Notas iniciais
Bom dia, boa tarde e boa noite!!! Eu espero que vocês gostem da minha história e se puderem, deixem um comentário ^.^. Esse é só o início da história, meio que um prólogo.

O meu nome é... Alicia! Sim, sim, Alicia. Um nome nem muito comum nem diferente demais. Eu só tinha... Hum... Deixe-me ver... 25 anos. Só 25 anos. E eu detestava o lugar em que eu vivia. Para mim ele era um tédio total. Nada para fazer. Nada mesmo. Eu, então, tomei o rumo que mudaria a minha vida: Morar em uma cidade estranha de nome...

GOTHAM CITY!

Diziam que lá não era um bom lugar para se viver. O sanatório e a cadeia estavam lotados de tantos malucos que existiam por lá. Mas como eu achava a minha cidade um tédio, me dei à besta de querer viver na tal Gotham City, pois imaginava que lá eu sempre teria uma boa aventura para viver. Sem juízo? Sim, eu sou muito sem juízo! Dá pra acreditar nisso?

Chegando lá, percebi que a cidade não era tão ruim quanto diziam. Tinha vários prédios, muitas luzes... Parecia uma Nova York melhorada! Realmente uma cidade muito mais empolgante do que o fim de mundo em que eu vivi desde o meu nascimento. Lá eu poderia recomeçar a minha vida. Eu arrumei um emprego muito bom como publicitária, afinal a minha formação em publicidade e propaganda tinha que servir pra alguma coisa. Eu ganhava bem. Como as minhas ideias eram sempre boas, subi de cargo na empresa espantosamente rápido. Em uns dois anos vivendo lá eu já tinha uma casa bonita e aconchegante no meu nome, além de um carro e um cachorro Labrador chamado... Hum... Eu não sabia como chamá-lo!

As pessoas me sugeriam nomes clichê como Totó ou Rex, mas eu queria algo mais original... Foi quando eu folheei o jornal de Gotham City e quem estava na primeira página? Um tal de... Coringa? Que estranho, eu morava na cidade há dois anos e não fazia ideia de quem era o louco mais louco do famoso sanatório Asilo Arkham. Puxa, como eu era desligada!

E o que a manchete dizia?

“O Coringa foge do sanatório”.

Eu, então, pensei que Coringa seria um nome legal para o meu cachorro. Nossa; como eu era estúpida! Eu chamei o meu cachorro pelo nome de um maluco fugido do sanatório! Eu realmente tinha minhoca na cabeça. Mas enfim, o cachorro pareceu ter gostado do nome, porque sempre quando eu gritava Coringa o danado vinha todo saltitante.

De tanto chamar o meu cachorro por aquele nome, fiquei com curiosidade de saber quem era aquele tal cara que fugiu do sanatório. Eu pesquisei na internet e vi que ele era um homem cheio de cicatrizes que... Usava maquiagem? Sério, que coisa mais louca! Ele parecia um palhaço, mas não aquele tipo de palhaço brincalhão e alegrinho que a gente costuma ver no circo ou na lanchonete do Mcdonalds. Ele tinha o olhar mórbido, um sorriso cruel e uma série de outras características que me deixavam perturbada. Se ele usava toda aquela maquiagem para deixar as pessoas com medo, com certeza ele conseguia.

Eu conversei com os meus colegas de trabalho sobre ele e descobri que todos eles tinham medo do dito cujo e rezavam dez aves marias e vinte pais nossos por dia para não encontrar um cara daquele no meio da rua. Eles pareciam aterrorizados com a notícia de que ele havia fugido do sanatório. Alguns até mesmo roíam as unhas e falavam sozinhos, na esperança de que aquilo pudesse aliviar os seus respectivos pânicos. Nossa, parece que a notícia da fuga do palhaço do Asilo Arkham virou Gotham City de cabeça pra baixo! Eu nunca vi tanta gente tão desesperada na minha vida. Até o chefe da empresa parecia meio nervoso com toda aquela história. E a verdade era que eu também estava apreensiva. Eu não queria, de forma alguma, encontrá-lo. Nunca!

Notas finais
Mwhahahaha, só que ela vai encontrá-lo! Aguardem! Comentários, por favor?