Notas iniciais
Oiiieee! Gente obrigado pelos Reviews e pelo apoio sério! Então... Eu resolvi postar mais cedo do que o esperado! Espero que apreciem esse capitulo e me perdoem pelos erros ou pela chatice...
Ahhh espero que me perdoem também pela demora nas outras fics mas ultimamente minha imaginação está mais em Oneshots... E nessa fic juntamente com Hermione Meredith Riddle, que é a outra fic que eu comecei a escrever e ainda não postei...
Sorry...
Boa Leitura!

Terceira Pessoa POV:

- Inúteis! Como é que mais da metade dos comensais que foram para esse ataque se deixaram serem capturados?! E são inúteis o suficiente para perderem suas varinhas e serem golpeados por um trouxa! – Rosnou Voldemort olhando para seus comensais com raiva.

- M-meu senhor... Era... Era uma garota... – Voldemort fixou seus olhos vermelhos em Rodolfo Lestrange que parecia prestes a desmaiar tanto pela dor que sentia dos ferimentos recebidos no ataque, pela maldição da dor que tinha recebido e pelo olhar fixo e aterrorizante de seu mestre.

- Uma garota... Está me dizendo que é tão inútil que foi golpeado não por um simples trouxa mas por uma garota? – Voldemort perguntou em uma calma assustadora. Rodolfo engoliu em seco assentindo fracamente. – Crucio! – Rodolfo mordeu os lábios para não gritar com a dor excruciante da maldição da dor e continuou ajoelhado recebendo sua punição.

- Meu senhor! Meu senhor... Ela não era uma trouxa! A garota! Ela não era uma trouxa! – Bellatrix falou olhando ansiosamente para seu mestre e tentando não olhar preocupada por seu marido ou com medo de sua punição.

Voldemort parou a maldição olhando interessado para Bellatrix.

- Não? Se ela não era uma trouxa, era uma bruxa então? – Perguntou olhando com frieza para Bellatrix.

- N-não sei meu Lord. Eu não sei o que ela é, mas não é uma trouxa. Nenhum trouxa poderia fazer o que ela fez... – Estremeceu Bellatrix.

- Derrotar seu marido inútil? – Zombou sarcasticamente Voldemort.

- N-não meu senhor... Ela tem... Um tipo de... Poder... Eu não pude observá-la corretamente ou ao menos me aproximar. Quando iria lutar com ela os membros da luz apareceram e me ocuparam. Quando eu a procurei novamente ela já não estava no local... – Bellatrix estremeceu novamente.

- Me mostre. – Exigiu Voldemort entrando na mente de Bellatrix que lembrou tudo o que tinha visto na batalha principalmente na parte em que Rodolfo encurralava a garota de longos cabelos negros, quando era derrotado facilmente por ela, sua agilidade, rapidez e astucia nos golpes. O desafio de Bellatrix, a transformação da garota no que quer que ela fosse, os olhos vermelhos, o sorriso, a chegada da luz e o desaparecimento da garota.

Bellatrix e Rodolfo tremiam com medo da tortura que estava por vir, mas Voldemort tinha a mente muito longe da incompetência de seus comensais. Ele tentava lembrar qualquer coisa que revelasse o que e quem a tal garota era, mas nada lhe vinha a mente, exceto flashes de seus olhos castanhos ao mesmo tempo frios e inteligentes, então seus olhos vermelhos perigosos e calculistas. Ele precisava encontrar essa garota. Queria ela no seu lado da guerra, e se ele sabia da existência dela, o velho também já sabia ou saberia em breve.

Olhos vermelhos significavam poder. Poder escuro e muito poderoso. Ela já tinha provado ser poderosa e habilidosa, ele só precisava encontrá-la e fazê-la receber a marca negra, querendo ou não essa garota seria sua.

Com esses pensamentos ele olhou novamente com desdém para seus seguidores e disse.

- Vocês serão perdoados... – Alguns suspiros aliviados e surpresos soaram pela sala. – Assim que me trouxerem aquela garota. Viva e sem um arranhão. – Completou com um sorriso maldoso. – Estão dispensados. – Os comensais, novamente tensos correram para fora da sala depois de se curvarem respeitosamente, deixando Voldemort pensativo enquanto acariciava distraidamente a cabeça de Nagini.

[...]

Dois meses já tinham se passado, e Isabella já tinha se adaptado a vida em Nova Jersey. Ao invés de vendedora ela decidiu dar aulas de lutas corpo a corpo em uma academia da cidade, assim treinava todos os dias, tinha oponentes e ganhava dinheiro com isso.

Passou a maior parte dos seus primeiros dias ali tentando descobrir como funcionava a tal ‘vara’, mas nada funcionava. Tentou mesmo dizer algumas das palavras esquisitas que tinha escutado na luta em Phoenix, mas a ‘vara’ não reagia, apesar de que ela podia sentir um tipo de energia vinda do objeto. Depois de um tempo ela guardou a ‘vara’ em uma caixinha especial com um código para abrir que só ela conhecia, afinal ela não queria que aquilo fosse perdido ou roubado.

Vinha tendo alguns pressentimentos ruins nos últimos dias, até mesmo alguns sonhos, onde ela se encontrava em uma floresta com alguma coisa ruiva a seguindo. Ela assumira que a coisa ruiva era Victória que estava atrás dela para vingar a morte de seus dois companheiros. Mas não tinha como Victória estar em Nova Jersey... Ou tinha?

Além do mais Nova Jersey era uma cidade grande, e seu aroma tinha mudado quando se tornou uma Deadman era quase impossível de Victória a encontrar, ela só a reconheceria se estivessem cara a cara, e Isabella não queria mudar-se novamente tão cedo. Isso poderia causar desconfiança em seus vizinhos, já que desta vez ela tinha comprado uma casa e não alugado um apartamento.

Os dias foram se passando e os pressentimentos e sonhos estavam mais freqüentes. Isabella agora tinha certeza de que era Victória que estava atrás dela, e planejava sair da cidade em dois dias, alegando uma viagem para visitar os familiares se qualquer um perguntasse. Mas a sorte não estava do seu lado.

Ela já tinha comprado as passagens, desta vez para Londres na Inglaterra. Teve que renovar seu guarda-roupa para ter roupas adequadas a Londres, o que rendeu horas e mais horas no shopping. Já tinha terminado de comprar tudo o que precisava. Roupas, Sapatos, jóias, maquiagens... etc. Tinha arrumado seus livros e pertences pessoais e só faltava pedir demissão do trabalho para poder ir embora.

Tudo correu corretamente, até a hora de voltar pra casa, quando algo se colocou na frente do seu carro a impedindo de continuar. Sem tempo para frear ou desviar o carro bateu no obstáculo capotando algumas vezes fazendo Isabella bater a cabeça no volante várias vezes seguidas.

Escuridão explodiu em sua mente, então a dor... Frio e... Escuridão novamente.

[...]

Foram três dias antes que Isabella acordasse novamente em um quarto pequeno com paredes sujas, sem janelas, uma porta pequena, uma cama dura e nada mais. Sua cabeça pulsava dolorosamente e flashes do acidente rondavam sua mente. Era tudo muito confuso, pois os acontecimentos foram muito rápidos. Mas sua visão aguçada e sua memória excelente a recordaram de um detalhe.

Um detalhe muito importante. Palidez... Olhos vermelhos... Cabelos ruivos...

- Victória... – Murmurou Isabella ao mesmo tempo em que a porta da ‘cela’ foi aberta revelando a vampira ruiva com um sorriso maníaco no rosto.

- Olá Bella... Sentiu minha falta? – Victória ronronou perigosamente.

- Nem um pouco. – Respondeu Isabella evitando a vontade de tapar os ouvidos devido a dor de cabeça cada vez maior.

- Não seja mal educada comigo afinal... Eu sou sua dona agora...- Isabella riu baixinho.

- Eu não sabia que vampiros podiam sonhar... Ou ao menos delirar... – Zombou com sarcasmo fazendo Victória rosnar e deixar o ato cair.

- Oh não. Eu não estou sonhando ou delirando queridinha! Você é minha e eu posso fazer o que quiser com você. Vou ter minha vingança... Tão estúpido dos Cullens deixar a humanazinha idiota deles sozinha e desprotegida... Agora você vai sofrer... Muito... E adivinha? – Falou se aproximando perigosamente de Isabella. – É tudo culpa deles. É Culpa deles tudo o que você vai passar. Cada grito, cada sofrimento... Pense neles querida, culpe-os... – A Voz de Victória era sádica e persuasiva. – É tudo culpa do idiota do seu namoradinho sem graça...

- Ex namorado. – Corrigiu Isabella em uma falsa voz entediada, enquanto sua mente tentava trabalhar rapidamente em uma forma de escapar.

- Seja o que for. Você vai sofrer e assim eles também vão. – Falou Victória distraída com um brilho maníaco no olhar. Isabella aproveitou a distração da vampira usando os ramos do pecado para prendê-la pegando-a de surpresa. Os ramos do pecado se envolveram fortemente ao redor da vampira que gritou. Em segundos outro vampiro entrou na sala e correu para Isabella lançando-a do outro lado da sala fazendo os ramos do pecado se quebrarem.

Combinando a contusão na cabeça, ser lançada no ar, impactar em uma parede e perder uma boa quantidade de sangue acabou levando Isabella a inconsciência entorpecente. Novamente a mercê de Victória.

[...]

Quando Isabella acordou novamente ela estava amarrada em uma cadeira, sua mente estava um pouco nublada assim como seu corpo estava meio entorpecido. Ela não conseguia se mexer, apesar de que sua mente estava acordada e seus olhos abertos.

- Ora, ora veja quem acordou... – Victória zombou puxando Isabella pelos cabelos obrigando-a a olhar em seus olhos vermelhos sangue. – Você é mesmo uma vadia não é? Como conseguiu fazer aquilo? Sei muito bem que você é só uma humana estúpida, por isso os Cullens te deixaram, mas ainda sim, você me prendeu com aquelas cordas de sangue. Como você faz aquilo? – Rosnou Victória aproximando seu rosto lívido do de Isabella que manteve o seu impassível, ela provavelmente já conseguia falar, e mover-se um pouco, mas seu corpo ainda se sentia entorpecido. – Na verdade, isso não importa. Você está sob o efeito de alguns calmantes, que te mantém acordada para a diversão, e impedem que você possa fazer qualquer gracinha... Agora vamos ver o quanto você é valente... – Rosnou a vampira quando Isabella não respondeu. Victória então mordeu a dobra do braço de Isabella injetando um pouco de seu veneno no sistema da morena, apenas o suficiente para doer, mas não o suficiente para transformar. Em segundos a queimação se instalou através do corpo de Isabella que tentou prender o grito, mas quando a queimação aumentou mais ainda ela não teve escolha a não ser gritar.

Victória riu, antes de pegar uma faca e com um sorriso maldoso disse.

- Agora vamos esculpir essa sua pele limpinha, de uma forma que ninguém em sã consciência teria coragem de tocar em você com algo além de nojo... Vamos ver o que o Cullen idiota vai achar quando descobrir que você não é mais tão perfeita hein humana... – Isabella fechou os olhos que se enchiam de lágrimas de dor, antes de retornar a gritar quando Victória rasgou sua blusa iniciando sua ‘arte’.

Victória tinha sido esperta, Isabella ainda sentia os poderes de Deadman em si, mas não conseguia alcançá-los. O entorpecimento dos calmantes a impediam. Ou seja ela estava indefesa contra as torturas da ruiva psicopata.

- Sabe... Eu procurei por você por meses... Fui naquela cidadezinha estúpida onde você morava e você não estava mais lá... Mas aquele seu paizinho imbecil estava... Juntamente com os metamorfos... Tive o prazer de matar lentamente o humano idiota que seu pai era... Os gritos dele foram tão divertidos... Pena que não pude me divertir com os metamorfos... Mas tudo bem... Afinal... Agora eu tenho você... – Riu a vampira ruiva. Isabella se esforçou em meio a toda a dor que sentia cuspindo um pouco de sangue no rosto de Victória.

- Vá... Se foder vadia ruiva... – Exclamou com um pouco de dificuldade após um corte particularmente doloroso com a faca. Victória rosnou dando um tapa no rosto de Isabella, fazendo a dor em sua cabeça estourar e sua mente foi tomada outra vez pela escuridão.

Fim do Capitulo.

Notas finais
E aí como foi? Ótimo *Sorriso* ? Excelente *Sorrienormementeenquantobalançaospompons* ? Excede Espectativas *Risadamaníacaenquantosaipulandoegritandoanimada* ? Aceitável *Caradetédio*? Pobre *Biquinhochateado* ? Trasgo *Caradechoro* ? Terrível *ChangChorona* ?
Espero que tenham gostado meu povo!
Bjs e até a próxima!