Rebel Rebel
1 Isabella Swan
Notas iniciais
Isabella Swan
Desde pequena eu tento entender o porquê dos finais felizes nos contos de fadas, aliás eu tento entender o porquê dos contos de fadas, afinal estamos nessa vida para se lascar mesmo. Uns me chamam de louca por pensar assim, mas eu não me acho louca não. Na verdade eu me acho muito sã, pois a minha linha de pensamento está correta, não há finais felizes na vida real.
Sou Isabella Marie Swan, filha caçula de Charlie e Renée Swan, e irmã da patricinha Rosalie Swan. Tenho 17 anos e aguardo ansiosamente pelos meus 18, e atualmente não tenho endereço fixo, e já vou explicar por que não tenho.
Meus pais se separaram quando eu tinha 09 anos, e na época a minha irmã tinha 10, foi um verdadeiro auê. Meu pai descobriu que minha mãe o traía com o carteiro, o Sr. Ramirez. E também descobriu que a cidade inteira já sabia e foi exatamente nesse ponto que começamos a nos mudar.
Nós morávamos em Stanley, uma cidadezinha que fica em Idaho, e por ser uma cidade pequena todos ficaram sabendo do acontecido. Mamãe voltou para a casa da vovó Liz, e Charlie voltou para a casa da sua mãe, a v ovó Marie.
Neste período eu e Rose ficamos com a Mamãe, mas logo que Charlie conseguiu um emprego ele entrou na justiça pela a nossa guarda. Rose não achou certo e disse que Charlie iria se casar de novo, e nós ficaríamos de lado quando a suposta madrasta tivesse outro filho.
No dia da audiência o juiz decidiu que nós ficaríamos com a nossa mãe, mas que também teríamos de ir visitar Charlie. Eu, na minha inocência, disse a psicóloga que gostaria de morar um pouco com cada um e do nada esse meu ''desejo'' se realizou.
Eu e Rose passávamos seis meses com o Charlie, e seis meses com a Renée que se casou um mês depois do divórcio com um escultor chamado Amun.
No começo foi terrível, a Rose não saia de casa e bloqueava qualquer tipo de tentativa do Papai em fazer contato. Eu não me importava com a situação, eu ficava feliz em estar com o Papai e com a Mamãe.
Na época que vovó Marie estava internada Charlie conheceu um enfermeira, seu nome era Sue Clearwater, ela tinha uma filha de um casamento que não deu certo anteriormente. No mesmo ano eles se casaram, e seis meses depois ela engravidou.
Passei o meu aniversário de 13 anos em Forks, com Charlie, Sue e a pequena Leah. Sue estava com poucos meses de gravidez, e fez questão de fazer um bolo enorme e chamar meus poucos amigos, foi um dos meus melhores aniversário.
Assim que Rose completou 14 anos, ela disse que não iria mais ficar seis meses com o Papai, e logo arrumou diversas aulas e motivos para não ir. Na época vovó Marie estava muito doente, e eu voltei para Forks para ajudar cuidar dela. Três meses após o aniversário da Rose, vovó Marie faleceu de insuficiência respiratória.
Em Fevereiro eu voltei para o Arizona, e fiquei com Renée até o final de Março, pois o nascimento do Seth estava marcado para o começo de Abril, e eu não poderia perder esse acontecimento.
Meu irmão nasceu a coisinha mais linda desse mundo, a Leah ficou com ciúmes, mas vai explicar para uma criança de 6 anos e meio que não precisa ter ciúmes de um bebê tão fofinho e maravilhoso.
Após o nascimento do Seth as coisas se complicaram, Renée estava se mudando mais uma vez, o casamento com o Amun tinha chegado ao fim e ela iria sair do Arizona e voltaria para a casa da vovó Liz. Tive que voltar e continuar no Texas por mais alguns meses, nesse ano passei o Natal com Charlie para recompensar os meses perdidos.
Desde então eu vivo nesse vai e vem, e tento organizar a minha ''rotina''. Com o passar dos anos foi ficando difícil, então eu comecei a descontar tudo em meu estilo. Hoje meu me considero eclética, mas quando eu fiz 15, eu era totalmente emo, com o passar dos anos eu fui relaxando mais.
Hoje é meu último dia em Forks, amanhã eu volto pra Los Angeles, onde é a atual residência da Renée. Espero que dê tudo certo, e se não der, eu xingo todo mundo e volto pra casa.
Fale com o autor