Que O Jogo Comece...
34 A minha Amy
Notas iniciais
Mais um Cap. para vocês! ^^
Espero do fundo do meu coração que gostem um pouco mais desse. Mas como eu disse no Cap. anterior, eu entendo se não gostarem. ^^
Bom, esse Cap. é P.O.V. Nathaniel e P.O.V. Amy. Talvez fiquem com um pouco menos de raiva do Nathaniel... Ou não... Sei lá. kk'
Para ser sincera, eu me culpei quando escrevi o P.O.V. Nathaniel e acabei chorando enquanto escrevia o P.O.V Amy. Mas eu sou muito emotiva e só queria contar isso para vocês. ^^ kk'
Desculpem pelas idiotices... Tenho que parar com isso. Boa leitura! ^^
P.O.V. Nathaniel
Pouco depois que a Amy foi conversar com a Jenna o sinal soou.
Fui até a minha sala e me sentei em uma das classes do fundo, como normalmente eu fazia. Durante a aula toda eu não parei de pensar na Amy. Lembrava de quando havia tocado nos seios dela, de quando ela havia me tocado por acidente na minha casa, de como ela estava gostosa deitada ao meu lado com seus seios levemente à mostra e suas coxas descobertas... Excitava-me tanto... Eu podia ouvi-la gemendo meu nome novamente.
Não consegui deixar de imaginá-la. Toda a vez que eu tentava afastá-la do meu pensamento, vinha à minha mente outra imagem ainda mais sensual da Amy. Meu corpo pulsava por ela e a cada segundo eu tinha mais vontade de tê-la me tocando... As mãos macias da Amy me acariciando lentamente e me provocando, os lábios carnudos dela beijando a minha pele e me chupando. Eu tinha que me lembrar que eu estava na minha sala de aula. Mas... Imaginar a língua quente dela lambendo o meu membro devagar era... Eu tinha que parar com isso. Mas era inevitável. Qualquer um poderia notar o meu estado. Eu fechava os olhos, respirava fundo, minhas mãos seguravam forte na classe e eu prendia com muita força leves gemidos de prazer. Sim, tudo isso somente por imaginá-la. Mas, felizmente, todos ouviam atentamente a explicação da professora de Química e nem mesmo olhavam ao redor da sala. Nós teríamos uma avaliação importante daqui a alguns dias.
Agradeci quando o sinal soou para o intervalo. Esperei que todos saíssem da sala e assim me levantei da cadeira, tentando conter minha excitação. Disfarçar quando eu estava excitado não era um problema para mim, já que, com freqüência as garotas com quem eu saía antes me deixavam excitado em locais públicos. Assim, eu adquiri certa prática em disfarçar quando estava excitado. Mas o que eu não consigo lidar é com a abstinência, ainda mais agora que eu amo a Amy. O que me faz desejá-la mais do que já desejei qualquer outra mulher na minha vida inteira.
Eu queria muito ver a Amy. Tocá-la, beijá-la, acariciá-la. Mas eu não podia excitado daquela forma. Resolvi caminhar um pouco sozinho pelo colégio e tentar tirá-la um pouco dos meus pensamentos, mas não adiantava.
Caminhei durante um bom tempo até que me escorei na parede de uma das salas de aula mais afastadas. Eu estava mais aliviado agora. Mesmo que minha excitação não tivesse diminuído, pelo menos eu não estava em público.
– Oi, Nate. – uma voz um tanto familiar me chamou. Olhei na direção da voz e vi uma garota com seios enormes e uma roupa minúscula. Por que justo agora que eu estava excitado?!
– Desculpe,mas quem é você? – eu disse rude. Talvez ela fosse embora.
– Não se lembra mesmo de mim? – ela perguntou se aproximando e acariciando meu peito enquanto olhava nos meus olhos e tinha um sorriso malicioso no rosto.
– Não. – eu disse tirando a mão dela de mim e logo saindo caminhando.
– Meu nome é Amy. Lembra agora? – ela disse se colocando na minha frente novamente. Eu ri sem humor com a coincidência.
– Não, não lembro. – eu respondi breve e continuei caminhando.
– Espera, Nate. – ela segurou meu braço. – Acho que vai lembrar agora. – ela me beijou, me colocando contra a parede na qual eu me escorava antes.
– Não... Amy. – eu disse em meio àquele beijo.
– Isso... Amy. Agora lembrou, Nate? – ela continuava me beijando. – Eu sou a sua Amy. – Amy... Eu comecei a imaginá-la novamente. Segurei a garota que me beijava e a coloquei contra a parede em que antes eu estava. Cerquei-a com meus braços e comecei a beijá-la desesperadamente como eu queria estar beijando a minha Amy, a mulher que eu amava. Ela me puxava para mais perto dela enquanto a perna dela subia pela lateral do meu corpo. Segurei a perna dela na minha cintura e a colocando ainda mais contra a parede, segurei a outra perna dela no meu corpo. Ela me beijava e eu imaginava a Amy me beijando. As mãos dela me tocavam e eu imaginava a Amy me tocando. Eu a acariciava como se estivesse acariciando a Amy, afinal, era nela que eu pensava todo o tempo. Mas eu não sentia nos lábios dela o gosto adocicado que eu sentia quando beijava a Amy. Ela não tinha as mãos macias e os toques suaves que só a Amy podia me oferecer. Os cabelos dela não tinham o perfume que os cabelos da Amy tinham e principalmente, eu não a amava como eu amava Amy Martinet Hansen. Mas que droga eu estava fazendo?! Ela não era a Amy e jamais se compararia a ela.
– Não. – eu disse a afastando de mim e fazendo com que ela quase caísse no chão. Eu tentei caminhar, mas ela me segurou.
– Por que não? – ela perguntou se aproximando mais. – Eu faço o que você quiser, Nate. – ela mordeu o lábio inferior.
– Eu sou um homem comprometido, desculpe. – mesmo que eu nem mesmo namorasse a Amy eu sentia que a tinha traído.
Caminhei rápido não acreditando no que eu tinha acabado de fazer. Como eu podia ter traído a Amy?! A Amy que eu tanto amava... Acabei despertando de meus pensamentos com um tapa no rosto.
– Por que me bateu?! – eu perguntei a ela.
– Imbecil! Como pôde trair a Amy?! Como pôde mentir para mim?! – a Cheryl continuava batendo no meu peito.
– Calma, Cheryl! – eu queria explicar para ela, mas ela não me deixava.
– Calma?! Que tipo de ser humano você virou, Nate?! Você brinca com os sentimentos da Amy mais uma vez e depois de dizer repetidas vezes que a ama você se agarra com uma vagabunda em pleno colégio?! – ela estava muito brava.
– Olha o que fala de mim sua vadia! E o Nate é meu, entendeu?! – era a garota que havia me beijado. Ela tentou se aproximar de mim, mas eu me soltei da mão dela e fui para perto da Cheryl.
– Acha que eu quero esse idiota?! – a Cheryl disse apontando para mim. — Ele é meu primo! E como eu poderia chamar uma garota que pede para transar com um garoto comprometido de pé atrás de uma sala de aula na hora do intervalo do colégio?! De vagabunda, não é?! Se bem que... Você nem cobra... Já se joga direto! – eu nunca tinha visto a Cheryl tão irritada.
– Vagabunda é você! – disse a garota. Se eu conhecia bem a Cheryl, esse teria sido o pior erro da vida dela.
– É?! Então olha o que a vagabunda faz. – a Cheryl disse sorrindo sarcástica e logo puxou os cabelos da garota de nome Amy, que deu um grito muito alto. As duas começaram a brigar, mas eu não me preocupei, já sabia quem ia sair machucada. Aos poucos foram chegando pessoas para observar a briga, foi quando eu saí de lá. Um pouco depois o sinal soou. Eu ainda não acreditava que tinha traído a garota que eu amava. A Cheryl estava certa... Que tipo de ser humano eu era?! Eu estava com muita raiva de mim, tanta que só depois de um tempo fui perceber que já não estava mais excitado.
Fui para a sala de aula e novamente não consegui parar de pensar na Amy. Mesmo que nós nem namorássemos e eu a estivesse imaginando o tempo todo que estava com aquela garota, eu sentia que a tinha traído e eu me odiava por isso.
P.O.V. Amy
Por mais incrível que pareça... Eu não chorei. Eu não me deixaria chorar por ele de novo. Mesmo que, ele tivesse me abraçado com tanto carinho e eu sentisse o coração dele batendo enquanto estava deitada no peito dele. Mesmo que ele tivesse me deixado fascinada com suas provocações que me faziam cada vez mais apaixonada por ele. Mesmo que a noite passada tenha sido a melhor da minha vida, apesar de eu não ter sido dele, o que eu queria muito. Mesmo que eu não parasse de pensar nele e no rosto lindo que continha aquele sorriso malicioso dele e os mares azuis levemente doces em que eu me perdia. Mesmo que ele tivesse me enganado repetidas vezes... Mesmo que eu tivesse acreditado quando ele disse que me amava... Mesmo assim eu não choraria. Mas... Lembrar que ele já havia me segurado do jeito que a segurava e que ele me havia beijado como a beijava agora e que nada do que eu passei com ele foi real... Nada do que me fez a mulher mais feliz do mundo era verdadeiro... Eu não consegui segurar as lágrimas. Por que eu tinha que amá-lo tanto?!
Saí de lá apressada sem que eles percebessem. Eu não podia ficar ali vendo o homem que eu amava possuir outra mulher. Fui para o banheiro feminino e vi meu rosto já vermelho. Joguei água no meu rosto várias vezes, mas minhas lágrimas continuavam escorrendo pela minha face junto com a água gelada que parecia quente quando tocava minha pele. As lágrimas não cessavam. Eu tentava parar, mas não conseguia. Não conseguia parar de pensar no Nathaniel e rever a cena dele com aquela garota na minha cabeça. Continuei chorando lá durante o resto do intervalo. Por sorte, ninguém chegou.
Quando o sinal soou joguei água no meu rosto novamente e me observei no espelho. Execrável... Meu rosto não podia estar mais vermelho, meus olhos estavam inchados de tanto chorar, minhas mãos tremiam e eu sentia muito frio mesmo estando um dia razoavelmente quente. Olhei novamente para o rosto desprezível no espelho à minha frente e o lavei novamente. Depois disso respirei muito fundo, de alguma maneira consegui prender as lágrimas, não sei como. Como de costume, estava com a minha bolsa, da qual eu tirei um pequeno estojo de maquiagem. Olhei para a base líquida, o pó compacto e o corretivo. Depois de poucos minutos estava normal novamente. O que um pouco de maquiagem não faz? Eu ri da situação.
Saí do banheiro feminino bem diferente de como tinha entrado... Eu tinha um sorriso enorme no rosto. Eu não sabia por que eu estava sorrindo, mas preferia estar dessa maneira a estar chorando como antes. Comecei a observar as pessoas ao redor do colégio enquanto voltava para a sala de aula. Alguns pareciam felizes, outros nem tanto. Mas, sinceramente, todos me divertiam. Eu me sentia uma louca. Talvez eu estivesse mesmo enlouquecendo. Mas não. Eu não estava enlouquecendo. Como eu nunca soube lidar bem com meus problemas, quando eu passava por uma situação difícil, eu fugia da minha vida. Eu fingia ser outra pessoa. No momento, parecia que eu estava interpretando uma sádica. Era melhor eu parar com isso.
Voltei para a sala de aula e fingi normalidade. Eu preferia assim, não queria perguntas indiscretas. Queria falar com a Jen, mas ela estava fazendo prova em outra sala.
Tentei prestar o máximo de atenção na aula, mas era difícil. Meus pensamentos sempre voltavam para o Nathaniel. Fiquei com raiva disso e levei minhas mãos contra meu rosto, batendo com elas ao mesmo tempo em minhas faces. Não pensei que o som produzido por meu ato seria tão forte. Todos da sala olharam para mim confusos.
– Tudo bem, Amy? – era a professora de Matemática com toda a sua calma.
– Sim, professora. – respondi com um sorriso. – Isso é bom para a circulação sanguínea. – disse logo batendo no meu rosto novamente, mas com menos intensidade. A professora sorriu ainda um pouco confusa e se virou novamente para o quadro para explicar a matéria. Suspirei.
Quando a aula terminou eu gelei. Não sabia como ia agir. Então... Agi normalmente. Era melhor fingir que nada daquilo tinha me afetado, talvez eu acabasse me convencendo.
Saí da sala e logo vi o Nathaniel me esperando na porta.
– Oi, Am. – ele disse levemente sorrindo.
– Oi, Nathaniel. – eu forcei um sorriso. Eu me sentia terrivelmente mal novamente.
– Como foi a aula? – ele perguntou enquanto saíamos dali.
– Interessante. – respondi breve.
– Tudo bem, Am? – ele me perguntou normalmente, sem o mínimo de vergonha. Eu sorri sem humor, mas tenho certeza que ele não notou, já que meus cabelos estavam cobrindo um pouco meu rosto por que eu olhava para o chão.
– É claro. – respondi com um enorme sorriso enquanto o abraçava de lado. Ele não disse nada, apenas sorriu mais para mim. Se ele estava mesmo nessa aposta ridícula, quem sou eu para me colocar entre as metas dele?! Eu ri internamente. Se for para ser assim, então eu o torturaria. Ele pode tentar me conquistar até quando quiser, no final, ele só vai ter perdido tempo comigo e também... Perdido a aposta. Eu ficava pensando quanto tempo de sexo selvagem ele perdia nos momentos que estava comigo... E isso era revigorante.
Ele abriu a porta do carro para que eu entrasse e depois de fazer a volta entrou no mesmo.
Não falamos uma palavra sequer durante o percurso inteiro. Ele parecia preocupado com alguma coisa, mas eu não queria perguntar. Mesmo que o silêncio fosse incômodo, eu preferia assim.
Ele estacionou o carro e abriu a porta para mim. Eu tive que perguntar.
– Você está bem, Nathaniel? Você... Não parece bem. – eu falei enquanto acariciava suavemente o rosto dele. Ele expressou tristeza durante um segundo, mas depois sorriu largo.
– Estou bem. – ele segurou a minha mão, a acariciando e logo me puxou para um abraço. Embora eu ficasse enojada lembrando a imagem do Nathaniel com aquela garota, eu... Gostei daquele abraço. Eu queria sentir o corpo dele me envolvendo novamente. Só eu sei quanta raiva eu tinha de mim por causa disso.
– Eu te amo tanto, Am... – ele disse baixo no meio do nosso abraço. Eu o envolvi mais apertado. Eu queria tanto que aquilo fosse verdade...
– Eu sei o quanto. – eu disse normalmente, não deixando que ele percebesse meu sarcasmo. Ele me abraçou mais apertado. Depois de um tempo ele me soltou. Ele parecia um pouco melhor. Ele realmente levava essa aposta a sério. – Eu vou para casa. Obrigada pela carona, Nathaniel. – eu disse sorrindo e depois dei um beijo demorado no rosto dele.
– De nada, Am. – ele disse sorrindo. Um lindo sorriso, mas não como comumente. – Até amanhã.
– Eu... Não vou estar aqui amanhã. – eu disse olhando para o chão. Eu precisava sair um pouco desse ambiente. Eu não aguentava mais fingir.
– Não vai estar? – ele perguntou parecendo confuso.
– Eu vou para a casa da minha tia Crystine. – ela tinha me convidado para visitá-la quando ela veio para cá na festa de bodas dos meus pais, que por um acaso, ela organizou. A minha tia Crystine era organizadora de festas, uma das melhores. Eu sempre gostei de ir para a casa dela por que ela sempre me tratou como uma adulta. – Mas não se preocupe, eu volto no sábado. Não esqueci do baile de Outono. – eu disse sorrindo divertida.
– Eu vou sentir sua falta. – ele disse segurando minhas mãos com um olhar muito doce.
– Eu também vou sentir sua falta. – eu disse o abraçando. Mesmo que eu esteja indo por sua causa. – Até mais, Nathaniel. – eu disse dando outro beijo no rosto dele.
– Até logo, Am. – ele disse olhando em meus olhos. Esbocei um sorriso um pouco forçado e me dirigi à minha casa, na qual eu logo entrei com lágrimas nos olhos.
– Boa tarde, mãe. – eu disse subindo a escada rapidamente e cobrindo o rosto sutilmente.
– Amy, o que aconteceu? – a minha mãe sempre sabia quando eu não estava bem.
– Eu posso ir para a casa da tia Crystine, mãe? Eu não quero ficar aqui. – disse não conseguindo mais segurar as lágrimas. A minha mãe veio até mim e me abraçou.
– O que aconteceu, filha? – eu não ia contar da aposta, mas eu precisava dizer.
– Ele não me ama, mãe. – era difícil dizer isso. Minha mãe me abraçou mais forte. Não foi necessário que ela me dissesse nada a respeito do Nathaniel.
– Já falou com a sua tia? – minha mãe perguntou baixo.
– Eu vou ligar para ela. – eu disse simplesmente.
– Aproveite bastante, eu falo com seu pai. – minha mãe disse secando minhas lágrimas e sorrindo compreensiva. Ela sempre me entendia. Eu a abracei rápido novamente e depois subi para o meu quarto. Liguei para a tia Crystine e coloquei o celular no viva-voz enquanto separava o que levaria.
Falei com a minha tia e desci rápido a escada. Despedi-me do meu pai e do Nick, minha mãe me levou até a casa da tia Crystine.
Saímos do carro e eu apertei a campainha. Minha mãe e a tia Crys conversaram durante um breve momento e depois a minha mãe foi embora.
– E então, querida? O que aconteceu? – a tia Crys perguntou com um olhar curioso.
– Eu fui enganada, tia. Repetidas vezes. – eu disse com pesar.
– Entendo. Então precisa de uma festa, querida! – a tia Crys, além de amar o trabalho dela, também era o tipo de adulta meio irresponsável já que ela era a caçula dos meus avôs. Eu sei que se eu quisesse beber, dançar em cima de um balcão de bar e enlouquecer eu podia contar com ela. Tudo bem... Talvez eu esteja exagerando um pouco. Mas eu amava a espontaneidade dela.
– Eu não sei se... – a tia Crys me olhou descrente. Ela tinha consciência de que eu sabia me divertir muito em festas. Pensei um pouco. Eu sabia que faria alguma besteira se fosse para uma festa no estado emocional em que eu estava. Mas... Eu tinha escolhido ir para a casa da tia Crys por um motivo... Eu queria mesmo não me importar com nada pelo menos uma noite. Fazer o que eu sentisse vontade de fazer. E eu sabia que se eu fosse fazer alguma besteira a tia Crys me impediria. ...- E então, tia? – eu sorri abertamente. – Quando é a festa? – com certeza eu me arrependeria disso.
Notas finais
Se puderem me mandar review para eu saber o que acharam eu ficaria muito feliz.*-----* Não tenham vergonha de me esculachar, ok?! ^^
Muito obrigada por tudo, lindos!
Beijos! ^^
Ahh!*-----* Não deixem de ler essa fic perfeitamente perfeita, ok?: https://fanfiction.com.br/historia/250509/Te_Beijar_Ou_Te_Matar_Segunda_Temporada/
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