Que O Jogo Comece...

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Notas iniciais
Oie leitores queridos do meu coração!^^
Bom, aqui estou eu morrendo de sono, mas estou postando, ok? kk'Então, por favor, me desculpem pela demora. Estava quase caindo de sono mesmo.
Espero que gostem, mas esse Cap. não tem nada de muito revelador. :/ Ele tem P.O.V. Amy e P.O.V. Nathaniel e eu espero que gostem.^^
Bom... Boa leitura, pessoal!^^

P.O.V. Amy


Eu decidi tomar um longo banho quente para ver se me sentia melhor, mas parecia não adiantar. Eu acabei me lembrando da música “My man” (http://letras.mus.br/glee/1886397/traducao.html) e comecei a cantá-la. A letra desta parecia ter sido escrita para a minha situação. As lágrimas continuavam escorrendo pelo meu rosto. Eu tinha que parar com isso.

Tentei não pensar em nada do que tinha acontecido por um momento, esquecer tudo, a não ser aquele abraço que o Nathaniel tinha me dado e do olhar compreensivo dele enquanto a água caía quente do chuveiro sobre meu corpo, relaxando meus músculos. Terminei o longo e ótimo banho e me vesti, usando uma calcinha short de renda rosa clara e um sutiã de renda da mesma cor.

A porta do meu quarto estava trancada e a janela fechada. Eu me olhei no espelho e vi a imagem de uma mulher atraente, com curvas e traços delicados. Sequei meus cabelos dessa forma, me admirando. Eu me deitaria com o homem que eu amava, eu não sabia o que poderia acontecer, ou melhor, eu não sabia se aconteceria o que eu já imaginava.

Terminei de me vestir e penteei meu cabelo. Acabei de me arrumar e me olhei novamente no espelho. Eu me sentia bem. Estava disposta a perder minha virgindade nessa noite, afinal, ele era o homem que eu amava. Nada mais importava para mim.

Peguei minha bolsa e fui falar com a minha mãe, eu achava mais fácil falar com ela do que com meu pai.

– Mãe, eu posso falar com a senhora? – ela estava na cozinha, preparando o jantar.

– É claro, filha. O que houve? – ela parou de cortar os alimentos.

– Eu queria saber se posso dormir na casa do Nathaniel. – eu fui direta, era mais prático.

– Na casa do Nathaniel? – ela me olhou com surpresa.

– Sim, na casa do Nathaniel. – eu repeti.

– Pode. – ela disse e continuou o que estava fazendo.

– Obrigada, mãe. – eu disse e me virei para sair.

– Mas filha... – a minha mãe começou novamente e eu me virei.

– Sim, mãe? – eu perguntei.

–... Cuidado com seus sentimentos. Não quero que magoe a si mesma além desses dois rapazes. – ela disse em tom normal. Eu parei para pensar um pouco.

– Por que tratou o Nikael daquela forma hoje, mãe? – eu perguntei baixo.

– Eu já tive a sua idade, filha. Eu sei que você ama o Nathaniel, assim como ele também te ama. Não quero que se engane com outro garoto e cometa o maior erro da sua vida. Eu só quero o melhor para você. – ela disse finalmente. Eu não sabia o que dizer, então eu não disse nada, somente a abracei. Depois de um tempo as palavras vieram à minha mente.

– Eu não gosto do Nel, mãe. Eu amo o Nathaniel, mas ele não me ama. – eu disse ainda a abraçando.

– Eu sei que ele te ama. Agora vai atrás da sua felicidade, filha. Ele está te esperando, não está? – ela sorriu um pouco maliciosa. Por mais incrível que pareça, mesmo que ela fosse a minha mãe, aquilo não foi constrangedor, foi engraçado.

Eu saí de casa e apertei a campainha da casa dos Collins. Eu estava nervosa, ansiosa, minha respiração descontrolada. Mas eu estava feliz, de uma maneira inimaginável.


P.O.V. Nathaniel


Eu estava olhando pela janela do quarto dela quando ela chegou.

– Nathaniel... – ela apenas começou.

– Sim, Am? – eu sorri a observando. Mas tinha algo diferente nos olhos dela.

– Me abraça? – ela perguntou olhando em meus olhos. Eu a abracei muito forte, ela estava muito magoada. Eu queria saber o que aquele desgraçado tinha feito.

– O que aconteceu, Am? – eu perguntei baixo. Ela não me respondeu. Eu entendi que ela não quisesse falar.

– Você me ama, Nathaniel? – ela perguntou com voz fraca, como se segurasse para não chorar.

Eu a amava demais. E vê-la tão frágil fez com que eu me sentisse mal. Se o Nikael a tinha tratado mal, eu tinha sido muito pior. — Me desculpe, Am. Eu sei que errei muito com você. –eu me afastei dela, segurando em suas mãos. — Mas eu só fiz tudo isso hoje porque eu te amo. E você não sabe o quanto. – eu ainda segurava as mãos dela. Eu beijei a testa dela demoradamente e depois a puxei novamente para um abraço, envolvendo-a como antes.

– Será que eu posso ir dormir na sua casa hoje? – era o dia perfeito.

– Quando você quiser, Am. – eu ainda a abraçava. Ela me soltou e eu acariciei o rosto dela, que estava vermelho. Ela havia chorado. – Eu vou estar te esperando. – ela apenas assentiu com a cabeça. – Até logo, Am. – eu me despedi, beijando seu rosto. Eu sabia que ela precisava ficar um tempo sozinha.

– Até logo, Nathaniel. – ela me respondeu. Eu logo saí do quarto dela e desci a escada, logo saindo pela porta da frente.

Eu entrei na minha casa e me surpreendi ao notar que não tinha ninguém em casa. Era estranho, eu não lembrava de nenhuma possível viajem dos meus pais... Até que eu vi o bilhete na geladeira, coisa da minha mãe.

Era melhor assim, muito melhor. Nós estaríamos livres e desimpedidos para fazermos o que quiséssemos e onde quiséssemos na minha casa.

A campainha soou e eu fui atender. Era a Cheryl.

– Oi , gostoso! – ela se jogou nos meus braços como normalmente. – Cadê os outros? – ela continuou.

– Viagem de negócios. – eu disse simplesmente.

– Então a casa é toda sua? Antigamente isso significaria festa... – ela disse sorrindo.

– Hoje não. – eu respondi pensando na Amy. – Bom... Só com uma pessoa. – eu disse sorrindo para o nada.

– Que sorriso malicioso é esse, Nathaniel Collins? – ela perguntou confusa.

Eu sorri ainda mais largo. – A Amy vem dormir aqui hoje. – ela fez uma expressão de espanto e colocou as duas mãos sobre a boca. Mas ela logo começou a sorrir.

– Então é hoje, Nathaniel? – ela perguntou ainda rindo. Há quanto tempo você não... Hein? – ela perguntou sugestiva.

– Eu não o que Cherry? – eu fingi não entendê-la.

– Não se faz de idiota, Nate! Há quanto tempo? – ela insistia.

– Treze dias. – eu respondi normal. Ela deu um tapa no rosto dela. Exagerada.

– Eu não creio! É mentira, só pode! Ou... Esse é um universo paralelo! É isso, não é?! – ela continuava com as brincadeiras.

– Exagerada. – eu disse sério, mas me segurando para não rir.

– Nathaniel... Eu via de três para mais vadias vindo para cá num dia só. E agora você diz que está inativo por treze dias? Só pode ser brincadeira. – ela disse sorrindo.

– Eu não te pedi para acreditar. Agora, querida prima, saia da minha casa. – eu disse com humor.

– Tudo bem, eu saio. Mas depois eu quero todos os detalhes, ok? – ela continuou.

– Acho melhor arrumar amigas, Cherry. – contar todos os detalhes, ela queria que eu risse com isso, não é?

– Até logo, Nate. Boa sorte com a Amy. – ela sorriu. – E... Nate! O Nikael me convidou para sair. Acho que ele pensa que eu sou virgem e pura. E eu adorei o nome dele. – ela achava graça.

– O quê?! – eu devia ter ouvido errado.

– Amanhã eu te conto, você vai estar bem ocupado hoje à noite. Muito prazer para vocês! – ela disse sorrindo e fechou a porta atrás de si.

Eu subi ao meu quarto e tomei um longo banho. Saí do banheiro vestindo apenas uma cueca boxer. E depois terminei de me vestir no quarto. Quando terminei de me arrumar a campainha soou novamente.

Eu desci a escada e atendi a porta. Era ela, Amy. Perfeita como sempre e agora com um sorriso lindo, bem diferente de seu rosto de choro de antes. – Oi Nathaniel. – ela sorriu ainda mais.

– Oi Am. Você está... Perfeita. – eu disse logo beijando o rosto dela. – Entre e sinta-se em casa.


Eu não sabia o que esperar dessa noite.



Notas finais
E aí?! Gostaram?! Espero que sim, mas eu creio que o próximo Cap. será melhor, ok?!
Muito obrigada por tudo lindos leitores, beijos!^^
Fic perfeita: http://fanfiction.com.br/historia/222258/Te_Beijar_Ou_Te_Matar