Notas iniciais
Oiê! ^^ Como vão vocês meus amados leitores? ^-^ Mesmo vindo cedo, demorei pq ñ conseguia escrever esse cap. Ah, meu namorado o "ShoryHadouken" escreveu uma fanfic baseado e inspirado em The Legend of Zelda, se chama "A Jóia Perdida", eu li e aprovei, se vocês gostam vão lá dar uma olhadinha xD Boa leitura!

“É acho que agora as coisas vão finalmente melhorar...”

POV. 3 pessoa:

Felizmente, diferente da outra vez me que Byakuya visitou Naraku, o quarto de seu mestre não estava cheio de asquerosas concubinas, porém a fumaça ainda se fazia presente no ar.

—Senhor, o que faremos agora?—Indagou Byakuya pela segunda ou terceira vez, seu tom se tornava cada vez mais urgente e desesperado.

Naraku o encarou, como se só agora notasse a presença do subordinado.

—O que foi Byakuya?—Indagou com tranqüilidade.

Ao ouvir aquilo, o youkai suspirou, frustrado e perguntou em tom choroso:

—O senhor não ouviu nada do que eu disse não é?

Seu mestre revirou os olhos teatralmente e com visível tom impaciente, ele disse:

—Bah, pare de frescura e fale logo o que você veio dizer!

Automaticamente, Byakuya soltou um rosnado feroz e rouco antes de dizer:

—Aquela maldita sacerdotisa Kagome exorcizou o youkai que coloquei no corpo de Sakura... Agora todo o plano foi por água abaixo... Um dia eu ainda vou matar a cadela daquela sacerdotisa, ju-

A ameaça do moreno foi interrompida por Naraku que soltou uma de suas típicas risadas leves e roucas, e Byakuya o fitou, sem entender o porquê, afinal, a notícia era ruim, ele deveria, no mínimo não soltar gargalhadas como aquela.

—Senhor?

Naraku passou a língua por seus lábios de forma maléfica e demoníaca, como se vários planos horríveis passassem em sua mente psicótica.

—O que você acha disso?—Indagou Naraku, e Byakyua respondeu, mesmo estando mais confuso do que antes:

—Bem, eu já falei o que penso, Naraku-sama... Acho que nós poderiam-

O outro rosnou ferozmente e fuzilou seu discípulo com o olhar fumegante.

—Cale-se seu idiota, eu estou não estou falando com você!—Grasnou e Byakya abaixou a cabeça como um servo submisso e arrependido, e era isso que ele era mesmo.

Naraku falava com a pedra alva que estava em sua mão direita. A Jóia de Quatro Almas ainda pensava, saboreando o agridoce sabor de sua vingança que estava bem próxima.

—Existem males que vem para o bem...—Murmurou a Jóia.

—Sim, Sakura é uma mulher muito exótica, demoraríamos eras para encontrar alguma outra com pelo menos metade daquele espírito.

—Espírito tão forte que chegava a me repelir...—Reclamou a Jóia.—Mas agora, por causa daquele youkai, ela já esta bem mais frágil, será bem mais fácil me apossar daquele corpo...—Disse se deliciando ao imaginar ter o corpo da garota aos seus comandos e caprichos.

—Quando você deseja possuí-la?—Indagou Naraku.

—Esta noite.—Respondeu a Jóia, não agüentando seu entusiasmo.—Eu temo que ela se recupere rápido demais, e agora ela está fraca, eu quase consigo sentir o cheiro de sangue das feridas dela...

—Certo, essa noite então.—Confirmou Naraku, sorrindo diabolicamente.—Não vamos deixar que nossa preciosa flor de cerejeira escape de nossas mãos...

Naraku se levantou e se dirigindo ao seu servo, disse:

—Byakuya, junte uma tropa pequena, com cerca de cinqüenta youkais.

O moreno levantou a cabeça e fitou seu mestre.

—Me perdoe pela minha ridícula curiosidade, Naraku-sama, mas para onde o senhor vai com a tropa?

O servo esperava mais uma resposta evasiva e raivosa de seu mestre, mas tudo o que recebeu foi um sorrisinho lateral e que chegava a ser até simpático se não fosse pelo brilho maníaco que seus olhos carregavam, como se fossem duas pedras preciosas.

—Digamos que eu vou protelar pelo sono de minha florzinha...

Bem longe daquele covil miraculosamente escondido, Sesshoumaru caminhava lentamente, mas assim que a brisa noturna mudou repentina e violentamente, ousando bagunçar o cabelo prateado do youkai, ele se virou na direção do vento, fitando o horizonte, sus instintos lhe mandando uma mensagem nem um pouco boa.

Jaken continuou seguindo em frente, caminhando como se não tivesse sentido o que seu mestre sentiu.

Ele tagarelava e só depois de alguns segundos, o pequeno youkai percebeu que Sesshoumaru estava parado, encarando o horizonte.

—Sesshoumaru-sama?—Indagou Jaken, e Sesshoumaru se manteve sem se mover como antes.

De súbito, ele respirou profundamente, deixando que o ar fresco entrasse em seus pulmões, e depois, ele voltou seus olhos dourados para Jaken que disse:

—Algum problema, meu senhor?

—Não, ainda não.—Respondeu o cão youkai. — Vamos voltar para vila.

—Mas senhor, achei que só voltaríamos daqui a duas semanas...—Contrariou Jaken, afinal, o servo estava cansado de tanto viajar, e pensava que naquela noite finalmente poderia descansar em paz, mas pelo visto, ele estava errado.

Sesshoumaru estreitou seu olhar e disse em seu típico tom de voz amedrontador e ameaçador:

—Resolvi adiantar nossa volta. Algo me diz que Rin precisará de mim.

Jaken assentiu e começou a seguir seu mestre em direção da vila. Depois de tudo que passaram juntos, Rin deixou de ser um estorvo no ponto de vista do pequeno youkai, e ele conhecia muito bem o seu mestre a ponto de conseguir ver por trás daquela mascara de indiferença que carregava, ele conseguia enxergar a preocupação e sem mais delongas, o seguiu.

Ao contrário dos dois ambientes citados anteriormente, a vila em questão estava mergulhada na mais completa paz.

Mesmo sendo de noite, ninguém estava em casa, todos os aldeões estavam ao redor de uma grandiosa fogueira, vendo o simples, porém engraçado teatrinho protagonizado por Shippou.

Mesmo tendo crescido, ele ainda era uma raposa, e manteve seu ar engraçado e infantil de outrora.

Seu cabelo castanho ainda era preso da mesma forma de quando era criança, mas agora ele usava um kimono azul com branco, e ele parecia até um garoto comum, mas sua cauda e suas patas denunciavam seu sangue youkai.

A luz da fogueira iluminava o rosto de todos que estavam ao seu redor. Kagome ria e batia palmas alegremente, já Inuyasha era mais contido já que não parava de comer um só instante, assim como Naruto que chegava a engasgar de tanto rir e tinha que ser ajudado por Kakashi.

Rin assistia o quanto podia do espetáculo, já que os filhos de Sango e Miroku adoravam conversar e ter a atenção da mesma.

Sai observava a garota discretamente, não deixando que nenhuma de suas ações passassem despercebidas, desde aquele dia em que quase a matou, o ninja se sentira arrependido e como lera num livro, devia pedir desculpas e foi o que ele fez, só que não esperava que fosse aceito com tanta simpatia e amabilidade.

E desde estão, ele estava perdido naquele belo sorriso de Rin.

Notas finais
E aí? Mereço reviews ;-)? Recomendações ;-D? ou Tomates T.T?
:*