Por Beatriz

Depois da aula do Vicente fui a biblioteca procurar o livro no qual o professor Vicente tinha falado na sala de aula...

estava na paz quando aparece o Eduardo do outro lado da prateleira dos livros

– Oi — disse o Eduardo sorrindo.

– Se acha que me assustou você errou de garota — falei a o pegar o livro.

– Também tô atrás do livro que o Vicente falou pra gente ler — disse o Eduardo.

– Você vai ler? — perguntei.

– Depois do que ele disse até eu fiquei afim — disse o Eduardo.

– Eu só vou fingir que eu leio — falei.

– Ah... tá bom, hum me engana que eu gosto, você vai é devorar cada palavra do livro — disse o Eduardo.

– É muito ruim disso acontecer hem, eu sou contra de fazer o que mandam — falei.

– Não, ele não mandou, ele deixou a gente na afrissura de ler, é diferente — disse o Eduardo

– Cê acha? — perguntei.

– A gente faz o seguinte então, eu fingo que acredito que você vai fingir que lê o livro — disse o Eduardo.

– Nada feito — falei me afastando.

– Ôh... é sério, eu não vou contar a ninguém que você vai ler o livro — disse o Eduardo, indo atras de mim.

– Não precisa mentir por minha causa — falei.

– Não é mentira, veja bem... é segredo nosso — disse o Eduardo sussurrando.

– Olha Eduardo obrigada, mas eu não divido nada meu... com ninguém — falei imitando ele sussurrando, e sai dali deixando ele sozinho.

Por Viviane

Eu estava rumo a sala do diretor Jonas para reclamar do professor Arthur que falou mal de uma aluna bolsista,

assim quando entrei na sala do Jonas meu pai estava lá

– Pai!! — falei indo correndo abraçar-lo

– Você sabia que eu estava aqui , é? — perguntou meu pai.

– Não... mas que surpresa boa — falei sorrindo

– Vou mandar servir um chá — disse o diretor Jonas

– Ótimo, obrigado — disse o meu pai, e o Jonas saiu da diretoria.

– O chá daqui é horrível — falei.

– Sorte sua que eu trouxe aquele chá que você adora — disse o meu pai.

– Pai obrigada, você pensa em TUDO!! -falei o abracando novamente.


Por Gabriela

Estávamos eu, a Lara e a Marian no patio conversando...

– O pai da Viviane é uma coisa de lindo — falei.

– Ele é gato, mas tem gente melhor por aí também — disse a Lara indo para junto da Marian.

– O franco é tudo de bom — disse a Marian

– Um pai desses a gente bem que queria né? — perguntei.

– Um pai desses e muito rico por sinal — disse a Lara, e nesse momento chegou a Beatriz, acompanhada junto com o Eduardo.

– Passou um furação da moda por aqui? — perguntou a Beatriz.

– Não, é o pai da Vivi, que vamos combinar uma coisa né... — disse a Marian.

– Credo, coroa demais — disse a Beatriz.

– Ai Bia, ele é um máximo — falei.

– Máximo é nome de imperador romano, fofinha — disse a Beatriz.

– Deixa de ser grossa garota — disse a Lara.

– Grossa por que? Só porque ela fala o que pensa? — perguntou o Eduardo, e a Beatriz sorriu — vamos embora daqui "grossa" — disse o Eduardo com a Beatriz brincando, e os dois sairão de perto da gente.

Por Eduardo

Quando finalmente já estava a noite, fui a o porão, fiquei um tempo lá sozinho (O pessoal esqueceu que tínhamos marcado de todo mundo se encontrar aqui? Pois é acho que sim) e logo em seguida chegou o Mosca carregando seu violão.

– Quem diria, o primeiro a chegar — falei rindo.

– Tava na terapia — disse o Mosca.

– Que terapia? — perguntei.

– Modo de dizer — disse o Mosca.

– Ah... sei, sei, aí tenho uma surpresa pra gente — falei.

– Qual? -perguntou o Mosca

– Se eu contar vai deixar de ser surpresa né mané? — falei.

– Tá, mas se você não contar não vai ser surpresa, vai ser segredo — disse o Mosca.

– Calma, calma... senta aí e espera a Bia chegar — falei.

– Então tá — disse o Mosca se sentando no sofá que tinha por lá.

– Ei — falei.

– Fala — disse o Mosca.

– Você bem que podia me ensinar a tocar essa parada aí — falei.

– Não , não não Eduardo, tô fora, eu não sei ensinar e você não sabe aprender — disse o Mosca.

– Deixa de ser chato, quero aprender a tocar violão de verdade — falei.

– Tá bom, mas se você não levar jeito eu desisto, tá? — perguntou o Mosca.

– Tá certo, combinado , passa pra cá — falei pegando o violão — Agora eu vou tocar — falei.

– DÓ RÉ MI , faz aqui — disse o Mosca apontando pras notas do violão.

– Dó ré mi, tem que ser uma nota de cada vez Mosca — falei.

– Pera ai cara, solta a mão ô , agora vai ali — disse o Mosca apontando, e comecei a tocar o violão — assim não, eu vou quebrar o teu dedo — disse o Mosca.

– Pô , dói o dedo essa parada — falei.

– Você não disse que queria aprender — disse o Mosca.

Por Gabriela

Estava esperando o Samuel pra ver se ele tinha conseguido o que eu tinha pedido a ele.

– Tentei de tudo pra entrar no sistema do colégio — disse o Samuel se sentando a o meu lado.

– E aí ? — perguntei.

– Não teve jeito — disse o Samuel

– Mas pelo menos você descobriu se alguém paga pra eu estudar aqui? — perguntei.

– Não... mas pode até ser, mas não consegui ver nada — disse o Samuel.

– Eu acho que eu posso te ajudar Gabriela — disse a Marian chegando.

– Eu não te pedi nada — falei.

– Deixa ela falar... — disse o Samuel.

– Então... se vocês me falarem pra onde aquele povinho vai quando dão aquela sumida, eu te falo o que sei — disse a Marian.

– Mas eu não quero saber de nada... — falei.

– Mentira... eu sei que você tá maluca pra saber quem é que te banca aqui — disse a Marian.

– E quem é que me banca? — perguntei.

– Aí é que tá... você me ajuda, que eu te ajudo — disse a Marian.

Notas finais
Vocês acham que a Gabriela deve confiar na Marian e falar onde o pessoal vão?