Notas iniciais
Oi amorees, estou de volta com mais um capítulo para vocês, espero que gostem, nos falamos mais lá embaixo ;*

Em passos vacilantes, entrei naquele mesmo estúdio que tornou-se familiar para mim. Kristen e eu nos dirigimos à recepção, eu tremia levemente e olhava para todos os lados, pronta para dissimular e correr para qualquer lado se visse algo (na verdade, alguém).

– Bom dia. – Ouvi Kristen cumprimentar o mesmo garoto que me recepcionara da última vez, me despertando de minha paranoia.

– Hm. Bom dia. – Cumprimentei-o, seguindo o exemplo de minha amiga.

Senti que meu cenho se franzia enquanto eu me esforçava para não ficar olhando para os lados ou para não desistir de tudo de uma vez e sair correndo dali.

– Bom dia, em que posso ajudá-las hoje? – Questionou o rapaz com as expressões irritantes que tinha a pretensão de ser galantes.

– Vim para a prova, sou Ashley Greene, ela está me acompanhando. – Informei enquanto ele consultava o computador a sua frente.

– Certo, à direita, a terceira porta, estão esperando por você.

– Ok, obrigada.

Eu me virei na direção que ele havia me indicado e segui pelo belo hall, sendo seguida por Kristen. Cheguei à porta de um estúdio mediano que estava com a porta entreaberta, várias vozes vinham de seu interior.

Bati na porta três vezes, sendo respondida por uma voz masculina, que me pediu para entrar. Empurrei a porta, sorrindo ao encontrar a equipe que trabalhou comigo na última sessão, reconheci a equipe que adentrara a última sessão com Kellan e notei mais algumas pessoas que não conhecia.

Diferente de quando era coordenada por Marc (mesmo que não soubesse disso na época) a sala estava imersa em uma aura de agitação e animação que era uma das razões de eu amar esse meio.

– Bom dia. – Cumprimentei a todos quando adentrei a sala.

– Ashley! – Megan andou sorridente em minha direção e me cumprimentou com um beijo em cada lado da face. – Está linda.

– Obrigada Megan. – Sorri para ela. – Esta é Kristen. – Falei indicando minha amiga que estava um pouco atrás de mim, mas se adiantou à menção de seu nome, cumprimentando Megan.

– Ah sim, já ouvi falar de você, vai desfilar pela Prada não é? – Questionou Megan simpática.

– Sim, isso mesmo. – Kristen sorriu.

– Vamos Ashley, estão esperando. – Megan chamou-me.

Ela começou a andar até duas araras que estavam cercada de pessoas conversando e analisando as roupas e ao lado de uma mesa coberta por anotações, esquetes e fotos que também estavam sob análise.

– Aqui está ela Louis. – Megan anunciou quando nos aproximamos. – Ashley, esse é Louis, o diretor artístico. – Falou indicando um homem que tinha por volta dos quarenta anos que se curvou em cumprimento. – Essa é Layla, a figurinista. – Uma jovem simpática e ruiva me cumprimentou com um abraço. – E esse é Aaron, o fotógrafo. – Um senhor cumprimentou-me com um sorriso. – E, como vocês sabem, essa é Ashley, aquela ali é Kristen, amiga dela.

Após todas as devidas apresentações eles retomaram a discussão em que estavam engajados antes, mas dessa vez estendiam as roupas a minha frente, tentando decidir o que seria mais apropriado.

Algumas vezes ouvi o nome de Kellan ser citado nessas conversas e cada vez que isso acontecia meu estômago dava uma cambalhota. Eu me esforçava ao máximo para manter meu foco no que eles diziam, para evitar ficar olhando para os lados, buscando-o.

Nas vezes em que não pude reprimir essa vontade fiquei com os nervos ainda mais agitados ao constatar Kristen e Megan extremamente envolvidas em uma conversa, aos cochichos e dando risadinhas, às vezes olhando para mim. Eu tinha certeza de que nada de bom (para mim) sairia daquela parceria.

Em um momento em que Louis, Layla e Aaron se viraram para a arara mais próxima, tentando escolher entre duas blusas, em um esforço para não deixar minha mente vaguear ou fazer cara feia para Kristen e Megan, que estavam em uma nova rodada de cochichos, ou alguma pergunta sobre o paradeiro dele a alguém que estivesse por perto passei a observar os papeis sobre a mesa.

Havia esquetes com desenhos que representavam as roupas que estavam nas araras, anotações em letras elegantes, algumas delas digitadas, além de possuir uma variedade de fotos.

Nas fotos, estava representado um lugar bonito, de vegetação dourada no qual provavelmente fotografaríamos, uma foto que me deixou intrigada – era a foto que Marc tirara na última sessão, estava desfocada e estranha, mas eu a reconheci: era do momento em que Kellan evitara minha queda, o momento em que nossos olhos se prenderam.

Eu me perguntei o que ela fazia ali, já que não era boa o bastante, mas em uma explicação aparentemente racional conclui que era apenas uma referência do que não fazer. Além dela uma ou duas fotos que reconheci ser do meu book e a mesma quantidade de fotos que provavelmente pertenciam ao book de Kellan.

Distraí-me por um momento olhando as fotos dele, a que estava mais à esquerda da mesa e mais distante de mim era uma do rosto dele, ele usava um cavanhaque e bigode e até ali naquela foto seus olhos pareciam ímãs e imediatamente me hipnotizaram, foi um grande esforço desviar o olha para a próxima foto.

A foto seguinte estava alguns centímetros mais próxima de mim, eu me arrependi de olhá-la assim que pousei meus olhos nela. Nesta foto, Kellan vestia uma camisa branca, a luz refletia em seu corpo, dando-o uma aparência dourada, um punhado de areia escorria de sua mão, ele parecia resplandecente.

Eu tinha problemas para sintonizar minha mente no que estava acontecendo a minha volta, meus olhos ora presos naqueles intensos olhos azuis que me encaravam da foto, ora presos pela figura dourada, eu não conseguia colocar mais nada na minha mente, ela tornou-se oca.

Isto até que uma mão masculina surgiu na mesa, girando uma de minhas fotos em sua direção, meus olhos acompanharam os traços do braço forte, a linha do pescoço, as feições definidas do maxilar até alcançar olhos tão azuis quanto os da foto.

A única diferença é que desta vez me fitavam e brilhavam com algo que eu ainda não sabia reconhecer e, surpreendentemente, encontrar aqueles olhos me deixou ainda mais hipnotizada e eu não pude fazer mais nada além de continuar olhando.

Ao longe eu pude escutar algumas risadinhas e mesmo sem pensar eu imediatamente soube a quem pertenciam esses sons, eu queria fazer cara feia para Megan e Kristen, mas eu simplesmente não conseguia me desviar daquele olhar intenso e ele, por sua vez, não parecia disposto a me libertar.

Eu não sabia o que estava acontecendo ou o porquê de eu não estar confusa enquanto olhava-o, talvez porque eu não conseguisse pensar em nada, então não havia pensamentos para me confundir, só parecia certo, eu me sentia a única pessoa naquela sala, naquele prédio, no mundo, eu só não entendia o que havia naqueles olhos para fazer com que me sentisse assim.

Poderiam ter-se passado séculos ou milênios sem que eu percebesse, não havia tempo, não havia espaço, não havia nada, nem ninguém. Era algo completamente novo, tanto que eu não fazia a mínima ideia do que era, mas naquele momento eu não senti medo como normalmente sente-se frente ao desconhecido.

– Ashley, querida. – Alguém ao longe chamou.

Kellan, parecendo relutante, desviou o olhar, me libertando da prisão de seus olhos. Posso ter demorado mais do que deveria para atender ao chamado, mas aparentemente Louis, Layla ou Aaron havia me chamado enquanto estava de costas, uma vez que ainda continuavam remexendo nas araras.

– Sim? – Minha voz soava um pouco distante e esquisita até para meus próprios ouvidos.

– Pode colocar essas peças, por favor? – Pediu Layla me estendendo dois cabides e me apontando uma porta atrás dela.

Assenti e saí em silêncio, tentando manter-me distante tanto de Kellan quanto de Kristen e Megan, ou seja, dando uma volta desnecessária no salão. Não olhei para os lados para ver se alguém notara ou se alguém me observava, mesmo que sentisse olhares em mim.

Passei pela porta indicada, adentrando num pequeno recinto, com um espelho, um pequeno pufe e um suporte vazio, onde coloquei os cabides que trazia nas mãos antes de me virar novamente para a porta, acendendo a luz e fechando-a, ainda sem olhar para fora.

Quando voltei a me virar para o interior do espaço pude sentir um pouco da minha razão voltando a mim, mesmo que um pouco embaralhada. Decidi que no momento iria me concentrar no trabalho, porque era o certo a fazer e me esforçaria para ignorar Kellan.

Cenas como a de minutos atrás não poderiam voltar a acontecer, não quando eu precisava evitá-lo, não quando eu precisava me manter em minha mente, não quando eu me negava a sentir o que quer que fosse.

Assentindo para mim mesma me movi até parar em frente ao suporte no qual havia pendurado os cabides e começar a me despir, dobrando minhas roupas e formando com elas uma pilha sobre o pufe, depositando, com cuidado, no topo meu relicário e logo depois comecei a me vestir.

O primeiro dos cabides trazia um vestido preto, simples, que ia um pouco abaixo de meus joelhos, sem marcar muito meu corpo. No segundo cabide estava um casaco de couro alguns tons mais claro do que o que eu acabara de despir, que coube perfeitamente em mim.

Quando estava pronta olhei-me rapidamente no espelho, ajeitando a roupa antes de abrir a porta de desligar a luz. Ao sair me movi imediatamente na direção das araras, enquanto caminhava ouvi uma porta se abrir e se fechar atrás de mim, mas não me virei para ver quem era, apenas continuei andando.

Após mais alguns passos eu parei em frente à Layla e ouvi os passos que ressoavam atrás de mim pararem também, eles também parecem ter percebido, pois a sala mergulhou em um absoluto silêncio e senti os olhares de todos voltarem-se na direção em que estava.

Eu sorri quando Layla girou o dedo, pedindo-me para dar uma volta, mas meu sorriso morreu assim que eu confirmei quem estava atrás de mim e eu fiz um esforço hercúleo para completar a volta, eu sabia quem era mesmo antes disso, eu podia sentir, eu não sabia como, mas eu simplesmente sentia.

Mas constatar a forma como ele me observava apenas desarmou-me. Eu me sentia decididamente irritada por não saber de tanta coisa, por estar tão desnorteada e confusa, mas eu consegui não focar meu pensamento nisso e voltei a sorrir enquanto terminava a volta.

– Ótimo! – Exclamou Layla unindo as mãos. – Kellan, querido, por favor. – Ela chamou o chamando com um abano de mãos.

Ele avançou com passos decididos e quase felinos, parando um metro atrás e à minha direita, o que notei apenas com a visão periférica, eu olhava decididamente para a expressão de Layla, que fez uma careta mínima, com o beiço se projetando.

– Isso não está funcionando. – Resmungou apertando o queixo, analisando-nos. – O que acha Louis? – Ela falou virando a cabeça para ele.

Ele também nos analisou por um minuto, às vezes seu olhar voltava à arara e depois outra vez para nós. Ele balançou a mão esquerda, como se pudesse empurrar Kellan para o lado, aproximando-o de mim e ele, obedientemente, se aproximou um passo.

Louis voltou a abanar a mão, ainda mais vigorosamente, parando apenas quando o braço de Kellan roçou o meu. Ele colocou os dedos de uma mão abaixo do queixo, numa pose parecida com a de Layla.

Ambos nos encararam por mais alguns segundos que parecia uma eternidade enquanto sentia aquela corrente de eletricidade e calor fluir entre nós. Até que enfim Layla exclamou:

– Já sei! – E se virou repentinamente para uma das araras. – É a blusa dele, essa cor não está dando certo. – Explicou.

Voltei a espiar pelo canto dos olhos, Kellan usava uma blusa avermelhada justa e, antes que eu notasse mais alguma coisa a voz agitada de Layla voltou a soar.

– Venha aqui querido. – Ela chamou Kellan com um dedo enquanto a outra movia alguns cabides, ele se aproximou os passos que o separava da arara, parando bem a minha frente. – Aqui, experimente essa. – Layla pediu tirando a blusa do cabide e estendendo-a.

Eu esperei que ele se virasse e voltasse para a saleta onde se trocara, mas ele simplesmente puxou a blusa pela bainha, puxando-a rapidamente pela cabeça. Surpreendida com a falta de aviso prévio não pude impedir que meus olhos se prendessem ao corpo definido e desnudo.

Foi só quando ouvi risinhos e o tecido branco deslizou por seu tórax que pude baixar o olhar, sentindo meu rosto esquentar e, só nesse momento, notei que na parte inferior das araras havia diversos pares de sapatos e, atrás delas, um pouco escondido, um móvel que aparentemente abrigava acessórios.

Ainda com o olhar baixo senti mais do que vi a aproximação de Kellan, voltando a erguer os olhos outra vez apenas quando ele voltou a parar ao meu lado, olhando diretamente para Layla, querendo evitar encontrar o olhar de Kristen ou Megan.

– Muito melhor. – A voz animada de Layla sentenciou e ouvi murmúrios de aprovação de Aaron e Louis. – Agora os sapatos e acessórios.

Provei cerca de três ou quatro pares de sapatos antes de se satisfazerem com uma bota, assim como foi com Kellan, mesmo que eu evitasse olhar. Depois foram as vezes dos acessórios que foram trocados ainda mais vezes até que optaram por duas pulseiras no braço esquerdo.

Quando colocou a última pulseira Layla decidiu que meu vestido não tinha o cumprimento certo e chamou uma senhora que estava nos observando silenciosamente. Ela logo estava a nossa frente e marcou o vestido até um pouco a cima da altura de meus joelhos e, a pedido de Layla, ajustou-o um pouco também.

Nesse meio tempo Layla colocava uma pulseira trançada discreta em um dos pulsos de Kellan e depois deu espaço para a senhora, que marcou a barra da calça escura que ele usava. Quando ela se levantou olho para nós dois, dando um sorriso maternal e voltou a se sentar em silêncio.

Logo Layla colocava em nossos braços novos cabides e quando ela abanou as mãos para sairmos andei rapidamente de volta a saleta, sem olhar para Kellan, nossos braços roçaram quando eu me virei e eu senti uma corrente passar entre nós.

Quando estava na segurança do pequeno cômodo voltei a despir-me, cuidadosamente para não tirar os alfinetes do lugar. Coloquei-as nos cabides vazios que havia deixado ali e comecei a colocar a segunda troca: um short curto e justo e uma camisa regata azul.

Não demorei muito para sair com os cabides com o vestido, a jaqueta e os sapatos e acessórios, assim que passei pela porta a simpática senhora surgiu com um jovem assistente (que já carregava as roupas de Kellan) e pegou tudo de meu braço.

Eu a agradeci, forçando meu melhor sorriso e voltei a andar até Layla que, desta vez, se satisfez sem trocar nenhuma peça, passando novamente para o processo de selecionar calçados e acessórios: findei com uma bota, um colar discreto e uma pulseira preta.

Layla passou para Kellan um cinto que ele logo colocou e depois lhe estendeu uma camisa jeans e, quando ele ia vesti-la ela balançou a cabeça, fazendo com que ele congelasse no meio do movimento.

– Pendure no cós do jeans querido.

Quando ele fez menção de colocar na lateral, de uma forma um pouco desajeitada, ela balançou a cabeça sorrindo simpaticamente e acenou para que ele desse alguns passos, fazendo com que ele parasse a minha frente e pegou a camisa dele, indo até suas costas e prendendo-a ali.

Quando vi Megan prendendo a blusa ali e olhando o resultado uma sensação extremamente incômoda e desconhecida perpassou-me e eu me esforcei muito para não fazer careta, mas não pude impedir minha testa me enrugar. Passei a ajeitar a pulseira em meu pulso, girando-a para disfarçar. Que droga era aquela que eu sentia? Mais um para a minha lista de confusões.

Senti Kellan voltar para o meu lado e Layla chamar por Megan, eu olhei-a por um momento, havia abandonado a expressão zombeteira e travessa de quando falava com Kristen, parecendo muito profissional e junto com o cabeleireiro – que também fora chamado – começaram a discutir penteado, maquiagem e, no caso de Kellan, o corte e a barba.

Depois de decidido Louis anunciou que havíamos terminado e pediu para que nos trocássemos. Voltei rapidamente para a saleta, mas troquei-me vagarosamente, olhando-me no espelho e ajeitando meus cabelos, numa tentativa de evitar mais um encontro com ele.

Quando abri a porta uma jovem esperava para pegar as roupas, eu as entreguei, agradecendo e, pela primeira vez em algum tempo, olhei em volta, encontrando (para meu alívio – ou não) apenas Kristen e Megan que pareciam muito à vontade juntas, o que só poderia resultar em problemas para mim.

– Ei! Ai está você! Achamos que tinha escapado. – Kristen provocou piscando quando eu me aproximei.

Revirei os olhos para ela, que começou a rir de mim, acompanhada por Megan. Ok, eu estava perdida, agora as duas se uniriam para ficar falando abobrinhas de mim... E não demorou nada.

– Eu achei que iria depois daquela secada. – Megan se controlou momentaneamente do riso, o bastante apenas para falar.

– Ah! Mas convenhamos, ela tem razão, com aquele corpo... – Kristen falou e mordeu os lábios arrancando mais risos de Megan. – Ei, calma ai, não se irrite, eu sei que viu primeiro, não esquenta. – Emendou quando viu minha expressão incrédula.

Eu simplesmente não acreditava que ela estava falando aquelas coisas, eu tinha razão ao ficar com medo de tê-las juntas. Eu balancei a cabeça me virando em direção à porta.

– Vocês são ridículas. – Atestei enquanto começava a andar.

Não demorou muito para que as duas me alcançassem, cada uma se agarrando a um braço. Eu respirei fundo para continuar com a tortura que se seguiria.

– Vamos comer alguma coisa? Estou morrendo de fome. – Resmungou Megan.

– Vamos, também estou faminta. – Concluiu Kristen, elas pareciam amigas há muito tempo e eu não podia me sentir mais desesperada.

– Vão vocês, eu não estou com fome, vou para casa. – Resmunguei enquanto atravessávamos o saguão de entrada.

– Ah, não seja chata, vamos lá Ash... – Kristen reclamou segurando meu braço com mais firmeza e seu gesto foi repetido no mesmo momento por Megan.

Para mim aquilo era um sinal claro de que eu iria nem que fosse arrastada. Grunhi irritada, pensando se valia a pena tentar sair correndo delas, para o conforto do meu lar, onde eu poderia tentar entender o que estava acontecendo comigo.

– Eu, por acaso, tenho escolha? – Meio perguntei, meio implorei.

– Claro que não. – Elas falaram em uníssono enquanto me arrastavam pela porta em direção ao carro de Kristen.

Notas finais
E ai, o que acharam de toda essa tensão? O que nossa Ash está sentindo? O que a Megan e a Kris estão aprontando heein? Bom, estou deixando os links: Foto Ashley 1: http://i956.photobucket.com/albums/ae48/Gossip_dance/Ashley%20Greene/ashleyunknown25_zps188f76c5.jpg Ashley 2: http://2.bp.blogspot.com/_dztQzh6seTc/SybMVEn1ztI/AAAAAAAAAIE/pawHfGXjYyQ/s1600-h/ashley-greene-10139-5.jpg Foto Kellan 1: http://cdn02.cdn.socialitelife.com/wp-content/uploads/2010/11/kellan-lutz-yrb-magazine-11052010-05-580x435.jpg Foto Kellan 2: http://i956.photobucket.com/albums/ae48/Gossip_dance/Kellan%20Lutz/Twilightxchange-KL4.jpg Espero que estejam gostando, obrigada por lerem. Nos vemos nos comentários ou no próximo cap ;*