Que O Jogo Comece...
30 Só isso...
Notas iniciais
Me desculpem pelo atraso, não consegui postar ontem. :/
Mas aqui está mais um Cap. e eu espero que gostem. ^^
Bom, há um tempo atrás eu escrevi nas notas iniciais que eu estava muito feliz por que tinha alcançado a marca de seis leitores. Eu realmente estava muito feliz. ^^ Então agora eu não podia deixar de dizer que eu estou atônita, incrédula e maravilhada de ter chegado a mais de cem leitores. Sim, mais de cem! *-------* E eu só queria agradecer à todos vocês que me ajudam a continuar a escrever, porque acreditem, é um pouco difícil para mim. Mas eu amo escrever! E não podia deixar de escrever essa fic perante o carinho de vocês todos. Muito obrigada mesmo pessoal!
Voltando ao Cap, kk'. Ele é pequeno e P.O.V. Amy, mas eu vou ver se já escrevo mais, e é possível que eu poste mais de madrugada. (Se o sono não me vencer, kk')
É isso aí gente, muito boa leitura! ^^
P.O.V. Amy
É claro que eu sabia que não era apenas um toque. Eram os meus seios, os quais eu nunca permiti a ninguém vê-los e muito menos tocá-los... Até aquele momento. – Eu sei que não é só um toque. O que eu quis dizer é que para mim foi nada mais do que apenas um toque. – Eu disse enquanto me afastava do muro no qual antes o Nathaniel me cercava.
– Eu sei. – ele sorriu. – Eu só quis te mostrar que você não sabe lidar com um homem excitado. – ele me envolveu pela cintura. Excitado? Um homem excitado?! – Por isso é melhor que não deixe um homem qualquer tocar em você e sair impune dizendo que foi um acidente. – por que o Nathaniel não entendia que realmente foi um acidente? Mas eu já estava cansada de tentar fazê-lo entender.
Eu sorri. – Obrigada Nathaniel, pela boa intenção. – eu o abracei. – Mas eu sei me cuidar. – eu podia muito bem cuidar de mim sozinha.
– Não. Não sabe, Am. – ele me abraçou mais forte, unindo mais ainda nossos corpos. – Mas se você deixar, eu vou cuidar de você. – ele olhou nos meus olhos. – Não vou te deixar gemer o nome de nenhum outro homem. – ele sorriu malicioso. Eu não conseguia acreditar que tinha gemido o nome dele. Senti meu rosto ferver com a vergonha. Ele beijou a minha testa. – Eu te amo, Am. Não se esquece disso. – pelo modo como ele as falou, eu tive que acreditar naquelas palavras, um lapso meu.
– Eu também te amo Nathaniel e... – eu sorri acariciando o rosto dele. –... Eu nunca tive um amigo tão ciumento quanto você. – eu disse para provocá-lo.
– Igualmente, Srta. Hansen. – ele também sorriu.
– Eu não sou ciumenta! – eu me afastei um pouco dele. Tudo bem, eu sei que sou ciumenta, mas eu não admitiria.
– Ah! Não é? Então por que ficou brava por eu ter dormido com a Cheryl? – ele tinha que esfregar na minha cara?! Eu simplesmente emudeci.
– Com licença, Nathaniel. Eu tenho que fazer um trabalho. – eu disse e me dirigi à minha casa, a essa altura já tinha esquecido o trabalho e o Nel.
– Eu vou com você. – ele disse se aproximando.
– Como? – eu não acreditei.
Ele sorriu. – Eu disse que ia cuidar de você e eu já passei pelo segundo ano, eu posso te ajudar com o trabalho.
Eu sorri e continuei caminhando.
– E Am... – ele me puxou pelo braço novamente, mas agora com mais cuidado. -... Pode ir dormir comigo quando quiser. Eu vou adorar sua companhia. – ele queria me provocar. Tudo bem, eu também sei jogar Nathaniel.
– Amanhã. – eu sorri. Ele ficou me encarando confuso e surpreso.
– Amanhã? – ele perguntou intrigado.
– Amanhã eu durmo com você, Nathaniel. – eu tentei ser o mais doce possível, embora a frase que eu disse fosse muito sugestiva. Ele ficou em silêncio por um tempo enquanto eu caminhava até a porta da minha casa. – Você não vem, Nathaniel? – eu perguntei o observando. Ele sorriu olhando em meus olhos e vindo na minha direção. Aquele sorriso me conquistava.
Entramos na minha casa e subimos as escadas. A minha mãe esboçou um sorriso enorme quando me viu com o Nathaniel no corredor.
— Tudo bem, mãe? – eu perguntei meio confusa. Antes ela estava de tão mau humor e agora sorrindo sozinha.
— Tudo ótimo, querida. – minha mãe continuava sorrindo enquanto passava por nós. O Nathaniel permaneceu quieto, mas sorrindo contido.
Eu abri a porta do meu quarto e vi o Nel ficar irritado por ver o Nathaniel. Era a primeira vez que eu o via assim. — O que ele está fazendo aqui, Am? – o Nikael perguntou se levantando. O olhar doce e meigo que sempre estava em seu rosto deu lugar a uma expressão de raiva. Ele parecia um garoto diferente.
— Eu vim ajudar com o trabalho. – o Nathaniel disse com uma voz normal, embora sorrisse provocante.
— O trabalho já está acabado. – o Nel disse o entregando em minhas mãos. Eu o folheei e vi que estava muito completo. Eu me senti mal por tê-lo deixado sozinho.
— Desculpe, Nikael. – o Nathaniel me envolveu pela cintura. – Nós nem percebemos que o tempo passou tão rápido. – ele disse e beijou minha testa. O Nathaniel nunca deixava de ser provocante. Eu saí dos braços do Nathaniel.
— Desculpe, Nel. – eu realmente estava arrependida.
Ele sorriu meigo como habitualmente. — Não tem problema, Am. – ele me beijou no rosto. – Não importa quem tente me impedir, eu não vou desistir de você. — o Nel olhou para o Nathaniel que o olhava com desprezo. – Até logo, Am. – eu não vou desistir de você... Eram palavras inesquecíveis.
— Até logo, Nel. – eu disse ainda arrependida e ele saiu do meu quarto, me deixando sozinha com o Nathaniel. Eu ia sair do quarto, para acompanhá-lo até a porta. Mas o Nathaniel me segurou e me olhou com muito sentimento. – Eu já volto, Nathaniel. – eu disse e ele me soltou. Eu fui rápido até o Nikael. – Nel! – eu o chamei.
Ele parou e se virou para mim. – Sim, Am? – ele disse normal, ou melhor, parecendo magoado.
— Me desculpe, de verdade. – eu disse olhando para o chão. – Eu não deveria ter demorado tanto, mas eu não notei o tempo passar.
— Tudo bem, Am. Isso é o bastante para que eu te perdoe. – eu não entendi a o que ele se referia e então ergui a cabeça.
— Isso o quê? – eu perguntei e logo o vi se aproximando de mim. O rosto dele estava muito próximo ao meu... Ele me beijou. A língua dele passeava por toda a minha boca, eu estava estática, sem reação. As mãos dele alisavam meu corpo, eu não queria aquilo, eu não o queria. Só tinha um homem que eu queria em todo o mundo. Eu percebia isso ainda mais claramente agora. Logo eu mordi a língua dele. Ele se afastou de mim.
— Por que fez isso, Am?! – ele perguntou com uma expressão de dor.
— Eu... – eu parei para pensar. –... Você não podia ter me beijado. – eu disse ainda afetada com a situação. Eu não imaginaria isso, não agora.
— Eu sei que você gostou. – ele se aproximou novamente de mim. Eu me afastei.
— Não, eu não gostei. Desculpe-me, Nel. Mas eu não gosto de você, eu... – eu preferi não terminar de falar.
— Você gosta do Nathaniel. É isso, não é? – ele perguntou parecendo ferido.
— É... Eu gosto do Nathaniel. Eu sempre gostei. – eu respondi muito baixo.
Ele sorriu sem humor. — Eu espero que ele se divirta bastante com você. – ele estava indignado. — Você realmente é tão ingênua assim?! Você é digna de pena, Amy. – ele disse e saiu porta afora. Aquelas palavras me afetaram indescritivelmente. Eu nunca lidei bem com ingenuidade ou malícia. Até mesmo o Nikael, que me conhecia há tão pouco tempo percebia que eu era apaixonada pelo Nathaniel e que ele brincava comigo. Digna de pena... Isso é algo muito forte para se dizer para alguém. Mas eu não podia negar que eu era totalmente digna de pena. Eu segurei as lágrimas, prendi-as com afinco. Eu queria um abraço. Eu queria que o Nathaniel me abraçasse, queria sentir que ele me amava, mesmo que isso não fosse verdade. Eu só queria acreditar, só isso.
Eu subi a escada e entrei no meu quarto. O Nathaniel estava olhando pela janela, que dava para o quarto dele.
— Nathaniel... – eu comecei.
— Sim, Am? – ele olhou para mim sorrindo de uma maneira diferente e veio na minha direção.
— Me abraça? – eu perguntei olhando-o nos olhos. Ele veio até mim e me abraçou muito apertado, porém suavemente como sempre. O melhor abraço que eu podia imaginar. Eu estava com a cabeça encostada no peito dele, eu me sentia segura, amada.
— O que aconteceu, Am? – ele perguntou baixo, quase sussurrando no meu ouvido. Eu não respondi. Não conseguiria sem chorar.
— Você me ama, Nathaniel? – eu perguntei baixo, tentando manter minha voz normal, embora meus sentimentos estivessem descontrolados.
— Me desculpe, Am. Eu sei que errei muito com você. – ele se afastou de mim, segurando minhas mãos. — Mas eu só fiz tudo isso hoje porque eu te amo. E você não sabe o quanto. – ele segurava minhas mãos. Ele beijou minha testa demoradamente e depois me puxou novamente para um abraço, me envolvendo como antes.
— Será que eu posso ir dormir na sua casa hoje? – eu perguntei enquanto as lágrimas escorriam dos meus olhos.
— Quando você quiser, Am. – ele ainda me abraçava. Eu sequei minhas lágrimas para que ele não percebesse que eu estava chorando e o soltei. Ele acariciou meu rosto com a mão dele. – Eu vou estar te esperando. – ele disse e eu assenti com a cabeça. – Até logo, Am. – ele se despediu, beijando meu rosto.
— Até logo, Nathaniel. – eu o respondi. Eu estava frágil. Eu só queria ficar durante muito tempo abraçada no homem que eu amava, Nathaniel. Ele saiu do meu quarto e eu caí de joelhos no chão. As lágrimas escorreram pelos meus olhos. Minhas doces lágrimas de sangue... Tão doces quanto à água do mar.
Notas finais
Bom... Muito obrigada novamente por tudo gente, beijos! ^^
Dica mais do que perfeita: http://fanfiction.com.br/historia/222258/Te_Beijar_Ou_Te_Matar/ageconsent_ok
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