Notas iniciais
Como a Olivia Benson disse a Amy não é tão santinha assim...
Esse Cap. é bem pequeno, é só a reação da Amy e talz. Por isso o próximo também será P.O.V. Amy.
Boa leitura! Espero que gostem.
Não deixem de ler: https://www.fanfiction.com.br/historia/222258/Te_Beijar_Ou_Te_Matar

P.O.V. Amy


Eu não acreditava… não conseguia. Eu estava com a minha mão no membro de Nathaniel Collins,o qual havia gemido de prazer com o meu toque. Parecia que o tempo havia parado e, ao mesmo modo acelerado. Vários pensamentos perturbadores invadiram a minha cabeça em milésimos de segundos. Coisas como:

“-Nossa! É grande!”, “-Como você sabe se é grande, até parece que já tocou em algum outro!”, “-Eu o fiz gemer de prazer… que legal.” , “ -Que pensamentos são esses Amy Martinet Hansen? “ , “ -Mas bem que você gostou de senti-lo e escutá-lo gemer com seu toque! “ e “-Que constrangedor! O que eu vou fazer?! Ele gostou, será que eu devo continu… Não! Ai!Pervertida!”

Os pensamentos não batiam na porta da minha consciência e entravam tranqüilos em minha mente. Eu brigava comigo mesma internamente. E, na mesma rapidez com que pensei tantas bobagens eu encontrei uma solução perfeita. Eu sempre gostei do livro “O outro lado da meia-noite”, de Sidnei Sheldon, na hora em que tudo acontecera me lembrei de uma parte do livro em que Noelle Page estava saindo do banho e foi surpreendida por Larry Douglas, Noelle estava nua e Larry ficou “envergonhado” por tê-la visto daquela forma, pois ela era mulher (amante) de seu patrão, mas Noelle agiu com indiferença e com toda a naturalidade do mundo pediu que Larry a alcançasse a toalha. – Ótimo! – eu só não queria que o aconteceu a seguir no livro acontecesse comigo, afinal Larry agarrou Noelle depois daquilo- Ou será que eu queria? Imaginar as mãos do Nathaniel envolta do meu corpo novamente como… como no dia do meu primeiro beijo. Ok. Voltando à realidade.

– Desculpe Nathaniel. – eu disse com um sorriso meio sem jeito. Tirando minha mão de cima dele e me levantando. – Eu vou pegar mais um pedaço de Quiche, você quer? –perguntei com a maior naturalidade do mundo.

Nathaniel pareceu bem surpreso com a minha reação, também, ele devia ter imaginado que eu fugiria, e, em meu juízo perfeito eu o teria feito, mas… qual é?! Eu toquei no membro de Nathaniel Collins! Eu o fiz gemer! Aquilo tinha me deixado, sei lá… mais ousada, eu acho? Só sei que Noelle Page teria orgulho de mim, se ela fosse real, obviamente.

Nathaniel continuou com uma cara surpresa e fez um sinal negativo com a cabeça em resposta à minha pergunta.

Eu fui até a cozinha e me servi mais um pedaço de Quiche, como eu comia por nervosismo estava com muita vontade de comer mais, mesmo que não estivesse com fome. Logo eu ouvi o som do piano sendo tocado novamente… eu conhecia aquela música.

Eu fui até a sala novamente e vi e ouvi Nathaniel tocando a música que eu tanto gostava. Em um ritmo mais agitado, mais parecido com a abertura do anime.

( Nathaniel tocando: http://www.youtube.com/watch?v=FROHK5gHinQ )

– Devil may cry?! Sério?! – eu não acreditava.

Ele continuou tocando sem dizer uma única palavra. A concentração e o jeito como ele tocava saboreando cada nota era extasiante. Ele tocava com a mesma paixão que eu. Eu podia ver aquilo pelo seu rosto e sentir através da melodia perfeita que soava do piano.

Quando ele parou de tocar olhou para mim sorrindo. – Você não gosta de Devil may cry?

– Eu gosto. Como sabia? – como ele poderia saber?

Ele deu um sorriso mais largo. – Eu te escutei tocando ontem, em um ritmo mais calmo.

– E como sabia que era eu tocando? – ele era vidente agora?

– Esqueceu que a janela do meu quarto dá para o seu? – ele perguntou de uma maneira convencida, ou melhor, irresistível.

– Estava me observando? – perguntou Amy.

– Eu diria que estava te espiando, mas, pode chamar como quiser. – ele brincou meio malicioso, continuava irresistível.

Ótimo! Agora eu estava sem palavras. Ele só tinha tocado a minha música preferida de uma maneira totalmente perfeita e fez uma brincadeira maliciosa comigo, se tornando ainda mais desejável, como se isso fosse possível.

– Eu estou brincando. Eu me acordei com você tocando e como não eram nem dez horas da manhã eu voltei a dormir. – ele continuou.

– Faz sentido. Afinal, você não estaria acordado às nove horas da manhã, não é? – era legal brincar com ele.

– Engraçadinha você. – ele deu um sorriso sem humor.

– Eu sei. – eu sorri. – Sabe que horas são? – perguntei a ele.

– São 21:30, exatamente. – ele respondeu olhando para o relógio em seu pulso.

– É, eu já vou para casa. – falei pegando meus livros.

– Eu te levo até a sua casa. – ele falou meigo?Falou?

– Nathaniel… eu não sei se você sabe, mas, a minha casa é a ao lado. – era bom ser sarcástica de vez em quando.

– Sério?! Eu não sabia! – ele também gostava de ser sarcástico. Ele se levantou do banco de madeira e me seguiu em direção à porta da frente.

Ele abriu a porta e fez um gesto para que eu passasse. Depois que eu saí ele fechou a porta atrás de si. Caminhamos até a varanda da minha casa.

– Obrigada por ter me trazido até a porta da minha casa Nathaniel, eu poderia ter morrido se você não estivesse do meu lado. – eu era uma ótima atriz.

– Eu sei. Eu sou seu herói, não é? – ele sempre entrava na brincadeira. – E a propósito, me chame de Nate. Ok?

– É claro Nathaniel Collins. – falei enquanto entrava em casa. Eu não o chamaria de Nate tão cedo.

– Boa noite Am. – por que o olhar dele tinha que ser tão meigo afinal?!

– Boa noite Nate. – É, eu cedi.

Notas finais
Esse foi o Cap.
Pequeno, né?! Fazer o quê?! É a vida, o próximo será maiorzinho. Mandem reviews, por favor? ^^