Rede De Segredos

17 Capítulo 15 - PARTE II


Notas iniciais
Olá!!!

O capítulo de hoje é dedicado a Festus, linda e maravilhosa, que recomendou RDS! Muito obrigada!

Obrigada também pelos comentários meninas, vocês me deixam cada vez mais feliz!

Gostaria de agradecer a todas as meninas que mandaram sugestões de música! Gente, amei todas elas, e uma grande parte será usada como embasamento para futuros capítulos tenham certeza! (como é o caso de girl on fire hoje!)

Agora, quero anunciar a pessoa que ganhou o direito de fazer uma pergunta a respeito de Rede de Segredos! SANDY BEATRIZ! (lindaaaaaaaaaaaaaa) A sugestão dela foi: Breath of Life -
Florence And The Machine.
Música linda, épica, e perfeita!

Então, Sandy! Você ganhou o direito a uma pergunta, pode faze-la através do comentário, ou por MP. Eu certamente vou te responder por MP (para evitar olhos curiosos)! Cuidado com o modo que vai elaborar a sua pergunta. Pense bem antes!!! hahahaha

Então, é isso. Não vou mais me estender!

Boa leitura!

“Oh, she got both feet on the ground

And she's burning it down

Oh, she got her head in the clouds

And she's not backing down

This girl is on fire

This girl is on fire

She's walking on fire

This girl is on fire

Girl on Fire – Alicia Keys.”

- Você ainda vai admitir ser minha hoje e vou te dar muito prazer por isso. Você vai ter orgasmos até não aguentar mais e cair em sono profundo, minha linda! – a voz rouca e baixa causou arrepios por todo o corpo da mafiosa.

Isabella engoliu em seco, sentiu as duas mãos de Edward puxando a sua calcinha para cima, rasgando a peça delicada, e deixando sua intimidade totalmente livre e exposta para o bel-prazer dele.

O federal passou as mãos por suas coxas torneadas, abrindo as pernas dela ainda mais, observando a feminilidade gulosamente.

- Você está tão molhada, Isabella – ele disse rouco, seus olhos se voltaram para o rosto da mulher – Não faz ideia da tortura que está fazendo comigo.

Isabella riu internamente. Ela o torturava? Então qual era o nome dado ao que ele estava fazendo com ela?

A mafiosa soltou um grito contido quando Edward a penetrou com o dedo indicador sem avisar. O federal deitou-se sobre ela, tomando sua boca com fervor e simulando os movimentos que queria fazer com o seu membro na entrada dela. Passou a acariciar leve e torturosamente o clitóris , nunca deixando de penetrá-la com o dedo.

Isabella também não ficava para trás, ele não dizia que ela estava o torturando? Nada melhor que corresponder às expectativas. Ela colocou a planta dos pés nas panturrilhas de Edward, que se encontrava meio ajoelhado na cama, e começou a rebolar lentamente, em total sincronia com os movimentos que ele fazia em seu clitóris, atritando seu quadril no membro do federal.

Edward rugiu em sua boca, e como reação a provocação feminina, curvou seu dedo indicador dentro dela, acariciando suas paredes, finalmente encontrando o ponto que queria. Graças a excitação de Isabella a mudança na mucosa era perceptível e Edward sorriu encontrando algo parecido com um fio tencionado.

Ainda beijando a mafiosa, ele começou a realizar movimentos em forma de oito no ponto de prazer dela. Instantaneamente Isabella arfou contra a sua boca, sugando fortemente o ar, engasgando. Edward tornou a caricia mais intensa, friccionando forte e rápido.

A mafiosa gritou em baixo dele, toda a sua coluna saindo da cama, seus seios chocando-se contra o peitoral bem trabalhado de Edward. Ele levou a mão desocupada até os cabelos de Isabella, forçando-a para baixo, e colou sua boca no ouvido da criminosa.

- Conheça o seu ponto G, minha linda.

Isabella revirou os olhos, gemendo. Edward retirou seu dedo, contornando a entrada pelo lado externo, brincando com seus grandes e pequenos lábios, roçando em seu clitóris... Depois enfiou com tudo o dedo novamente nela, até onde ele conseguiria chegar, manteve-se parado por alguns instantes, e levou sua outra mão, que estava nos cabelos de Isabella, até o clitóris, massageando-o com os dedos hábeis. Para completar a tortura, ele finalmente mexeu com seu dedo enterrado dentro dela, achando novamente aquele ponto sensível tão estimado. Só que agora, para a completa loucura de Isabella, ele friccionava a área leve e suavemente.

Isabella soltou murmúrios incompreensíveis, tentando rebolar sobre a mão de Edward, esse finalmente intensificou seus movimentos dentro dela, porém quando sentiu as paredes se fechando e os espasmos prestes a acometer o corpo da criminosa, Edward decidiu tirar seu dedo, cessar as carícias, negar um orgasmo. Seu plano era fazer com que ela implorasse pelo prazer.

Mas Edward não teve tempo para concretizar seus pensamentos. Primeiro porque Isabella foi mais rápida em seu orgasmo do que ele pensava. Segundo, porque instantes antes dela alcançar o clímax, quando ele já se preparava para retirar seu dedo da intimidade molhada, Isabela gritou algo que o deixou paralisado.

Seu nome.

Não foi Federal. Não foi Agente Masen. Seu nome.

Um sonoro e delicioso Edward.

Ele, em choque, parou seus movimentos depois daquele grito, mesmo que continuasse com os dedos nos mesmos locais. Mas isso não interferiu em nada no orgasmo da mulher que veio forte, convulsionando todo o corpo feminino.

Ela gritara seu nome.

Isabella só tinha o chamado pelo primeiro nome uma vez. E ouvi-lo saindo da boca dela era música para os seus ouvidos.

Inclinou-se e tomou os lábios já inchados com fúria. Logo as mãos de Isabella também estavam nele, entrelaçando seu cabelo, unhando as costas largas, brincando com o cós da calça jeans dele.

Edward fez um caminho de beijos até o ouvido dela.

- Quero que grite meu nome novamente, Isabella... Quando eu estiver dentro de você.

E então, o federal se sentiu novamente no direito, e na necessidade, de marca-la. Chupou a pele a cima de sua clavícula vendo a parte antes branca como a neve se avermelhar no mesmo instante.

- Federal, pare de me dar chupões... – Isabella demandou, entre suspiros, já que as mãos de Edward passaram a acariciar seus seios novamente.

- Como se você não gostasse, não é, Isabella?

Edward desceu novamente pelo corpo feminino, e encarando a intimidade molhada dela, a dor incontrolável em seu membro assomou-se, com um gemido, Edward finalmente levou as mãos até sua calça, retirando-a juntamente com a cueca.

Não se lembrava de ter ficado tão duro em toda a sua vida. Levantou os olhos a tempo de ver os de Isabella em seu membro, o que fez com ele pulsasse ainda mais.

Isabella mordeu os lábios brevemente, o homem a sua frente estava tão duro, seu membro pulsava visivelmente e a mafiosa podia jurar que ele estava bem maior do que da última vez.

- Apreciando a vista?

Mas a mulher não foi capaz de responder a provocação sentindo a boca dele em sua intimidade. Tão bom...

Ele lhe beijava, chupava, passava seus lábios por toda a intimidade, excluindo seu clitóris, quase deixando a mulher louca de prazer e antecipação.

- Apenas eu posso de tocar assim, Isabella. Apenas eu. — E dizendo isso ele finalmente tomou o clitóris dela entre seus lábios.

Isabella sabia daquilo, por mais que não admitisse. Teve certeza assim que sentiu as mãos sujas de Jacob Black em seu corpo, não era certo. Por mais que a mafiosa se assustasse com aquela constatação, seu corpo pertencia apenas a um homem. E contrariando todas as chances, esse homem era Edward Masen.

Isabella se sentiu a um passo do prazer com a língua do federal trabalhando em sua intimidade, quando ele abruptamente parou, deixando um vazio imenso no local. A criminosa começou a murmurar frustradamente, mas Edward se inclinou sobre ela, sugando seu lábio inferior com uma calma que não possuía. Isabella arfou entre a boca masculina quando sentiu a cabeça do membro de Edward roçar em sua intimidade.

Edward pegou seu rosto entre as mãos.

- Você quer Isabella? – ele sussurrou roucamente, sua voz cheia de prazer, seu hálito batendo no rosto da mulher, nublando seus pensamentos.

Ela gemeu, assentindo, e o membro de Edward se acomodou levemente no começo de sua entrada, sem realmente penetrá-la.

- Claro que quer. – Ele falou, lançando-lhe um sorriso malicioso e acariciando uma de suas bochechas levemente, percebendo o quanto ela estava corada, e o quanto tinha adorado a coloração nova em sua pele sempre tão branquinha.

- Você só precisa responder uma pergunta antes, linda. A quem seu corpo pertence, Isabella?

A mafiosa mordeu os lábios firmemente, querendo que aquela pergunta fosse vinda de seu imaginário. Mas sabia que não era, os olhos verdes agora totalmente escurecidos que a encaravam com prazer e autoridade estavam ali, olhando para ela, lembrando-a do quanto era real.

Tentando se desvencilhar da pergunta, Isabella prendeu o quadril de Edward com as pernas, rebolando e sentindo o membro dele entrar mais um pouco dentro dela. Sabia ter ouvido um gemido do Masen, mas foi com desgosto que sentiu uma mão dele se posicionando firme no quadril dela. Forçando-a para baixo, deixando a cabeça de seu membro apenas levemente encostada em sua entrada.

Merda.

- Eu vou perguntar novamente... – A voz de Edward soou potente, exigindo uma resposta. Mas não era assim que o federal se sentia. Por dentro, ele quase sucumbia. Seu membro estava extremamente dolorido, e literalmente na porta daquilo que o daria alivio. Mas, acima de qualquer realização sexual, precisava ouvir a mulher admitir aquilo. Congratulou-se silenciosamente, tinha a porra de um alto controle. — A quem você pertence, Isabella?

Ela sabia a quem pertencia. Ou melhor, a quem seu corpo pertencia, mas dizer aquilo em voz alta tornaria o fato tão real.

Edward puxou as pernas dela mais para cima, seu membro adentrando milímetros dentro dela. Um gemido escapou dos lábios da criminosa, sentindo que poderia gozar à qualquer momento. O queria tanto dentro dela. Sentiu a respiração de Edward bater em seu ouvido.

- Isabella... – ele disse, seu tom era repreensor, mas ela ainda tinha a impressão de que degustava todas as sílabas. Com a demora para a resposta Edward começou a levemente se afastar. Isabella não poderia permitir isso. Agarrou suas mãos na nuca dele, e fechando bem os olhos, disse:

- Você.

Um sorriso de lado e sem dentes brotou no rosto do federal, mas Isabella não pode presenciá-lo já que se encontrava com os olhos duramente fechados. A mão de Edward apertou levemente a mandíbula dela, fazendo com que a mulher olhasse para ele.

- Quem? – disse sensualmente, adentrando somente a cabeça dentro dela. Aquele jogo estava acabando com os dois.

- Meu corpo pertence a você, Masen. Edward... Masen. – Isabella completou, demorando-se no primeiro nome e sentiu-se preenchida por completo, ao mesmo tempo em que os tremores começaram a abalar seu corpo.

Isabella gemeu alto, alcançando com apenas uma estocada do federal, o clímax.

Edward olhou incrédulo para a mulher, segurando-se para não chegar ao orgasmo, o que quase foi impossível com as paredes dela apertando-o daquela forma.

- Isabella... Isabella... – Edward gemeu, e começou lentamente a se mover, levando um dedo ao clitóris dela para prepará-la para um novo orgasmo.

As pernas de Isabella estavam moles, o corpo querendo descanso, mas assim que sentiu o dedo de Edward em si, e o membro dele começando a se mover lentamente dentro dela, algo em seu intimo reacendeu, e ela começou a ser tomada pelo prazer novamente.

Seu corpo respondia a ele. Acordava com os toques dele. Somente os dele.

Devido a situação que se encontrava, Edward não demorou muito para chegar ao clímax, ele podia jurar que aquela era a maior ejaculação de sua vida quando sentiu seus jatos serem derramados dentro dela.

Olhou para a figura feminina. Os olhos fechados, os cabelos pretos espalhados no travesseiro branco, os dentes maltratando seu lábio inferior sem piedade. Edward ficou duro sem nem mesmo sair dela.

Vendo que a mulher não tinha chegado ao orgasmo com ele, Edward decidiu sair de dentro dela, recebendo um gemido alto de insatisfação. Mas não pretendia estar fora daquele local quente e apertado, que parecia feito para ele, por muito tempo.

- De quatro, Isabella. – Edward mandou, e a mafiosa prontamente obedeceu, sendo ajudada pelas mãos de Masen. Ele nem precisou dizer como a queria, a mulher encostou a cabeça no travesseiro, sua coluna formando um perfeito “u”, a bunda mais empinada para ele era impossível, o que vez com que o federal já visse com clareza a intimidade que extremamente molhada, brilhava aos seus olhos.

Com as duas mãos no quadril da mafiosa, Edward a penetrou de uma vez até os testículos. Toda a sua extensão sendo comportada no espaço apertado.

- Ed... Edward – Isabella gemeu alto, fazendo o federal praticamente rugir. Levou uma mão até um dos peitos da mulher, massageando-o. Com a outra foi até o clitóris. Começou a entrar e sair dela com seu membro, ora lento e profundo, ora rápido e forte, enlouquecendo a mulher que rebolava contra ele.

Edward beijou o cóccix dela, gemendo com a visão de Isabella assim para ele, a bunda linda empinada, as paredes apertadas que o comprimiam, aquela mulher era sua completa derrocada.

Sentiu os espasmos dela começando, o clímax chegou rápido e Isabella gritou. Mas os espasmos apenas diminuíram levemente, voltando alguns segundos depois com força total, a mulher gritou de novo, um pouco surpresa, sendo dragada por outro orgasmo.

E novamente os espasmos não cessaram. Dando-se conta do que acontecia Edward jogou a cabeça para trás, gemendo de puro prazer. Estava dando a mulher orgasmos múltiplos! Não havia melhor sensação, tanto para ela quanto para ele. Edward sentia seu membro sendo mastigado continuadamente pelas paredes dela que não paravam de piscar ao seu redor por nenhum segundo.

- Ed... Edward... O que está acon... – mas a fala da mulher foi interrompida por outro gemido alto graças a mais um clímax.

- Orgasmos múltiplos, minha linda! Estou te dando orgasmos múltiplos!

A mafiosa arfou, não conseguindo mais articular nada, porque simplesmente esquecera como se fazia para pronunciar as palavras. Edward trouxe sua mão que estava no peito de Isabella para a bunda empinada, massageando-a concomitante com seus movimentos no clitóris.

E Isabella teve outro, e outro... Edward finalmente veio com ela, gemendo seu nome, liberando-se dentro dela. As paredes continuavam a esmaga-lo e por isso manteve-se lá, até que viu, maravilhadamente, o corpo de Isabella ceder sobre a cama, seu gemido de mais um orgasmo praticamente cortado ao meio.

O federal retirou-se de dentro dela e caiu ao seu lado, completamente exausto. Olhou para a linda Isabella que entrara em sono profundo. Aquilo significava que ela tinha ganhado todos os orgasmos que seu corpo poderia aguentar. Edward perdeu a conta quando o número chegou a nove.

Sorrindo, o federal puxou o corpo feminino, completamente adormecido e relaxado, acomodando-a perto dele. A cabeça da criminosa repousada em seu peito. Subiu e desceu seus longos dedos pela coluna cervical dela, apreciando a maciez da pele branquinha banhada por gotículas de suor.

Edward aproveitou-se da situação e levou sua mão até a cabeça feminina, acariciando seus cabelos. Um delicioso cafuné. Aquele gesto de carinho jamais seria aceito por Isabella se ela estivesse acordada, e o agente sabia disso.

Abaixando-se um pouco, ele cheirou o alto da cabeça feminina, seus sentidos torpes graças a essência de morango que, juntando-se com o cheiro natural de Isabella, formava uma mistura única. Ele jamais poderia se cansar de sentir aquilo.

Sem dar-se conta dos próprios atos, quase como se fosse um movimento involuntário, Edward beijou demoradamente a testa de uma Isabella desacordada, sentindo o gosto dela, e o quanto era bom tê-la assim, protegê-la...

Apertou o corpo feminino em seus braços, trazendo-a para mais perto. Sorriu, lembrando-se de sua constatação quando ela entrou pela porta algumas horas atrás. Ele estava errado. Isabella era sim dele, pelo menos sexualmente falando. E Edward não estava pensando isso agora por ela ter afirmado entre gemidos. É um fato que ele era o único capaz de despertar nela aquelas sensações. Uma felicidade imensa tomou conta do seu peito com a probabilidade de que ela nunca gozaria para outro que não fosse ele.

Edward tinha conhecimento que Isabella estava completamente entregue aquelas sensações que ele despertava, sensações carnais, e enquanto o desejo habitasse naquela relação tortuosa, Edward o usaria a seu favor sem um pingo de vergonha.

O federal não sabia o que aquilo significava ainda, mas não fingiria que não queria tudo daquela mulher, porque Deus sabia como ele queria! Edward não desejava que aquela convivência dos dois acabasse e usaria de todas as armas que possuísse para manter Isabella ao seu lado.

Até quando o desejo servirá para prendê-la, ele não saberia dizer.

~-~

Depois de muito olhar para a paisagem italiana, Charles decidiu que tudo corria muito lentamente, e que seus planos não poderiam esperar até a sua volta para os Estados Unidos. Tinha que agir enquanto sua Isabella estivesse de guarda baixa, sem esperar nenhum movimento dele.

Foram aqueles pensamentos que fizeram com que ligasse novamente para seu subalterno e suspendesse a entrega do arquivo de Rosalie em sua mesa. Queria recebê-lo imediatamente por seu e-mail. Seu desejo foi atendido quinze minutos depois, e Charles passou exatos quarenta e sete lendo tudo sobre a irmã caçula de Edward Masen.

Sentiu como se o destino sorrisse para ele quando leu que Rosalie estava se formando e um dos bailes de formatura era na noite do dia seguinte. Como brilhante estrategista que era, o que deveria ser feito veio em sua cabeça instantaneamente. Ligou para um de seus funcionários, o informando do trabalho e das condições que deveria ser feito. Eles pegariam a menina no final do baile e a levariam para um cativeiro, onde seria mantida a pão e água até que Charles decidisse como a usaria como moeda de troca para o que almejava.

Ordenou que seu funcionário, juntamente com outro, começassem a organizar o cativeiro e o que seria necessário para o trabalho, não se importando com o fuso horário, dizendo que esperaria pelo retorno da ligação.

Algumas horas depois seu telefone chamou.

- Diga.

- Já está tudo preparado conforme o senhor mandou. – a voz do homem ecoou pelo aparelho de telefone.

Charles sorriu.

- Ótimo!

- Senhor? – Laurent perguntou respeitoso – E se a mãe oferecer resistência?

- Faça-me rir, Laurent. Esme Masen é uma mulher delicada, e que pelas receitas dadas por psiquiatras em seu nome, posso deduzir que viva constantemente dopada. Diga-me, como uma mulher dessas ofereceria resistência? Mas, caso aconteça, podem leva-la junto da filhinha.

- Sim, senhor.

Charles Swan estava prestes a desligar o telefone quando o tom ameaçador que Carlisle usou avultou em sua mente. O Cullen realmente pensava que poderia medir forças com ele? O mafioso sorriu abertamente, e analisando uma foto recente de Rosalie que estava sobre a sua mesa, decidiu que mataria dois coelhos em uma cajadada só. Ensinaria o pai e o filho. O primeiro aprenderia a lição de que não adiantava, e nem era bom, tentar o ameaçar, o segundo aprenderia que deve se manter longe do que era propriedade dele. Isabella.

O Swan passou o dedo indicador pela foto da filha caçula de Carlisle Cullen. Era uma bela garota, apesar do ar inocente que lhe adornava. Aquilo era bom, refletiu Charles sombriamente, a probabilidade de que ainda fosse virgem era grande.

Sorrindo o mafioso voltou a falar:

- Laurent? Quando chegarem ao cativeiro você e Jason tem a permissão para se divertirem com ela.

- Divertir, senhor? – Laurent perguntou receoso, temendo que aquilo fosse um teste. Claro que gostaria de se divertir com a garota que sequestrariam, mas seu chefe realmente estava dando aquelas moça para os dois? Geralmente as vítimas de estupro eram outras, não garotinhas podres de rica com aparência angelical.

- Sim, imbecil! Podem se divertir o quanto quiserem com o corpinho de Rosalie Masen.

Laurent tentou conter um gemido de antecipação.

- Agradecemos, senhor.

Desligando o telefone Charles não pode deixar de pensar, com extrema ironia, no quanto ele era bondoso. Tinha acabado de fazer a alegria de seus subalternos.

Uma estrondosa gargalhada encheu o ambiente. Pensar em tudo o que a menina passaria e que com aquilo tiraria os Cullen de sua vida e — mais importante – da vida de Isabella, era uma ótima maneira de começar o dia.

Notas finais
Oi oi oi! hahaha

O que será que vai acontecer com a Rose hein? :(
E, Isabella? Como vai acordar depois dessa noite???

Não se esqueçam, COMENTEM! No mais, até sexta que vem, nesse mesmo site, nessa mesma página, com essa mesma simpatia de autora (sqn.)

hahaha
Beijos, lindas!