Recomeçar

11 Capítulo 11 -Whoever she is


Notas iniciais
Primeira coisa: OBRIGADA BRUNA_2010 PELA RECOMENDAÇÃO! ficou linda linda! Obrigada MESMO! ++

Segundo: O capítulo contêm Hentai, então...



Draco olhou no relógio em seu pulso. Estava quinze
minutos atrasado, Narcisa Malfoy o mataria por fazê-la esperar. Mas ele estava
trabalhando! ELE tinha algum tipo de utilidade, ELE fazia alguma coisa para ter
uma renda PRÓPRIA.



Olhou para a fachada do café que ela escolhera. Sabia que
a mãe não iria até o apartamento da Granger, ela não desafiaria o marido
daquela forma. Mas um café era descontraído de mais. Respirou fundo e entrou,
olhando em volta procurando por ela. A mulher acenou de uma mesa afastada, um
sorriso aberto no rosto.



-Draco, querido! –Narcisa se levantou, abraçando o menino
com toda a força que encontrou.



-oi, mãe... –sua voz saiu abafada, tirando de sua mãe uma
risada fraca.



Ela parou, se afastando um pouco apenas para olhá-lo
melhor. Estava bem vestido como de costume, os cabelos claros bem penteados e
os olhos cinzentos, iguais ao do pai, tinham uma cor a mais.



-você está lindo! –ela riu, dando a ele mais um abraço e
um beijo estalado na bochecha.



-a senhora disse a mesma coisa quando fui atacado por
aquele hipogrifo! –ele riu, puxando a cadeira para a mãe e se sentando ao seu
lado.



-isso porque você fica bem até mesmo usando gesso! –Narcisa
passou a mão pelos longos cabelos loiros. –como você está, querido?



-bem! Todos meus membros e órgãos estão no lugar se é o
que deseja saber! –ele riu mesmo percebendo o olhar de advertência da mulher.
–sério, mãe! Não se preocupe comigo.



-bem, na verdade... –ela moveu os dedos da mão rapidamente.
–eu sei que você está bem. Severo me disse que você estava... Sendo bem
cuidado!



Malfoy riu novamente. Na maior parte do tempo preferia
não pensar na vez em que seu ex-professor invadira a sala da casa de Granger e
disse que estava em uma missão por Narcisa. Mas, naquele momento, vendo o olhar
desconfiado da mãe, era impossível se sentir irritado com ela.



-viu?! Não tem com o que se preocupar! –ele disse
sorridente, aceitando o cardápio que um garçom lhe passava.



-você sabe que isso não é uma verdade! –a mulher falou
mais baixo, olhando em volta. –seu pai...



-é, ele continua me infernizando! –Draco bufou. –mas
sabíamos que seria assim.



-você continua contra ele, Draco?! –ela choramingou, a
voz mais aguda e os olhos claros em alerta.



-não estou contra ele, mãe! –o menino revirou os olhos.
–ele age como se eu tivesse culpa daquela maldita sentença!



-você não parece estar sendo castigado... –Narcisa ergueu
uma sobrancelha.



-e não estou! –ele deu de ombros, voltando a sorrir.
–ainda estou sem minha varinha, mas acho que vamos recuperá-las em breve.



-não gosto de pensar em você sem poder se proteger! –ela
franziu o nariz. –mas me fale... Como ela é?



-vocês já se viram uma vez ou outra. –ele deu de ombros,
olhando para o garçom que havia retornado. –um café.



-dois! –a mulher não sorriu para o trouxa, continuou
fitando o filho. –não estou falando fisicamente!



-bem... Não tem como descrever, mãe! –Draco sorriu. –tem
que conhecê-la!



-em breve, querido! –ela suspirou, juntando as mãos sobre
a mesa. –Draco...



-nem comece! Eu já falei o que penso sobre isso e não vou
repetir! –Draco ergueu uma mão. Cortava seu coração ver a expressão de dor no
rosto da mãe, mas não poderia fazer nada com relação àquilo.



-tudo bem. –Narcisa piscou os olhos repetidamente como se
quisesse afastar as lágrimas. –fico feliz que você esteja bem!



-e a senhora? Como está? –o garçom colocou as xícaras
sobre a mesa e saiu novamente. Narcisa forçou um sorriso.



-bem! Está tudo bem! –ela bebericou o líquido escuro. –vi
o bebê de Ninfadora ontem.



-a coisa do nariz é assustador! –Draco fez uma careta.



-ela fazia a mesma coisa quando era um bebê! E isso ainda
combinado com os cabelos coloridos! –a mulher riu. –acho que é um charme, de
uma forma diferente.



Os dois continuaram conversando banalidades. Draco
percebeu que quando colocava as coisas de maneira clara logo de inicio era
muito mais fácil conversar com sua mãe. Desejou, por um segundo, poder fazer a
mesma coisa com o pai. Mas sabia, intimamente, que aquilo sim era algo
impossível.



Por fim, deixaram o café e Narcisa acompanhou Draco até o
metro, ainda reclamando que não acreditava que seu único filho, um bruxo,
estava em uma situação tão embaraçosa quando essa.



-eu posso aparatar com você até a casa da Gra... Gre...
Gren... Granger! –ela sorriu, orgulhosa de si mesma por ter sido capaz de
lembrar o nome da menina.



-não precisa! Não quero que tenha problemas com papai!
–Draco sorriu, dando mais um abraço em sua mãe.



-ele que tente! –Narcisa ergueu um dedo, um sorriso de
canto brincando em seus lábios. –eu sou muito mais rápida do que ele para fazer
um feitiço estuporante!



-mãe...



-vamos! –ela revirou os olhos claros, parecendo bem mais
nova do que era verdadeiramente. –eu deixo você na porta se for o caso.



-tudo bem! –Draco sorriu, segurando o braço da mãe e a
levando para um beco vazio.



Narcisa sorriu satisfeita, dando uma olhada de um lado
para o outro antes de finalmente aparatar. Draco fez uma careta sentindo o
puxão atrás do umbigo. Havia se esquecido daquilo totalmente.



Quando novamente abriu os olhos, estavam em frente ao
prédio. A rua estava vazia e mal iluminada. Aquela noite provavelmente seria a
mais gelada do ano. Narcisa deu um beijo estalado no filho.



-nos veremos novamente em breve, tudo bem? –ela sorriu,
ajeitando um fio ou outro do cabelo do menino.



-mande uma coruja! –ele sorriu acenando. Um segundo
depois ela já havia ido.



Draco caminhou até a portaria e entrou sem dificuldades.
O porteiro já havia se acostumado com o fato de que, supostamente, Draco era um
primo distante de Hermione que estava passando uns tempos na cidade. Para o
menino, não fazia diferença.



Malfoy olhou no relógio novamente. Com alguma sorte ainda
daria tempo de jantar com Hermione e, quem sabe, ver o restinho da tal novela?
Quem diria que os trouxas teriam histórias tão interessantes?



Entrou no apartamento e não ouviu nenhum som. Caminhou pé
ente pé até a cozinha a encontrando totalmente vazia. Suspirou pesadamente e
foi para a sala, encontrando Hermione deitada largadamente no sofá.



-chegou cedo! –ela sorriu, sentando automaticamente.



-cedo? –ele olhou outra vez no relógio, apenas para ter
certeza.



-pensei que fosse passar mais tempo com sua mãe! –ela
observou enquanto Malfoy caminhava até o sofá e se sentava ao seu lado.



-foi o suficiente para saber que ela está bem. –ele deu
de ombros. –ela mandou um “oi”.



-ah... outro “oi” para ela! –Hermione riu totalmente sem
jeito. –você está feliz!



-estou! –ele sorriu genuinamente.



Draco desandou a contar como havia sido o encontro com
sua mãe, demorando em detalhes e, a cada palavra, parecia ainda mais contente.
Hermione apenas o observava, sorrindo, os olhos tranquilamente fixos no rosto
do menino.



Os olhos cinzentos fixavam a tela da televisão sem
realmente enxergar. O sorriso deixava a mostra todos os dentes perfeitamente
brancos. A pele não parecia tão pálida, ganhara alguma vida. Provavelmente
culpa da euforia.



Em um movimento rápido e muito bem calculado, Hermione
puxou o menino pela gola da camisa, selando seus lábios em um beijo rápido.
Draco, pego de surpresa, lentamente foi recobrando a consciência, colocando
cuidadosamente as mãos em sua cintura.



Hermione, que ficara de joelhos, continuava segurando a
gola da camisa do menino o mantendo o mais próximo que podia. Malfoy tentava
manter o ritmo calmo do beijo, provavelmente não entendo a recente urgência
dela. As mãos pequenas deslizaram pela camisa, espalmando todo o abdômen de
Draco por cima do tecido. Malfoy mordeu a língua de Hermione, acompanhando o
movimento do corpo da menina até que ambos estivessem deitados no sofá.



Sem separar seus lábios – Hermione segurava Draco pelo
cabelo – ele deixou que suas mãos criassem vida, acariciando todo o corpo da
morena, desejando que todas aquelas camadas de tecido simplesmente
desaparecessem por apenas um segundo. Draco conseguiu tirar um tremor de
Hermione quando colocou as mãos geladas em contado direto com a pele de sua
cintura.



Sorriu divertido, deixando os lábios e traçando uma linha
de gelo e fogo até o pescoço fino. Hermione, que estava trabalhando
incansavelmente com apenas uma mão nos botões da camisa, arfou, sentindo a
língua quente e úmida tocar sua pele com tanta intimidade.



-seu gosto... –Draco sussurrou, subindo com beijos e mordidas
por todo o pescoço até a mandíbula. –Hermione...



Ela deslizou com a ponta dos dedos o tecido da camisa
pelo ombro, e ele a ajudou a terminar de tirá-la. Hermione passou as mãos sem
pudor algum pelos ombros, peito, costas e Abdômen de Draco, tirando dele
suspiros e gemidos curtos, insuficientes.



Sentiu que Draco havia alcançado o fecho de seu sutiã por
baixo das roupas. Por um milésimo de segundos, os dois jovens trocaram um olhar
cheio de significados. O menino tirou o moletom, a camiseta e a peça íntima ao
mesmo tempo, jogando todas elas em um canto qualquer da sala.



Hermione arqueou as costas, encostando seus seios no
peito desnudo de Malfoy, encaixando seu quadril ao quadril do menino. A mão de
Draco subiu, fazendo desenhos irregulares na pele alva, os lábios finos tocaram
a pele sensível dos seios, dando uma mordiscada em seguida. Hermione reprimiu
um gemido, arqueando as costas novamente.



-espera! –ela sussurrou, reunindo toda a força de vontade
que tinha. Malfoy ergueu a cabeça, alarmado, a olhando com um grande ponto de
interrogação nos olhos. –não aqui! Vem comigo.



Draco deu espaço para que ela se levantasse. Hermione
esticou a mão que ele não pensou uma segunda vez antes de pegar. Deus! Como
desejava aquilo. Sentia seu corpo queimar, a calça estava apertada de mais e a
visão da parte superior do corpo de Hermione desnudo não estava ajudando.



E Hermione o entendia completamente. Os lábios finos e
rosados estavam tão próximos... O que importava se estavam no meio da sala ou
em um corredor lotado em Hogwarts?! Mas eles tiveram uma coleção de visitas
inesperadas nos últimos dias. Não queria que mais ninguém tivesse aquela visão
privilegiada.



Sentia a pele queimar em todos os locais que Draco havia
tocado. O cheiro do perfume amadeirado, o gosto de café de seus lábios, os
movimentos fortes e ritmados de seu corpo. Era só isso que ela desejava no
momento.



Draco a prendeu na parede, seus corpos colados de forma
que Hermione pudesse sentir exatamente o que estava acontecendo no baixo ventre
do menino. Ele não perdeu tempo, atacou novamente os lábios da menina e levou
suas mãos até seu quadril, dando o impulso necessário para que ela conseguisse
abraçá-lo com suas pernas.



-se quiser parar, é melhor dizer antes que entremos
naquele quarto! –Draco acenou com a cabeça para a porta aberta do quarto da
menina, onde ela obviamente tentava o levar.



-não quero parar! –ela murmurou, as mãos firmemente nos
ombros do menino. Draco sorriu de canto, fazendo Hermione rir baixinho antes de
voltarem a se beijar.



Draco voltou a caminhar, levando Hermione lentamente para
o quarto, prestando atenção para não bater em nada durante o caminho. Fechou a
porta com a perna, causando um grande estrondo. Hermione se mexeu, colocando um
dos pés no chão e indo trancar a porta.



-eu disse que não quero parar. –ela o lembrou, voltando a
caminhar até onde ele estava parado, a encarando com os olhos negros de puro
desejo.



(http://www.youtube.com/watch?v=Pt2874dcth8
Música... Sei lá, não é muito meu estilo, mas ficou bonitinha!)



Hermione colocou uma mão sobre seu peito e começou a
empurrá-lo até a cama, fazendo com que ele caísse sentado no colchão macio.
Draco continuou sorrindo, uma de suas mãos alcançando a coxa dela.



A menina continuou o empurrando até que ele estivesse completamente
deitado. Draco arregalou os olhos arrancando uma risada dela, que subira sobre
seu corpo, distribuindo beijos e mordidas por toda a pele livre de roupas.



Sem demoras, ela arrancou o cinto da calça social do
menino, o lançando para longe. Malfoy a ajudou a terminar de se despir, a
derrubando na cama em seguida e começando a se livrar das roupas trouxas que
ela usava. Se lembraria de dizer mais tarde que ele gostava daquela calça jeans
que a menina usava... Mas, no momento, a peça de roupa estava simplesmente o
atrapalhando.



Tocaram-se pela primeira vez livres de qualquer tecido ou
barreira. Hermione gemeu baixo ao ser arrastada até o meio da cama, Malfoy
ainda beijando seus lábios, vez ou outra chegando ao seu pescoço.



Seu corpo estava quente como nunca estivera antes. Seu
corpo respondia perfeitamente a cada movimento que Draco fazia. Sua pele se
arrepiava em um misto de quente e frio, como ondas que desciam e subiam.



Draco deitou sobre seu corpo, procurando pelos olhos
castanhos consumidos por desejo. Desejo. Desejo por ele, o mimado e arrogante. Não
pode deixar de sorrir ao perceber que, finalmente, havia conseguido aquilo que
tanto queria desde o tempo da escola.



Levou algum tempo para perceber que as provocações e
brincadeiras de mau gosto tinham um significado muito maior do que simplesmente
detestar sangues-ruins. Depois, julgou que sua atração era simplesmente porque
ELA era a única que aparentemente não gostaria de estar com ele de forma
alguma.



Por sinal, muitas vezes ela mesma dissera isso. Como no
terceiro ano, quando ele fez com que Crabbe e Goyle os trancassem em uma
masmorra. Sua intenção era irritá-la o máximo possível e, talvez, com alguma
sorte, tirar um pouco de proveito da situação. O resultado foi um soco muito
bem dado bem no meio de seu rosto. Como poderia saber que a menina tinha uma
mão tão pesada? E depois... Por deus! Eles tinham apenas treze anos, o que
poderia acontecer? Aparentemente, um nariz quase quebrado.



E, no ano seguinte, ele se esforçara muito para chamar a
atenção da sabe-tudo. Mas então apareceu o búlgaro. Até então Viktor Krum era
seu maior ídolo no quadribol, mas ele tinha mexido com coisas que não deveria.



E, a partir daí uma série de acontecimentos tirou de vez
qualquer possibilidade de eles se aproximarem. No sétimo ano, Hermione começara
a sair com o Weasley e, logo depois da escola, foram morar juntos. Foi então
que Draco percebeu que a guerra estava realmente acabada e que, apesar de nunca
admitir em voz alta, ele havia perdido. Até então...



Malfoy sorriu de canto, beijando a menina mais uma vez,
descendo os lábios por seu queixo, pescoço, ombros até que finalmente chegasse
à pele entre os seios de Hermione. Ela novamente reprimiu um gemido, o
abraçando com mais força, suas pernas pressionando firmemente o quadril de
Draco.



-Hermione, Diga o que você quer! –ele sussurrou, descendo
para beijar a barriga.



Ela não respondeu de imediato. Suas unhas se afundaram na
pele clara fazendo o menino fazer uma careta de dor. Mas não estava em seus
planos parar. Deu uma mordida e voltou a pedir que Hermione dissesse o que
desejava.



E, por fim, cansada de esperar ou, simplesmente se
rendendo a qualquer restinho de consciência que poderia ter, ela o puxou para
cima, o prendendo entre seus braços mais uma vez, até que os olhos cinzentos
estivessem na mesma altura que os delas.



-eu quero você! –ela rosnou, os olhos firmemente o
encarando. –agora!



Malfoy sorriu. Embora quisesse aquilo, mais do que ela,
acreditava, precisava daquela última ordem. Talvez assim, mais tarde, ambos
estariam totalmente livres de arrependimentos ou qualquer outra coisa.



Ele deslizou para dentro de seu corpo firmemente, ouvindo
o gemido deixar a garganta de Hermione. Draco começou a investir contra seu
corpo, arrancando suspiros, gemidos e arquejos. Tanto fazia, no fim estava
simplesmente bem.



-Mione... –Draco sussurrou em seu ouvido, sentindo as
paredes do corpo da menina se fecharem em volta do seu. –seja minha!



-Dra-co! –ela murmurou, os braços apertados em volta do
pescoço do amado.



Draco sentiu o corpo dela estremecer, ficar mais leve de repente.
Alcançou seus lábios e continuou com os movimentos até que finalmente alcançasse
Hermione.



Draco suspirou, caindo ao lado de seu corpo, olhando para
a menina parecendo cansado. Hermione sorriu, deitando de lado para que ficasse
de frente com ele. Sorriu de canto, vendo o sorriso atingir os olhos claros.



Draco estendeu os braços, dando espaço para que ela se
aninhasse entre eles. Hermione sorriu, se sentindo meio sonolenta, deixando a
cabeça repousar na base do pescoço de Draco.



(OK!
Isso não ficou LÁ aquelas coisas, mas eu me esforcei bastante! :/ haha)



(...)



Draco franziu a testa, forçando os olhos para não
abri-los. Esticou um braço e tateou a cama ao seu lado, procurando por qualquer
parte do corpo de Hermione. Porém o colchão estava vazio e frio ao seu lado. Levantou
em um pulo, arregalando os olhos, olhando em volta.



Ainda estava no quarto dela, mas não tinha idéia de onde
ELA poderia estar. Levantou-se e vestiu a calça que estava jogada em um canto. Abriu
a porta e foi repreendido no mesmo instante.



-volta para a cama! –Hermione ordenou, carregando uma
bandeja.



-onde você estava? –ele perguntou manhoso, coçando a nuca.



-está frio, vem! –ela acenou com a cabeça, entrando no
quarto e deitando na cama.



Draco percebeu que ela vestia um conjunto de pijama
pesado. Sentiu um arrepio correr por todo seu corpo. Estava mesmo muito frio. Também
voltou para a cama e se pôs a observá-la.



-não vai comer? –ela perguntou, escorregando até que a lateral
de seus corpos estivesse encostada.



-não estou com fome! –ele ergueu uma sobrancelha,
voltando a sorrir de canto.



Draco pegou a bandeja e a colocou no chão, abraçando a
cintura da menina e a derrubando na cama, beijando sua bochecha em seguida.



-não faça mais isso! –ele sussurrou, franzindo
minimamente a testa.



-isso o que? –ela sussurrou de volta, puxando a coberta
para cima deles.



-sumir assim de manha! –Draco revirou os olhos. –quer me
matar?



-desculpe! –Hermione riu, suspirando enquanto o abraçava
novamente.





Quem
quer que ela seja.



Achei que tinha minha garota, mas ela fugiu

Meu carro foi roubado e eu chegarei atrasado

No trabalho essa semana

pelo quarto dia consecutivo

Mas eu estou bem

Eu pensei que tinha tudo, mas joguei tudo fora

Larguei aquele antigo emprego e agora estou bem

Aquelas coisas materiais

Não podem me atrapalhar

Porque eu superei

Mas o que quer que ela possa ser

Ela pode ser dinheiro, carros, medo do escuro

Seus melhores amigos ou apenas estranhos em bares

Quem quer que ela seja, quem quer que ela possa ser

Uma coisa é certa

Você não tem que se preocupar

E essa é a parte em que você descobre quem você é

E estes são os amigos

Aqueles que estiveram lá desde o começo

Então danem-se as notícias ruins

Sujeira em seus sapatos novos

Choveu todo o mês de maio

Até junho

E todo dia, de todos os jeitos, ela estará igual

E toda a preocupação que você tinha parece ter sumido

Dane-se essas suas novas besteiras

E quer você ache que se encaixa ou não

Ela pode ser dias chuvosos, salário mínimo

Um livro que termina sem a última página

Quem quer que ela seja, quem quer que ela possa ser

Uma coisa é certa

Você não tem que se preocupar

Notas finais
AVISO: Gente! vou aproveitar que já está no capítulo 11 para falar... A fic vai ter uns 15 capítulos mais ou menos (ou seja, mais 4) talvez um pouco a mais ou um pouco a menos, ainda não contei direitinho!!!!
Bem... é isso! Desculpem pelo hentai Fail! --' HAHAHAHAHA
comentem! ++