Notas iniciais
Olá pessoal, trago mais um capítulo que, apesar de ter sido difícil de revisá-lo, eu gostei muito dele, realmente. Todos os capíutlos desde quando elas tomaram a poção e trouxeram as memórias de volta, tem sido difícil escrever e revisar. E acreditem, esses três últimos, era para ser um capítulo só, que dividi porque estava pesado e demorado para fazer a revisão. Por isso os capítulos tem demorado mais para sair. Mas devagar, sei que eu e Thuany conseguiremos colocar todas as nossas ideias aqui, e conseguiremos chegar ao fim, e finalizá-la. SidneyMiils**

Os dias foram se passando e todas as vezes que Emma se aproximava para conversar com Regina sobre a relação das duas, a volta até Storybrooke e em como contariam a verdade para Henry, a morena dava um jeito de fugir. No dia seguinte ao que tomaram a poção e tiveram as memórias recuperadas, Regina só tinha concordado em conversarem à noite, quando chegassem do trabalho, para que Emma não ficasse no seu pé o dia inteiro e lhe desse tempo para inventar desculpas para fugir.

Mills ficava até mais tarde no hospital, demorava demais no banho, tomava calmantes para dormir mais rápido, inventava urgências na rua ou mesmo no trabalho, demorava mais que o normal no caminho de volta para casa, e em algumas das vezes, até criava doenças para si.

Toda essa hesitação da mulher não tinha a ver com os amigos que estavam precisando de sua ajuda. Não tinha a ver com Branca de Neve, sua ex inimiga e atual sogra, por incrível que pareça. Não tinha a ver com desinteresse em ajudá-los. Na verdade, ela queria fazer isso. Regina estava apenas receosa de voltar para uma cidade que tinha tantos significados para si, em sua maioria, ruins. Estava temerosa de voltar para uma cidade fruto de uma vingança por alguém, que um dia ajudou a lhe corromper, quando contou algo que deveria ter mantido em segredo, e como consequência lhe causou a perda do seu primeiro amor. Uma cidade em que por tantos anos viveu infeliz e sozinha. Uma cidade que lhe julga até os dias atuais, mesmo depois de ter se doado tanto para ajudar. Uma cidade que lhe trouxe tanta dor, como a perda de sua mãe, a despedida de Daniel e a morte de Robin. Uma cidade que, em cada canto que passe, a faz lembrar das tantas vezes que Henry lhe tratou tão mal e lhe disse coisas triste, assim como, agiu de forma errada, apenas tentando reaproximá-lo, mas conseguindo o contrário. Também não queria ter que abrir seu coração para Emma e confessar seus sentimentos por ela. Nem mesmo gostava de pensar sobre o assunto. Sabia bem, que não conseguia mentir para Swan, caso tentasse. A policial lhe conhecia muito bem para saber quando estava mentido ou falando a verdade. E também não queria abdicar da boa relação que estava tendo com Henry e o recomeço que estava tendo em Tallahassee.

Claro que Storybrooke também lhe trouxe coisas boas, como o próprio Henry, família e amigos. Todavia, não conseguia colocar na balança e deixar com que essas coisas pesassem mais. Mesmo sabendo que elas pesavam.

Estava sendo egoísta e sabia bem disso, mas não conseguia evitar. Sempre que pensava em finalmente se sentar e conversar com a loira, o medo de perder tudo novamente e as coisas voltarem a ser como antes, atingiam-na em cheio e ela dava para trás. Mas ela sabia, não podia fugir para sempre. Uma hora elas teriam que conversar.

E essa hora, infelizmente para ela e felizmente para Emma, havia chegado.

Certo dia, após receber uma ligação de Gold, questionando se já estavam prontas para voltarem à Storybrooke, Emma inventou uma dor de cabeça para o chefe, conseguindo o abono para ir para casa mais cedo, mas mandou uma mensagem para Regina, avisando que tinha pego um caso muito complicado e faria hora extra.

Dessa vez ela conseguiria pegar Regina e não teria escapatória certa.

•§•

O plantão da Dra. Mills acabaria em trinta minutos. Ela faria uma irônica e emergencial cirurgia de transplante cardíaco e depois disso, estaria livre para ir para casa cedo, já que havia recebido uma mensagem de Emma, informando-lhe que não voltaria para casa naquele dia. Por isso, não precisaria procurar algo para fazer para passar o tempo, só para ficar o menor tempo possível em sua presença.

•§•

Duas horas depois, bastante esgotada físico e mentalmente por estar trabalhando demais, Regina abre a porta do apartamento, e após fechá-la de chave, sem cerimônias, sabendo que Henry só chegaria mais tarde e teria ao menos três horas sozinha, joga seus sapatos de saltos altos para longe e começa a desabotoar sua camisa social.

— Eu adoraria continuar vendo o show, mas nós precisamos conversar. — Uma voz, que Regina conhecia muito bem, soa no escuro, pegando-a totalmente de surpresa.

— Emma? — Questiona de olhos arregalados ao visualizar seu rosto sendo iluminado pela luz do abajur que Emma acabou de acender ao se revelar. Rapidamente, ela pega uma almofada do sofá e cobre o seu tronco seminu. Por um instante, Emma sorri com a cena.

— Precisamos conversar, Regina... — A loira avisa, voltando a ficar séria. — Nosso filho já está percebendo...

— Eu pensei que você não voltaria hoje. — Abaixa-se um pouco, sem tirar a almofada do lugar, e pega sua camisa jogada ao chão.

— Eu inventei. — Confessa sem rodeios. — Só assim, para conseguir conversar com você sem que dê tempo para inventar desculpas e fugir de mim, como tem feito todos esses dias. — Cruza as pernas e os braços, estreitando os olhos para a outra, que fica vermelha de vergonha por saber que esse tempo todo, Emma sabia de suas falsas desculpas.

— Ok! Você me pegou. — Dá um sorriso nervoso, passando uma das mãos pelos cabelos, colocando-os por trás das orelhas. — Eu já deveria imaginar que você se ligaria. — Fala mais para si que para a detetive. — Será que eu posso tomar ao menos um banho antes?

— Claro! Fique à vontade. — Diz gentil e aponta para o corredor que dava para o banheiro. Sem dizer mais uma palavra, Regina corre para o mesmo, sumindo das vistas de uma Emma ansiosa para a conversa que teriam. — Dessa vez você não escapa, meu amor.

•§•

Após o demorado banho de Regina, em partes porque estava precisando relaxar os músculos doloridos do cansaço, e a outra parte por estar dividida entre a tensão do conteúdo da conversa que teriam e ideias de como contariam para o filho sobre a verdade, em silêncio, sentaram-se frente a frente nas poltronas da sala.

— Vamos ficar apenas nos olhando, ou...? — Regina questiona agoniada, querendo que aquele momento se encerrasse logo.

— É que... — Emma suspira pesadamente, remexendo-se no acento. — São tantas coisas a se falar que eu não sei por onde começar.

— Que tal falarmos só sobre o que importa? — Sugere, nervosa com o possível rumo daquela tão adiada conversa. — Henry saber a verdade? Nós irmos até Storybrooke e salvar nossos amigos e familiares? — Esclarece a sugestão, usando um tom de obviedade.

— E sobre nós?

— Não tem...

— Não ouse dizer isso, Regina. — Interrompe-a rapidamente, sentindo o impacto do que a morena diria. — Apesar das nossas memórias terem sido falsas quando nos apaixonamos e nos casamos, eu sei que os sentimentos são reais. — Regina desvia o olhar, confirmando o que a loira disse. — Sei que está com medo de admitir isso. Está com medo de se machucar mais uma vez. Está com medo das consequências de quando todos souberem... — Ajoelha-se em frente a morena e pega em suas mãos, conseguindo sua atenção. — Mas você não precisa ter. Eu vou estar lá com você. Independentemente do que lembraríamos, nós ficaríamos juntas. Continuaríamos juntas. Lembra-se disso? — Indaga, sua voz emocionada por se lembrar de tudo que foi dito e feito antes que tomassem o tal líquido azul que mudou as suas vidas.

— Eu não quero falar sobre isso. — Fala após alguns segundos em silêncio, digerindo tudo que ouviu. Delicadamente, a morena solta a mão de Swan e se encosta mais ao encosto da poltrona, ficando um pouco mais distante dela. — Você poderia respeitar minha decisão? — Questiona com dificuldade. As emoções querendo transbordar pelos castanhos. Emma suspira pesadamente, deixando uma lágrima solitária cair, e se afasta devagar.

— Tudo bem. — Emma levanta as mãos para o alto, mostrando rendimento. — Quando você estiver pronta... — Murmura em tom de derrota e volta a se sentar em sua poltrona. — Gold me ligou hoje. — Conta, mudando de assunto como a outra queria, e engole todo o choro que estava prestes a sair.

— O que ele queria?

Ainda entalada, Emma respira fundo antes de responder.

— Queria saber quando iriamos voltar e avisar que estamos perdendo tempo... — Encontra um pedaço de linha desfiando da poltrona e acha interessante enrolar seu dedo e ficar brincando, vendo-o ficar muito vermelho ou muito branco devido aos apertos da linha.

— Quando você avisou que havíamos tomado a poção?

— Na semana que você estava ocupada demais fugindo de mim... — Levanta seu olhar e arqueia a sobrancelha, fazendo a outra desviar o olhar rapidamente, querendo evitar seu olhar de reprovação. — Eu o encontrei, não sei se coincidentemente ou não, no shopping. Mas não conseguimos conversar. Mais tarde, no mesmo dia, quando liguei para o seu celular, quem atendeu foi a Belle. Então conversei com ela.

— Eles dois estão juntos novamente? — Emma dá de ombros e faz um bico, indicando que realmente não sabia nada sobre os dois.

— Talvez só estejam juntos por causa do filho.

— Talvez... — Regina responde em tom distante, pensando em como a situação de Gold e Belle tinha a probabilidade de ser parecida com a sua e de Emma no momento, de só estarem juntas, fingindo algo, por causa do filho. Mas no caso deles, não estavam fingindo nada.

— Vamos contar ao Henry amanhã à noite, quando chegarmos. — Swan sugere, voltando ao assunto anterior e que realmente importava para ambas.

— Sim, vamos fazer isso... — Mills rebate com incerteza, pensando em como fariam aquilo. O medo de o filho não acreditar no que ouviria, dificultando tudo para que pudessem voltar à Storybrooke, ou o medo da possível rejeição que teria, caso ele acreditasse e tomasse a poção também, passando por seu corpo, deixando-lhe nervosa. Ela se levanta agoniada da poltrona e apaga o abajur ao seu lado.

Emma percebe o seu estado emocional.

— Ei, não se preocupe. — Swan se levanta rapidamente e pega na mão da outra. — Nós vamos achar um jeito de como contar tudo. — Aperta sua mão, passando confiança. — E ele não é mais aquele garoto de antes. A relação de vocês, há muito não é como antes. Ele não vai te afastar. — Sorri para a mulher, contagiando-a, fazendo um tímido sorriso passar por seus lábios também. — Antes de tomarmos a poção, você disse que se tudo fosse mesmo verdade, iriamos ao Maine, ajudaríamos quem precisa de nossa ajuda e voltaríamos para cá, para continuarmos nossa vida. — Relembra de repente, pegando a outra de surpresa. — Você ainda quer isso? Ainda pensa assim? Este acordo ainda está de pé? — Indaga rapidamente. Seu coração batendo acelerado e tolamente esperançoso de que a resposta poderia ser positiva.

— Emma... — Olha bem para a outra e permite que seus olhos digam tudo que não tinha coragem de colocar em palavras. Os medos e as incertezas sobre o futuro das duas.

— Ok, Regina. — A loira suspira, entendendo bem a resposta, e delicadamente solta a mão da outra, que logo sente a falta do contato. — Eu vou tomar um banho e descansar um pouco. Agora eu estou realmente com dor de cabeça. — Diz, deixando a morena confusa quanto a última parte dita. Ela desliga o seu abajur, logo saindo da sala, e deixa Mills sozinha com seus medos e incertezas.

•§•

No dia seguinte, Henry foi logo cedo para casa, após sair da escola. Estava apressado para chegar logo. As mães tinham lhe dito que precisavam conversar e, inevitavelmente, milhões de assuntos passaram por sua mente. Inclusive uma possível separação, já que vinha percebendo um comportamento diferente por parte das mulheres, desde o dia em que o desconhecido homem, que sabia até o seu nome, apareceu em sua porta. Seu coração doeu com a hipótese de não poder viver mais com as duas mulheres em uma casa só.

Assim que entrou no apartamento, deu de cara com as duas mulheres sentadas nas poltronas, que elas só costumavam se sentar juntas para conversar com ele quando o assunto era muito sério, segurando várias fotografias, e Emma segurando um vidrinho azul em uma das mãos.

— Pode se sentar. — Swan aponta para o sofá e lentamente o menino lhe obedece. — Você prefere que contemos antes ou depois? — Indaga à morena, tirando a atenção do garoto que rapidamente se assusta com a pergunta feita.

— Acho melhor contar antes. — Mills responde em tom pensativo.

— Do que vocês estão falando? — O menino questiona nervoso, mas não obtém a atenção das mulheres, que continuam discutindo.

— Acho que podemos só pedir que beba e deixar que...

— Mães! — Fala mais alto, interrompendo a mãe loira e finalmente conseguindo a atenção de ambas. — O que eu tenho que beber? O que tem que me contar antes ou depois?

— Henry... — Emma suspira, pensando em como começaria.

— Você acredita em conto de fadas? — Regina pergunta, passando na frente da loira.

— Isso é sério? — O garoto questiona de cenho franzido, incrédulo.

— Está disposto a ouvir uma história? — Regina volta a perguntar, em um tom sério que não deixava margem para Henry não acreditar que era sério.

— Mas está cedo para ir dormir. — Responde com graça e Regina revirou os olhos, balançando a cabeça negativamente.

— É realmente seu filho... — A morena resmunga para Emma, que segura o sorriso. Não era momento para graça. — Henry, precisamos te contar uma coisa, uma coisa não muito fácil de acreditar, e isso vai explicar o porquê estávamos agindo estranho desde a visita daquele homem.

— Precisamos que você preste atenção em tudo que for contado, que não questione nada até que terminemos e que faça o maior esforço possível para acreditar em tudo. — Emma pede, fazendo o maior contato visual possível para que ele entendesse que o assunto era mesmo sério. — Podemos contar com você? — O garoto assente novamente, voltando a ficar nervoso, e agora curioso com a história que ouviria.

— OK! — Regina respira fundo. — Você ou eu?

— Você sempre contou histórias melhor do que eu. — Regina assente e se remexe no acento, procurando uma posição mais confortável.

— Então... Era uma vez...

•§•

— Henry, faz mais de dez minutos que você está calado... — Emma olha para a morena com uma expressão preocupada. — Não vai dizer nada?

O menino olha para as duas mulheres mais uma vez e depois olha para as fotos em sua mão, que não deixam margem para que ele não acreditasse no que ouviu, por mais absurdo que fosse.

— Você é filha da Branca de Neve e do Príncipe Encantado? — O jovem questiona, finalmente dando um sinal de que ainda tem voz e língua. Swan assente rapidamente.

— Eu também fiquei assim quando escutei isso pela primeira vez, vindo exatamente de você.

— O mundo dá voltas... — Regina murmura e Emma assente com um breve sorriso.

— E como dá... — Swan rebate num sussurro, olhando para as mãos próximas, ambas com alianças de ouro no dedo anelar da mão esquerda. Ao perceber o olhar da outra, Regina encolhe a mão, escondendo o anel.

— Então eu sou neto da Branca de Neve e do Príncipe Encantando, neto de Rumpelstiltskin e a Bela de a Bela e a Fera, filho da Rainha Má, sobrinho da Bruxa Má do Oeste, neto da Rainha de Copas e do Peter Pan... — Diz pensativo. — Esqueci mais alguém? — Questiona com tom claro de ironia, que foi propositalmente despercebido pelas mulheres, mas infelizmente, sentido.

— Ex enteado de Robin Hood e Capitão Gancho e o Autor de todas essas histórias. ― Emma acrescenta.

— Ex enteado do Capitão Gancho? — Regina questiona baixinho, sem lhe encarar, não conseguindo se segurar.

— Sim. — Emma responde rapidamente, sem nem pensar duas vezes, fazendo o coração da outra bater mais acelerado. — Bem... — Volta sua atenção para o menino, que parecia unir coisas em sua mente, olhando para o ar e movimentando os dedos. — Eu sei que é muita coisa para digerir e é difícil acreditar... — Diz em tom compreensivo. — Acredite, já estive desse lado... — Abre um breve sorriso. — Mas você confia em nós?

— Sim, eu confio em vocês.

E então, pegando as duas mulheres de surpresa, Henry puxa o frasco da mão de Emma e, sem hesitar, fecha os olhos e toma todo o líquido azul.

E então as lembranças inundam sua mente. Ele saindo de Storybrooke, encontrando Emma em Boston, levando-a para a cidade, o relógio da torre voltando a funcionar, as brigas de suas mães por ele, comendo a torta envenenada para Emma, a quebra da primeira maldição, conhecendo seu pai e depois o perdendo, criando laços com Rumple, Emma se tornando a nova Senhora das Trevas, a passagem pelo Submundo, conhecendo o seu avô Henry, e por fim, a despedida na linha da cidade antes de partirem para um novo recomeço.

— Henry? — Regina o chama, preocupada com a demora de uma resposta. O medo se apossando de seu corpo, com a possível reação do garoto quando abrisse os olhos.

O menino abre os olhos de repente, e de supetão, pula em cima das duas, dando um abraço triplo.

— Mães! — Sussurra emocionado, em tom de saudade. Quando se afastam o menino se depara com as grossas lágrimas descendo pelo rosto da mãe mais velha. — Eu amo você, mãe. — Declara-se, aquecendo o coração de Regina, que palpitava com medo de ouvir algo doloroso, e trazendo alívio até para a Emma, que estava receosa. — Eu amo vocês! — Abraça-as novamente. — Precisamos voltar para Storybrooke. Nossos amigos e familiares estão precisando de nós. — Solta-se das mulheres, mas não se afasta. Devagar, ele limpa as lágrimas das duas.

— Sim, precisamos avisar ao Gold que já estamos prontos para partimos. — Emma diz, já se levantando e puxando o celular do bolso, pronta para entrar em contato.

— E vocês? — Henry questiona, também ficando de pé, dividindo o olhar entras duas. — Nós ainda continuaremos juntos, como uma família, não é?

— Sim! Nós vamos continuar como estávamos antes de tudo isso acontecer. — Regina responde, tentando desviar a real pergunta que ela tinha entendido muito tem.

— Eu sei. Mas eu não estou me referindo a isso. — Diz sério, arqueando a sobrancelha, fazendo tanto Swan como Mills verem o quanto ele tinha dá mais velha.

— Vamos resolver uma coisa de cada vez, ok? — A loira entra na conversa. — Primeiro, vamos resolver os problemas de Storybrooke, depois...

De repente, fazendo Regina agradecer mentalmente, a campainha toca, interrompendo a conversa dos três, e Emma, que estava mais perto, ao olhar pelo olho mágico, tem um susto quando encontra Gold do outro lado da porta. Rapidamente a abre e o deixa entrar.

— Eu estava passando por aqui por perto e resolvi vir aqui. — O homem mais velho explica assim que Emma fecha a porta e o olha surpresa demais com sua presença.

— Eu ia te mandar uma mensagem agora mesmo. — Swan mostra o celular. Gold olha para Henry por alguns segundos e depois torna a olhar para a loira, questionando silenciosamente se ele já sabe de tudo. — Sim, ele já sabe de tudo. — Responde, entendendo sua dúvida.

— Ótimo! Então, estão todos prontos para voltarmos para Storybrooke e derrotarmos a minha mãe?

Notas finais
Então... Contem-nos tudo, não escondam nada. Agradecemos de coração, pelo retorno tão importante que estão nos dando, deixando-nos saber que estamos indo pelo caminho certo e estamos agradando, e esperamos que tenham gostado do capítulo, e que estejam aqui para os próximos ;)