Rainha: o Despertar
8 6. Confissão
Samuel olhava para o rosto pálido e macio de Nathalia sem entender o que havia acontecido. Em um momento ela estava em seus braços, se rendendo ao desejo, e no outro havia desmaiado.
A porta da enfermaria se abriu revelando Lucia e Eduarda, as duas mulheres olhavam a cena sem entender o corrido. Os olhos de Lucia eram de puro ódio em ver a jovem nos braços de seu amado, principalmente depois que ficou sabendo dos chamados dela por ele em quanto estava inconsciente. Eduarda apenas os olhava com indiferença via amiga caída nos braços de Samuel, e nada mais.
-Traga Maria até aqui – disse Samuel colocando Nathalia novamente na cama.
Eduarda saiu do lugar assim que a ordem do líder chegou aos seus ouvidos, iria à procura de Maria, havia acontecido algo com Nathalia.
Assim que a Meretriz saiu de perto Lucia se aproximou de Samuel, com as expressões fechadas. E encarou por longos segundos até que começou a falar.
-O que ouve aqui? – perguntou ela asperamente.
-Agora não Lucia, por favor – disse ele não respondendo a pergunta dela, já sabendo a onde que está historia iria dar. Em mais uma das varias discussões que eles haviam tendo há três dias, dês do massacre no metro e os delírios de Nathalia.
As vozes ao seu redor a incomodavam, aos poucos foi distinguindo cada som. Alguém havia puxado uma cadeira de ferro, pois podia escutar o som suas pernas serem arrastados no chão de granito. Distingui a voz de Maria está estava ao seu lado falando com alguém, mais ao longe podia escutar duas pessoas conversando, distingui a vozes de Erika e de Samuel, pelo tom ela teve a vaga impressão de que estavam discutindo, mesmo curiosa não se esforçou para saber qual era o assunto.
Devagar foi abrindo os olhos já procurando pelo olhar de alguém que estivesse ao seu lado. Encontrou com o de Maria que abriu o sorriso e magnífico ao vê lá acordada.
-Que bom que está bem criança – sussurrou ela sabendo que a jovem a ouviria.
Maria se afastou, Nathalia fechou os olhos novamente apenas ouvindo os que agora já não a incomodavam tanto.
O som forte da cadeira sendo jogada no chão a assustou, quando abriu os olhos percorreu o olhar, até que viu a cadeira caída no chão, Erika em pé a frente de Samuel o encarando com um dedo posto no meio do rosto dele.
-Não fale assim comigo. Sei que é o líder e tive que engolir isso respeitando as escolha feita por Cantarzo. Mas isto não significa que confio em você, saía um milímetro da linha que não vou pensar duas vezes – o tom de voz de Erika era alterado.
Ela se afastou caminhando até a porta a onde deixou a enfermaria.
Nathalia não entendeu nada, apenas ficou encarando Samuel que apenas neste instante percebeu que ela havia acordado.
-Como você está? – perguntou ele se aproximando.
-O que ouve com ela? – perguntou ela não respondendo a pergunta do rapaz.
-Nada que deva se preocupar- disse Samuel tranqüilo – E você com está?
-Bem... Eu acho o que ouve?
-Nada de mais, apenas ainda está debilitada com os últimos acontecimentos.
Nathalia nada disse apenas o fitou por longos segundo, até que voltou a falar.
-Será que posso ir para o meu quarto?
-Eu acho que não tem nenhum problema – respondeu Samuel dando a volta na cama.
Nathalia foi levantando calmamente, primeiro o tronco, quando já estava sentada que foi colocando as pernas para fora da cama. Encostou os dois pés no chão, todos os seu movimentos eram calmos e calculados, se sentia uma pessoa que havia passado anos sem andar e agora voltava á aprender este movimento incrível. Quando já se sentia firme para levantar deu um pequeno impulso e se colocou em pé. Novamente a sensação estranha de tontura abateu sobre o seu corpo, fazendo a procurar por um apoio. Porém antes mesmo de se encostar-se à cama Samuel a amparou.
-Deixe me ajuda lá – sussurrou Samuel passando o braço entorno da cintura dela.
Nathalia se arrepio quando chegou as suas narinas o cheiro do hálito de Samuel, um cheiro de menta fresca que acobertava o doce cheiro de sangue humano da recém alimentação dele. Em seguida uma sensação de proteção atingiu o seu corpo ao sentir os braços dele ser passado por sua cintura.
Samuel em um movimento rápido a colocou no colo, como se nada pesasse.
-O que pensa que está fazendo? – perguntou Nathalia surpreendida pela atitude do homem.
-Te levando para teu quarto – respondeu Samuel dando a ela um grande sorriso.
Neste momento ela agradeceu por estar no colo dele, se não desabaria no chão já que suas pernas ficaram moles como o magnífico sorriso do rapaz. Passou braço pelo pescoço dele e encostou a cabeça no ombro, inalando todo o aroma se sua pele.
Samuel carregou Nathalia dois lances de escada. Ao pararem na frente da porta do quarto, Nathalia se moveu tentando descer do colo, mas ele não deixou.
-Apenas abre a porta – sussurrou ele.
Nathalia sem pestanejar colocou a mão na maçaneta e abriu aporta.
O rapaz entrou no quarto, caminhou até a cama e a desceu com cuidado no coxão macio. Deslizou a mão pelo braço do rapaz, parando no peito e o afastando dela. Como se não sentisse a resistência de Nathalia, Samuel retirou a mão dela de seu peito a afastando, entrelaçou os dedos nos dela e levou a mão da fêmea até o seu pescoço o soltando lá.
Samuel se aproximou mais de Nathalia já colocando uns dos joelhos sobre a cama. Nathalia recolheu o corpo, puxando o para cima da cama na tentativa frustrada de se afastar de Samuel. Os dois se encararam por longos minutos; Minutos que fizeram diferença neles, minutos que ambos poderão traduzir os desejos em cada um.
Samuel não deixava esconder o que sentia, a luxuria transparecia m seu olhar, a cada movimento que fazia, sua pele exalava o puro cheiro de desejo pela fêmea que estava a sua frente.Desejava tanto de saber qual é o sabor dela.
Nathalia por outro lado tentava esconder o desejo que sentia. Desejo de sentir cama milímetro do corpo dele no seu, o desejo de te ló dentro de si.
Embora se afastasse e o empurra se, seu corpo exalava o mais maravilhoso cheiro que um macho gostava de sentir, o cheiro de luxuria pura. Seu sexo já pulsava de desejo de te lo.
Samuel deslizou sua mão pelo corpo dela sentindo todas suas delicadas curvas, quando chegou a cintura a puxou junto de si. Segurou apela cintura com umas das mãos e com as passou no rosto, contornando o desenho de sua face, com o polegar contornou os lábios e afastou os cabelos dela do rosto. Aproximou se mais dela. Os lábios de ambos procuraram um pelo outro, quando os lábios se rosarão um beijo calmo começou aos poucos ele foi tomando uma grande urgência. Nathalia recostava seu corpo cada vez mais e mais nele, até que uma súbita sensação de raiva e tristeza tomou conta de todos os seus sentidos. Reuniu toda sua força e empurrou Samuel para longe, e se afastou dele.
-Por favor, saia do meu quarto Samuel – Sussurrou ela.
-O que você... Pensei que queria – disse ele se aproximando.
-Saia! Por favor.
Samuel a encarou e se afastou deixando á sozinha no quarto.
Nathalia se esticou na cama esperando pela súbita sensação de raiva sumir de seu corpo. Era incrível que nem mesmo seus sentimentos consegui mais controlar, um momento estava louca de desejo pelo macho e na outra tinha tristeza no peito e uma enorme vontade de arrancar a cabeça do vampiro.
Caminhou até o banheiro, abriu a torneira da banheira pra enche lá. Despiu-se e se admirou por alguns minutos na frente do espelho.Seu corpo era impecável, suas curvas eram completamente sensuais, sua pele era branca.
Nathalia via se uma verdadeira predadora era perfeita aos olhos humanos, uma deusa, mas a quem a visse de perto notaria as marcas rochas as diversas cicatrizes provocada pelas suas inúmeras batalhas já travadas com seus inimigos naturais. Porém nenhuma marca era tão horripilante do que a recém feita em seu ombro, os pendes de Micah eram completamente afiados e havia retirado uma boa quantidade de carne de seu ombro que agora dias depois demonstrava que estava se regenerando por completo.
Nathalia se apoiou na pia quando se sentiu tonta, olhou se no espelho viu suas presas postas e seu olho branco a encarando no espelho.
Encarou os olhos brancos que agora já não era tão estranho. Surpreendeu se quando percebeu que atrás de si não estava mais o azulejo escuro de seu banheiro, eram sim paredes antigas na pura pedra teve a sensação de estar sendo vigiada quando virou se, deparou com uma fumaça que tomava forma do corpo de um homem e seus olhos vermelhos prenderam completamente sua atenção. A sombra tomou completamente a forma de um homem novo, corpulento e muito bonito que tinha total atenção de Nathalia.
Ele deu passos em direção a Nathalia e ergueu uma das mãos em direção ao rosto dela que estava disposta a sentir ao toque do magnífico homem que havia entrado em seu banheiro. Antes da mão dele tocar o rosto, outra fumaça chamou atenção apenas do homem, em quanto Nathalia estava hipnotizada por sua beleza.
A segunda tomou formas de outro homem mais novo que o primeiro, este deu passo pesados em direção a Nathalia, mas não tirou sequer uma vez o olhar do primeiro homem.
-Veio protege lá – sussurrou o outro em tom de deboche.
-Como ando feito há anos. – respondeu o segundo seco.
Nathalia assistia tudo hipnotizada, o primeiro homem que pareceu em seu banheiro era um completo estranho, mas o segundo ela o conhecia de algum lugar.
-Seu trabalho não anda sendo bem sucedido. – disse o primeiro sumindo.
O segundo homem virou para Nathalia, que se surpreendeu com a beleza deste também. Ele esticou a mão em direção ao rosto de Nathalia.
-Nathalia – sussurrou ele. Quando os seus dedos roçaram no rosto dela, antes mesmo de sentir o calor de sua mão, ele se desmaterializou do banheiro.
No momento que os dois homens sumiram do banheiro Nathalia voltou a si. Seus pulmões procuraram por ar como se tivesse ficado vários minutos sem respirar. Quando a primeira rajada de oxigênio fresco entrou em seu pulmão, ela engasgou dirigiu se ao vaso sanitário ajoelhou no chão e vomitou o nada que havia no seu estomago.
Sentiu algo molhando seu joelho, quando deu por si a banheira transbordava a água. Fechou a torneira rapidamente, liberou o excesso da água e depois mergulhou seu corpo na água quente e relaxante.
Encostou a cabeça na banheira e fechou os olhos. Lembrou da breve alucinação que teve em seu banheiro, não sabia o que estava acontecendo com ela e neste momento nem queria saber, apenas queria descansar. Embora tivesse passado três dias dormido seu corpo reagia de outro jeito, reagia como se ela tivesse corrido três dias direto.
Queria apenas uma noite de sono sem pesadelos, sem problemas.
“O castelo medieval, tinha suas estruturas impecável, há poucos anos que sua fortaleza havia sido colocada em pé. Mesmo que a parte civil já se encontraste em grande precariedade a parte Sacru ainda era bela. A tapeçaria de alto valor cobria as paredes de pedras cinzas. Os vasos artesanais eram de ouro puro. Todo lugar esbanjava riqueza ebom gosto.
No fundo da sala se encontrava uma cadeira alta e espaçosa feita de ouro maciço. Sentada nela estava um belo homem, de aparência rude. Todo em seu rosto e seu tamanho demonstrava um homem frio e calculista.
Nathalia se aproximava dele sedutoramente como as meretrizes faziam aos seus amos, carregava uma bandeja de prata na mão, ao chegar à frente do homem se a agachou e estendeu a bandeja com a cabeça de homem humano nela, e a ofereceu a ele.
-Domnul Mi aici este mâncarea după meal'm dvs. dispus să dea serviciile mele pentru tine[1] — sussurrou ela.
Deixou a bandeja no chão e recuou alguns passos para trás esperando que o seu senhor disse algo.
-Me espere em meu aposento – disse o homem olhando fundo nos olhos de Nathalia.
Levantou-se e caminhou até a porta. Quando já estava fora do Sacru apressou o passo indo em direção ao room[2] de seu mestre.
Enquanto andava rapidamente sentiu mãos em seu braço a puxando para trás. Neste momento deu de encontro com a armadura de prata pura de um dos guerreiros, ou melhor, um dos guardiões já que viu a enorme marca do rei cravada na armadura. Quando ergueu a cabeça pode ver quem era o homem que a segurava.
-Vladimir – sussurrou ela tentando se afastar dele.
-A senhoria até que podia um dia me servir como serve ao meu pai – disse ele cheirado uma mecha de cabelo dela. – Draga[3] Selena.
-Quem sabe um dia, dragostea mea[4]- sussurrou no ouvido do homem que a soltou. Dando uma pequena flor negra a ela.”
Nathalia acordou, suando frio mais seu interior estava quente e calmo. Havia sonhado com um mundo completamente ao contrario do seu, mas este sonho não sabia o porquê, mas a tinha deixado tranqüila.
Olhou no relógio da cabeceira de sua cama, cinco e meia.
Sentou se e se despreguiçou, havia dormido bem, mas não o suficiente. Não havia tido nenhum pesadelo, porém as lembras dos homens no seu banheiro eram intrigantes. Quem eram eles, e como haviam ido parar em seu banheiro aquela noite?
Quando sentou se na cama sentiu algo em suas cobertas, com cautela procurou por algo. E achou uma pequena flor negra deixada em cima de suas cobertas. Pegou a e admirou sua beleza, sabia que era estranho mais tinha certeza que era mesmo flor de seu sonho.
Olhou em direção a janela do seu quarto a onde cortinas negras e grossas cobria por completo a entrada a luz solar.
Sentiu uma súbita vontade e ver o astro rei. Era um dhampir não havia problema algum dela ver o sol em algumas horas se pôr, ultimamente andava vivendo como uma vampira dormia o dia inteiro e andava durante a noite.
Pegou o seu roupão se algodão negro vestiu se, caminhou até a janela abriu as cortinas grossas com toda a sua força. A claridade mortal para alguns, invadiu o seu quarto o iluminado por completo. A sensação de calor era tão boa que ficar a onde estava já não a agradava mais, abriu a janela e subiu com cuidado nela sentando se no parapeito da casa. Ficou com as pernas balançando pelo lado de fora, era uma queda livre boa de sua janela até a grama do jardim da frente do casarão. Admirou a propriedade e tudo que sua visão podia alcançar.
Havia se esquecido completamente de como era ver o sol começando a se recolher. A última vez que havia feito isso foi com Felipe em São Viktor.
O sol se pôs dando lugar a lua cheia. Nathalia sentia que podia ficar ali horas e mais horas olhando a natureza e se tranqüilizando, mas havia algo dentro dela que a impedia disso. Fome. Estava com muita fome, não comia nada sólido dês de varias noites atrás antes de seu ataque, havia vomitado algumas vezes na noite anterior então tudo isso resultava em uma fome descomunal, em seu estomago.
Saiu do parapeito da janela e voltou para dentro de seu quarto. Caminhou até seu closet pegou uma simples peça de roupa, trocou seu pijama e foi até a porta do quarto, iria até a cozinha procurar algo para comer.
Ao abrir a porta do quarto levou um baita susto quando viu Erika parada á frete da porta pronta para bater.
-Você já está acordada – resmungou Erika parecendo que não falava com Nathalia, mas sim pensava alto.
-Sim já estou acorda – disse Nathalia saindo do quarto e fechando a porta do quarto – É se sua senhoria quiser me acompanhar até a cozinha eu aceito, pois estou vazada de fome. – riu alto pegando na mão da amiga e a puxando em direção a escadaria.
A cozinha era grande como todos os comandos do casarão, lá se encontrava Inês e Eva as duas maravilhosas cozinheiras. Ambas senhoras abriram um grande sorriso quando viram Nathalia entrando bem e saudável.
-Com está Nathalia — perguntou Eva.
-Estou ótima, obrigada.
-Quer alguma coisa — perguntou Inês.
-Quero sim, tem alguma coisa para comer? — disse Nathalia rindo.
-É claro – disseram as duas junto arrumando um prato com alimento para Nathalia.
– A Senhoria Erika vai querem alguma coisa? – perguntou Eva.
-Não, obrigada.
Erika e ela sentaram se na cadeira entorno da pequena mesa que havia na cozinha e começaram a conversar distraidamente enquanto a comida não chegava.
-E seus sonhos? E as lembranças de Micah? – perguntou Erika.
-Vou contar estas coisas depois em um lugar mais seguro. – disse Nathalia começando a comer o prato de comida arrumado para ela.
Nathalia havia se alimentado bem, seu estomago agora doía não mais pela fome mais sim pela gula, havia comido mais do que podia, mas o que fazer se aquele pernil estava tão bom.
Erika havia ficado de passar em seu quarto antes do sol amanhecer para elas conversarem sobre os sonhos e as alucinações de Nathalia. Porém antes ela teve de sair já que é uma das responsáveis por umas das equipes táticas que fazia circulava pela cidade a noite toda caçando e matando lobisomens.
Subia as escadas calmamente em direção ao se quarto, quando escutou o grande falatório vindo do andar a onde dormia. Correu os últimos degraus para saber o que estava acontecendo.
Quando chegou lá.
Sentiu um enorme a perto no coração. Todos se encontravam na frente do quarto de Nicolas. O irmão ainda devia estar inconsciente na sua transição ou não, já que não sabia quanto tempo levava uma.
Quando todos perceberam a sua presença, o falatório silenciou. Maioria dos que estavam lá abriram passagem para era, que passou rapidamente entrando no quarto de Nicolas.
Ao entra se deparou com alguns guardiões, entre eles John e Samantha havia entre os que estavam dentro do quarto, Bruna um das varias Meretriz da casa e Maria que examinava Nicolas.
Ao sentirem a presença dela, todos ficaram estáticos esperando por alguma reação dos irmãos. Nathalia olhou rosto por rosto, avaliando cada expressão, por ultimo seu olhar caiu sobre Nicolas que a olhava intensamente como se por tanto tempo tivesse esperando por este momento, mas algo em seu olhar dizia que ele adoraria ter que adiar uma longa confissão que teria que tirar de sua irmã.
-Venha aqui mici[5]- disse Nicolas abrindo os braços esperando um abraço da irmã.
Maria saiu da frente de Nicolas para que Nathalia pudesse abraça lo.
- Frate[6], como está? – sussurrou Nathalia dando o abraço apertado em seu irmão.
Os dois ficaram assim por longos minutos até que Nicolas afastou sua irmã, com uma das mãos segurou o rosto dela e olhou fundo em seus olhos.
-Vamos deixa lós sozinhos – disse Samantha, que se retirou do quarto e se seguida pelos demais.
-Acabou o show, vocês não teem nada para fazer não! – gritou ela expulsando a multidão que estava na frente do quarto.
Os dois se encararão por longos minutos até que Nathalia se deu por vencida e caiu de joelhos na frente do irmão.
-Pergunte o que quiser, não serei mais uma Mincinos[7] — falou Nathalia contendo as lágrimas que ameaçava a cair.
-Não diga isso, você não é uma mentirosa. Eu que te perguntou sou digno se seu Secret [8].
-É sim, mas será que eu sou digna de seu Iertare[9].
Um sorriso nasceu nos lábios de Nicolas, de mostrando que nada entre eles havia mudado.
-Vai me contar, mesmo eu já sabendo, como começou os seus sonhos? – perguntou Nicolas rindo.
Nathalia sentiu se aliviada, e riu com o irmão. Contaria tudo a ele e a parti desse dia nunca mais esconderia nada dele.
[1] Mi lord aqui esta seu alimento, após sua refeição estou disposta a dar os meus serviços ao senhor.
[2] Quarto
[3] Querida
[4] Meu Amor
[5] Pequena
[6] Irmão
[7] Mentirosa
[8] Segredo
[9] Perdão.
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