Notas iniciais
Oláa Vamps *--* Eu sei que demorei, mas me deem um desconto, afinal, o capitulo ficou tão caprichado (e enorme) que tive de dividi-lo ao meio, ou seja: CAPÍTULOO DE 2 PARTEES *U* E, como a maioria de vocês sabem: Cap de 2 pts = 2 Caps no dia. Sim, sim! 2 CAPS NO DIA isso se a maioria das leitores ler a 1ª parte, pq, né?! Mas, além dessa novidade, eu queria agradecer muito as as leitoras maravilhosas que tenho, afinal, não é todo dia que você abre a ultima temp da sua fic e encontra vários reviews PERFEITOS, certo? Pois é, estou brisando até agora naqueles comentários *--* Um outro OBRIGADA superespecial as lindas: Flor, Miss Salvatore, Jess, Mary B, Bellsbrendon, Tifane Rodrigues, Waleska Rocha e GHarker por favoritarem *-* Obg msm, Vampirelas ;D Sem mais delongas, fiquem com o primeiro cap oficial de Secrets :)) Espero que gostem ;D

POV. Renesmee

Eram quase 18h:30min quando terminei de me despedir de Esme e Carlisle. Demorei algum tempo mais do que planejei, — tive de prometer varias vezes a eles que ligaria quando chegasse na casa de campo – mas eu não me importava com a demora, era ótimo estar perto deles, já que ficaria um mês sem vê-los de novo.

A saudade de seus rostos perfeitos e afetuosos já me batia quando nos abraçamos pela ultima vez no corredor, mas a lembrança de que Alec me esperava era o suficiente para me apressar.

Cheguei a garagem subterrânea rapidamente, em passos quase sobrenaturais. Meu namorado me esperava encostado em seu Camaro, com expressão tranquila, parecendo não se importar com meus minutos de atraso.

Assim que me aproximei, ele abriu a porta do passageiro para mim. Depois de lhe dar um selinho, entrei depressa, colocando o cinto enquanto o observava contornar o carro em velocidade sobre humana. Só então notei que Alec já não usava mais as mesmas roupas de antes, agora estava com uma camiseta azul marinho sob a jaqueta de couro preta, a calça era jeans, escura.

Observar as novas roupas me fez lembrar das que vestia antes... Na verdade, me lembrei de quando nós as tiramos dele... Da visão de seu peitoral perfeito, dos beijos furiosos, das caricias convidativas...

Apertei os olhos, tentando esquecer a cena. Não era hora de pensar nisso, apesar de uma pequena fração da minha mente discordar comigo. Afinal, estávamos indo para longe do castelo, sozinhos, por ordem – sutil, talvez – de Aro. Quem sabe o que o mestre dos Volturi espera que façamos?

Em meio a meus pensamentos, senti o carro inclinar-se um pouco. Abri meus olhos lentamente. Estávamos saindo da garagem, e a saida iluminada e florida de Volterra já era visível. Era lindo, e a Lua Cheia no céu azul escuro começava a deixar o clima convidativo.

E outra vez eu me peguei pensando naquilo.

Senti o sangue aquecer minhas bochechas quase que instantaneamente. Abaixei um pouco meu rosto, deixando que meu cabelo solto caísse sobre ele, escondendo-o. Ajeitei um pouco a saia do meu vestido enquanto isso, esperando a quentura passar... O que demorou um pouco, pois eu parecia ter perdido a pratica em controlar meus pensamentos quanto a Alec.

Depois de alguns minutos, voltei a observar a estrada. Parecíamos ir para o sul, mas eu não tinha certeza. Estávamos consideravelmente longe de Volterra, mas a Toscana ainda era visível e a paisagem discretamente florida continuava presente nas bordas da estrada.

Assim que não pude mais ver a Toscana, olhei pelo canto dos olhos para Alec. Ele estava concentrado na estrada, então, provavelmente, não notara o silencio constante. Agradeci por isso.

***

O fim da viajem foi exatamente como começou. Silenciosa, porem, rápida.

Assim que senti o carro diminuir a velocidade, me distanciei de meus pensamentos, olhando pela janela.

Não estávamos mais na estrada, mas a mesma era visível há alguns metros pelo retrovisor, bem atrás de uma cabine cinza, com vidros escuros. Era uma das típicas cabines que se via na entrada de loteamentos privados; não foi difícil achar um pequeno brasão dos Volturi na lateral dela.

O loteamento era grande. Enorme, na verdade. Os primeiros lotes – que não se pareciam com um – eram vazios, e apesar da pouca iluminação, podia-se ver que eram ocupados por uma vegetação rasa e florida. Era lindo, calmo, e tirando o ar de luxo, não parecia ser algo que pertencesse aos Volturi. Era moderno e calmo de mais, o oposto do castelo, onde havia grande movimentação e um grito aqui e ali.

A primeira mansão do loteamento ficava a dois kms da entrada, no lado esquerdo da rua, cercada por um muro alto e escuro com detalhes em prata. A extensão daquele muro era no mínimo enorme, e continuava por alguns metros depois de passar de um grande portão preto, com os mesmos detalhes em prata. Esse continha o nome “Jane” gravado no centro. Não era possível ver a mansão toda, mas era grande, pintada da mesma cor do muro, com algumas paredes em vermelho.

Logo passamos dela.

Em mais alguns metros – talvez 20 –, havia outra mansão, mas essa estava do lado direito da larga rua. O muro que a cercava também era escuro, com detalhes pratas e também de grande extensão. A mansão do outro lado se encontrava, relativamente, mais perto da cerca, e a cor da maioria das paredes externas era de um cinza, e outras, a minoria, de um verde claro. O nome que se encontrava no portão de seus muros era “Demetri”.

Depois de mais alguns metros – 20, novamente –, havia outra mansão do lado esquerdo, com os mesmos muros escuros com detalhes pratas. A extensão da cerca era tão grande quanto a de Jane, e a mansão por trás do muro era cinza, muito puxado para o preto, enquanto algumas paredes eram azuis escuras. Foi pelo portão dessa mansão, cujo nome gravado em prata era “Alec”, que entramos.

Havia um jardim grande entre os muros e a construção, as poucas flores e arvores ali eram discretas, mas ainda sim, belas. Era impossível não sorrir em um lugar como aquele.

– É tão... – comecei, sem saber a palavra exata para descrever.

– Magnífico? – sugeriu Alec, parecendo satisfeito.

Ri um pouco.

– Isso, isso. – concordei, aos risos. Então olhei-o, ele tinha uma expressão divertida, embora seus olhos me parecem concentrados – Todos da guarda tem casas aqui?

– Sim. – começou, ainda satisfeito – Aro sabe ser generoso quando quer.

– Estou vendo. – comentei, movendo o lábio inferior para cima, formando uma expressão impressionada.

Ele riu.

Escutando seu riso melodioso, voltei a olhar pela janela.

Aproximávamos-nos de uma garagem, que se encontrava ao oeste da casa, separada dela. O grande portão branco já estava quase todo aberto, e Alec avançava para dentro rapidamente.

Não demorou para que o carro entrasse completamente.

O cômodo não era grande – não se comparado a garagem de casa –, mas espaçoso, tanto que caberiam mais um ou dois carros sem deixar o espaço apertado. Mas havia um carro ali. Um Conversível preto, de bancos vermelhos. Ferrari, e de Jan, com certeza. Estacionamos ao lado do carro, saindo em seguida.

Alec caminhou para fora da garagem, saindo pelo grande portão ainda aberto. O segui, com os mesmos passos apressados que ele. Assim que me encontrei ao lado dele, já no lado de fora, o vampiro pegou um pequeno controle do bolso de sua jaqueta, levando até acima do ombro, apertando-o. O som do portão se fechando logo ecoou pelo jardim.

Caminhamos um pouco, até chegarmos a uma porta dupla. Essa era feita de vidro, assim como as janelas, tendo as barras de pedra mais escura que as paredes.

Mesmo no escuro, o moreno a abriu agilmente, sorrindo e fazendo menção para que eu entrasse primeiro. Sorri levemente, avançando dois passos para dentro, enquanto ele avançava apenas um.

A luz tomou o escuro rapidamente, seguido pelo baixo estralo de um interruptor. Era uma pequena sala. No centro haviam duas escadas, uma subia para o oeste e a outra para leste, mas não pareciam levar a lugares diferentes; a norte, as janelas que tomavam quase a parede toda ficavam atrás de algumas estantes, essas estavam cheias de livros; ao lado das janelas, haviam duas portas, iguais a de entrada, era possível ver o jardim e a pequena piscina através delas.

– Quer andar por ai? – perguntou ele, com voz divertida.

Assenti, olhando curiosamente para as escadas.

– Nosso quarto fica a direita. – disse ele, apontando pra cima, na direção que dissera. Senti um de seus braços envolver minha cintura, fazendo um arrepio involuntário percorreu pelo meu corpo.

Sorri, pois não havia nada no mundo que eu apreciasse mais do que aquele tipo de arrepio. Talvez... Houvesse só mais alguém.

– Vou lá ver. – falei, virando-me para ele.

Alec assentiu, com um sorriso divertido, beijando-me antes de desaparecer. E naquele momento, todas as incertezas se foram. Era incrivelmente misterioso como ficar ao seu lado me deixava leve, segura... Livre. Eu não tinha duvidas quando estava com ele, e a maior demonstração disso foi hoje, mais cedo, quando tudo o que eu queria era tê-lo. E a vontade agora voltava, mas ele não estava mais perto.

Subi as escadas rapidamente, tentando deixar meus pensamentos sobre o que é certo e errado de lado. Só consegui quando cheguei ao quarto.

Notas finais
PS: Só pra adiantar, vão haver cenas muy calientes na parte 2. Então, tirem as crianças da sala, mas não esperem muito ;D Bjss e até sei-lá-quando