Notas iniciais
Olá Vampirelas. Aqui estou eu, completamente atrasada mas com um capitulo imenso e foda. Tão foda, que tive que cortar em alguma parte, e, para deixa-las curiosas, cortei o final ;D Como sempre, gostaria de agradecer ao imenso carinho que recebo, e aqui vai um agradecimento especial para as Vamps que favoritaram: BiaStweartPattinson e Larissa Brandon. Obrigada, galera :)) E me perdoem pela demora, mas recomeçaram as semanas de provas e enfim... Já sabem. Também sinto-me envergonhada por não ter respondido á todos os maravilhosos reviews, mas vou responde-los amanha. Prometo de coração *u* Espero que a espera tenha valido a pena :))

Os cabelos louros estavam penteados para o lado, meio bagunçados – resultado do tempo que passou com Jane, imagino –, o uniforme da guarda caia perfeitamente nele, o deixava formal apesar do colar dos Volturi estar desajeitado em seu pescoço; os olhos cor de sangue estavam brilhantes, indicando animação, e seu sorriso me dizia que algo havia acontecido.

Jim e eu nos entreolharmos curiosos. Ele arqueou as sobrancelhas antes de voltarmos o olhar para Demetri, que logo se pronunciou:

– Adivinhem quem veio para o jantar. – falou, com um ar de desafio, enquanto seu sorriso tornava-se maldoso.

Logo o meu também ficou.

– Sienna. – murmurou James, á minha direita.

O tom sem animo chamou tanto minha atenção quanto chamou a de meu irmão. Ambos olhamos para o hibrido como alguém olha para um humano que ganha na loteria e não se contenta com isso.

– Jim... Por favor, alegre-se! – disse-lhe, de forma calma, pois mesmo estando pé da vida com ele, aquele completo idiota ainda é meu amigo – Um dos maiores problemas do mundo vai morrer essa... – comecei, olhando em meu relógio de pulso para saber se devia dizer “noite” ou “manhã”. Já passam das 3h:30mm – Manhã! – continuei, animadamente. O caçador sorriu um pouco, já o louro riu – E, não temos permissão para assistir, se é isso que te preocupa. – conclui, tentando soar tranquilizadora, mas minha voz entregou o quão chateada eu estava com o fato.

Eu sabia que, de alguma forma que nenhuma parte do meu ser consegue entender... James conseguiu amá-la. Idiota. Mas... Talvez tivesse recuperado o juízo depois que descobriu que era apenas um brinquedo enfeitiçado.

– Na verdade tem. – disse meu irmão, cortando minha linha de raciocínio. Olhei-o sem entender, embora estivesse esperançosa – Vocês dois tem permissão para assistir o show. Toda a guarda e... “quase-guarda” – começou, gesticulando para mim e James – foi convocada para ver. – meu sorriso satisfeito e maldoso agora voltava para meus lábios, assim como voltava nos de Demetri, que sorria satisfeito. James mostrava-se neutro, então não compreendi se aquilo o agradava ou incomodava — Talvez vê-la morrer melhore seu animo, Jay. – sugeriu maleficamente.

Eu ri, observando a reação de James em seguida.

Sua expressão tornava-se amigável e despreocupada novamente.

– Vai melhorar o animo de todos, certo? – perguntou, embora já soubesse a resposta. Meu irmão e eu assentimos de boa vontade – Então, vamos apreciar o show. – disse ele, dando um sorriso leve.

Demetri assentiu uma vez, e sem se preocupar se acompanharíamos seus movimentos, ele pulou da torre em velocidade sobrenatural – de um jeito exibido.

Sem esperar muito, James e eu o seguimos, pulando do mesmo ponto em que meu irmão pulou, caindo, provavelmente, onde ele havia caído. No jardim, há alguns metros de uma das entradas do castelo.

Como Demetri não estava mais a vista, Jim e eu seguimos em direção á sala dos tronos sem prestar muita atenção no rastro que o louro deixou para trás.

O castelo não estava movimentado. Haviam poucos vampiros, somente os guardas que sempre costumam vigiar, e pouquíssimos humanos. Vi apenas dois mortais enquanto corria, e esses deviam ser o café da manhã de Sulpicia e Athenodora.

Nenhum dos membros do alto escalão estava ali, mas os cheiros de todos eles percorriam diferentes caminhos para a sala dos tronos. Todos deviam estar lá, como Dimmy disse.

Notei um discreto e horrível aroma doce demais perto da pequena recepção do andar da sala dos tronos. Era um cheiro reconhecível de vadia.

Um rosnado quase me escapou pela garganta quando pensei na pessoa que exalava esse cheiro. Quase. A lembrança de seu destino fez com que eu me acalmasse imediatamente.

E logo Jim e eu avistamos Demetri. Meu maninho estava parado em frente à grande porta negra que dava á sala dos tronos. Ele olhava na nossa direção impaciente, como se os mínimos segundos que chegou antes de nós fosses horas de espera. Não me importei muito, afinal, todos nós estávamos de bom humor.

Um milésimo de segundo depois, Jim e eu paramos atrás de Demetri, que logo abriu a grande porta dupla. Santiago veio á nosso encontro, mantendo as portas abertas enquanto entravamos no salão escuro, iluminado apenas pela pouca luz prateada que vinha da Lua e por alguma luz amarela de velas dos poucos castiçais presos ás paredes.

Enquanto seguia Demetri, prestei atenção nas vozes que ecoavam pela sala.

Os vampiros da guarda que estavam ali não se encontravam em seus lugares de costume, a minoria estava perto de seu lugar de sempre.

Jane estava posicionada alguns metros á frente do trono de Caius, de frente para Chelsea e Santiago. Esses conversavam animadamente sobre a morte do século, e eram malévolos, Jane era a mais animada.

Atrás de seu trono, Caius e Athenodora conversavam seriamente, mas apesar disso, os dois também pareciam fazer planos para tornarem a morte da vadiazinha mais dolorosa. Jane estava no plano, claro.

O trono do meio estava vazio. Aro não estava ali, para minha surpresa. Sulpicia também não, o que me fez pensar que chegariam juntos.

Marcus estava em seu trono. A expressão oscilava entre tédio e reflexão. Por um momento me perguntei se ele estava entediado com a conversa de suas jóias ou se estava apenas perdido em pensamentos.

Aquele mestre não prendeu minha atenção por muito tempo, afinal, seu mega entusiasmo não era novidade pra mim... Mas Heidi e Felix eram.

Ambos pombinhos conversavam alguns metros á frente do trono de Marcus, um de frente para o outro. Era difícil identificar se estavam conversando mais seriamente ou se a conversa era descontraída. Mas se eu fosse julgar pelo rosto de Felix, diria que o assunto era romântico. Deixei que um leve riso me escapasse, afinal, não era todo dia que se via o durão dos Volturi com cara de bobo.

Demetri e James também riram um pouco, olhando-se cúmplices. Já era de se imaginar o que fariam.

Ri de novo, observando os garotos se materializarem ao lado de Felix, fazendo piadinhas que faziam com que o grandalhão ficasse com cara de poucos amigos. Heidi achava as piadas engraçadas, por sinal.

Não os observei por muito tempo, já que estava á poucos passos do grupo de Jan, ao qual me juntei.

Encaixei-me rápido na conversa.

Falávamos sobre o possível “tratamento especial” que Aro ordenaria que déssemos á Sienna. Com um pouco de sorte – e persuasão, talvez -, eu estaria na lista de pessoas que a torturariam, bem no começo da pauta do plano mirabolante do mestre.

Aro nunca foi meu Volturi favorito, mas eu tinha que admitir que ele era “O Cara” quando o quesito é persuasão, planejamento e teatrinho. Com toda certeza, ele tinha um plano extremamente sensacional pra essa noite. E talvez ainda não houvesse chegado por estar praticando sua expressão amigável e simpática na frente do espelho... Nunca se sabe.

Minha teoria foi anulada alguns minutos depois que pensei nela, quando o som das grandes portas se abrindo ecoaram pela sala.

Todos pararam as conversas e olharam, mas não era o ultimo mestre.

Afton e Corin tinham expressões serias, e que demonstravam que não queriam que o silencio fosse interrompido.

Ambos fecharam as portas negras sem olhá-las, ainda com expressões serias, mas Corin vacilava as vezes, olhando para o chão quando isso acontecia. Ela parecia tristonha, quase como Jane quando desagrada á seu “pai”. Imaginei que talvez houvesse tido uma discussão familiar.

Deixei minhas especulações de lado no momento em que Afton abriu a boca:

– O mestre está vindo. – anunciou ele, com voz firme, embora o tom caloroso, como quando falava com amigos.

Corin continuou:

– Ele pede que fiquemos em formação. – disse ela, de forma gentil.

Nenhum de nós contestou. E a maioria de nós se moveu. Todos em silencio.

Passei para o outro lado do salão, junto com Santiago, enquanto Demetri e Felix iam para o lado esquerdo de Jane. Corin andava até eles, já que seu lugar seria na ponta esquerda, ao lado de Felix.

Posicionei-me ao lado direito de James, que estava na ponta esquerda. Heidi ficou entre Santiago e eu, e Afton foi ao lado dele, ficando na ponta que estava mais próxima de Marcus.

Caius nos observava, agora sentado em seu trono. Athenodora, que continuava de pé, também nos olhava, mas de forma bondosa. Às vezes, eu comparava as esposas Volturi com Esme; Todas elas eram bondosas e gentis, o que me fazia pensar se a dor de não poder ter filhos as deixava assim.

Nunca tive resposta... Mas não importava agora, até porque, não importa o que as fez assim, o que importa é que são.

Deixei de olhar Athenodora e encarei o espaço de pelo o menos treze metros que havia entre nós e o resto da guarda. O espaço formava um “corredor”, e seria por onde a vadiazinha da Sienna passaria e provavelmente morta.

Fiquei em duvida se sorria ou rosnava. A idéia de ter que sentir o cheiro doce demais novamente fazia com que meu pouco sangue me subisse á cabeça, mas vê-la morrer não seria ruim.

Ainda estava encarando o chão quando o som das portas sendo abertas ecoou novamente pela sala.

Olhei na direção da entrada rapidamente.

Aro já adentrava no salão com uma expressão simpática, seguindo alguns passos á frente de Sulpicia. Ambos andavam em direção aos tronos, passando por entre a guarda.

Não havia notado, mas atrás de Sulpicia, caminhava Renata. Ela ficou ao lado de Corin, na ponta esquerda.

– Meus queridos... – começou Aro, com voz gentil. Todos nós olhamos para ele – Acredito que todos sabem que visita teremos hoje. – ele pausou, parecendo apreciar o silêncio – E também, que todos estão ansiosos para cumprimentá-la. – continuou, pausando novamente.

Sorri de forma maléfica, entendendo o significado de “cumprimentar”. Desfiz meu sorriso rápido, assim como os outros membros da guarda. Aro também sorriu em resposta, mas não o desfez quando voltou a falar:

– Claro que todos terão sua oportunidade. Mas a cumprimentaremos de forma organizada. – Aro pausou novamente, olhando para cada guarda que estava naquela sala – Jane. – a chamou – Creio que gostaria de ser uma das primeiras. – ele cerrou levemente os olhos, em um tom de pergunta, mas não queria que ela falasse em resposta. Sabendo disso, a loura apenas sorriu com inocência – Pode começar depois dos cumprimentos dela, querida. – ordenou, embora não parecesse uma ordem, pois seu tom era doce.

Jane assentiu milimetricamente.

Então Aro continuou generosamente, dando uma oportunidade para cada um da guarda.

Em minha opinião, a tarefa de mais importância era de Corin; pois, se algum de nós caísse no dom de Sienna, ela que resolveria o problema. Claro que duvido que algum de nós sinta pena da vampira. Nem Marcus sentia.

Depois de alguns minutos, Aro terminou seu discurso, ordenando, por ultimo, que Renata e James fossem buscá-la.

Todos nós voltamos a encarar o espaço entre nós, todos satisfeitos e esperando pelo momento em que “cumprimentaríamos” nossa queridíssima amiga vadia.

Não iria demorar muito. Já era possível ouvir os passos dos três se aproximando da grande porta.

Logo ela se abriu, e a maioria nós olhou.

James entrou primeiro, fazendo uma leve referencia assim que ficou á alguns passos da entrada. E em um piscar de olhos, ele estava ao meu lado novamente. Parecia razoavelmente bem. Expressão fria, como devia estar.

Um ou dois segundos depois, Renata apareceu, com a mesma expressão que James. Ela também se reverenciou, e apareceu novamente ao lado de Corin em tempo record.

Agora todos olhávamos para a porta. E o cheiro da ultima imortal já começava a invadir o salão.

Sienna apareceu.

A vadia vampira não havia mudado muito desde a última vez que tive o desprazer de vê-la. A pele continuava pálida, as feições perfeitas – o que não era novidade para nossa espécie –, o cabelo castanho continuava ondulado, mas agora estava mais curto, um pouco abaixo dos ombros.

Sienna usava uma maquiagem um pouco escura nos olhos, um vestido preto que ia até as coxas e uma jaqueta de couro. O barulho dos passos continuava irritante, principalmente por causa dos saltos.

Rosnei baixo, assim como Jane e Heidi.

Ela olhou para a nossa formação, não parecendo intimada pelos olhares raivosos que enviávamos á ela. Mas com toda a certeza estava insegura.

Depois de nos analisar por quatro segundos, ela começou a andar confiante até Aro, passando devagar pelo corredor que a guarda formava.

Todos a acompanhávamos com o olhar. Um ameaçador.

Rosnei pra ela assim que passou á minha frente. Os outros vampiros faziam o mesmo conforme ela passava por eles. James foi o único que não rosnou. Tenho esperança que foi por educação, não por idiotice.

As esposas agora tinham um olhar frio, especialmente Athenodora. Caius tinha um olhar cruel por natureza; Marcus parecia curioso, mas a expressão ainda era de tédio; e Aro tinha um brilho assassino nos olhos vermelhos, embora a face fosse simpática.

O som irritante dos saltos de Sienna parou assim que ela ficou entre Demetri e Heidi, quando Aro ergueu a palma direita, convidando-a a parar.

– Mestre. – saudou ela, com voz respeitosa, enquanto fazia uma reverencia.

Aro sorriu.

– Sienna. – saudou, juntando as palmas de suas mãos.

Não foi preciso que o mestre fizesse algum tipo de sinal para Jane. Ela prestou sua saudação á vadia dois segundos depois que ela acabou sua reverencia.

Sienna gritou de dor, ajoelhando-se e curvando-se pra trás. Aro, Caius e Jane sorriram com satisfação, mais do que o resto da guarda.

– O que a faz ter tamanha insanidade para voltar aqui, querida? – perguntou Aro, assim que os gritos da vampira foram substituídos por gemidos.

Ela não queria nos dar motivos para sorrir, ao que parecia. Por isso, fez algo que surpreendeu á todos: ela riu, de forma desafiadora, enquanto Jane a torturava. Foi um riso rápido e não verdadeiro, era apenas para provocar. Ela conseguiu.

O sorriso no rosto de Aro diminuiu, e o de Jane sumiu. Ela aumentou a intensidade de seu dom, fazendo com que Sienna gritasse novamente. Ela abafou o grito logo.

Caius riu baixinho.

– Quanta falta de sanidade, Sienna! – disse mestre louro, sorrindo – Parece que não se importa com as consequências de irritar os Volturi. – continuou, olhando brevemente para Demetri e Santiago.

Ambos colocaram-se atrás da vampira rapidamente, erguendo-a e segurando-a pelos braços.

Parecendo relutante, Jane a deu um momento para responder.

– Me importo mais com as consequências de trazer-lhes presentes, mestre. – respondeu ela, ofegante, mas com um ar de vitoriosa. Jane olhou-a descrente, sorrindo da mesma forma.

Aro riu da cena, levantando-se de seu trono e caminhando lentamente até ela.

– Meros humanos... – começou Caius, sorrindo.

– Não são presentes que levamos em conta, doce Sienna. – continuou Aro, parando á frente da vampira.

– Os humanos foram apenas avisos, amado mestre. – rebateu ela, com um meio sorriso formando-se em seu rosto – Os mandei aqui para avisarem sobre minha chegada... Pensei que poderia receber um convite se soubessem antecipadamente. Mas não. Achei que não houvessem entendido, então fui atrás de algo que chamasse mais atenção. Os chineses. – explicou, num tom de desdém.

Aro continuou sorrindo, arqueando as sobrancelhas negras.

– Mas não compreendo como sua falta de sanidade vai ajudá-la agora. – disse, com humor evidente apesar do tom pensativo – No entanto, você sabe como gosto de jóias... Se seu presente for uma... – continuou, soando desafiador.

– Não posso mais achar jóias, mestre. – disse ela, com profundo e evidente desgosto. Sorri, lembrando-me do motivo. Eu – Mas tenho algo que lhe agradará mais... – Aro arqueou novamente as sobrancelhas, convidando-a a continuar – Um privilegiado. – disse ela, soando o nome do ser sobrenatural com tal convicção, que por um momento achei que podia ser verdade. Mas não podia ser.

Seres humanos abençoados por bruxas para terem o equilíbrio da natureza correndo pelas veias eram apenas lendas. A prova disso: nunca se encontrou um. Não no ultimo milênio.

Pareceu-me que Aro concordava com meu argumento mental, já que riu descrente, virando-se. Ele andou na direção de seu trono, dando a impressão que se sentaria novamente, mas não o fez. Parou á metros dele.

Jan o acompanhou com os olhos, esperando pacientemente que ele se virasse para que ela voltasse a queimar Sienna por dentro. Aro logo se virou, e Jane fez a vampira sofrer antes mesmo de voltar a olhá-la.

– Privilegiados são apenas lendas, Sienna. – argumentou Aro, agora menos alegre do que antes – Jane. – chamou-a, fazendo com que a loura parasse de usar seu dom, provavelmente para fazer a visita apreciar inteiramente a dor de ser despedaçada, já que os braços já estavam saindo do lugar.

Ela gemeu, mas voltou a encher a sala com sua irritante voz:

– Lendas como eu e você. – rebateu ela, novamente – Há um humano, cujo sangue é a cura, vivendo bem debaixo do seu nariz, Aro.

Para a infelicidade de todos, Aro a ouviu, gesticulando para que Demetri e Santiago parassem o que estavam fazendo. Caius e Athenodora rosnaram com reprovação.

– O que está dizendo?! – perguntou ele, num quase sussurro. Sua voz não era mais simpática, agora era ameaçadora.

– Que há um privilegiado em Volterra. – respondeu, aproveitando a chance – E que quero uma nova chance dos Volturi em troca dele.

– Os Volturi não dão segundas chances. – disse Aro, por fim.

Então um sorriso voltou na face de todos.

Aro se materializou na frente da vampira, tocando seu rosto sem aviso prévio. Ele arrancaria sua cabeça, mas algum dos poucos pensamentos da vadia o fez parar.

Notas finais
Acham que os Volturi vão mesmo matar a Sienna, ou isso é apenas charme que a autora fez? U.U Beijos :* PS: Estou me perguntando se se lembram dos rostos dos personagens, então, se não lembrarem, me digam que eu coloco as fotos no próximo capitulo ;)