Que O Jogo Comece...
10 Toque suave / Pensamentos picantes
Notas iniciais
Bom, esse Cap. é pequeno e eu queria deixar avisado que este Cap. terá partes MUITO TENSAS. Bom, nem tanto assim, é que a imaginação do Nathaniel é MUITO fértil e MUITO perva (malicioso que só).
Estão avisados. Espero que gostem.^^
Ah! Gente! dica de leitura: https://www.fanfiction.com.br/historia/222258/Te_Beijar_Ou_Te_Matar
Te beijar ou te Matar? - Fic perfeita de uma amiga perfeita.
P.O.V. Nathaniel
Ela não era sem graça como eu pensava, no final das contas eu realmente estava me divertindo. Gostei de ver a sua expressão quando eu ameacei beijá-la, seu olhar meigo em contraste com o meu olhar sempre malicioso, que agora estava diferente, ela não podia se sentir ameaçada por mim, eu devia conquistá-la e não levá-la para a minha cama, o que, normalmente, era a minha intenção com todas. Aquela aposta tinha me custado prazer, mas me divertia de uma maneira que eu não podia descrever. Aquilo poderia parecer sadomasoquismo, mas quem não gosta de ter alguém que o contemple nas horas vagas?
E além do mais, eu realmente precisava de ajuda em Física. Ela me deu o que eu queria e eu dei a ela o que ela queria – ficar comigo por um tempo fingindo que sou um garoto legal que se importa com ela. Era como uma troca, ou um pagamento.
Ela deslizou seus dedos delicados pelo piano e minha mente maligna entrou em ação. Arrepios rondavam meu corpo como se aquele toque suave estivesse sendo feito em minha pele, primeiro em meu pescoço, depois no meu abdômen… até chegar na parte mais sensível do meu corpo. Em todo o meu corpo aquelas mão suaves me acariciando. Eu estava ficando excitado de vê-la tocar aquele piano com tanta ternura e imaginando-a simplesmente com um sorriso idiota em meu rosto.
O vestido que ela usava deixava evidente o seu belo corpo e seus cabelos caídos sobre o rosto eram como uma moldura em sua pele morena clara. Eu delirava mergulhado em meus pensamentos. Imaginando-a agora, todinha, só de lingerie e depois totalmente nua. Talvez eu estivesse muito carente… afinal, eu estava imaginando Amy Hansen, a minha vizinha gostosa, nerd e quase intocável na minha cama. De qualquer maneira, eu só queria alguém para me satisfazer e com certeza aquela mulher poderia, embora inexperiente ela era apertada. Virgem, em outras palavras. — o que me daria muito prazer- Deitá-la na minha cama lentamente e suavemente apoiada em meus braços e depois me colocar sobre ela olhando fundo em seus olhos e vendo o medo que sentiria da sua primeira noite com um homem seria a maior diversão da minha vida. Logo eu a beijaria calmamente e deixaria que ela transmitisse a mim todo o medo e o desejo que ela sentiria de mim e por mim naquele momento e depois fazer dos beijos mais intensos e desesperadores, deixando-a sem fôlego. Tocaria todo o seu corpo, apalparia sua pele descobrindo tudo o que teria sido até aquele momento escondido por baixo de suas roupas, beijaria seu pescoço e daria mordidas, a faria gritar e gemer o meu nome por tamanho prazer… a faria sentir o maior prazer de sua vida e mostraria à ela como fazer um homem enlouquecer me usando de cobaia a noite inteira. Depois que eu tivesse conseguido tudo o que queria quebraria seu coração por uma segunda vez, mas dessa vez, ela teria marcas inapagáveis em seu corpo por ter sido minha por apenas uma noite.
Por que eu gostava tanto de jogar com os sentimentos dos outros? Será que é por que eu nunca me apaixonei ou apenas por que sou um canalha? Pergunta difícil, mas a resposta não me interessa mesmo, as fantasias estão ficando cada vez melhores.
Eu estava paralisado com o corpo inclinado para trás e as mãos apoiadas no banco apenas escutando sua doce música e adentrando em meus pensamentos picantes com o sorriso idiota ainda estampado em meu rosto, mais iluminado do que nunca. Ela percebia que eu estava sorrindo e retribuía sorrindo. Será que ela pensava que eu estava apenas admirando a música dela? Ela não sabia da quarta parte dos meus pensamentos. Novamente ela tocou mais delicadamente as teclas do piano e então eu a imaginei me tocando, onde eu mais sentiria prazer. Nesse momento, ela que até agora estava com os olhos fixos no piano e em suas mãos se virou para me olhar e sua mão direita escorregou do piano, a qual ela apoiou em mim, na parte do meu corpo que já pulsava por ela. Tentei prender um gemido, mas foi mais forte do que eu. Só pude me ouvir gemendo: An!- Logo após o toque de sua mão aprazível.
Eu não tinha planejado aquilo, mas meu desejo tinha se realizado naquele momento, não da maneira que eu queria, mas de qualquer forma, ela tinha me tocado. Eu não imaginava o que poderia fazer a seguir, já que ela havia notado o tamanho do meu desejo por ela naquele momento, e este era grande.
Ela de certo falaria algo como: — Já está tarde, não é? – Eu tenho que ir. – Seria a cara dela ficar espantada e sair de minha casa quase correndo escandalizada.
Mas ela… me surpreendeu.
– Desculpe Nathaniel. – ela disse com um sorriso meio sem jeito e… bonitinho. Tirando sua mão de cima de mim e levantando-se. – Eu vou pegar mais um pedaço de Quiche, você quer? – ela perguntou com a maior naturalidade do mundo. Como se não tivesse acabado de tirar sua mão de meu membro ereto.
Notas finais
Gostaram? Não gostaram? Por favor, respondam. Quero reviews!^^
Fale com o autor