Notas iniciais
Não tenho muito o que falar. Demorei muito pra postar. Tava sem tempo pra fazer isso. Então minha gente, nem vou pedir desculpa. Beijão pra cês! E não quero demorar mais, como fiz dessa vez. :*

~ FlashBack ~

Os olhos da morena se encontraram com os da loira o coração de Emma acelerou, Refina percebeu isso, a máquina que marcava isso. Ela abriu um meio sorriso para a loira.

– Oi. – Regina finalmente quebrou o silencio.

– Olá Regina.

– Como está se sentindo? – a voz de Regina era tímida.

– Cansada e ..– Ela respondeu tão tímida quanto Regina. E mais uma vez o silêncio se instalou ali.

– Então foi isso? — Regina tentou ser o mais doce possível.

– Como?

– Foi esse o motivo de você romper comigo? – Regina se aproximou da cama, calmamente.

– Regina eu... – Emma ia falar se Regina não a interrompesse dizendo:

– Se foi, eu não ficarei chateada... Mas, você deveria ter me contado Emma. Isso não foi certo, nem com você nem comigo... eu queria que estivéssemos dado certo.

– Foi sim... Na verdade, o que poderia me causar que foi... – Emma respondeu de cabeça baixa.

– Regina, não daria para ser feliz, sabendo que poderia morrer a qualquer hora... sabendo que ia fazer outra pessoa sofrer por que eu morri – Emma já começava a chorar.

– Emma... – Regina tocou o rosto de Emma, erguendo-o para encara-la. – você não tem mais essa doença...

– Me desculpa, por favor... – Lagrimas começaram a descer dos olhos de Emma.

– Ei, não chora..

– Mas, você não merecia sofrer por mim, eu sinto muito. Não queria te magoar daquela maneira.

– Ei, pode parar. Eu estou bem, você está bem. Sem ressentimentos, ok? – Elas se olharam e ambas sorriram.

– Hey gostosas, — Fala Ruby ao entrar na quarto com uma enfermeira, batendo antes na porta. – sinto em interrompe-las, mas a Dr. Torres falou que era hora da mocinha ai tomar banho. – E com isso, ela se aproximou da cama.

– Ruby, eu consigo tomar banho sozinha. – Falou olhando para Ruby, depois para enfermeira e continuou: — muito obrigada, mas eu consigo me virar só. – concluiu e deu um meio sorriso.

– Não, você não consegue. Por isso, eu vou lhe ajudar. – Ruby disse e sorriu.

– Tem que ser duas pessoas para lhe dar banho Senhorita Swan. – Falou a enfermeira.

– Não... eu não quero que ninguém me veja pelada. Ruby, coloque-me no banheiro, eu me viro só.

– Mas Senhorita Swan, tem que ser duas pessoas... — A enfermeira insista, mas Emma continuava recusando. Regina observava toda a situação. – Se quiseres, chamo outra enfermeira ou enfermeiro...

– Não, eu não quero, ainda mais enfermeiro...- Regina soltou um riso, que fez Emma, lembrar que ela estava lá. – Meu deus, que situação... eu estou com visita, e vocês então falando do meu banho, aafs.- bufou tapando a cara e ficando vermelha.

Regina não resistiu e começou a rir, fazendo Emma ficar mais vermelha ainda.

– Emma, se quiser, eu lhe ajudo no banho. – Ela olhou para Emma, e depois percebeu o que tinha tido, parando o riso e ficando seria...- Ou dou o fora desse quarto e falo a boca.

Agora ela fez Emma sorrir e corar ao mesmo tempo.

– Bom, eu posso tomar banho de peças intimas, certo? – Ela perguntou meio gaguejando para enfermeira. – Então, eu aceito a sua ajuda no banho Regina. — Concluiu sorrindo.

~ Fim do flashback ~

~ Prov Regina. ~

Hoje era o dia no aniversário das nossas princesas e eu lembro-me como se fosse hoje, o dia que conhecemos elas...

~ FlashBack ~

Eu estava lavando a louça, quando do nada, aquela jarra de suco caiu sobre o balcão, quebrou-se, espalhando estilhaço e um deles cortou em meu braço.

– Meu amor... – Emma veio desesperada ver o que tinha acontecido... por que aliás, eu havia dado um grito.

– Amor... a jarra caiu e me cortou... – tirei a mão do ferimento e o olhei... – está muito aberto.

– Vem... vou te levar ao hospital... acho que isso vai levar ponto... – eu fiz uma careta, odeio agulhas. E seguimos até a saída da casa.

O hospital não era longe de nossa casa, só algumas esquinas. Assim que chegamos, Emma, foi logo na emergência do hospital, dizendo que era caso grave, apesar do seu exagero. Ah, tudo bem que estava incomodando... e doendo, mais sei lá, mas amo quando ela cuida de mim...

– Bom dia, moça. Minha esposa está com um corte profundo do braço... E ela está sangrando... a senhora poderia arrumar alguém pra costura-la? – Eu estava ao seu lado, e ela estava aflita...

– Sim. A senhora poderia me passar os documento para preencher a fixa dela. – Emma entregou e ela fez minha fixa, não demorou muito e eu fui atendida.
Emma estava ao meu lado todo momento. Assim que o enfermeiro me costurou, uma medica loira, com um urso proso ao seu uniforme de trabalho, aproximou-se.

– Bom dia Sra... – olhou meu nome da fixa e continuou – Mills, como está se sentindo...

– Estou bem... – sorri.

– A senhora perdeu muito sangue, peço-lhe que fique mais um pouco aqui, só para ter certeza que não terá um desmaio, devido à perda. – Concluiu sorrindo.

– Não há necessidade disso... – Eu falei, mas Emma me interrompeu dizendo:

– Amor... se a medica disse, nem tente contesta-la. – Revirei os olhos e Emma me deu um selinho. — Bom Dra...

– Oh, desculpe-me...- estendeu a mão e as cumprimentou — Dra.Robbins, acabei de sair de uma cirurgiã agora... uma criança engoliu gudes e moedas...

– Crianças... adoram fazer essas coisas... – Falei sorrindo.

– Vocês tem filhos? – Eu olhei para Emma e ela resolveu responder...

–Estávamos conversando sobre isso... E vamos adotar. – Emma sorriu e depois me olhou, dando-me um beijo na testa.

– Bom... se estiveram interessadas, há duas meninas aqui... elas iriam para o orfanato em alguns dias. Elas são completamente salveis e lindas. São gemias.

Eu olhei para Emma cheia de esperanças. Não ousei questionar como elas foram parar lá, por que eu só pensava que iriamos ser mãe e isso era uma coisa muito...boa?!

– Bom, Dra.Robbins, vamos conversar sobre isso, e eu comunico a senhora nossa decisão. – Concluir sorrindo.

– Sem problemas Regina. — Respondeu sorrindo. – Bom, vou indo, tenho que ver uns prontuários... Até mais... – concluiu saindo da sala.

Eu e Emma nos olhamos e eu sorri para ela e disse:

– Amor, vamos ver as meninas. – pedi a ela sem tirar o sorriso do rosto.

– Minha linda, isso não está muito precipitado não? – Ela estava insegura com aquilo tudo. Eu também estava com medo, mas sabe quando você sente que vai dar certo... foi mais ou menos isso que sentir. – E nós ficarmos animadas e depois não dar certo?

Sentei na cama, ficando de frente para aquela loira linda, a qual dei um selinho e falei:

– Lembra quando tinha medo das coisas não saírem como você queria?! – Ela riu e acentuou para mim, sabia que eu estava falando dela... – Achava que não deveria criar esperanças comigo. E olha só como estamos hoje... Vamos ser mães, você está bem, eu estou bem. E vamos ser felizes bem. Vamos nos amar cada vez mais... Não só por nós, mas para os nossos filhos. Então amor, vamos ver essas meninas... – Fui interrompida pelos lábios doce de Emma, que tocaram os meus em um beijo leve, quente e carregado de carinho.

– Eu te amo Regina, te amo muito. – Me deu um abraço tão gostoso. Não vou soltar mais...

~.~

Emma pegou a minha mão e fomos andando para a parte pediatra do hospital. O nervoso dela dava para ser sentido pela palma da mão que suava... “Amor, relaxa, vai dar tudo certo.”

– Olá, Eu sou Regina Mills, essa é a Emma, minha mulher. – Falei para um moço que assinava algum documento. Ele virou para nós e cumprimentou com um aperto de mão.

– Muito prazer Sra.Mills, eu sou o Dr.David Como poderia ajuda-las...

– Bom, é que a Dra.Robbins falou que havia duas meninas aqui, que iria para adoção... E bom, e como estamos querendo ser mães...

– Sei... me acompanhem por favor.

~.~

Entramos em uma sala onde havia vários bebês, meninos e meninas. A maioria dormia. Ele nos levou para um dos berços. Lá havia duas criaturas lindas. Como eram perfeitas, pareciam duas princesas... Uma tinha os cabelos claro e a outra o cabelo em um tom castanho.

– Elas são lindas. – David disse.

– Sim, elas são. – Falou Emma passando um dedo na mão de uma delas e sorriu.

– Elas são apaixonantes, meus deus. – falei sorrindo. – Posso pegar no colo? – perguntou para o médico.

– Oh, sim.- Ele pegou a de cabelo clarinho e colocou em meu colo. Nesse instante eu sentir uma forte ligação com essa bebê. – E você.., quer pegar também? – falou referindo-se a Emma;

– Bom, seria ótimo. – Ele pegou a outra pequena e colocou nos braços dela, que no mesmo instante abriu um brande sorriso, vi seus olhos brilhem. Ela olhou para mim em seguida, e deu-me um selinho, depois falou no meu ouvido. – Vamos ser mães dessas princesas. – Ali não foi uma pergunta, foi uma confirmação.

~.~

OK, agora virou oficial, somos mães, de duas meninas. Oh, como estou feliz. O bom, é que foi rápido o processo de adoção delas, cerca de três semanas. E assim que chegaram a nossa casa, o quartinho delas já estava pronto. Foi meio tensa a situação, por que eu fiquei me preocupando com o que poderia acontecer, mas sabia que daquele dia em diante minha vida estaria completa.

Uma semana da chegada das meninas, eu e Emma resolvemos apresenta-las para nossos poucos amigos. Então, decidimos fazer um chá de bebê. Nossa casa estava cheia de policiais, Emma chamou todos do departamento. Ela também convidou a Dra.Callie, à qual eu agradeço muitíssimo por ter salvo a vida da minha mulher. Por ter ajudado a estar juntas.

~ Fim do flashback ~

Hoje acordamos cedo, e fomos direto para o quarto das princesas da casa. Nem acredito que hoje elas fazem 7 anos. Isso me deixa muito feliz.

Entramos no quarto bem devagar, eu fui para a cama da Loy e a Emma foi para a da Thina, trocamos olhares e no mesmo momento começamos a beijar as pequenas, também começamos a cantar parabéns e fazer cócegas. O quarto foi tomado por risadas.

~.~

Era por volta das 10:00 horas quando o pessoal que contratamos para organizar a festa chegou. A nossa casa era grande, e lá havia por volta de 15 pessoas organizando as mesas, cadeiras e comidas e decoração, muita decoração.

Elas tinham escolhido o tema da Branca de neve. Então, era tudo basicamente todo vermelho, branco e azul.

Emma saiu falando que ia a delegacia resolver coisas pendentes. Estávamos indo com tudo, aquele lance ruim já havia passado.

As princesas estavam super animadas. A Thina não parava, ficava andando pela casa. Olhando cada detalhe, já a Loy ficou sentada olhando um livro de histórias cheias de figurinhas.

~..~

Era 17:00 horas quando os Charmings chegaram, tenho certeza que as filhas deles ficaram perturbando os coitados para que eles fossem mais cedo, só pra poder brincar com as nossas meninas.

Emma chegou junto com eles e foi logo tomar banho. Ela disse que demorou por havia ficado presa lá na delegacia. Mas tudo bem, não há motivo pra drama.

~.~

Várias crianças corriam pela casa, risadas tomavam conta de lugar, misturando-se com a música eu tocava ao fundo. Regina visitava mesa por mesa. Emma ficava em uma delas com Ruby, Mary, David e a Callie Torres, a medica virou meio que uma amiga da família.

Cora – a mãe de Regina — e seu namorado, chegaram com duas enormes caixas. Ela adora presentear as meninas. Ambos sentaram-se na mesma mesa que Emma e lá ficaram conversado até a hora de cortar o bolo.

~.~

As crianças estavam sentadas, algumas com seus pais, outras em uma mesa separadas para que todas ficassem juntas.

A Loy abriu o presente de Ruby, era uma câmera fotográfica semi-profissional. Ela não parou, toda hora era um flash. Poses e mais poses.

~.~

Regina foi até a cozinha pegar mais vinho e Emma foi atrás. Sem que ela percebesse sua presença. Emma abraçou-a por trás dando um beijo no pescoço e sussurrou em seguida:

– Sabe, você fica linda com essa saia, sua bunda fica extremamente convidativa... – desceu a mão pela lateral do corpo de Regina, parando na lateral do bumbum, fazendo uma leve pressão e continuou – para mim, é claro. – Regina sorriu e se aconchegou mais ao corpo de Emma, recebendo o carinho dela, que foi interrompido pela campainha que tocou. – Droga. – falou Emma. – Eu abro, amor. – Deu-lhe um selinho foi até a porta.

– Dra.Robbins, pensei que não fosse vir mais. – Falou dando passagem para que a mulher entrasse, cumprimentou em seguida.

– Desculpa o atraso Emma. Meu plantão acabou agora. Ai vim ver as meninas. – Sorriu. Regina vinha da cozinha.

– Arizona, que bom que veio. – Aproximou-se cumprimentando, e andando para que as outras fizesse o mesmo. Elas foram para a mesa das crianças, que era lá que as meninas estavam. Assim que viram a loira de cabelos curtos, deram um pulo e correram para abraça-la.

– Tia Robbins. – Falaram juntas.

– Minhas princesas – Elas realmente estavam duas princesas, vestidas como tal. Valenthina estava com um vestido azul claro com detalhes rosa e verde, Heloise usava um rosa com detalhes em amarelo, verde e lilás. – Os presentes de vocês estão na sala. – As pequenas foram correndo ver o que tinham ganhado. – Como elas crescem rápido. Lembro-me ainda do dia que vocês foram lá buscar elas... – Falou olhando para o casal que estava ao seu lado.

– Aquele dia foi magico. – Falou Regina.

– Quer bom que conseguiu vir hoje. Você sempre vem no dia seguinte. – Falou a loira de olhos de esmeraldas

– Verdade, sempre perco a festa. Mas dessa vez, eu conseguir! – As três riram e sentaram-se com Ruby, Mary, David, Callie, Cora e o namorado. Todos começaram a conversar animadamente.

– Acabou o vinho. – Falou Emma. — Vou lá pegar mais.

– Eu vou com você – Falou Callie, terminando o liquido da taça.

Assim que chegaram a cozinha Emma foi logo falou:

– Se não saíssemos de lá, a Arizona seria devorada por você. – Riu fazendo a medica cora.

– Ela é linda. – Comentou Callie abrindo um largo sorriso. – É solteira?

– Desde que eu a conheço. Ela é pediatra das meninas.

– Serio. Poderia me arrumar o número dela? – Emma acentuou, pegando o cartão da Doutora, que estava preso a geladeira, por um ima. – Obrigada Emma, você é a melhor.

Abraçou a amiga, que ficou se gabando falando “Eu sei, sei que sou.”
Voltaram com mais duas garrafas de vinho, uma era tinto e a outra era branco. Callie continuou a devorar Arizona com os olhos, e ao meu ver, a loira fazia o mesmo.

~.~

Todos já tinham indo para suas casas. Depois de muita insistência de Mary, Celine e Angie, compreenderam que não adiantaria elas dormirem na casa das aniversariantes hoje, por que não poderiam brincar mais, pois as meninas já iam dormir, mas falaram que amanhã vão tomar café aqui em casa.

~..~

– Eu adorei a festa, os presentes, as músicas, os convidados, tudo, extremamente tudo hoje, mama. – Falou Valenthina pra Regina que sorriu, dando-lhe um beijo na testa, dizendo que foi tudo perfeito.

– Hoje foi super incrível mammy, até a Tia Robbins veio, ela nunca vem no dia por conta do trabalho. Mas hoje ela veio e eu fiquei super feliz. – Falou Heloise para Emma que apertou de leve as bochechas dela, desejando apara ambas boa noite.

– Estou cansada amor. – Disse Regina, entrando em seu quarto com Emma logo atrás de si, que a abraçou e colocou a cabeça no ombro da morena.

– Que pena que está, — Emma então passou a dar leves beijos em seu pescoço, provocando-a. – eu pensei que poderíamos fazer a nossa própria festa. – concluiu mordendo o lóbulo da orelha de Regina que se arrepiou.

– Acho que não estou tão casada assim- virou-se ficando de frente para loira, e a envolveu passando os braços entorno do pescoço. – Eu nunca vou está cansada pra você...

– Já te falei que te amo hoje. – A loira comentou colocado os braços entono do pescoço de Regina, roubando-lhe um selinho. Regina fez uma cara de pensativa e negou com a cabeça sorrindo em seguida. – Eu te amo. Eu te amo Regina, como nunca pensei que seria capaz de amar alguém em toda a minha vida. Te amo desde que ti vi pela primeira vez sentada naquela cadeira da Starbucks, lendo aquele jornal, com uma cara de superior. Antes de ter você a minha vida girava entorno da minha doença. Não acreditava que viveria para estar como estou hoje. – As lagrimas rolavas pela face de ambas. — Você me ajudou a quebrar todas as minhas barreiras. Fez eu acreditar que poderia amar, que eu poderia me entregar ao amor. E com isso, casamos e hoje temos duas filhas lindas, como elas são lindas, Regina. — Seus lábios mexiam como se falasse eu te amo mas não saía som. Então Emma continuou. – Então Regina Mills Swan, hoje eu estou aqui, diante de ti, pedindo-lhe mais uma vez, para que fique comigo até depois do fim. – Retirei do meu bolso, uma caixinha preta, abriu a mesma, mostrando-lhe duas alianças e ajoelhei em seguida. — Quer se casar comigo mais uma vez?

– Oh Emma. – Regina disse em sussurro e ajoelhou-se diante de Emma. Respirou fundo e encarou aqueles olhos verde, que a hipnotizava. – É claro que eu aceito, meu amor. Mil vezes sim. Eu me caso com você pela segunda vez Emma e pela terceira, quarta, quinta... quantas vezes você quiser. Eu te amo. – Pegou uma das alianças e colocou no dedo da loira e a outra repetiu os movimentos.

Entregaram-se a um beijo de puro amor e carinho. Não havia pressa para elas ali, por que afinal, elas estarão juntas até depois do fim.

Notas finais
Então... espero que não tenha ficado chato. O próximo cap já está pronto. Beijos!