Notas iniciais
Tô orgulhosa de ter chegado ao Capítulo 5. Ele demorou um pouco para sair. Por que eu fiquei com medo de está adiantando as coisas e tal.. Bom, está ai. Eu fiz o Flashback como eu disse que iria fazer. Ainda falta mais coisas. Eu quero mostrar como elas se apaixonaram. Não vou ficar enrolando com essas coisas. Mas tudo tem seu tempo. Espero que gostem. *-*

~ Flashback ~

~ Emma Swan ~

– Meu Deus! É hoje. E eu nem fiz a reserva ainda. Nem sei em que lugar vou leva-la. Será que ela gosta de comida japonesa? Ou a culinária francesa vai agrada mais o seu paladar? – Eu fiquei questionando-me até...- Comida italiana! Isso. – Liguei para um restaurante que eu costumava a ir. Fiz a minha reserva. Para as 20:00. Ainda era 11:30am. Eu estava na delegacia. “Graças, não peguei plantão noturno hoje. Mas em compensação, peguei o de ontem e preciso dormir. Ou tentar.”

Eu estava dês das 22:30pm de ontem na delegacia. Estava precisando dormir. Entrei no carro. No caminho para casa, vi um vestido que ficaria ótimo para ocasião. Parei, entrei na lojinha. Era pequena, humilde. Mas as peças eram magnificas. Comprei várias peças. Olhei para o relógio, 12:51. Sai da loja. E fui para casa. Entrei desabando no sofá. Respirei fundo. E fiquei me perguntando qual o motivo de todo esse nervoso. Eu só vou jantar com a Regina. Mas é a Regina, aquela mulher linda, que eu admirei por semanas na cafeteria. Que eu fui realmente saber o seu nome em uma boate. Que me beijou no banheiro. Meu deus, que beijo.

Subir para o meu quarto levando as roupas comigo. Ao entrar joguei as coisas no chão. Fui logo tirando a roupa e entrando no banheiro. Tomei um banho de água quente para tentar relaxar o corpo. E deu um pouco certo. Ao terminar, me joguei na cama. Precisava dormir.

~.~

Acordei era 18:25, tomei um susto ao ver o quanto tinha dormido. Levantei correndo e fui para o closet. Peguei uma lingerie vermelha e fui decidir o que ia vestir.

– Meu Deus, esqueci de ligar para Regina. – Falei pra mim. Eu estava perdida. – Vou fazer isso agora. – Peguei o telefone, disquei o seu número. Chamou, uma, duas.

Alô?-

– Alô, Regina. — Suspirei. – É a Emma.

– Oi Emma, tudo bem?

– Tudo sim. É, e com você? — Por que ela me deixava tão tensa?

Estou bem sim, querida.

– E sobre hoje à noite? Tudo certo? – Fiquei com medo dela dizer que não. E que não iria mais sair comigo.

Sobre hoje. Está tudo certo pra mim. — Juro que poderia ver o seu sorriso.

Então está certo. As 19:45 tá bom para você?

– Está ótimo.

– E onde eu lhe pego?

– No quanto, na cozinha, no banheiro. — Gargalhei junto com ela. — Eu moro na primeira casa da rua da Ruby.

– Está certo. Lhe vejo as 19:45. – Sorri.

Ok. Beijos.

– Beijos... É, Regina, você gosta de comida Italiana?

– Eu amo comida Italiana.

– Ótimo. Tchau.

– Tchauzinho.

Comecei a tirar e colocar roupas e mais roupas. E nada me agradava. Olhei entre as roupas que tinha comprado e nada me agradou. Entrei novamente no closet e vi um vestido preto, básico, ele era no meu da minha coxa, com mangas compridas. Olhei-me no espelho e ficou perfeito. Mas para vesti-lo, tive que tirar o sutiã, por que iria marcar. Arrumei meu cabeço com leves cachos, me maquiei, coloquei um salto preto.

Desci peguei as chaves do meu carro. Sai de casa era por volta das 19:05. Fui até a casa da Ruby primeiro.

~.~

– Hey. Nossa como você está sexy! – Ela disse me olhando de cima a baixo.

– Obrigada Ruby. – Sorri. — Preciso do seu carro!

– Para que você quer o meu carro, Emma? – Fez uma cara interrogativa mas risonha.

– Hoje vou jantar com a Regina. E não queria levar ela para jantar em um restaurante italiano com o meu carro. Então, vai me emprestar ou não?

– Hum, você e a Regina. Lindo casal. – Olhei com uma cara furiosa e vermelha. — Vou pegar a chave. — Ela correu, pegou a chave e meu deu – Volte antes das 5:00 da manhã. – Sorriu.

– Obrigada. Qual é a casa dela? –

Ruby me indicou onde era a casa da moça. E eu fui. Estava nervosa. Muito. Talvez fosse normal. Não, não era normal. Parei na frente da casa dela. Desci do carro. E encostei-me na lateral do mesmo. Liguei para ela. Avisando que já tinha chegado. Cerca de 2 minutos depois ela saiu pela porta. – deslumbrantemente, linda. – Ela não veio andando, ela veio desfilando para mim.

– Boa Noite Emma. – Sorriu. Nossa que sorriso.

– Boa Noite Regina. – Dei um grande sorriso.

Pontual. Gosto muito de pontualidade. Bom, vamos? — Acenei a cabeça, mas não me movi. Eu fiquei olhando para ela um instante e vamos dizer que eu pensei muito auto.

– Você está incrivelmente linda. – Ela usava um vestido preto um pouco acima do joelho, com um decote generoso. Ela sorriu para mim.

– Obrigada Emma.

Eu abrir a porta do carro – que não era meu. E eu tenho certeza que ela sabe disso. Mas nem eu nem ela comentou sobre isso até o momento. – Ela entrou e cruzou as pernas. Eu dei a volta, entrei e olhei mais uma vez para ela. Como és linda.

O seu cheiro doce ganhava todo espaço do carro. Conversamos pouco no carro. Assim que chegamos ao restaurante, o metre – já conhecido meu – veio nos cumprimentar.

Buonanotte minha bambina. Como vai tu? Muito tempo que não aparece por aqui. – Ele tinha um sotaque puxando o italiano meio engraçado.

– Lorenzo. Quanto tempo. – cumprimentei dando beijo em ambas bochechas. – Vou muito bem e o senhor? Eu fiquei um tempo sem jantar aqui. Não gosto de sair sozinha.

– Mas hoje você não está sozinha, né? – Ele disse olhando para Regina e dando uma piscadinha para mim. Percebi que ela corou.

– Essa é a Regina. Minha acompanhante de hoje. – Ele sorriu e cumprimentou Regina da mesma maneira que eu o cumprimentei.

– Molto piacere di conoscerti. – Regina o cumprimentou. “Além de linda, ainda fala Italiano.

– Fala Italiano. Molto bello. Espero que não seja só de hoje. – Ele riu e eu também. Regina deu um leve sorriso e abaixou a cabeça. Ela estava com vergonha. – Bom, vamos para meses se vocês?! – Andamos até a nossa mesa. Sentamos. – Vão beber o que hoje?

– Um vinho tinto para mim. E você Gina?

– Gostaria de Cidra de Maçã, por favor. – Sorriu.

– Já venho. – Ele saiu e Regina olhou para mim e não segurou a risada. Eu olhei para ela com uma cara de O que foi?

– Esse seu amigo é muito engraçado. Ele não sabe que língua falar.

– Oras, ele não pode perder a tradição do lugar.

– Eu tenho descendência italiana. – Sorriu. – E você sabia disso. – sugeriu.

– Seus olhos me desceram...- Rir. — Brincadeira. Eu não sabia. Eu adoro comida italiana.

– Mas o seu amigo ali, falou que você parou de vir aqui.

– É, não gosto de sair para jantar sozinha.

– Haa, então você não convida muitas pessoas para jantar?! – Sorriu de canto.

– Na verdade não. Eu peço e eles levam. – O garçom trouxe nossas bebidas. – Vamos brindar?

– A que? – Segurando a taça, sorrindo.

– Haa, não sei. A uma boa amizade? – Levantei as minhas sobrancelhas.

– Melhor, vamos brindar a nós. – Acentuei e falamos juntas “A nós”.

Começamos a conversar. Ela começou a me falar sobre a sua vida. Que era dona de uma construtora de imóveis. E que não sabia quanto tempo iria passar aqui, cerca de um mês e meio, isso se não fechasse contrato permanente.

Pedimos um dos mais tradicionais pratos italianos, Spaghetti como prato principal e de sobremesa Tiramisú.

~.~

Eu a levei de volta para casa. Sem tocar no assunto do banheiro, sem comentar sobre o amanhã. Ou nada sobre o nosso futuro. Apenas levei ela para sua casa. Descemos do carro e eu fiquei do mesmo modo que estava quando fui busca-la. – encostada na lateral do carro. E ficamos nos encarando em silêncio por breves minutos, até que ela o quebrou.

– Eu adorei essa noite. – Falou sorrindo. – você é realmente encantadora. Eu não errei quando aceitei sair com você.

– Você me proporcionou uma a melhor noite desse meu semestre. – Sorri novamente, admirando a sua beleza.

– Você é linda. – Ela disse passando a mão de leve sobre o meu rosto. E eu sorri. Meu coração estava acelerado.

– Você gostaria de sair comigo outras vezes? – Fiquei um pouco insegura. Mas não custa tentar, né?!

– Adoraria.

– Ótimo.

– Me liga?

– Com certeza.

– Certo. Bem, já vou indo. – Ela encostou perigosamente o seu corpo no meu. E me abraçou com um beijo no canto do pescoço. Um arrepio correu todo o meu corpo com se tomasse choque. Seu cheiro era doce, sua pele era macia, seus lábios... “Obrigada...Ela me despertou dos meus pensamentos, falando baixinho “Obrigada por me proporcionar essa noite maravilhosa.” E me soltou do abraço – longo e gostoso. — E me olhou sorrindo. Teve uma vontade de fazer com ela o que ela fez comigo. Mas não fiz.

– Tchau Emma, até amanhã.

– Até amanhã Regina Mills! – Fiquei olhando ela se distanciando, jogando os quadris de um lado para o outro — me provocando. – E ao abrir a porta para entrar, ela me deu uma piscada que pegou como se fosse um tiro. Aiai Regina, não faz isso com o meu coração.

Levei o carro de volta para casa de Ruby, e lá mesmo fiquei. Ruby me fazendo perguntas como tinha sido e eu só querendo dormir... E é claro que eu iria ligar para ela novamente.

~ Fim Flashback ~

~ Prov Regina Mills. ~

Eu a vi sair do meu quarto e aquela frase ficou se repetindo na minha cabeça.

– E eu não quero que você me perca. – Falei para mim mesmo para olhando para uma foto nossa que estava na cabeceira da cama. Senti meu estomago doer. Eu tinha esquecido de comer hoje com toda aquela correria, só tomei o café da manhã com as meninas. Olhei para o relógio que marcava 21:35. Imaginei que Emma também estaria com fome. Fui até o quarto de hóspedes. Parei na porta que estava entreaberta. Ela tinha acabado de tirar a blusa e jogou na cama murmurando algumas palavras. “Droga. Eu vou reconquistar o seu amor de volta. Eu a amo. Amo dês daquele dia que eu disse que poderia ser o motivo dela ficar.” Eu respirei fundo. Aquela memoria veio em minha cabeça. E eu dei duas leves batidas na porta. “Está aberta”. Ela ainda estava de costas para mim.

– É...eu queria saber se você está com fome. Por que eu estou querendo pedir alguma coisa para comer. E vim saber se você quer comer também. – Disse devagar, com calma.

– Huum, deu uma fome. – Virou-se para mim. Acho que ela não reparou que estava sem camisa. Ou será que reparou. Eu olhei rapidamente pare os seus seios que estava escondido em um sutiã azul. – Mas o que eu quero comer não vend... – Ela percebeu o que estava falando. Limpou a garganta e completou. – Estou com fome sim. Vai pedir o que? – desviou o olhar para o chão.

– Pizza ou Spaghetti. – Em minha voz, escondia uma risada.

– O que você escolher está bom. – Acentuei e sair do quarto liberando a risada que guardava. Liguei e pedir os dois. Enquanto os pedidos não chegavam, eu fui tomar um banho, imaginei que Emma iria fazer o mesmo.

Entrei no banheiro, tomei um banho de água quente. Para relaxar. Assim que terminei, fui para o closet, separei para vestir-me, uma camisola pouco acima do joelho e coloquei um robe preta com a camisola. Ambos de seda.

– Regina? – Respondi com um “Hum” – Preciso de uma toalha.

– Venha aqui pegar. – disse tentando colocar o sutiã. Ela entrou no closet tentando não olhar para mim. Eu estava de calcinha e sutiã de costas para ela. Quando me virei para pegar a camisola, vi ela me olhando de cima a baixo, “admirando” os detalhes já conhecidos por ela. Ela pegou a toalha e saiu do quarto rápido.

Assim que terminei de me vestir, a campainha tocou. Ia descer para abrir, mas Emma já estava fazendo isso. Ela olhou para mim no alto da escada e fez sinal com a cabeça para que eu a acompanhasse. Ela já tinha tomado o banho. Ela sempre dizia que eu tinha todo um processo pós banho, que demorava mais que o próprio banho. Ela usava uma camisa grande e short. Fomos para cozinha. Sentamos à mesa. Que ela já tinha posto. Começamos a comer em silêncio. Até que eu o quebrei.

– As meninas já escolheram o tema da festa de aniversário.

– Hum, e qual foi? Ela mudam sempre.

– Branca de neve.

– Ótima história. E já está bem perto do aniversario delas. – Paramos de conversar por alguns minutos. Até que... – Meus deus. Meu carro. – ela disse colocando a mão na cabeça.

– Relaxe. Ninguém vai querer aquele carro. – Gargalhei. Ela me olhou com raiva mas querendo rir. – Ok, brincadeira. Você é policial. E todos lhe conhece.

– Meu bebê. Amanhã tenho que ir cedo busca-lo. – Disse levantando-se e retirando a mesa. Eu me levantei. Nós nos encaramos por menos de um minuto. – Bom, vou dormir. Boa noite Gina. — Ela ia vim me dar um beijo de boa noite mais recuou.

– Boa noite Emma. – Sorri.

~.~

Eu já estava no meu quarto fazia tempo. Era 2:20am e eu ainda não tinha conseguido dormir. Nem um cochilo. Sentia falta dela do meu lado, me esquentando. Queria dormir ao seu lado.

Levantei e fui até a porta do quarto de hóspedes que estava mais uma vez entreaberta. Ela também não estava conseguindo dormir. Deu para perceber pela sua inquietude na cama. Abrir a porta e falei com a voz baixa.

– Está dormindo?

– Não, não estou conseguindo. – Ela se sentou na cama. E ficou me olhando por um tempo. O que aconteceu foi engraçado, por que foi ao mesmo tempo.

– Estou sentindo saudade de dormir com você. – Paramos e rimos. Mas ela continuou. – Não de fazer amor. Quer dizer... também estou... muita – Eu estava andando até ela e sentei na cama. -... mas não é essa saudade que eu estou falando agora...

– Eu entendi, e sinto a mesma coisa. – olhei para ela e sorri. – Bom, se você quiser, tem um lado vazio na minha cama. Na nossa cama. Para dormir. – Rimos.

– Estou aceitando.

Levantamos e fomos andando sem silêncio, entramos e nós deitamos em silêncio. Nem uma palavra foi dita. Deitamos uma de costas para a outra. Minutos depois, ela ficou encarando o teto. Mas eu não me mexi. Ela ia se levantar, mas eu de súbito, segurei em seu braço.

– Para onde você vai?

– Para o quarto de hóspedes.

– Mas por que? – Eu não entendia o porquê disso. Eu queria dormir com ela, ao meu lado.

– Por que eu queira dormir na mesma cama que você, mas está parecendo que não nos conhecemos. Também não queria ter medo de abraçar-te. Ter medo de encostar em você. Eu não vou te atacar, ou alguma coisa do tipo. Mas não poder te colocar em meus braços, te protegendo, é horrível. – Ela abaixou a cabeça.

– Não tenha. – Dei um sorriso meigo. – Venha, deite aqui. – Ela deitou novamente, e eu passei o seu braço em minha cintura. Ficamos de conchinha. Eu percebi que no começo ela ficou tensa, mas depois ela relaxou e logo adormeceu, como eu.

Notas finais
Aê! **--** Quem gostou? Eu gostei. E elas em.. como estão. Tô achando que as coisas estão andando de jeito certo. Sem muita coisa precipitação ainda. kkkk'. Emma tá com fome. ~ Oh céus! ~ Comentem e me digam o que vocês querem que aconteça. Beijos e abraçadas. PS: não revisei por que estou meio sem tempo, por que estou tento prova. Aqui na Bahia teve aquela greve, ai bagunçou todo o ano letivo.