Reality Dreams
7 Memórias e suspeitas
Notas iniciais
Obrigado por ler! Espero que goste :3
— P-pare Haku, ha.. HA, PARA!— Me deixa pegar a droga do livro! Eu hein.— Tá bom. Ele pega o livro e continua a explicar para Iniko a matéria longa e difícil, parece que ele entendeu. Flocos de neve começaram a cair, isso lembra para Haku uma vez que foi passear com a família para um Shopping no inverno. Ele era criança, estava em uma área cheia de brinquedos.— Vem, Haku! ~gritou uma menina dentro de um dos tubos— Estou indo! Ele entra no tubo, e começa a engatinhar lá dentro, seguindo a menina que lhe chamou.— Venha! ~gritou ela. Até que um dos tubos se quebra e a menina cai de cabeça no chão.— Que... ~disse Haku preocupado Ele gritou por ajuda, até que vieram dois seguranças. A menina foi pro hospital e Haku nunca mais viu ela. Que pena, quem sabe uma amizade entre os dois não daria certo? Enquanto anda pelo caminho... Se lembra de muitas memórias de infância, como a de que estava na praia. Ele estava na praia, brincando de rebater com alguns meninos, até que a bola lhe acerta a cara.— Au! ~disse ele— Haku, você é cachorro? ~disse um menino ao seu lado— Não, por quê?— Pra falar "au!" é demais né...— Até parece que nunca se machucou...— Sim, mas não imito cadelas enquanto machuco! Haku fez cara de raiva para ele, mas não ligou e continou até o mar. Conchas, o Sol raiava fortemente sobre as pessoas, guarda-sóis faziam um show de cores por quêm passava de asa delta por cima, era uma vista maravilhosa... Era a única praia da cidade. Até que uma lagosta morde o pé de Haku.— QUÊ ISSO? QUE DOR! ~exclama ele Então ele começa a pular e parecia que ele e a lagosta estavam dançando, ela dançava ula e ele "chão de lava". Até que ele pegou a lagosta e atirou contra o mar.— Vaca, morra afogada agora. — Calma né Haku, a lagosta não é vaca... é apenas... uma simples lagosta... suculenta... DELICIOSA! ~disse o pai de Haku atrás com uma cara de fome.— Pai, se a lagosta souber disso, ela vai vir aqui te morder.— E eu mordo ela também.— ... tá bom, né. Haku volta para casa com bastante frio, e resolve dormir porquê já está ficando meio tarde para estudar. "Eu quero vingança, Iniko..." uma voz ecoava. Parecia um homem ronco.— Quem é?! ~exclama Iniko.— Eu quero sua alma, foi salvo mas agora não é mais possível.— Afe, pode ser outra hora? Estou meio cansado para dar almas para os outros!— O quê? Ahm.. se este é o seu último pedido, está bem. Te dou mais um tempo até sua morte. 2 meses... — Ai, tá bom. Chega, me deixa dormir! O suposto "homem" vai embora. Iniko acorda, e apenas se lembra de dois beijos que deu em Haku. Ele fica vermelho logo que pensa e se abraça. São 6 da manhã. Iniko vai até a escola e lá encontra na porta de sua sala Haku, com muletas e um colete de ferro. — Quanto tempo até tirar isso, Haku?— 15 dias só! Até as provas finais estarei bem.— O Natal já está chegando... — Sim. A escola já está se enfeitando, de uma forma bem desesperada. Típico.— Ha, exato!— Ontem eu tive um sonho esquisito...— Qual?— Um homem falou que eu tinha apenas 2 meses de vida e tals... Haku engole o próprio cuspe— V-você não se preocupa, Iniko?— Eu? Não. Foi só um sonho, e sonhos não são reais. São tipo "ilusões". Haku sente uma dor na cabeça e solta um de seus andadores e cai no chão. Enquanto outras pessoas o prestavam ajuda, ele se lembrou de tudo que sofreu, e até dos sonhos sufocados e enigmas em toda sua vida. Foi para a enfermaria.— Está bem, Haku? ~cochichou Iniko na sua orelha— Q-que aconteceu?— Você desmaiou... está bem?— Sim, estou, foi só uma queda...— Só uma queda? Você rachou as vértebras, usa colete, muletas, cai e fala que está bem? ACORDE, HAKU!— Estou acordado! Mas não é grave.— Você pode perder o movimento das pernas se cair, tome mais cuidado. A partir de diante, vou te vigiar.— Não exagera, Iniko. Eu tenho mais QI que você, mais idade que você, mais experiência que você, eu sei oque penso e que estou fazendo. Não me questione.— Lembre-se Haku, que tudo que você pensa nem sempre é perfeito. Uma coisa é a expectativa, outra é a realidade...— Está bem, Iniko. Iniko chega na sua casa, vai tomar um copo de água antes de dormir e sente uma vontade de abrir seu caderno, mas quando abre... *um vidro quebra no chão*
Quem disse que sonhos são ilusões?
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