Raptada

Poseidon & Atena

EXPRESSO OLIMPIANO

“O destruidor ataca novamente”, seguido por uma foto de uma vila mortal completamente devastada. Pelos escombros deixados para trás Atena podia afirmar que era obra de um terremoto. Poseidon, de novo.

A deusa nunca havia o conhecido. Já havia, é claro, ouvido falar inúmeras vezes do temido deus dos mares, capaz de destruir vilas mortais inteiras apenas por diversão, o suposto “tio" que odiava seu pai com todas as forças.
Pelo que sabia, Poseidon não passava muito tempo em seu Reino subaquático, Atlantis, uma vez lhe dissera Afrodite. Ele vivia navegando no mundo mortal, em um barco com a tripulação dos mais cruéis homens, disseminando destruição entre aqueles que juravam lealdade a Zeus. Nunca sequer havia ido ao Olimpo, nunca os ajudara com a guerra. Atena o desprezava.

[...]

Imaginava que qualquer coisa pudesse acontecer com ela, ser pisoteada por um monstro, atacada por algum oponente, que fosse desmaiar a qualquer momento, tudo menos o que de fato aconteceu. No entanto, mesmo entorpecida, Atena sentiu quando braços fortes a pegaram com toda delicadeza do mundo. A última coisa que a deusa viu antes de cair na inconsciência foram magnéticos olhos verdes. Olhos que ela jamais havia visto, mas tinha certeza que nunca esqueceria.

Jupiter rousse

Sinopse

Notas adicionais

Escrito por
Jupiter rousse


Classificação 16+
Livro em andamento
Publicado em 26 de mar. de 2017 21:47
Atualizado em 4 de abr. de 2020 01:24
16015 palavras

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