendo a pergunta não feita. – Por Deus, eu precisava. Mas eu não posso... Eu simplesmente não posso fazer isso comigo. Fazer isso com você... de novo.

Rosalie sorriu tristemente enquanto uma lágrima rolava pela bochecha rosada. Em um movimento repentino, ela passou um braço pelos ombros da mãe, apertando-a em um meio abraço, um gesto de amor, orgulho e apoio.

— A senhora está indo muito bem, mãe – ela garantiu, deixando que a cabeça se apoiasse no ombro da matriarca.

Esme sorriu, apertando o corpo pequeno de Rose como podia.

— Quando foi que nós invertemos os papéis? – perguntou tristemente, mesmo que em seu interior já soubesse a resposta e se condenasse por aquilo. Desde sempre.

No entanto, a resposta de Rosalie não foi a que esperava.

— A senhora sempre foi minha mãe e eu sempre fui sua filha – sussurrou calmamente –, mas nós temos que cuidar da senhora primeiro, mãe, e então depois vai poder cuidar à vontade de mim.

Esme balançou a cabeça, não só concordando, mas também ansiando por aquilo. Levou a mão até a descarga, disposta a acabar com aquela história. No entanto, assim que os dedos finos tocaram a peça metálica, ela titubeou. Não que quisesse salvar os remédios, até mesmo porque eles não podiam mais ser salvos, mas era perturbador ver que o amenizador de sua dor e, ao mesmo tempo, seu maior arrependimento na vida, simplesmente sumiria, levado por meio litro de água.

É claro que não sumiria de verdade, afinal, ela tinha uma marca e, mais que isso, tinha que lidar com as consequências do erro agora. Mesmo assim, era estranho ver um problema companheiro de anos simplesmente descer pela tubulação da casa.

Perdida em seus próprios pensamentos, Esme só viu o que Rosalie fazia quando sentiu a mão dela em cima da sua na descarga.

— A senhora pode fazer isso, mamãe. Eu sei que pode – ela instigou, ao passo que Esme concordou com a cabeça.

Apertando juntas enquanto olhavam-se nos olhos, mãe e filha ouviram o barulho da descarga.

~-~

No momento em que Isabella ouviu o clique da maçaneta indicando que a porta havia sido fechada, as dúvidas surgiram em total desordem, gritando dentro da cabeça perturbada.

Ela nem mesmo conseguia dar voz para alguma delas, ou discernir algum ponto do emaranhado de questões que se digladiavam bravamente por espaço dentro de sua mente, fazendo com que Isabella pudesse literalmente matar por um banho submerso e silencioso em sua banheira vitoriana.

A porta estava fechada novamente, como se nunca tivesse sido aberta. Mas tinha sido. Seu segredo... sua vontade íntima, exposta. Exposta para o federal. Como nunca estivera para ninguém antes.

Isabella arregalou os olhos, dando-se conta, talvez pela primeira vez, que jamais cogitara mostrar aquele quarto para alguém, que não chegara nem perto do que acabara de fazer. Nem mesmo com Alice.

Aberta, exposta, passível de observação.

Ela não sabia o que estava sentindo, se aquilo fazia parte de algum tipo tardio de arrependimento, se não deveria ter feito, ou se deveria.

Ela abaixara a guarda. Abaixara e não havia mais volta... Edward vira demais.

— Isabella?

Acordou de suas questões com o seu nome sendo chamado com uma nota de preocupação pelo federal. Levantou os olhos, encontrando os dele.

Deveria fugir? Mas... para onde? Agarrar-se as questões que ele ainda não sabia e se fechar nelas? Ela deveria parar aquilo, parar de deixar Edward entrar aos poucos como fazia, como percebia que estava fazendo durante todo esse tempo. De pouco em pouco, ele sabia cada vez mais, e chegaria o momento em que simplesmente não conseguiria dar meia volta.

— Isabella... o que há?

Ela deveria... Mas não era o que faria. Olhando naqueles olhos verdes quentes, ela só poderia pensar em um único próximo passo. Precisava daquela sensação de completude que só o federal era capaz de proporcionar.

Com um movimento que Edward nem sequer vira acontecendo, Isabella agarrou a garganta masculina com uma mão, chocando-o contra a parede. O federal franziu as grossas sobrancelhas enquanto encaravam-se sem ao menos piscar. Ela sentiu o pomo de adão mexendo-se embaixo de sua mão e apertou a garganta dele com mais força.

— Isabella... – Edward começou, com a voz engasgada.

— Cale a maldita boca, Federal.

E como para perpetuar seu ponto, Isabella uniu as bocas com ferocidade, pegando Edward totalmente de surpresa. Beijaram-se afoitamente, como se nunca pudessem ter o bastante do outro. As línguas se enroscando e rendendo-se uma à outra, experimentando o gosto, causando sensações.

A mão que estava na garganta de Edward foi parar em sua nuca, os dedos embrenhando-se nos cabelos loiros e puxando-os para trás. Isabella ouviu um gemido saindo entre os lábios do homem e regozijou-se por isso, puxando um pouco mais forte.

Em resposta, Edward desceu as mãos pelas costas femininas, até espalmá-las nas nádegas firmes ainda cobertas pelo tecido jeans, apertando-as com vontade e mordendo o lábio inferior de Isabella, seguido pelo superior, antes de voltar a beijá-la com o mesmo fervor que ela começara, parando apenas quando os dois estavam ofegantes, as respirações misturadas. Ele abriu os olhos, encontrando os azuis desejosos, perdendo-se neles por um longo tempo.

— Mãos ao alto, Federal – Isabella mandou, o que fez com que uma sobrancelha de Edward levantasse instantaneamente, em surpresa e provocação. No entanto, assim que ele sentiu as mãos de Isabella na barra de sua camisa, tratou de obedecer, dando-se conta do que ela queria.

A mafiosa praticamente arrancou a peça de roupa pela cabeça do federal, voltando a beijá-lo logo em seguida, as mãos explorando o abdômen trabalhado, enquanto ela soltava pequenos arfares contra os lábios dele. Ela sugou o lábio inferior entre os seus, mordiscando o queixo logo em seguida, a mandíbula forte, beijando e sugando o pescoço dele, até chegar ao peito desnudo, onde os beijos molhados começaram, alastrando-se até os gominhos do abdômen. Ela mordiscou cada um deles, sugando-os entre os lábios carnudos e vermelhos pelos beijos trocados.

Edward gemeu alto, levando uma mão até os cabelos negros, prendendo uma mecha entre os dedos e puxando-a. Ele olhou para baixo, vendo Isabella descer cada vez mais com aquelas carícias que o enlouqueciam, até parar diante do cós da calça jeans, os olhos azuis voltando-se para ele enquanto ela o encarava por debaixo dos cílios, os dentes brincando com o lábio inferior em expectativa.

A diaba mais tentadora que existia.

As mãos de Isabella apoiaram-se nos joelhos de Edward, subindo pela calça jeans, apertando as coxas musculosas, fazendo o homem soltar um novo gemido perdido. Ele viu quando os dedos angulosos chegaram ao cós da calça, tirando o botão da casa afoitamente, abaixando o zíper em seguida. Os azuis sempre frios dela, agora gritavam, escurecidos, o quanto Isabella precisava dele. Dele.

Com um grunhido alto, Edward trouxe o corpo feminino para cima, invertendo as posições e pressionando Isabella contra a parede no lugar dele. Ele atacou a boca vermelha e suculenta com fervor, ao passo que Isabella agarrava os cabelos claros com os dedos e prendia as pernas ao redor dos quadris do federal, impulsionada pelas próprias mãos grandes do homem, que agora apertavam suas nádegas com vontade.

Isabella rebolou, fazendo ambos gemerem, sentido que a calça de Edward já estava no chão. O federal levou as mãos afoitamente, enquanto se beijavam com desejo, até as alças da camiseta de Isabella, puxando-as para o lado, danificando o tecido do colo que cedeu enquanto ele puxava a blusa mais para baixo, deixando os seios da mulher à mostra. Edward agarrou os dois com ambas as mãos, fazendo Isabella gemer alto contra a sua boca ao mesmo tempo em que ele os massageava com vontade.

A boca masculina desceu pela pele branca e macia dela, até chegar aos seios, deixando beijos molhados pela extensão deles, sem parar de massageá-los com as mãos.

— Linda... linda demais – ele grunhiu, antes de pegar o mamilo direito entre os lábios, passando a língua por ele em movimentos circulares enquanto o polegar e o indicador brincavam com o esquerdo, testando os limites dela.

Isabella soltou um gemido alto, que transformou-se em vários quando Edward começou a sugar seu mamilo incessantemente. Ela agarrou as costas masculinas, cravando as unhas na pele, subindo com elas até os ombros largos, deixando caminhos vermelhos de prazer e pertencimento nas costas largas do federal.

Ele passou os dentes pelo mamilo dela em resposta, fazendo os gemidos cessarem para voltarem com força total ao passo em que a mafiosa rebolava incessantemente, prensada entre a parede e os quadris dele. Edward voltou-se para o outro seio, fazendo com o mamilo a mesma série de carícias que acabara de fazer ao outro.

A intimidade de Isabella pulsava, a comichão entre as suas pernas ficando impossível de lidar, e como que para deixá-la ainda mais enlouquecida, Edward começou a fazer movimentos de quadril contra ela, simulando estocadas.

— Fed... Federal! – Isabella bradou, enquanto o puxava pelos cabelos – Eu preciso... preciso agora.

Edward sorriu contra o seio dela, sabendo exatamente do que Isabella precisava. Do que ele próprio precisava. Fez o movimento de uma estocada novamente, dessa vez mais forte. Seu membro pulsava dolorido dentro da cueca, ansiando pela liberação. Ansiando por estar dentro das paredes molhadas e quentes de Isabella.

Ele não a faria implorar hoje. Não depois de ela deixá-lo ver um lado seu que manteve por tanto tempo escondido e trancafiado naquele quarto.

Edward deixou de prensar Isabella na parede para levá-la até o quarto que dividiam. Jogou-a contra a cama, livrando-se da cueca e vendo Isabella desvencilhar-se ao mesmo tempo da calça e da calcinha. Ele rugiu, contemplando-a, a mão indo até o próprio membro e apertando a extensão dolorida.

— Abra bem as pernas... Linda... – ele mandou, a voz baixa e máscula ressonando até os ouvidos de Isabella, que não desviou os olhos dos dele enquanto um sorriso desafiador moldava levemente seus lábios e ela lentamente se abriria para ele, espalmando a planta dos pés em cima do colchão.

— Mulher endiabrada... – Edward rugiu entre os dentes, juntando-se à Isabella na cama e preenchendo-a de uma vez, duro e forte, até os testículos, gemendo longamente enquanto ouvia o grito de prazer da criminosa.

Isabella o recebeu apertando suas paredes internas, soltando novos gemidos de prazer e contentamento, sentindo-se completa novamente.

Nada importava. O que havia feito minutos atrás, simplesmente sumira da sua mente enquanto sucumbia às sensações.

O federal girou os quadris para a esquerda e, então, para a direita, ganhando gritos da mulher toda vez que atingia o fim de sua intimidade apertada, todos os cantos das paredes quentes e escorregadias sendo tocados pelo membro dele.

Edward gemeu longamente quando Isabella começou a rebolar os quadris contra as suas investidas implacáveis, as paredes comprimindo fortemente o membro duro e pulsante que ansiava por uma liberação naquele momento, mesmo que, por mais controverso que fosse, o federal necessitasse permanecer abrigado por ela, daquela maneira, por muito mais tempo. O que se repetiria várias vezes ao longo da noite.

E enquanto federal e mafiosa entregavam-se um para o outro naquela noite, um novo envelope era depositado embaixo da porta da frente.

Notas finais
É isso aí... O que será que vai ter de novo nesse envelope? VEM SUGERIR NOS COMENTÁRIOS! hahahahaha Mil beijos, lindas! Até o próximo!