Notas iniciais
Oláa De novo, Vampirelas :)) Sim, é claro que eu demorei nada mais nada menos que algumas horas, mas aqui estou, com o capitulo da 1ª VEZ DE ALEC E RENESMEE *U* Bom, não sou tão criativa com cenas assim, então, tenham paciência, vou melhorar, eu prometo ;) Bom, um obrigada muuito especial ás Vampirelas Caroline Vilas Boas e a Renesmee Cullen, que favoritaram a fic *--* Enfim: Espero verdadeiramente que gostem. Bjss

Não era pequeno, mas não grande se comparado ao seu quarto no castelo. Revestido por um papel de parede azul escuro, com detalhes cinza e prata. Havia uma pequena e discreta lareira do lado direito da porta dupla, sendo acompanhada por um vazo com plantas.

Entre norte e oeste, repousava uma cama de casal, com lençóis claros e um criado mudo de cada lado. Um pouco a frente, havia uma TV de led, ela se encontrava presa a parede leste, á alguns metros de outras duas portas, que deveriam levar ao banheiro e ao closet.

Entre as paredes sul e oeste, um computador se localizava sob o centro de uma escrivaninha, e, no centro do quarto, haviam alguns sofás claros, que não desfaziam a harmonia do ambiente aconchegante.

Perto da escrivaninha, havia outra porta dupla de vidro. Podia-se ver uma sacada do outro lado. Andei calmamente até ela, abrindo-a sem me surpreender com o ruído que preencheu o silencio calmo.

Sai rapidamente, sem me importar muito com o vento frio que chicoteava minha pele quente de vez em quando. Parei no meio da pequena sacada, olhando para o jardim que tomava todo o norte. A piscina também estava á minha vista, do lado esquerdo. A Lua não estava completamente aparente no céu, mas apenas a metade dela e as pequeninas estrelas á sua volta bastavam para prender toda minha atenção.

Depois de alguns minutos observando, o vento ficou mais insistente, e ainda mais gélido. Abracei-me, alisando um pouco meus braços na tentativa de me aquecer ao menos um pouco.

Antes que pudesse conseguir, senti os braços de Alec abraçarem-me por trás, um pouco abaixo dos meus ombros. Aconcheguei-me em seu peito, que mesmo sendo mais frio do que a brisa, era confortável. Perfeito.

– Parecia pensativa no carro, pequena. – comentou ele, calmamente.

Suspirei, sentindo o perfume doce que exalava de sua pele.

– E você parecia concentrado. – comentei, como quem não quer nada, tentando fugir de sua quase pergunta.

Ele riu.

– Os humanos mudaram as estradas recentemente. – justificou, apertando-me um pouco. Levei minhas mãos até os braços que me envolviam, repousando-as ali – No que pensava? – perguntou baixinho, colando sua bochecha na minha.

Mordi o lábio, sentindo sua pele ficar mais fria do que antes, pois o sangue fervia minhas bochechas novamente.

Mesmo contragosto, mostrei-lhe minhas lembranças. Ele entendeu logo, suspirando antes de beijar o topo de minha cabeça... Então suas lembranças gritaram sem sua permissão, implorando-me para vê-las. Assim o fiz, também sem permissão. Um de seus últimos pensamentos já me bastava para entender o resto.

Também estava pensando nisso... – pensou ele, a não muito tempo.

– E a que conclusão chegou? – perguntei docemente em pensamento, deixando-o um pouco confuso e surpreso.

Quando entendeu, ele deu de ombros.

– Estava esperando para ouvir as suas conclusões. – disse ele, com um ar desafiador e divertido.

Sorri da mesma forma, virando-me em velocidade sobrenatural, subindo minhas mãos até seus ombros.

– Ainda não tenho uma conclusão. – admiti, apertando os lábios. O vampiro sorriu docemente, atento ao que eu falava – Sua vez.

Ele suspirou, descendo suas mãos até minha cintura. Suas lembranças voltaram a ficar agitadas, então entrei em sua cabeça novamente.

Acho que não posso tirar uma conclusão de algo que não vivi, Ness. – pensou, sabendo que eu ouviria. Ele pareceu um tanto sugestivo, mas deixei passar... Ou quase.

Abaixei meu rosto por um instante, voltando a olhá-lo nos olhos em pouco tempo. Choques percorreram meu corpo assim que o fiz, e eu me prendi aos olhos rubis que eu mais gostava no mundo. Eram hipnotizantes, e, de uma forma louca, me faziam sentir inteira... Ou, quem sabe, a melhor palavra para expressar o que eu sentia era“viva”.

Amo você. – pensei, deixando-o ver.

O vampiro ficou visivelmente surpreso no começo – talvez pelo fato de que eu nunca havia realmente dito isso –, mas depois, sorriu de lado, beijando-me rapidamente.

– Eu também amo você, Ness. – falou, com a testa colada na minha.

Felicidade? Não, era muito pouco para descrever.

Mas talvez “toda a felicidade do mundo” chegasse perto.

Sorri alegremente, beijando-o. Alec tirou uma das mãos de minha cintura, subindo-a até meu rosto conforme o beijo ficava mais intenso, mais feroz.

Em pouco tempo, chegamos ao ponto não conseguir conter nossas mãos. As caricias começaram. Alec alisou meu rosto por alguns instantes, depois sua mão desceu um pouco até meu pescoço, acariciando-o delicadamente, descendo e subindo até um pouco acima dos meus seios. Minhas mãos também desceram, indo ao encontro de seus músculos sob a roupa.

A fina camada de tecido sobre seu peitoral me atrapalhava, e antes que eu pudesse pensar, a rasguei no meio, me permitindo acariciá-lo livremente.

Alec não se incomodou com isso, mas separou seus lábios dos meus, descendo beijos famintos por toda extensão do meu pescoço enquanto suas mãos desciam pelo meu corpo, acariciando cada parte em que tocava.

Minha respiração se tornava mais ofegante a cada minuto, e não melhorava com a insistência de Alec em me levar ao delírio.

Logo seus lábios voltaram a se encontrar com os meus, no mesmo ritmo viciante e feroz de antes. Sua língua não demorou a pedir passagem, e eu menos ainda para ceder.

Nossas línguas começaram a dançar sensualmente quando senti que havia mudado de posição. Agora eu estava sentada sobre a cerca gélida da sacada, com o quadril do vampiro entre minhas pernas; seu braço esquerdo envolvia minha cintura enquanto o direito estava livre, com a mão do mesmo explorando minha coxa.

Deslizei uma de minhas mãos por todo seu peitoral, até chegar à barra de sua calça. Usando o tato, achei os botões e o zíper rapidamente, abrindo-os em velocidade sobrenatural, sem separar meus lábios dos macios do moreno.

Ele sorriu de lado, separando, contragosto, nossas bocas, permitindo-me respirar todo o ar que me faltava enquanto colava nossos corpos e agarrava minha cintura, puxando-me mais uma vez para outra posição.

Agora ele me levara para dentro do quarto, mas eu não sabia exatamente onde. Mal me importava. E me importou menos ainda quando recomeçamos os beijos, tão lascivos quanto antes.

Suas mãos desceram de minhas costas até minha bunda, apertando-a um pouco quando chegaram lá. Gemi baixo, mas não o bastante para impedi-lo de ouvir e ficar visivelmente satisfeito. Mordisquei levemente seu lábio, subindo uma de minhas mãos até seu cabelo, enquanto a outra continuava a acariciar seu peitoral.

Ele sorriu entre o beijo, começando a subir uma de suas mãos até o zíper do meu vestido, abrindo-o. Assim que o caminho do zíper estava completamente percorrido, Alec diminuiu um pouco o ritmo dos beijos, levando a mão que repousava em meu bumbum ate minha bochecha.

Abri meus olhos lentamente, encarando os seus, que, apesar de claramente arderem em desejo, olhavam-me como se pedisse permissão. Sorri para ele antes de pegar delicadamente em seu braço que segurava meu vestido, arrastando para baixo. Ele entendeu o recado, continuando a me despir sozinho, mordendo os lábios de ansiedade.

Antes que meu vestido estivesse no chão, ele voltou a me beijar, longa e carinhosamente. E assim que a peça de roupa caiu sobre meus pés, desci ambas as mãos até sua calça, tirando-a sem muita cerimônia. Depois elas voaram para suas costas, explorando-as, assim como as dele faziam comigo.

Alec subia e descia suas mãos pelas minhas costas nuas, parecendo apreciar cada centímetro delas enquanto buscava inutilmente pelo meu sutiã. Ele sorriu pervertidamente quando não percebeu que estava ali, mas não parou para olhar. Em vez disso, levou-me em velocidade sobre humana para a cama, apoiando minha cabeça nos travesseiros.

– Tem certeza, pequena? – perguntou ele, com voz rouca – Posso esperar se não estiver pronta. – continuou, no pé do meu ouvido.

Embora o ritmo frenético do meu coração e meu corpo fora de controle já fosse suficiente para lhe implorar para não parar, tive de lhe dar certeza.

– Acho que eu não consigo mais esperar, meu amor. – respondi ofegante.

Ele sorriu, mordiscando minha orelha antes de começar uma sequência provocativa de beijos que iam de meu pescoço até pouco acima da calcinha. Arqueei minhas costas, sentindo os beijos molhados subindo novamente pelo meu corpo. Dessa vez, ele não parou quando voltou ao meu pescoço, mas continuou subindo, até que seus lábios encontraram os meus.

O beijo era paciente, apesar do desejo incontrolável expressado nele. Alec logo pediu passagem com a língua, e eu logo cedi. Enquanto nossas línguas passavam da ternura para a sensualidade, ele apertou um dos meus seios. Sufoquei um gemido baixo em minha garganta, levando minhas mãos para suas costas, arranhando-o levemente.

Então sua mão desceu pelo meu corpo, passeando até chegar às barras da minha calcinha. Ele a puxou impacientemente, jogando-a para longe quando a tirou do meu corpo. Fiz o mesmo com a sua cueca. Minhas mãos subiram por suas costas novamente, puxando-o para mim.

O vampiro me deu um ultimo beijo lascivo antes de me penetrar.

E naquela noite, eu me entreguei completamente a ele.

Notas finais
PS: Ok, ok, me julguem! Sei que fui péssima :( Mas vejam pelo lado bom: está caprichado (até demais) Bjss Vamps