A floresta estava muito escura, a lua havia sumido do céu. Havia se perdido do pai. Não conseguia sentir o cheiro dele, pois o cheiro de sua presa invadia suas narinas fazendo a se distrai.

A lua voltou ao céu aos poucos saindo de trás das nuvens que insistia em esconde la, atrapalhando a caça da filha e do pai que a ensinava.

Um cão uivou alto, uivo de chamado.

A garota olhou para todos os lados a procura do pai. Viu que a lua estava novamente no alto do céu. Saiu da sombra das arvores e correu em direção a onde havia vindo o chamado. Corria tão rápido que as arvores não passavam de vultos deixados para trás. Pulou em cima de uma pedra e esticou o corpo a procura do cheiro de seu pai. A luz da lua bateu sobre ela a fazendo olhar para o céu. Esticou o corpo novamente como se fosse ficar maior, e um gigante lobo branco apareceu em seu lugar, uivando.

Seu uivo alto e agudo não era nem um pouco delicado, ao se imaginar que a alma dele fosse uma garota de seis anos.

Seu chamado foi respondido.

O lobo começou a correr a luz do luar que batia em seus pelos faziam com que eles brilhassem, de tão branco que eram.

Na forma que agora corria pela floresta, fazia com que se sentisse bem mais protegida.

Avistou ao longe outro lobo. Este era preto e bem maior que ela. Seu pai estava sentado esperando por sua princesa chegar.

A garota correu mais rápido que pode e pulou em cima do pai. Os dois rolaram pelo chão, uivos de risos saíram pela garganta deles.

O lobo branco ficou em pé, dando lugar a menina que ria da brincadeira como o pai.

Um barulho vindo do meio das arvores, fez com que ela parasse de rir e seu pai colocasse em pé a frente dela a protegendo. Outro lobo, este era preto com machas marrons apareceu ficando alguns metros de distancia dos outro.

A menina abriu um sorriso e correu em direção ao recém chegado.

-Vovô!

Nathalia abriu os olhos. Sorria com o sonho que havia tido. Tinha sonhado com lobisomens, mas ele havia sido bom estava tranqüila.

Aconchegou se sobre o peito nu de Samuel que dormia ao seu lado. Fechou os olhos na tentativa de voltar a dormir, mas o silencio do quarto foi interrompido por batidas na porta.

Moveu-se com calma na cama, tentando não acordar Samuel.

Quando abriu aporta se deparou com Eduarda, vestindo um roupão de ceda azul escuro igual sua camisola.

-O que faz aqui Eduarda? – perguntou olhando a garota dos pés a cabeça.

-Salvando tua via – respondeu ela.

-Como?

-Os anciões e Lucia voltaram e Daniel veio junto. E está furioso com alguma coisa é tá subindo – disse Eduarda.

Nathalia olhou para dentro do quarto, e percebeu que Samuel já não estava mais na cama e sim já vestido. Samuel foi até a porta e sussurrou no ouvido dela.

-Vá para o seu quarto. Vou ver o que Daniel quer e depois cuidamos de Lucia. – Nathalia não questionou apenas virou e deu um selinho em Samuel. Saiu rapidamente o quarto dele, indo em direção ao seu calmamente e acompanhada por Eduarda.

Quando se aproximava de seu quarto pode ouvir os passos vindos pela escada. Quando surgiu no inicio do corredor, Daniel sendo acompanhado por Leona, Lucia e Jason. O irmão lunático da Rosa, e o mais assustador de todos os guardiões; não por seu rosto que era belo acompanhado por um corpo cheio de músculos bem definidos, mas sim por que dizem que ele sobreviveu dias sendo submetido a torturas dos Lycans e havia matado uma vila inteira de humanos por pura diversão.

Nathalia junto com Eduarda pararam de andar quando avistaram os outros se aproximando.

Todos diminuíram os passos quando viram a duas garotas paradas no corredor.

-O que fazem aqui? – perguntou Nathalia.

-Resolvendo problemas criança. – respondeu Daniel nem ao menos parando.

Nathalia encarou Lucia que devolveu o olhar. Todos continuaram sua caminhada, mas Jason parou na frente das jovens.

Ele escancarou no rosto um sorriso cheio de luxuria enquanto olhava as pernas e os seios fartos de Nathalia que estava à mostra por causa do pequeno short que vestia e o decote avantajado da blusa de seu pijama. Sentiu nojo pelo homem que a olhava sem ao menos disfarçar, sentia raiva de si de estar vestindo tal roupa.

Porém não deixava de encara ló.

Jason se aproximou da orelha dela e sussurrou.

-Se eu ficar aqui por bastante tempo irei querer o seus serviço.

O homem se voltou a andar.

Quando Nathalia olhou para Eduarda que devia estar ao seu lado percebeu que a amiga estava encolhida atrás de si apertando o roupão no corpo.

-Este cara me da arrepios. Não sei como minha irmã agüenta. – disse Eduarda abrindo a porta do quarto que estava atrás dela.

As duas entraram no quarto de Nathalia que foi direto para o closet trocar de roupa. Pensou em tomar um banho, mas já havia tomado um com Samuel antes de pegar no sono na cama dele, e não queria tirar de seu corpo o cheiro dele.

Saiu do closet vestindo uma calça jeans e uma regata simples com um tênis.

Viu Eduarda encostada na sua mesa com um caderno na mão.

-Quem é Nathalia? – perguntou ao sentir a presença dela, virando o caderno para que Nathalia visse o homem do desenho que ela falava. – Ele é muito bonito...

Nathalia ao ver o seu desenho de Vladimir. Em segundo tinha pegado o caderno da mão de Eduarda e o guardado dentro do closet.

-Como você sabia que eu estava no quarto de Samuel?

-Simples. Estava no quarto de Pedro e eu já conheço o seu cheiro...

-Cheiro?

-E cheiro. O cheiro que nos dhampir exalamos quando temos relações sexuais no cio.

-Cio! Meu deus. – Nathalia não acreditou no que havia escutado.

Como havia se esquecido desta época. Estava tão envolvida com os últimos acontecimentos que havia se esquecido completamente.

-Não me diga que você... Nathalia! Qual e o seu primeiro dia?

-Era para ter sido dia 30 – sussurrou.

-Isso são quatro dias – falou Eduarda.

Nathalia levou a mão involuntariamente até o ventre e estremeceu. Olhou para Eduarda na busca de ajuda, mas apenas o que viu nos olhos da amiga foi confusão.

-Parabéns. – disse Eduarda dando um meio sorriso.

-Cala Boca!

***

Nathalia andava de um lado para o outro em seu quarto há horas. Todos estavam em reunião. Uma reunião a onde devia estar participando a não ser pelo motivo de Cantarzo estar junto com os guardiões e ele podia confirmar as suas suspeitas Uma onda de fúria subiu pelo corpo de Nathalia a fazendo atirar o seu abajur contra a parede.

-Mais que merda – urrou ela.

Seu vai e vem pelo quarto continuava.

Batidas na porta fez com que Nathalia parasse de andar. Porém ela não se aproximou da porta apenas perguntou.

-Quem é?

Ouve um silencio por segundo até que responderam.

-Sou eu Erika.

Nathalia se sentiu aliviada ao escutar a voz da amiga. Caminhou até a porta é a abriu para ela entrar percebendo que não estava sozinha, mas sim acompanhada por Eduarda.

-Duda me disse que você não estava bem. O que ouve?

Nathalia olhou para Eduarda e engoliu em seco.

-Eu estou bem.

-Então por que não foi na reunião. As coisas estão ficando complicadas.

-Eu... Por causa de Cantarzo.

-Mas o que tem ele? Eu sei que ele é chato, mas isso não é motivo pra você não descer.

Nathalia sentou na cama passando a mão pelo rosto e pela nuca e depois indo parar no ventre.

-Você tem certeza? – perguntou Eduarda.

-E alguma vez já deu errado?

-Nunca. – resmungou Eduarda.

-Por que ele não me avisou?

-Talvez ele não saiba. Eles nunca sabem.

-Do que vocês estão falando? – perguntou Erika.

Nathalia olhou para ela e começou a contar.

***

A jovem corria alegremente pelos corredores do castelo, até abrir a porta do quarto de seu amado.

Ele ainda dormia tranquilamente, quando se assustou pelo barulho da porta se abrindo. Quando olhou ao seu redor viu sua amada radiante.

-O que ouve?

-O Sacerdote confirmou – disse ela rindo.

Ele nada entendeu. Quando ela e aproximou e pegou a mão dele levando a até seu ventre um sorriso encantados surgiu nos lábios dele, que começou a encher de beijos a barriga dela.

Abriu os olhos assustada.

A discussão havia recomeçado no casarão. Fazia menos de oito horas que Daniel havia chegado e os dois líderes não paravam de discutir.

Já estava farta disso. Segundo que sabia eles queriam falar com os anciões, mas era algo sobre o mundo lá fora Cantarzo não podia intervir era apenas os filhos, e pelos suas contas eles eram em três, o primeiro eram um traidor e nem mais estava vivendo ali, e o segundo estava em São Viktor e voltaria apenas na noite seguinte, ou seja, havia só restado ela.

“Inferno” pensou.

Não queria descer. Tinha medo de no caminho trombar com Cantarzo ou com Rosa.

Quando abriu a porta de seu quarto para sair, viu que os líderes acompanhados por alguns guardiões estavam subindo e para o seu desespero Rosa vinha junto.

Ficou parada na frente da porta de seu quarto olhando para eles que nem haviam percebido a presença dela.

-É suicídio Daniel, não vou colocar os meus soldados nisto. Precisamos investigar as coisas antes de fazer qualquer maluquice.

-Eu quero a cabeça dele em uma bandeja sobre minha mesa na hora do almoço. E vou levar todos os soldados comigo.

-Isso não é você quem decide!

-Os anciões entenderam que isso e necessário. Suicídio vai ser esperar nos atacar!

Nathalia escutava a discussão dos dois que caminhavam em direção aos quarto, nem haviam visto ela.

-Os dois já chega! – disse Nathalia

Todos pararam de andar e olharam para Nathalia, que encarava os dois lideres.

-A casa inteira está escutando a discussão de vocês – falou Nathalia com o tom de voz bem autoritário — O que está havendo?

-Nada – disse Leona.

Nathalia arqueou uma das sobrancelhas.

-Eu não falei com você. Daniel? Samuel? – perguntou, olhando para o rosto de cada um.

Samuel não respondeu apenas olhou para Daniel que a encarava bravo.

-Comecem a falar. Se não ninguém ira incomodar os anciões.

-Quem que você pensa que é? – perguntou Leona dando um passo para frente.

-Alguém com mais autoridade que você. – respondeu Nathalia secamente não desviando o olhar de Daniel.

-Se tivesse tão preocupada com está acontecendo teria ido à reunião -disse Leona.

-Cala a boca que eu não estou falando com você – disse Nathalia, agora olhando para cara da mulher que deu alguns passos na direção de Nathalia, mas que foi impedida de se aproximar quando Daniel a segurou.

-Disseram que você não estava bem. – falou ele.

-E não estou. Mas a vocês dois parecem que vão derrubar a casa, de tanto de discutem.

-E o que você tem haver com isso? – perguntou Leona.

-Eu já mandei você calar a boca – disse Nathalia com o tom de voz extremamente alterado.

Deu alguns passos em direção a Leona, mas interrompeu sua aproximação quando Rosa que está ao lado da mulher, deu um gemido de surpresa levando a mão na boca. Nathalia olhou para ela e deu um olhar de “Cala a boca”, e recuou os passos que havia dado.

- Acompanhe-nos até o escritório e esclareceremos tudo. – disse Samuel.

Nathalia assentiu e passou por todos indo em direção a escada.

Encarava os dois líderes novamente esperando até o momento em que eles começassem a falar o que estava acontecendo.

Eram apenas os três em pé se encarando enquanto os outros estavam sentados entrono da grande mesa.

-Na noite de réveillon, um grupo de guardiões fazia a ronda matinal entorno de São Viktor quando os chamados deles foram escutados.

Colocamos todos alerta, é descobrimos que as forças de Edgar estão aumentando é possivelmente ele planejava um ataque. Quando chegamos até onde os lobisomens estavam tivemos quase a certeza de ter avistado Felipe os comandando. – disse Daniel

-E ele quer que juntemos todos os guardiões para evadirmos o território de Edgar para saber o que eles queriam.

-Possivelmente e quando. Isso não são palavras que prazem confirmações e muito menos certeza pra colocarmos muitas vidas em risco.

-A trégua com aquele povo acabou, quando eles mataram a esposa de Marcus. – disse Daniel.

-Eu sei e não estou defendendo só acho que está sendo precipitado, levado pela raiva. E este não e um bom caminho. Pensem em uma estratégia que não seja suicida e depois conversaremos. – disse Nathalia dando a costa para os líderes se dirigindo a porta do escritório, mas antes de sair olhou para dentro e pode ver os olhos de raiva de Daniel sobre ela e nem deu atenção. – Rosa, Erika queiram me acompanhar?

As mulheres levantou cautelosamente de seu lugar olhando para cada rosto que está em sua volta. Leona e Daniel pareciam que teriam um acesso de raiva a qualquer momento é já os outros nada demonstrava.

As três caminharam em silencio até a metade da escada, quando estavam longe bastante para ninguém escutar sua conversa Nathalia falou.

-Quero que você de um fim em minha suspeita.

Quando pararam na porta do quarto de Nathalia ela virou se novamente para Rosa e perguntou.

-Posso confiar em você?

Rosa não respondeu de imediato apenas encarou a outra, e assentiu.

Antes de entrar no quarto Nathalia escutou passos vindos atrás dela e virou para ver quem era.

-Você ia me deixar fora disso? – perguntou Eduarda.

Ela apenas sorriu entrando no quarto, seguida pelas outras.

-Eu sei o que você quer que eu te fale – falou Rosa.

-Então.

-Quando chegamos ao corredor eu pode já sentir a presença, mas no momento que você foi para cima de Leona e ficou próxima de mim ela foi maior.

-E isto é um sim?

Rosa assentiu.

-Só pode ser brincadeira – resmungou Nathalia sentando na cama e levando as mãos na cabeça.

-Não é assim tão ruim – disse Eduarda.

Nathalia não disse nada apenas lançou um olhar mortal para Eduarda.

Todas ficaram em silencio se olhando, até Rosa o quebrou.

-Se você quiser eu posso fa... – Erika a interrompeu bruscamente.

-Não ela não vai fazer isso! Ou via? – perguntou olhando para Nathalia.

-E claro que não! – disse se sobressaltando – Eu posso ser muitas coisas, mas não teria coragem para tal brutalidade.

-Tem como esconder não tem? – perguntou Eduarda.

-Tem sim até que começar aparecer – respondeu Rosa.

-Como? – perguntou Erika e Nathalia juntas.

-Você tem certeza?

-Até eu resolver um assunto pendente que tenho – respondeu Nathalia trocando um olhar com Erika.

-É só você não se apegar a ele. – disse Rosa.

-Explica isso melhor? – perguntou as três juntas.

-As outras pessoas só ficam sabendo quando a mulher começa... Como vou dizer. E quando você se torna maternal o seu cheiro muda. Você me entende? E Como se ele não fosse mais agradável a mais nenhum homem apenas ao pai da criança.

-Mas minha mãe teve outro relacionamento depois que eu nasci – disse Eduarda.

-Isso quer dizer que o seu pai não era a “alma gemia dela”...

-Que?!

-Eu não sei como explicar. Mas se uma mulher tem outro “homem” depois que assume um filho e sinal que aquele homem não era o certo para era. E algo assim. – disse Rosa vendo a confusão no rosto delas.

-Eu acho que consigo.

-Duvido – questionou Eduarda que recebeu em resposta olhar de reprovação das outras. – Nathalia é a pessoa mais protetora que eu conheço. Duvido que ela consiga passar algum tempo sem demonstrar afeto pela criança.

-Eu tenho que consegui – disse Nathalia – eu preciso conseguir — resmungou ela para si mesma.

-Nossa gestação é de dez meses. Talvez você tenha até três ou quatro meses até a barriga aparecer, ou menos, dependendo de como for.

Nathalia concordou.

-Rosa.

-Sim.

-Obrigada.

A mulher nada respondeu, apenas deu um sorriso verdadeiro.

-Tal vez eu precise de alguém para saber como ele ou ela andam. Não é por que não vou me apegar que não queiro saber como eles estão.

Rosa continuou sorrindo e caminhou até Nathalia e se agachou na frente dela.

Nathalia levou o tronco para trás e ergueu a blusa. Rosa levou a mão direita a onde havia marcado em sua palma a marca dos antigos.

-Está muito recente, não consigo sentir nada a não ser sua presença.

Depois que a deixará sozinho em seu quarto. Fez questão de tentar esquecer tudo que envolvia sua surpresa de ano novo.

O casarão estava em silencio novamente. Os líderes não haviam voltado a discutir, não pelo menos fazendo escândalo.

Agora se encontrava sentada em sua cama, com o livro surrado que havia pegado na biblioteca, seu diário e o caderno de desejo a onde tornava a desenhar o rosto de Vladimir. Não acreditava que havia sonhando com Vladimir varias vezes só não sabia quem ele era. E muito menos por que tinha estes sonhos, que mais pareciam lembranças.

A porta de seus quarto foi aberta, fazendo a se assustar. Não havia escutado ninguém se aproximar.

Quando olhou em direção a porta viu Daniel entrando no quarto sem ao menos ser convidado.

Rapidamente escondeu o livro em baixo de um dos travesseiros e fechou os cadernos.

-O que faz aqui?

-Vim falar com você.

-Podia ter batido.

Daniel sinicamente sorriu e voltou para porta batendo nela. Nathalia revirou os olhos. Ele vagou o olhar pelo quarto dela e depois a encarou.

-Então? O que resolveram?

-Sairemos hoje em uma ronda pelos limites do território de Edgar na busca de algo.

-Melhor assim, falarei com os anciões.

Daniel assentiu.

-Mas eu não vim para falar sobre isso.

-Veio para que então?

-Vim falar sobre sua atitude hoje. Eu sei que e seu dever, e que os anciões confiam em você, mas não quero que esqueça que sua autoridade acaba neste momento.

Sou o seu tutor Nathalia, você me deve respeitar certo?

Não quero de saber de você ficar me dando ordem. Não quero que levante esta doce voz para mim novamente, se não vou responder por meus atos. – conforme ia dizendo tais palavras ele foi se aproximando dela. Até passar uma das mãos pela nuca dela e aproximar o corpo dela junto do seu violentamente. – Acho que se lembra do que aconteceu da ultima vez que me enfrentou. E adoraria repetir tal ato – sussurrou ele no ouvido dela que não se mexia. Prensou o corpo dela mais no seu fazendo a sentir toda curva de seu corpo e a grande ereção que já tinha. – Esta mais velha, e mais gostosa do que naquela época. – continuou ele beijando o pescoço dela. – Você me entendeu?

-Sim – resmungou Nathalia.

Daniel a soltou, e saiu do quarto como se nada houvesse acontecido.