Quero você de volta.
11 Capítulo 11.
Notas iniciais
~ FlashBack ~
~ Prov Regina Mills ~
–Ela era incrível, mais do que eu poderia imaginar. Tudo bem que já saiamos antes, só que agora, ela é mais... livre. Não se priva de se jogar nas brincadeiras. A última vez que saímos, ela caiu de bicicleta e foi uma coisa bem... doce “Emma, cuidado, olha o carro de sorvete...” O prejuízo foi grande, só que não para o sorveteiro, ela teve que pagar todo o sorvete e o carrinho. Mas acho que não se importou com isso. Ela ria de uma forma tão gostosa, era tão linda essa mulher.
Todos os fins de semana eu e a Emma saiamos. Poderia ser uma simples ida ao parque ou uma ida ao cinema. Eu sempre me divertia bastante. Não posso negar que no cinema era sempre melhor, aproveitávamos a privacidade para nos beijar e olha, que era cada beijo...
~.~
Eu convidei Emma para jantar em casa. Eu estava nervosa, não sei por que se já havíamos jantados juntas antes, só que nuca na minha casa. Mas, isso não deve fazer diferença. Por que afinal, o que pode acontecer de mais em eu e Emma jantarmos a sós em minha casa?!
A campainha tocou as 20:30. Ela estava atrasada.
– Boa Noite Regina, desculpa o atraso, é que estava chovendo forte... e só deu uma trégua agora... então. – Ela meio estava aflita.
– Hey, está tudo bem. Eu entendo o atraso. Vamos, entre... – a fitei por completo. – Alias, você é e está completamente linda. – Sim, ela estava linda, um vestido cinza no meio da coxa, não mostrava o busto, mas tinha um decote até o meio das costas. Ela não deveria se arrumar tanto para jantar na minha casa. Se estava tentando me ganhar, ela falhou, por que ela já fez isso a um tempo.
~.~
Uma, duas, três garrafas de vinho vazias. Depois do jantar, ficamos na sala conversando e bebendo. Quando não havia mais assunto, começamos a nos beijar.
Minha mão direita estava presa entre os fios loiros do cabelo dela ao mesmo tempo que a esquerda passeava pelas suas curvas. As mãos de Emma estavam presas a minha cintura, eu estava sentada no colo dela, que estava sentada no sofá... Nunca fomos tão longe.
Os beijos eram quentes. Prendi minhas mãos no cabelo dela, forçando-o para trás, dando-me livre acesso ao pescoço, o qual eu tomei com beijos e leves mordidas.
– Regina... – Emma falou com a voz rouca, apertando mais a minha cintura. Apesar de querer muito que eu continuasse, ela ficou tensa, então eu parei e a encarei. Passei minhas mãos pela sua face e disse:
– Você quer que eu pare? – Perguntei com medo da resposta.
– Sim... quer dizer, não, eu não sei. – Ela parou um instante e então continuou. – Depois de tudo que aconteceu... eu tenho medo. Não medo de ter você, mas de magoar você.
– Você só vai me magoar se quiser me magoar. É isso que você quer? – Ela negou com a cabeça, abrindo um sorriso tímido. – Então, você não vai me magoar, Emma.
Ela não me disse nada, apenas tomou meus lábios entre os seus, pressionando meu corpo ao dela. Ela puxou meus lábios entre os dentes e eu soltei um gemido baixo.
– Aqui não, vamos para o quarto. – Ela levantou-se comigo no seu colo, minhas pernas faziam uma volta na sua cintura. Enquanto ela andava, eu distribuía beijos pelo seu pescoço. Eu estava adorando sentir o corpo dela. Disse a ela qual era a porta do corredor e então entramos. Ela deitou-me na cama, colocando-se sobre mim, precisando meu corpo contra o colchão.
~ Fim prov Regina Mills. ~
Os beijos eram intensos, cheio de desejo e cuidado. As respirações estavas falhas, Emma desceu os lábios para o pescoço e levanta a perna direita para que essa pressionasse o sexo de Regina, que soltou um gemido assim que o contato foi feito. O vestido de Emma subiu com o movimento. Assim que voltaram a se beijar, Regina levou as mãos as costa nua de Emma. A morena inverteu as posições, sentando-se encima de Emma, pressionando as laterais do corpo da loira com as pernas.
Regina levou uma das mãos a coxa da loira, levantando o vestido, fazendo-o subir até a cintura. A mão livre foi para a nuca de Emma, fazendo-a levantar o corpo, fazendo assim, ela sentar.
As mãos da loira, desceu o zip da saia de Regina, em seguida, alisou a coxa da morena, até chegar na bunda, dando uma leve apertada, parando o beijo dando uma mordida no lábio inferior.
– Sua pele... é tão macia. – pronunciou Emma contra o pescoço da morena. — Seu cheiro... Aaah, seu cheiro é tão gostoso, tão viciante. — Beijou com força a pele da morena, na mesma medida que apertou as carnes da bunda.
Regina desceu as mão ao vestido da loira e o puxou, tirando a peça. Quando Emma ficou de calcinha, deixou seu corpo cair novamente no colchão. Regina que estava sentada em cima de Emma, soltou um suspiro do corpo branquinho da mulher. As mãos subiram alisando a barriga levemente definida da policial, chegando aos seios. Quando o contato foi feito, Emma soltou um gemido. Regina começou um vai e vem com as mão nos seios que segurava. Com isso, começou a rebolar também.
Emma, não aguentando mais, levou as mãos a blusa que a morena usava e a rasgou, dando um susto na mulher, que soltou um gemido rouco. Emma se empolgou com a situação, ficou por cima de Regina mais uma vez e começou a despi-la. Quando a tarefa foi terminada, voltaram a se beijar de forma intensa.
Emma, que estava por cima, olhou nos olhos de Regina e levou sua mão direita ao sexo de dela. Ambas gemeram, Emma por sentir a umidade e Regina pelo contado.
A loira começou a fazer movimentos circulares na vagina da morena, que ofegava.
As mãos que já estavam começar a ficar tremulas, correram para os fios loiros trazendo os lábios seus lábios aos lábios de Emma. Emma intensificou os movimentos. Regina gemeu dentro da boca da loira. Regina puxou a cabeça da loira para o seu seio direito e sussurrou...:
– Emma... eu preciso de mais... quero sentir sua língua em mim...- Emma ouviu o pedido da morena, porém não atendeu de imediato, continuou os beijos e chupadas no seio.
Os lábios da loira foram descendo junto com seu corpo, parando no meio das pernas de Regina. A mão foi retirada. Regina olhou para a posição que Emma se encontrava e gemeu arqueando o quadril tentando obter contato desejado, mas não conseguiu. Emma vendo o desespero da mulher, abocanhou aquele ponto sensível e recebeu um gemido alto de aprovação.
Ela me chupava de forma incrível. Minhas pernas estavam dobradas em "V" e a cabeça dela no meio dele. Sua língua desfilava em meu sexo, brincando com o clitóris, nossa, aquilo estava me enlouquecendo. Com um pouco mais de intensidade, ela sugou meu clitóris e penetrou com a língua na minha entrada. Minhas mãos que estavam antes na sua cabeça, desceram para os lenções apertando-os com força. Arqueei meu quadril, e olhei aquela cena incrível de Emma me sugando. Ela me olhou nos olhos e ao olhar para mim, soltou um gemido junto comigo, mas sem tirar a boca do meu sexo. – Pensou Regina.
Com as mãos presas nas coxas na de Regina, Emma sentia as carnes tremendo. Regina gemia cada vez mais alto o nome da mulher lhe pronunciava o delicioso prazer.
O orgasmos começou a tomar conta do corpo de Regina, Emma não desgrudava os lábios, quando enfim a morena gozou, Regina puxou seu corpo de volta para poder beijar os poderosos lábios de Emma. E ao fim do beijo ela pronunciou uma frase que sem saber, mudaria toda a sua vida:
– Acho que estou te amando.
– Eu acabei de fazer isso com você.
~Fim do FlashBack ~
~ Prov Regina Mills ~
costas pra ela e ela me abraça. Os beijos vão até a minha orelha e ela diz:
–Eu sei que você está acordada, amor. Bom dia, rainha da minha vida.
Ela sempre consegue me deixar sem solo debaixo dos pés. Abro um largo sorriso, dizendo: — Como soube que eu estava acordada?
– Sua respiração... ela mudou. – Falou, virando meu corpo para que eu a encarasse. Selei nossos lábios em um longo selinho, que se transformou em um beijo.
– Mãããães! Podemos entrar? – Era nossas bebês...
– Claro meus amores. — Respondi.
As pequenas entraram no quarto pulando em cima da cama e nos abraçando. Elas alegaram que estavam com fome e que em poucos minutos as amiguinhas já estariam aqui e que queria abrir os brinquedos que haviam ganhado com as amiguinhas aqui. E como eu havia acordado animada, fui logo levantando para preparar nosso dejejum. Emma disse que ficará na cama mais um pouco e que está cansada e que quando os Charmings chegassem era para avisar a ela que ela iria descer. E assim eu fiz, desci com minhas pequenas para cozinha e com a ajuda delas eu preparei panquecas de chocolate. Assim que ficaram prontas, a campainha toca, minhas gêmeas vão correndo para porta e ao abri-la, as quatro se abraçam e correm de volta a cozinha.
– Bom dia, Mary! — A cumprimentei com um abraço. Perguntei pelo David e ela disse que ele correu para o Hospital cedo. Ela entra e segue para cozinha. Eu subo para acordar Emma. Assim que chego no quarto, Emma sai do banheiro vestida apenas por uma calcinha box, branca. Ela me olha sacana e levanta os braços pata prender o cabelo, dando-me uma visão mais perfeita dos seus seios. Mas depois faz de conta que não me provocou e vira-se de costas para mim e vai procurar algo para vestir. Eu não registo a sua bunda e ando até ela. Minhas mãos apertam as carnes da sua bunda e meus lábios beijam seu pescoço. Se não Fosse por Mary que me chama da parte baixa da casa, eu e Emma teríamos feito amor mais uma vez.
~.~
Thina e Loy estavam na sala de Tv assistindo desenhos e brincando com os brinquedos novos que tinham ganhado ontem, eu estava começando a preparar o jantar e Emma estava sentada me observando e bebendo vinho, — dando a força moral necessária — alegava com preguiça. O assunto em pauta é a nossa lua de mel. Eu quero ir para Irlanda — amo frio! — e ela quer o Havaí. É uma briga muito feia. Temos muito para discutir. Nem vimos a data e já estamos falando da lua de mel.
– Amor, eu admirar as marquinhas de biquíni em seu corpo.
– Eu posso consegui-las na piscina daqui de casa, querida. A Irlanda é bem mais interessante do que o Havaí. — Falei dando a volta no balcão, ficando de frente a minha mulher. — Imagina aí, depois de uma volta naquele frio gostoso, — enlacei meus braços em seu pescoço — você esquentar o meu corpo com o seu. — Desci meu olhar para seus lábios e os tomei com os meus de forma profunda, tirando o folego e aproveitando o gosto de vinho que estava na sua língua. Ela passa os braços com firmeza pela minha cintura e levanta, prendendo-me na parede atrás de mim. Corta o beijo e me olha cheia de desejo. Depois volta a me beijar com mais intensidade e eu sou obrigada — infelizmente — a para-la. As meninas estão em casa e o desejo ali já está quase saindo do controle. — Então, querida, o que me diz sobre a Irlanda?
– Regina... — Ela sussurra.- Você sempre consegue o que quer? — Pergunta me soltando, vai até o balcão, pega sua taça e vira todo o conteúdo de uma vez. — Aaah... Eu ainda não sei... Acho que você tem que fazer melhor... — falou sobre o que tinha acabado de acontecer. — É uma decisão muito importante...
– Uma decisão que eu sei que vou ganhar... — a cortei, voltando para minhas panelas. — Querida, discutir comigo é caso perdido.
– Realmente amor, mas eu posso tirar proveito da sua forma de me convencer, certo? — Gargalhei e ela também.
– Claro que sim, querida! Pode tirar muitos proveitos de mim. — Sorri e voltamos a conversar.
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