Que O Jogo Comece...
33 Não sei que amor é esse...
Notas iniciais
Oie leitores lindos do meu coração! ^^ Desculpem pelo surto, ok? Vocês vão entender no final do Cap.
E também me desculpem por não ter postado ontem, ok? Eu queria, mas não deu.
Ah! Eu queria dedicar esse Cap. para a linda da AnaCullen que me deixou uma maravilhosa recomendação! Muito obrigada, querida! *---* Eu estava carente de recomendações. kk' Espero que goste do Cap. Aliás, espero que todos gostem. Mas, sinceramente... Acho difícil. Como eu já disse, depois vocês vão entender o porquê.
Bom... Esse Cap. tem P.O.V. Nathaniel, Cheryl e Amy. Sim, isso mesmo, todo mundo mundo se meteu aqui. kk'
Ok, acho melhor eu parar com as bobagens.
Boa leitura lindos! ^^
P.O.V. Nathaniel
Só eu sei como foi bom tê-la em meus braços daquele jeito. Ela estava tão linda e sexy... Me deixava louco. Não sei como consegui me controlar tão bem. Talvez seja por que a respeito na mesma intensidade que a amo e jamais a apressaria. Mesmo que eu estivesse muito, mas muito excitado. E eu estava.
Acordei-me no dia seguinte com duas mãos macias deslizando carinhosamente pelos meus braços que envolviam a mulher maravilhosa que eu tanto amava e desejava. As mãos da Amy encontraram as minhas, sobre as quais, ela sobrepôs as suas. Eu a envolvi mais apertado. – Bom dia, Am. – eu disse e beijei o rosto dela.
– Bom dia, Nathaniel. – ela disse sem se virar para mim.
– E eu não ganho um beijo? – eu perguntei a ela sorrindo e a beijando novamente. Ela se virou para mim com um sorriso lindo e beijou o meu rosto, me acariciando em seguida.
– Como você é carente, Nathaniel... – aquele sorriso incontinente... Ela queria me provocar.
– Só eu? – eu perguntei sorrindo malicioso. Ela sorriu divertida.
– Sim, só você. – ela continuava sorrindo. Eu a segurei e inverti nossas posições, ficando por cima dela e a cercando com os meus braços.
– Tem certeza? – eu sorri ainda mais malicioso.
– Sim, eu tenho. – ela me provocou ainda sorrindo. Eu comecei a beijar o pescoço dela. Eu queria beijar os lábios dela, a provar novamente. Mas eu ansiava por ela e não me controlaria se pudesse beijá-la como eu realmente queria.
– Então você não sente nada se eu te beijo? – ela não interrompeu meus beijos, pelo o contrário, se movia levemente sob meus lábios, movida pelo prazer.
– Nathaniel... De novo não. – ela dizia, mas pedia com o corpo para que eu não parasse.
– Não sente nada, Amy? – eu sorria contra a pele dela com suas reações. Eu a queria tanto... Eu não ia me controlar mais... Mas minha mãe chegou. Péssima hora.
– Nathaniel, filho, como foi a... Noite? – a minha mãe perguntou e nos vendo parou subitamente. – Me desculpem. – ela continuou e saiu rápido do meu quarto fechando a porta depois de si. Eu vi o rosto da Amy ficar corado. Era frustrante sempre ter um impedimento quando íamos finalmente sentir o maior prazer de nossas vidas.
– Desculpa, Am. – eu disse enquanto saía de cima da Amy e me deitava novamente ao lado dela. – Eu não sabia que eles iam voltar hoje.
– Tudo bem. Mas acho melhor nos vestirmos, não é? – ela perguntou ainda corada. Tão linda...
– É claro. Pode se trocar no banheiro. – eu disse a ela sorrindo e a admirando. Ela estava tão desejável com aquela roupa... Mas eu preferia vê-la sem nenhuma. Mas eu não podia... Infelizmente. Ela entrou no banheiro e trancou a porta. Peguei minhas roupas e as vesti rapidamente. Ela logo saiu do banheiro, linda como sempre.
– Eu vou para a minha casa, mais tarde nos vemos. – ela disse se aproximando de mim.
– Eu vou estar te esperando. – eu a abracei rápido para que ela não percebesse que eu estava excitado. – Eu vou te levar até a porta. – eu disse sorrindo.
Nós saímos do meu quarto e ela descontraiu: – E então futuro advogado... – eu apenas sorri.
– Futuro advogado? – era o meu pai, com o sorriso desmerecedor de sempre.
– O Nathaniel pensa em ser advogado como o senhor. – a Amy parou de sorrir e disse ao meu pai.
– Querer é uma coisa. Ser capaz é outra. – nem mesmo com a Amy ali do meu lado ele era uma pessoa melhor.
– Com todo o respeito Sr. Collins, mas eu acho que o Nathaniel é mais do que capaz de fazer qualquer coisa que ele desejar. – como eu poderia não amá-la?! – Eu acredito nele. – ela sorriu olhando para mim que sorria como um idiota. — E o Sr. também deveria acreditar. – ela completou.
– É, acho que pelo menos uma escolha certa você fez. – meu pai olhou para mim enquanto falava com um sorriso diferente. Ele estava certo, a Amy era a melhor garota que eu poderia desejar e era a melhor escolha que eu tinha feito em toda a minha vida. Meu pai saiu caminhando pelo corredor e a Amy ficou sem jeito com a situação. Eu segurei a mão dela sorrindo e a conduzi até o primeiro andar dessa forma.
– Me desculpe por isso. – eu disse vendo que ela ainda estava envergonhada.
– Não tem problema. Até logo, Nathaniel. – ela disse e logo saiu da minha casa.
– Até logo, Am. – eu continuei sorrindo a observando sair.
Depois que ela saiu, eu subi novamente e tomei um banho frio. Dormir abraçado com a Amy tinha me deixado excitado como nunca. Saí do banho e logo me vesti para o colégio, já não era muito cedo quando a Amy saiu daqui. Desci e almocei. Subi novamente até meu quarto e terminei de me arrumar. Peguei minha mochila e então saí de casa e fiquei escorado no carro a esperando. Em poucos minutos pude vê-la saindo de casa com um lindo sorriso nos lábios, os lábios que eu queria tanto beijar. Eu sorri a vendo caminhando em minha direção.
– Oi de novo. – ela disse ao se aproximar de mim com um sorriso lindo.
– Oi. — eu sorri mais largo e a puxei pela mão a trazendo ao meu encontro. – Eu já estava com saudade. – eu beijei o pescoço dela devagar e ela se arrepiou.
– Eu também. – ela beijou suave o meu rosto. Eu não consegui parar de sorrir durante todo o trajeto até a aula enquanto conversávamos. E ela também não.
Chegamos ao colégio e eu abri a porta do carro para que ela saísse como normalmente eu fazia.
– Posso ficar abraçado em você, Am? – eu disse a abraçando por trás. Ela puxou mais meus braços contra ela.
– Você está ainda mais carente hoje, não é? – ela perguntou sorrindo e se virando para mim.
– Muito... Muito carente. – eu disse rouco e baixo admirando o corpo dela, me aproximando e me lembrando da noite anterior, eu já podia sentir meu corpo pulsar por ela. Eu tinha vontade de agarrá-la naquele momento.
– Eu posso falar com a minha melhor amiga para variar? – era a Jenna que sorria nos vendo.
– Não. – eu disse com humor puxando a Amy e novamente a abraçando por trás. – A Amy é só minha. – eu beijei o rosto dela. A Amy se virou para mim novamente.
– É por pouco tempo, ok? – ela beijou meu rosto demorado arrastando os lábios. Ela nunca tinha beijado meu rosto assim antes. Eu imaginei aquele beijo em outra parte do meu corpo inevitavelmente.
– Tudo bem. – eu a soltei.
– Até logo, Nathaniel. – ela disse sorrindo.
– Até logo, Am. – eu disse já sorrindo.
Eu não sabia como ela conseguia me deixar daquele jeito.
P.O.V. Cheryl
Depois que o Nate saiu de casa por que estava com ciúme da Amy com aquele loiro maravilhoso eu comecei a pensar um pouco sobre o assunto. O Nate estava tão diferente... Tão mais doce, embora ele sempre tenha sido muito carente devido a o que ele passou. Eu ficava feliz de ser a única pessoa da família com quem ele realmente se abria.
Fiquei assistindo televisão na sala de estar, mas depois me cansei e decidi caminhar um pouco. Saí da casa dos meus tios e logo vi um loiro delicioso saindo aparentemente com raiva da casa da Amy. Meu plano entraria em ação. Como eu não pensava em ter contato com ele agora, não sabia ao certo o que faria, então coloquei em prática uma bobagem que eu tinha visto uma vez em uma comédia romântica, mas não me lembro qual era, só lembro que era uma daquelas bem retardadas. Continuei caminhando e fingi torcer o pé, gritei logo em seguida, mas não muito alto, eu também não faria fiasco.
– Tudo bem? – o loiro delicioso se aproximou de mim com um olhar preocupado. Tão lindinho!
– Eu torci o pé. – falei olhando nos olhos dele com uma leve expressão de dor. — Isso sempre acontece. – que eu normalmente torcia o pé era verdade.
– Eu te ajudo. – ele disse fazendo com que eu me apoiasse nele e me ajudando a me levantar. Ele era tão prestativo.
– Obrigada. – eu disse sorrindo e fingindo timidez.
– De nada, foi um prazer ajudá-la. — ele sorriu meigo. — Mas qual o seu nome? – tão lindo e falso. Eu podia ver a malícia dele através de seus olhos... Eu amava aquilo. Ele realmente achava que me enganava? Eu não sou a Amy.
– Cheryl Collins, prazer em conhecê-lo. – e que prazer. – E você é? – perguntei com um sorriso encabulado.
– Nikael Cooper, o prazer é todo meu. – ele disse e segurando a minha mão a beijou. Eu tive que sorrir ainda mais. O que um homem não faz para levar uma mulher para cama?
– Você é tão gentil... – eu fingi ingenuidade.
– Como eu poderia não ser com uma garota linda como você? – linda? Já?! É rapidinho, hein Nikael?! Adorei. Ficava pensando em como uma virgem ingênua reagiria. Eu apenas sorri pensando na Amy. — Quer que eu te leve à sua casa? Não quero que se machuque mais. – ele realmente não brincava.
– Se puder eu agradeço. – eu disse.
– Vamos até meu carro. – ele disse com um sorriso me ajudando a ir até o carro dele. Eu disse o endereço do meu apartamento e logo chegamos. Ele abriu a porta para mim e me ajudou novamente. Muito cavalheiro.
– Gostaria de encontrá-la novamente. – ele sorriu meigo com um contraste de malícia no olhar. Gostoso...
– Seria ótimo. – eu respondi ainda fingindo timidez.
– O que acha de sair comigo amanhã então? – ele continuava com aquele sorriso doce.
– Eu adoraria. – eu respondi.
– Que hora eu vou venho te buscar? – ele era muito fofo.
– Que tal às 19:00? – perguntei um pouco mais normal.
– Perfeito. Até amanhã então... Cheryl – ele disse e beijou meu rosto. Eu queria que ele tivesse beijado meus lábios, mas...
– Até amanhã, Nikael. – eu disse fingindo novamente. Isso era divertido. O esperei sair com o carro e entrei no apartamento. O apartamento que meus pais tinham comprado era grande e luxuoso, como sempre, eles exageraram.
– Oi mãe. – eu disse ao vê-la.
– Oi querida. Seus tios estão bem? – a minha mãe sabia que eu tinha ido à casa dos meus tios. Mas eu achei estranho minha mãe ter perguntado se eles estavam bem. Afinal, eles tinham se visto há muito pouco tempo.
– Estão bem sim. – eu respondi simplesmente. – Cadê o pai? – eu perguntei por não tê-lo visto. Essa hora normalmente ele já teria voltado do trabalho.
– Ele teve trabalho extra. Alguns investidores chatos. – minha mãe riu. – Coisa de imobiliários. – ela continuou.
– Entendo. – eu disse sorrindo também. Eu não fazia idéia do que estava se passando, mas com certeza não era algo bom. Mas era melhor deixar as más notícias para depois.
Eu fui ao meu quarto e tomei um banho rápido. Vesti-me normalmente e depois de tomar café saí de casa novamente.
Fui até a casa dos meus tios novamente, eu queria saber como as coisas tinham acontecido entre o Nate e a Amy já que o meu lindo Nikael Cooper saiu de lá tão perplexo. Toquei a campainha e o Nate me atendeu.
– Oi, gostoso! – eu o abracei. – Cadê os outros? – eu estava curiosa.
– Viagem de negócios. – ele disse normal. Isso era estranho, mas podia não ser nada.
– Então a casa é toda sua? Antigamente isso significaria festa... – eu descontraí.
– Hoje não. – ele sorriu como um bobo apaixonado. – Bom... Só com uma pessoa. – ele continuou sorrindo, agora mais largo.
– Que sorriso malicioso é esse, Nathaniel Collins? – é claro que eu sabia do que se tratava.
– A Amy vem dormir aqui hoje. – por essa eu não esperava. A Amy realmente tinha mudado de uns anos para cá. Eu coloquei as duas mãos sobre a boca com surpresa e comecei a rir. Era meio que inacreditável.
– Então é hoje, Nathaniel? – eu perguntei maliciosa. — Há quanto tempo você não... Hein? – perguntei muito sugestiva.
– Eu não o que Cherry? – ele fingiu não ter entendido o que eu falei.
– Não se faz de idiota, Nate! Há quanto tempo? – eu queria muito saber. Estava morrendo de curiosidade.
– Treze dias. – ele respondeu normalmente. Eu bati no meu rosto. Não era possível.
– Eu não creio! É mentira, só pode! Ou... Esse é um universo paralelo! É isso, não é?! – eu ria descontroladamente.
– Exagerada. – ele disse sério, mas se segurando para não rir.
– Nathaniel... Eu via de três para mais vadias vindo para cá num dia só. E agora você diz que está inativo por treze dias? Só pode ser brincadeira. – eu continuei sorrindo.
– Eu não te pedi para acreditar. Agora, querida prima, saia da minha casa. – ele brincou.
– Tudo bem, eu saio. Mas depois eu quero todos os detalhes, ok? – era engraçado dizer isso.
– Acho melhor arrumar amigas, Cherry. – talvez. Mas prefiro amigos homens. Por algum motivo muitas garotas não gostam da minha companhia, eu nunca entendi bem o porquê.
– Até logo, Nate. Boa sorte com a Amy. – eu sorri um pouco maliciosa. – E... Nate! O Nikael me convidou para sair. Acho que ele pensa que eu sou virgem e pura. E eu adorei o nome dele. – eu tinha que contar para ele.
– O quê?! – ele ficou surpreso da maneira como eu imaginei. Eu o conhecia tão bem.
– Amanhã eu te conto, você vai estar bem ocupado hoje à noite. Muito prazer para vocês! – eu disse sorrindo e fechei a porta atrás de mim.
Caminhei um pouco até o parque central e fiquei lá por um tempo somente sentindo o vento e a chegada da noite. Voltei para o apartamento e depois de jantar, mesmo sendo cedo, eu fui dormir.
Acordei-me atrasada como sempre no dia seguinte. Tomei um banho rápido. Já estava acostumada a não demorar no banho já que sempre estava atrasada, mesmo que eu não tivesse nada para fazer. Arrumei-me para o colégio e me dirigi à cozinha para almoçar.
– Bom dia. – disse aos meus pais que se encontravam na cozinha.
– Bom dia, filha. – os dois disseram juntos.
– Que comida maravilhosa. – eu disse irônica sorrindo para a minha mãe. Minha mãe nunca soube cozinhar. Normalmente quem preparava as refeições era a nossa empregada, mas esta estava de folga.
– Se quiser melhor minha filha, faça você. – minha mãe levou na brincadeira. Eu apenas sorri. Eu era pior que a minha mãe na cozinha. Acho que era algo hereditário.
Terminei de almoçar e fui para o meu quarto terminar de me arrumar. Logo fui para o colégio. A aula não podia estar mais chata, até por que eu não conhecia ninguém da minha turma. Os grupos de amizade já estavam formados e eu me sentia deslocada. Era estranho, eu nunca me sentia assim. De qualquer forma...
O intervalo chegou e eu comecei a caminhar meio sem rumo pelo colégio. Como fazia três anos que eu não estudava mais aqui, eram poucas as pessoas com quem eu falava por serem meus amigos no passado. Continuei andando pelo colégio, queria encontrar o Nathaniel e brincar um pouco com ele em relação à noite dele com a Amy.
Eu fiquei com muita raiva dele quando finalmente o encontrei, eu não entendia.
P.O.V. Amy
Eu amava vê-lo tão carinhoso e carente da minha atenção. Era lindo, me fazia amá-lo cada vez mais.
A Jen ter chegado àquela hora foi perfeito. Eu queria muito contar a ela tudo o que tinha acontecido entre eu e o Nathaniel. E foi o que eu fiz.
– Am... Pelo o que você me disse... Ele gosta mesmo de você. – a Jen falou. Eu sorri olhando para o chão.
– Eu não consigo deixar de gostar dele, Jen. – eu disse sincera. – Mesmo que ele não goste de mim. – continuei.
– Então... O que eu posso dizer, Am? Agarra logo ele! Eu tenho certeza que ele vai amar. – ela disse maliciosa e sorriu assim como eu. – Eu não quero que você sofra, Am. Se você não consegue esquecê-lo e também não quer, não desiste dele... Nunca. Você é melhor do que pensa, Am. Não tem como ele não te amar. E sabe que eu sempre vou estar aqui para te apoiar, não é? – ela disse e sorriu quase me fazendo chorar. Era por isso que ela era minha melhor amiga.
– Obrigada, Jen. – eu a agradeci a abraçando.
– De nada. – ela continuou sorrindo. – Agora é melhor irmos para a aula. – ela continuou e eu afirmei com a cabeça.
Fomos para a aula, esta passou lentamente. Eu me sentia torturada por cada minuto longe do Nathaniel. Eu queria muito vê-lo novamente. Quando o intervalo chegou eu saí da sala com a Jen, ela tinha que levar um atestado no S.O.E. para fazer uma prova. A Jen tinha que ir à sala dos professores para procurar a professora da matéria da prova que ela não havia feito.
– Não precisa ir comigo, Am. – a Jen disse após sairmos do S.O.E.
– É claro que preciso. – eu disse.
– Eu já vou fazer a prova. Não precisa ir comigo, eu sei que você tem coisa melhor para fazer. – ela disse maliciosa. – Vai atrás dele. – ela sorriu. – Mas não volta sem tê-lo beijado com muita vontade. E se quiser fazer mais do que beijar melhor ainda. – eu tive que sorrir.
– Como você é maliciosa, Jen. – eu disse sorrindo.
– Eu já ouvi isso antes. – ela disse se gabando. – Agora vai atrás daquele gostoso que você ama. E não o deixa escapar, ok? – eu sorri ainda mais e fui procurar o Nathaniel. Se eu não conseguia deixar de amá-lo o melhor que eu podia fazer é acabar logo com a dúvida de se ele realmente gosta de mim. Eu não sabia até quando aquela aposta se estendia, ela já poderia até mesmo ter acabado. Eu não sabia. Eu não sabia o que estava fazendo, mas eu continuava o amando e não queria mais me torturar.
Eu andei pelo colégio inteiro praticamente. Mas não esperava encontrá-lo em um lugar afastado... E muito menos acompanhado. Eu perdi o ar com a cena que vi. Novamente eu tinha acreditado nele... Novamente ele tinha me magoado. Tudo fazia parte da aposta. A noite passada foi um fingimento...
Fechei os olhos e respirei muito fundo... É difícil ver o homem que se ama do jeito que eu vi o Nathaniel com aquela garota. Ele a erguia enquanto a apoiava na parede com a mão esquerda dele, fazendo com que as pernas dela se encaixassem perfeitamente em sua cintura. Ele a apalpava e a acariciava com a mão direita, que corria livre pelo corpo dela. Os lábios dele que eu tinha como meta beijar naquele momento,beijavam os lábios dela ferozmente. Ele gemia levemente contra os lábios dela, já ela, quase gritava de prazer. Eles estavam totalmente vestidos, mas parecia desnecessário que eles tirassem as roupas de tão íntimos que já pareciam.
No dia anterior ele havia dito que me amava... Eu não sei que amor é esse. O que eu sei é que... Não é o amor que eu sinto.
Notas finais
Bom, espero por reviews, ok? Apesar de tudo... Espero que não me matem. A culpa é toda do Nathaniel. E da Amy também. Quem manda deixar o garoto na mão depois de provocá-lo tanto. ¬¬ Coitados.
É isso aí... Muito obrigada à todos os meus maravilhosos leitores! ^^
E não esqueçam de ler essa fic maravilhosa e emocionante, ok?!: http://fanfiction.com.br/historia/250509/Te_Beijar_Ou_Te_Matar_Segunda_Temporada/
Te Beijar Ou Te Matar? Segunda Temporada... Fic totalmente perfeita!
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