Notas iniciais
Olá pessoal! Queríamos agradecer pelos comentários, pelos favoritos, pelas indicações, e ficamos muito feliz que estejam gostando tanto da história. Aqui está o primeiro capítulo do que vocês tanto esperaram para ler. Espero que não decepcione. SidnenyMills**

— Quem é você? Como conseguiu entrar sem ser anunciado? — Swan cruzou os braços, encarando-o dos pés à cabeça. Estava intrigada por ele saber seu nome, apesar de não ser uma coisa atípica, já que, algumas vezes, pessoas já apareceram a sua procura, ou da sua esposa, e sabiam os vossos nomes. Todavia com esse homem à sua frente, era diferente. Ele não parecia o tipo confiável e de bom caráter, como as outras aparentavam ser. Mas sabia também, que estava errada em julgá-lo, porém, não conseguia evitar.

— A segurança desse prédio não é tão boa quanto parece. — Respondeu fingindo pesar.

— Eu vou ligar para o porteiro... — Emma virou-se rapidamente, mas foi segurada pela mão do homem, que logo a soltou, quando a mesma parou.

— Espere... — Emma o encarou, esperando um bom motivo para não fazer. — Por favor, não faça isso...

— Mães, quem é? — Henry indagou curioso, após a demora das mães na porta, aparecendo atrás de Regina. — Olá! — Cumprimentou-o com um sorriso simpático.

— Olá, Henry!

— O que? — Emma franziu o cenho, puxando o garoto para dentro. Saber seu nome ou o de Regina, tudo bem. Mas o do seu filho também?

Algo estava errado, muito errado. Ela sentia isso. Seu sexto sentido estava explodindo em avisos.

— Como sabe o nome do nosso filho? — Foi a vez de Regina se pronunciar.

— Você é algum morador novo? — Henry voltou para a conversa, curioso por ele saber o nome de todos da casa, mas ninguém o conhecer.

— Henry, vá terminar de arrumar suas coisas, nós já vamos sair. — Regina o puxou novamente, e o empurrou na direção do corredor.

— Será que agora, você poderia responder as nossas perguntas? — Emma indaga, demonstrando sua impaciência com o homem de aparência elegante e arrogante, com um sorriso misterioso.

— Uh... Ok... — Pigarreou, trocando a perna do apoio do corpo. — Tenho algo importante para tratar com vocês. Srta. Swan. Ou... — Direcionou o seu olhar, para Regina, e depois para as mãos esquerdas de ambas. Mais precisamente, para as alianças, entorno de deus dedos anelares. — Devo dizer Sra. Mills?

— Gostaria que você fosse direto ao ponto, pois estamos com pressa. Precisamos ir trabalhar, e levar nosso filho à escola. — Disse Regina, impaciente, ignorando o que fora dito.

— Regina... — Ele dá um sorrisinho. — Sempre apressada. — Balança a cabeça negativamente, fazendo a outra arquear a sobrancelha e ficar extremamente confusa, e também com medo, por ele dizer algo sobre ela, como se a conhecesse há muitos anos. — Bem, eu preciso conversar com vocês, um assunto muito importante. — Diz, extremamente sério agora. — Mas se não confiam em mim para entrar na casa de vocês, podem marcar um lugar da preferência de vocês, para nos encontrarmos. — Abre o seu paletó e retira um cartão do bolso interno. — Deixarei o meu número com vocês e esperarei a resposta. — Entrega a Emma, que hesita em pegar, fazendo Mills tomar a sua frente, aceitando-o. — Estou hospedado em um hotel não muito longe daqui. — Apontou na direção norte.

— “Sr. Gold – Casa de penhores e antiquário.” — Emma leu no cartão que lhe foi entregue. — Não é uma garantia de confirmação, mas... — Olhou para a esposa, e depois voltou seu olhar para o homem. — Vamos conversar a respeito... E se não te ligarmos, você já sabe a resposta.

— Por enquanto, mantenha-se longe do nosso apartamento, de nós, e principalmente do nosso filho. Caso contrário, terá problemas com a polícia. — Regina avisou, sorrindo-lhe ironicamente.

— Emma, o assunto é realmente muito sério. — Gold relembra de forma suplicante, segurando o braço da loira, mas logo o soltando ao ver seu olhar irritado.

— Mas esperamos que isso não venha acontecer. — Swan diz, referindo-se ao aviso de sua esposa, e recolhendo seu braço outrora puxado. — Passar bem... — E então fecha a porta, encostando-se a mesma, logo em seguida.

— Você pretende dar uma chance a ele, querida? — Aproxima-se da esposa, mexendo em seus cabelos, e observando bem o seu rosto. — Parece bem tentada...

— Podemos falar disso mais tarde? — Pede-lhe, com expressão desanimada. Seus ombros e olhar caído. — Hoje é o meu aniversário... Não quero pensar em problemas no meu dia.

— Você tem razão... —Beija-lhe a testa e faz um carinho em seu rosto. — À noite falamos disso. — As duas se abraçam, e Emma também lhe beija a testa. — Vamos levar Henry para a escola e ir trabalhar... — Mills sussurra, e a loira assente, afastando-se.

— Henry? — Emma o chama.

— O homem já foi embora? — O menino indaga, aparecendo na sala, já com sua mochila nas costas. — O que ele queria?

— Só queria conversar conosco. — Swan responde, voltando para o quarto, para calçar suas botas e pegar seus pertences.

— Sobre o que? — Questiona, seguindo-a e parando na porta.

— Ainda não sabemos... — Dá de ombros. — Vamos conversar ainda.

— Vamos? — Regina indaga, com um sorriso e sobrancelha arqueada, aparecendo no quarto, para se perfumar.

— Uh... Talvez... — A loira dá de ombros novamente. — Ok. Acho bom irmos, ou iremos todos nos atrasar. — Avisa, após olhar no relógio da mesa de cabeceira.

•§•

Após uma noite tranquila e bastante animada, no Alfred B, entre a família Swan Mills, para a comemoração do aniversário de Emma, seguem, já tarde da noite, para o apartamento.

Logo depois que Henry toma o seu banho, e cai no sono, no sofá da sala, as mulheres levam o garoto para o quarto, e seguem para o banheiro, para uma comemoração mais íntima, apenas com as duas.

Posteriormente a beijos, mordidas, arranhões, gemidos baixos, sussurros, sorrisos e declarações, as duas mulheres seguem para o quarto, para enfim descansar.

•§•

Regina estava sentada em seu lado da cama, passando óleo corporal em suas pernas, quando sente beijos subindo do seu ombro, para o pescoço, deixando-a completamente arrepiada.

— Você está deliciosamente cheirosa... — Swan murmura, já pensando numa possível segunda rodada do que fizeram no banho, minutos atrás.

— Emma... — Murmura, tentando se segurar para não cair em tentação. — Nós precisamos conversar sobre algo... — Diz num fio de voz, conseguindo se livrar dos beijos da outra, e se levantar. Segue para o banheiro um instante, para guardar o óleo, lavar a mão, e se recompor, e logo volta para junto da esposa, que a esperava sentada na cama. — Precisamos falar sobre aquele homem que veio à nossa porta hoje cedo, e parecia saber mais do que apenas nosso nome, e do nosso filho.

— Eu não sei... — Encosta-se ao espelho da cama, e puxa sua morena para o meio de suas pernas. — Eu procurei sobre ele hoje, em meu horário de almoço, mas não encontrei nada... Nem mesmo sobre sua loja... Isso não é estranho? — Encara a outra que já lhe observava.

— Sim, é realmente estranho... — Concorda em tom pensativo. — Mas acho que não temos nada a perder, se ouvirmos o que ele tem a dizer de tão importante. — Opina. — Podemos deixar Tyler de sobreaviso, e marcamos um encontro em um lugar movimentado... — Sugere.

— Você tem certeza?

— Absoluta. — Rebate rapidamente, com certeza. — Fiquei intrigada com esse homem. Quero saber o que ele tem a nos dizer, e como sabe o nome do nosso menino.

— Ok, eu vou mandar uma mensagem para ele, informando lugar e horário. — Deu um beijo na bochecha da mais velha, e se levantou, em busca de seu celular. Minutos depois, aparece na porta, mexendo em seu aparelho. — 03h00minpm, no Miracle está bom para você? — Regina assente rapidamente. — Pronto. — Bloqueia o celular e o coloca em cima da mesa de cabeceira.

— Não vai esperar uma resposta? — Deita-se na cama, e bate ao seu lado, para que a outra se deite.

— É ele que quer nos encontrar, não é? — Sobe de joelhos na cama, e se senta nas coxas da esposa, que assente a sua pergunta. — Então ele vai aceitar o combinado. — Diz convencida. — Agora... — Devagar, deita-se em cima da outra, que já está com um sorriso, olhando-a ansiosa. — Agora eu tenho coisas mais importantes para fazer... — Beija-lhe o canto dos lábios, e arrasta sua boca, lentamente, por sua pele, até chegar ao pescoço. — Sabe... Já faz um ano que somos casadas, mas todos os dias que eu te amo, sinto as mesmas emoções, de como se fosse a primeira vez.

— Para mim também, todas às vezes, é especial como se fosse a primeira. — Também confessa. — Principalmente em comemorações especiais.

E então as duas unem seus lábios num beijo lento e apaixonado, selando da melhor forma, aquelas declarações, e dando início a mais uma rodada do que só acabaria lá pelas tantas da madrugada.

•§•

Às 03h00minpm em ponto, estacionaram na garagem do shopping, e subiram direto para a praça de alimentação.

— Tyler? Acabamos de chegar ao local combinado. — Emma avisa ao amigo, enquanto olha de um lado para o outro, procurando o homem.

— Ok... Estarei aqui, esperando qualquer aviso seu.

— Obrigada. — Encerra a ligação e guarda o celular no bolso. — Vamos procurá-lo?

— Acho que já o encontramos. — Com a cabeça, Regina aponta para um canto mais afastado, onde o homem e uma mulher procuram as duas em meio à multidão.

— Então não vamos perder tempo. — Pega na mão da esposa, e junto, caminham ao encontro dos dois, que logo as encontra vindo em sua direção, e ainda que pequeno, abre um sorriso de alívio.

— Olá, boa tarde. — Belle é a primeira a se pronunciar. — Meu nome é Isabelle. — Apresenta-se animada. — Mas prefiro que me chamem de Belle. — Acrescenta.

— Prazer em conhecê-la, Belle. — Emma estende a mão, e aperta a da morena. — Emma Mills... — Apresenta-se, pegando Belle de surpresa. A morena sabia que estavam casadas, mas não imaginou que ela se apresentaria com o sobrenome de Regina.

— Regina Mills. — A morena estende a mão, apertando a da morena mais baixa.

— Eu... — Gold se pronunciou finalmente. — Eu trouxe a minha... — Olha para Belle por um segundo, ponderando o que dizer, mas tendo a permissão da mesma, para dizer o que pretendia, e volta sua atenção para as duas mulheres extremamente ansiosas a sua frente. — Eu trouxe a minha esposa, para que vocês pudessem ficar mais tranquilas, quanto a se encontrar com alguém estranho. — Diz finalmente. — Será que podemos nos sentar? — Aponta para uma mesa para quatro, próxima ao grupo.

Após todos se sentarem confortavelmente em seus lugares, Emma e Regina, olham para o casal a frente, com expectativa.

— Então... O que é que você tem a nos dizer, que é tão importante? — Emma cruza as mãos em cima da mesa, aproximando-se mais.

— E como sabe o nosso nome e do nosso filho? — Regina acrescentou, cruzando pernas e braços.

— Então... — O homem pigarreia, trocando um olhar com Belle. — Eu vou ser bem direto.

— Nós agradeceremos muito. — Emma parecia bem impaciente. Regina tocou-lhe o braço, como um pedido para se acalmar.

— Precisamos da ajuda de vocês. — Conta, ignorando o que Emma disse. — Nossa família está em perigo. — Diz, pegando as mulheres de surpresa, que se entreolham rapidamente, com a palavra “família” ecoando na mente.

Nossa família? Que família? Nós somos família? Eram os questionamentos que tomavam conta da cabeça de ambas.

Notas finais
Diferente de Gold que jogou a bomba e continou no lugar, eu joguei e saí correndo asjfqjwfdnwqjdnwqj Então galera, agora eu espero vocês nos comentários, contando seus pensamentos para nós, e dizendo o que espera para o próximo capítulo. Até lá! /*