Rebel new generation
7 Capitulo 7
Por Mosca
Já estava na sala de aula, como todos.
– Bom pessoal se V é igual a F ao cubo, dividido por n+14, obviamente que Y é igual a divisão, bom determinando o conjunto de solução da equação, 9 igual A X + 1 ao 27 elevado a A X — 3 -ia dizendo o professor Arthur
– Acordado ainda? — perguntou a Lara a mim.
– Nem sei mais, me lembra de gravar essa aula pra quando eu tiver insonia — falei.
– É uma boa ideia sabia? Você ficaria rico — disse a Lara.
– É e as industrias de vender remédios pra dormir iam falir — falei.
– Não... mas imagina agora um mundo com a voz do Arthur — disse a Lara rindo, e percebi que a Milena não tirava os olhos da gente.
– Éh... esquece isso, Deus que nos livre — falei sorrindo, e voltei a prestar atenção na aula.
Por Beatriz
Quando finalmente acabou a aula do Arthur a qual seria a "ultima do dia" , corri pro quarto, e a Cinderela lá estava, entrei a bati a porta forte.
– Caramba — disse a Viviane a me olhar.
– Que foi ôh ? — perguntei.
– Tá estressadinha? — perguntou a Viviane
– "inha" é com você — falei.
– Olha eu só não quero ter um ataque do coração por que você é descontrolada tá? — disse a Viviane
– Que saco — falei
– Atrapalhou minha arrumação — disse a Viviane
– Que saco duas vezes — falei
– Ai tem roupa aqui que usei mais de uma vez, roupas que são um lixo, parece até um sei lá o que, vê!! Credo — disse a Viviane, eu vi um caderninho acima da cama dela, e comecei a ler...
– "Ah, eu vou voltar, outra vez vou voltar." — eu ia falando...
– Não faz isso Beatriz — disse a Viviane tentando puxar o caderninho dela de mim.
– "Ah... eu preciso achar..." — falei
– Me dá — ela disse pegando o caderninho dela de minha mão
– Isso é poesia? — perguntei.
– Isso não é poesia — disse a Viviane.
– Ah.. não, é letra de musica — falei.
– Bia, isso é coisa minha, você tá invadindo meu espaço — disse a Viviane.
– Não, esse espaço é nosso, sacou? — falei.
– O espaço físico é, mas isso aqui é meu — disse a Viviane.
– Cruzes, e nem é tão bom assim, tá? — falei e ela saiu do quarto, peguei meu caderno e anotei algumas coisas...
Depois de um tempo, fui procurar o pessoal a Lara me disse que o Eduardo estava na quadra, a Milena estava na cantina e o Mosca e a Viviane ninguém sabe (era só o que me faltava) fui diretamente pra quadra, onde os garotos estavam jogando futebol , e aquelazinha da Marian estava olhando eles.
– Que pena, ia me oferecer pra entrar no jogo, mas vejo que tem gente demais por aqui — falei chegando perto da Marian.
– Você gosta mesmo de jogar futebol, ou é só pra chamar atenção? — perguntou a Marian.
– E você gosta mesmo de assistir futebol, ou é só pra escutar a conversa dos outros? — perguntei.
– Por acaso você esta insinuando que... — a Marian ia falando, mas nessa hora o Eduardo acertou a bola do jogo nela — AI , quem foi que fez isso? — ela perguntou enquanto eu só ria.
– Ô Marian foi mal — disse o Eduardo se aproximando.
– Coitadinha — falei rindo.
– Ah eu sei que foi de proposito tá? — disse a Marian.
– Que isso garota? Pirou? Nem te vi aí — disse o Eduardo.
– Por acaso sou transparente? — perguntou a Marian.
– Ele não te viu por que você gosta de ficar escondidinha — falei sorrindo.
– iih — disse o Eduardo rindo.
– Quer saber? Cansei de vocês — disse a Marian que saiu em seguida da quadra.
– Vaza fofoqueira — falei alto — Ah.. vem cá preciso falar com você — falei.
– Mas tarde? — perguntou o Eduardo
– Agora — falei.
– Ah.. pera ai Bia, no meio do jogo? — perguntou o Eduardo
– Bora, lá no porão — falei, e ele me olhou com um olhar malicioso, eu apenas ri dele, e sai andando.
– Ai pessoal, mas tarde eu volto — ele disse a os garotos que estavam jogando futebol, e saiu da quadra junto comigo.
Por Guilherme
Estávamos eu e a Marian conversando e andando pelo patio.
– Você só tem que se aproximar das meninas, se fazer de boa moça, aqui... ali e tal — falei.
– Tá e depois? — perguntou-me a Marian.
– Ah.. depois a gente deixa a casa cair, vai tentar?
– É, se eu aguentar aqueles bando de chatas né... — disse a Marian
– O jogo é esse Marian, se você quiser ser aceita tem que fingir — falei.
– Ham... e você finge? — perguntou a Marian.
– É claro que não, comigo não rola esse lance de não ser aceito — falei.
– Como que não? — perguntou a Marian
– Por que tá me perguntando isso? — perguntei.
– Porque será né? — disse a Marian
Por Marian
Depois de ter conversado bastante fomos a cantina, e lá estavam o Samuca, Gabriela e Tereza a"Cozinheira"
– Meu deus do céu — disse a Tereza a o pegar alguns matérias da cozinha no chão.
– Tereza aconteceu alguma coisa? — perguntou a Gabriela.
– Muitas coisas, uma hora dessas e eu ainda não arrumei nada no bandejão — disse a Tereza.
– E o Pingo? (Um gordo que trabalha na cantina) — perguntou o Samuel.
– Se você souber onde ele está , você me diz, por que eu vou trazer ele pra cá á vassouradas
– Ele deve estar resolvendo alguma coisa — disse a Gabriela rindo.
– Ele deve estar comendo escondido, isso sim — disse a Tereza.
– Se você quiser a gente te ajuda a arrumar tudo — disse o Samuel.
– Mas vocês não vão dar conta disso sozinhos — disse a Tereza
– Ah... A gente pode tentar né — disse a Gabriela.
– Vai Marian, vai lá — disse o Guilherme me empurrando para que eu fosse ajudar lá.
– Vocês estão precisando de alguma ajuda? — perguntei.
– Por que? Você quer por pimenta ou algo do tipo na minha comida? — perguntou a Tereza.
– Não Tereza... Que ideia, eu só vi vocês aí comentando... e eu só tô querendo ajudar, é sério — falei.
– Eu e a Gabriela já vamos ajudar — disse o Samuel.
– A gente se vira Marian — disse a Gabriela
– Não... eu faço questão — falei.
– Se é o que você quer... — disse a Tereza.
– Então por onde eu começo? — perguntei.
– Ajudando esses dois a passar pano álcool nas mesas — disse a Tereza ao me entregar um pano, e o álcool, começamos a limpar as mesas... depois que terminamos tínhamos que voltar a sala de aula, por que era apenas um pequeno intervalo
Por Vicente
Estávamos eu e os meus alunos já na sala de aula, depois que todos se sentaram em seus devidos lugares comecei a falar...
– Bom gente, eu espero que todos tenham lido o livro por que vamos passar um tempinho trabalhando nele tá? vamos fazer o seguinte quem leu? — perguntei e só o Samuel, Gabriela , Lara levantaram a mão, vi que m- Uau, então tá todo mundo pronto pra uma prova relâmpago, valendo pra nota final — falei e todos os alunos começaram a falar a o mesmo tempo — Tudo bem tô brincando... mas o assunto é sério gente, não é um livro qualquer é Dom Casmurro é um livro delicioso- falei.
– Mais ou menos né professor? é um livro velho né? por que temos que ler essas velharias? -perguntou o Mathias.
– É, você tem razão, e se eu desse pra vocês lerem um livro de suspense? Quase policial, onde o leitor tem que descobrir se a mulher do cara foi infiel ou não... a partir das pistas que a própria vitima vai revelando -falei.
– Ta aí, gostei — disse a Marian.
– Esse parece ser bacana — disse o Guilherme
– Gostaram? então todos peguem seus cadernos e anotem o nome do livro — falei e todos pegaram suas canetas.
– Pode falar — disse o Mosca.
– Fala aí — disse a Lara.
– O livro chama Dom Casmurro de Machado de Assis — falei e os alunos se desanimaram — Mas o que foi? vocês me disseram que era legal — falei.
– Mas contando assim também... — disse a Beatriz.
– O livro é assim gente, confiem em mim, vamos fazer assim tipo um trato tá? todo mundo lê o livro, a gente trabalha de uma maneira legal, e quem não gostar ganha dez do mesmo jeito, beleza? — falei.
– Ai sim — disse o Mathias e todos começaram a falar a o mesmo tempo.
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