Que O Jogo Comece...

20 E o jogo começa...


Notas iniciais
Oie leitores lindos do meu coração! Estou muito feliz! *-*
Só estou com saudade de umas leitoras antigas... Vocês me abandonaram? ~snif snif~
Bom, de qualquer maneira... -Não liguem para as minhas idiotices, ok? kk'-
Esse é um P.O.V. Amy e eu acho que vocês vão gostar... Fortes emoções, pois é. ^^
Ah! Gente, eu também queria lembrar que a minha prova do IF é nesse domingo. Então essa é, infelizmente, a última vez que eu vou poder postar na semana. Ok? Já que eu estudei muito, mas muito pouco mesmo. kk' Tenho que cair de cara nos livros agora.
Mas, mesmo assim eu vou continuar entrando no Nyah para pelo o menos responder aos reviews, ok? Então podem mandar review à vontade. kk'
Obrigada por tudo gente, amo vocês. *-*
Boa leitura! ^^
Fic mais que perfeita: https://www.fanfiction.com.br/historia/222258/Te_Beijar_Ou_Te_Matar/ageconsent_ok
Leiam "Te beijar ou te Matar?". Vale muito à pena.

P.O.V. Amy O intervalo chegou rápido. Eu iria passá-lo com a Jenna como sempre. Mas eu nem imaginava...


— Am, você pode me mostrar o colégio? Eu ainda não conheço lugar nenhum. – era o Nikael com aquela cara fofinha dele.


— Eu acho que... – eu comecei, mas a Jenna me interrompeu.


— Ela vai adorar. – eu olhei para ela que moveu os lábios sem som como se dissesse: — Aproveita e agarra ele. – eu ri baixo com a declaração de minha melhor amiga tarada.


— Então... Onde é a biblioteca? – ele parecia mais meigo ao longo do tempo, o que me surpreendia, pois isso não parecia possível.


— É lá embaixo, perto do saguão. Eu te mostro. – saímos da aula e fomos até a biblioteca.


— Pouca gente aqui... – ele falou olhando ao redor da biblioteca.


— É, a maioria dos alunos não gosta desse espaço do colégio, até por que a maioria não gosta muito de ler. – falei o que já tinha comprovado.


— Assim é melhor de certa forma. – eu não o entendi.


— Melhor? – perguntei sem compreender.


— Na minha antiga escola a biblioteca nem mesmo era utilizada como tal. Por ser uma escola particular de elite, o espaço da biblioteca era utilizado como salão de festas, já que a maioria dos alunos comprava suas notas e assim, dominavam o local. – ele falou com desprezo, mas ainda meigo como sempre.


— Vendo por esse lado você tem razão. – concordei. Ele sorriu meigo.


Passeamos por boa parte do colégio até que ele me perguntou qual era o lugar mais calmo deste. Eu poderia dizer que era lá na árvore, mas os casais ficavam conversando lá. Então só podia ser a área perto dos jardins, que era deserta, embora maravilhosa. Ele pediu que o levasse até lá e foi o que eu fiz.


— Eu não sei o que você tinha imaginado, mas esse lugar é um dos mais calmos do colégio. – eu disse olhando para as rosas. Ele sorriu de maneira doce.


— Esse lugar é extraordinário. – ele falou pegando uma rosa vermelha. Ele a passou pelo meu rosto delicadamente. Eu senti meu coração disparar e meu rosto corar. Ele continuava sorrindo. Ele passou o dedo indicador pelos meus lábios e se aproximou da minha boca, eu senti a respiração dele, juntamente com perfume da rosa que ainda estava em sua mão direita. Ele aproximou mais a seus lábios dos meus, eu fechei os olhos e...


— Am, eu estava te procurando. – era o Nathaniel, ele me puxou contra si antes que os lábios do Nel encontrassem os meus, eu senti o perfume inebriante dele e com a cabeça encostada em seu peito pude sentir que o coração dele estava batendo rápido, assim como a respiração dele estava ofegante. Era ótima a sensação que eu sentia estando com o corpo tão próximo do dele. Ele ainda me segurava contra ele, me cercando com seus braços. Minha mão esquerda tocava o peito dele, por impulso eu o arranhei de modo carinhoso por cima da camisa, assim fechando minha mão segurando na camisa dele com força. Ainda não sei por que fiz aquilo, mas ele pareceu não desaprovar. – Eu não fazia idéia. – respondi com voz fraca ao que ele havia dito.


Ele beijou minha cabeça que ainda estava encostada em seu peito. E logo deixou de me cercar com seus braços. Ele me puxou para o seu lado direito e passou seu braço pela minha cintura, colocando-me bem perto de seu corpo, como que num meio abraço. Eu me sentia desconfortável com a mão dele na minha cintura, mas não queria que ele me soltasse de maneira alguma.


— Quem é o seu amigo, Am? – havia... Raiva na voz do Nathaniel? Ele perguntou para mim, mas olhando fixamente para o Nel de uma maneira nada amigável.


— Nathaniel, esse é o Nel, Nikael Cooper. – falei apontando para o Nel. – Nel, esse é Nathaniel Collins, Nate. – apontei para o garoto perfeito que ainda me segurava pela cintura.


— Prazer em conhecê-lo. – o Nel estendeu a mão. Ele era muito amigável.


O Nathaniel soltou minha cintura e apertou a mão do Nel, mas não disse uma palavra sequer. E logo me segurou pela cintura de novo.


— Am, eu queria falar com você a sós. Você pode me acompanhar? – o Nathaniel estava sendo muito carinhoso comigo. Falando de maneira tão doce que eu sentia que poderia ter um ataque hiperglicêmico auditivo (se isso existisse, é claro).


— Eu... — comecei a falar olhando para o Nel.


— Tudo bem, Am. – o Nel sorriu da mesma maneira meiga de sempre.


O Nathaniel me puxou pelo braço e pela cintura com suavidade até a árvore e ficamos como mais cedo estávamos. Sentados um ao lado do outro na rampa e ao lado da árvore. O intervalo era de vinte minutos e estes normalmente passavam rápido demais, mas não hoje.


— Am, por que não me chama de Nate? – ele perguntou olhando nos meus olhos.


— Eu não... – comecei, mas não conseguia terminar.


— Você pode chamar aquele garoto que nem conhece de Nel e não pode me chamar de forma carinhosa também?! – de... Forma... Carinhosa? – a voz dele estava desapontada.


Por que... Eu gosto mais do seu nome do que do dele... O garoto que se chama Nathaniel é muito importante para mim. Assim, eu valorizo até o nome dele. –Eu só estava pensando, olhando fixamente para o chão.


Depois de um tempo eu o escutei dizer:


— A garota que se chama Amy também é muito importante para mim... – ele leu meus pensamentos?! Ou... Droga! Eu pensei tudo aquilo em voz alta... Eu nunca teria dito, mas eu nem percebi que disse. E então eu congelei, meu corpo estava tomado pela vergonha. A expressão dele era inexplicável, os olhos tinham ficado num tom azul lúcido e vivo, enquanto o sorriso era maroto e muito satisfeito, seu rosto completamente iluminado. Perfeito.


— O que você queria falar comigo a sós? – perguntei ainda envergonhada tentando mudar de assunto.


— Eu só queria ter você só para mim por um tempo... Ter um tempo para cuidar de você. – ele falou sorrindo. – por que ele estava fazendo isso? Será que ele não notava que podia acabar me matando de parada cardíaca? – Você ainda se sente fraca por causa da anemia, Am? – ele perguntou com curiosidade nos olhos e alguma intenção perturbadora que eu não conseguia distinguir.


— Não, eu só estou um pouco cansada hoje. Mas, eu acho que não é por causa da ane... – eu comecei a falar, mas logo fui puxada para um corpo quente. Embora eu não esperasse por aquilo, aqueles puxões súbitos não eram passíveis de reclamações.


Aquelas mãos tinham me puxado, sim, era o Nathaniel me trazendo contra o seu corpo novamente. Ele se deitou na rampa deitando meu tronco sobre seu peito, de modo que me envolvia com seus braços em torno da minha cintura.


— Então descanse e relaxe. – a voz rouca dele era mais terna e ele começou a brincar com o meu cabelo com a mão direita, enrolando-o em seu dedo ao mesmo tempo que afagava a minha cabeça. Sua outra mão estava acariciando as costas da minha mão esquerda, na qual ele havia antes entrelaçado seus dedos, já que o braço esquerdo dele me envolvia ternamente pela cintura. Eu não conseguia respirar direito, sentia que a minha respiração o incomodaria e eu não queria pensar na possibilidade de ele me soltar. – A sua pele é tão macia... – ele trouxe minha mão até sua boca e a beijou arrastando os lábios suavemente. Um tremor percorreu o meu corpo. Eu já estava arrepiada desde que ele me puxou contra ele.


— Obrigada. – respondi nervosa.


— Eu que agradeço. – Ele beijou novamente a minha cabeça. – Por poder estar com você.


Algumas sensações me incomodavam, embora todas fossem muito prazerosas.


Agora a mão direita dele que estava em meus cabelos deslizou pela minha cintura e depois encontrou a minha mão direita, entrelaçando os nossos dedos. Tentava me concentrar em respirar, o que eu não estava conseguindo fazer normalmente.


Ele estava me acariciando e dizendo coisas muito doces... Ele teria ficado com ciúmes do Nel? Eu queria que sim, mas preferia não pensar em nada naquele momento, até por que já era um costume que eu me enganasse.


Ele segurava com as suas mãos as minhas e me abraçou dessa forma. O sinal finalmente soou. Embora eu gostasse de tudo aquilo, era um alívio poder respirar novamente.


— Vamos, Am? – ele disse se erguendo e ficando sentado na rampa.


— Claro. – respondi ainda com a voz escassa. Ele ainda segurava minha mão direita e me ajudou a levantar. Ele soltou a minha mão, mas colocou o braço sobre meus ombros, de modo que caminhávamos em um meio abraço. A felicidade dentro de mim era intraduzível, inigualável e contagiante. Mesmo que em todo o tempo eu fingisse indiferença, eu estava tendo ataques internos de felicidade.


O Nathaniel me levou novamente até a porta da minha sala e nos despedimos. Ele me deu um beijo no rosto com aquele sorriso iluminado de antes, que me fez ficar com um sorriso bobo no rosto olhando-o ir até sua sala, do outro lado do corredor.


— Am, eu preciso falar com você depois. – a Jen estava diferente do normal, com uma cara de preocupação muito estranha.


— O que foi? – perguntei curiosa e apreensiva.


— Mais tarde. – ele respondeu e se sentou na classe. A professora já tinha chegado à sala.


— Tudo bem. – respondi com ansiedade.


A aula demorou muito para acabar. O Nikael falava comigo no meio das aulas e eu o respondia, mas meus pensamentos estavam voltados para a inquietação. Eu não conseguia afastar a curiosidade, já que a Jen tinha falado com preocupação. Eu tentava pensar no que seria, mas não fazia idéia do que poderia estar acontecendo. Até que a aula acabou.


— Jen, o que aconteceu? Já pode me falar? – perguntei a ela enquanto saíamos da sala.


— Vamos, Am? – era o Nathaniel.


— A Amy vai para casa comigo hoje. – a Jenna falou com uma raiva aparente na voz.


— Eu posso levar as duas se quiserem. – o sorriso dele era conquistador.


— Não, obrigada. Nós vamos caminhando, faz bem para a saúde. – eu não entendi a Jen, ela odiava caminhar.


— Tudo bem então, até mais Am. – ele beijou novamente o meu rosto. A Jen parecia enojada. O que estava acontecendo?! A Jen logo me puxou pelo braço e saímos quase correndo do colégio.


— O que foi Jen? – eu estava agora muito preocupada e não conseguindo entender.


— Eu falo para você na sua casa, está bem? – ela tentou me acalmar.


— É claro. – respondi. Mas não estava tudo bem.


Chegamos à minha casa e cumprimentamos todos fingindo normalidade. Subimos ao meu quarto.


— E então? O que foi Jen? Está me deixando preocupada. – falei.


— Senta. – ela apontou para a minha cama.


— Ok. – era tão sério assim? Alguém tinha morrido por acaso?


— Am, eu descobri uma coisa hoje e eu não sei como te contar... – ela começou.


— Fala. – eu estava sorrindo, mas não no meu normal. Eu sorria quando estava nervosa.


— O... Eu... Eu não sei como. – ela continuou e suspirou. – Ok. Eu estava caminhando pelo colégio e decidi ir ao bar comprar um refrigerante. Eu cheguei lá e vi o Tyler, como ele ainda tenta me seduzir, eu decidi ir para o outro lado do bar, mas... Eu o ouvi falando algo que eu não sei como te contar. – ela parou de falar olhando aflita para mim.


— Então seja direta. – falei esperando uma resposta.


— O Tyler desafiou o Nathaniel a te conquistar em um mês. E o Nathaniel aceitou a aposta. Por isso ele tem sido... – ela ia continuar.


— Entendi. – foi o que eu disse. Eu ainda não tinha compreendido todo o impacto daquelas palavras. Elas entraram por meus ouvidos e entrando na minha alma, perfuraram meu coração e desativaram minha mente.


— Eu sinto muito Am. – ela disse me abraçando. Eu até senti vontade, mas não ia chorar, não na frente de alguém, nem mesmo da Jen.


— Está tudo bem Jen. – falei jogando os cabelos para o lado e aparentando indiferença.


— Am, eu te conheço, não está tudo bem. – ela respondeu.


— Está tudo bem. Só que daqui a pouco não vai estar... Para o Nahaniel. – eu respondi sorrindo.


— Você vai falar para ele que sabe da aposta? – ela perguntou me soltando.


— Não. Lembra-se de quando eu te falei que dava para saber cientificamente quando alguém está apaixonado por você? – perguntei normal.


— Sim, eu lembro. – ela não entendia onde eu queria chegar.


— Sabia que tem como fazer alguém se apaixonar também? Sabendo-se do que os homens gostam fica muito mais fácil conquistá-los, esse é o ponto. Mas é claro que você tem que saber como agir. – falei ainda sorrindo.


— Obviamente. Mas o que... – ela parou de falar.


— O Nathaniel vai... Com toda a certeza, pagar pelo o que fez. – meu sorriso era satisfeito.


— Você vai fazer ele se apaixonar por você?! – a Jen perguntou surpresa.


— Sim, se é que ele já não está. Agora que eu parei para pensar mais racionalmente... Ele tem dado muitas pistas inconscientes. – quando eu ficava com raiva conseguia pensar mais claramente.


— Am, eu vou te ajudar em tudo o que precisar. Pode contar comigo. O que ele fez com você não se faz. – a Jen parecia um pouco desconfortável com minha atitude confiante, mas eu sabia que ela sempre me apoiaria.


— Obrigada. Pode me deixar sozinha Jen? Eu preciso pensar um pouco. – falei com um sorriso meigo.


— Você tem certeza? – ela se preocupou.


— Sim, eu tenho. Se eu precisar de alguma coisa te chamo. – respondi.


— Tudo bem então. Até mais Am. – se despediu.


— Até mais Jen. – respondi.


A Jen saiu do meu quarto.


Eu tinha fingido não me importar muito, mas minha alma estava sangrando. Eu nunca gostei de demonstrar dor, por isso a Jen não relutou em me deixar sozinha, ela sempre soube que eu preferia resolver minha dor só. Mas o que mais me perturbava em tudo aquilo é que aquela não era a primeira vez. Por isso era ainda mais doloroso. A dor escorre pelo meu rosto e cai ao chão, estou no mais profundo ponto da depressão. Não era a primeira vez que ele me traía, mas ele me tratava tão bem… Dizia querer ser meu amigo. E eu como sempre… Acreditei. Eu sentia vontade de me matar. Como eu era tão imbecil a ponto de acreditar nele?! Eu o conhecia, eu sabia como ele era. Não é?! Afinal… Não é a primeira vez! Não é a primeira vez que ele esfaqueia minha alma e pisa em mim. Eu me levantei da minha cama e fui até o banheiro lavar o rosto. Eu estava vermelha. O sangue que corria em minhas veias de um coração despedaçado pulsante pigmentava as células de meu rosto o tornando como que escarlate. Eu sentia minha alma manchada de dor e o véu do meu passado tecido de sofrimento.


Voltei para o meu quarto e me olhei no espelho mediano acima da minha cômoda e avistei a imagem de uma garota que eu jamais imaginava ver novamente. Era a Amy de quatro anos atrás. A apaixonada, ingênua e enganada Amy. Meus olhos se encheram de lágrimas novamente.


— Como ele poderia gostar de você?! – eu sussurrei para mim mesma. Meus pensamentos e meus sentimentos pesavam tanto que eu estava curvada. Nem mesmo conseguia fechar minhas mãos por que não tinha forças.


— Logo você… A Amy sem graça. – eu me encarava no espelho enquanto minhas pernas vacilavam.


— Como ele poderia gostar de você?! – dessa vez eu falei mais alto, mas não gritei. Com toda a certeza ninguém tinha escutado. Eu comecei a dar tapas em minha face desde aquelas palavras. – Idiota! Estúpida! A culpa é sua! – eu continuava batendo em meu rosto. A dor causada pelos tapas que eu estava a dar-me não era nada comparada a dor que eu sentia dentro de mim… E… Sinceramente… Eu me sentia melhor me punindo daquela forma.


Novamente olhei adiante de mim e vi aquela garota deplorável da qual eu até o dia anterior só tinha lembrança.


— This is not you Amy. (Essa não é você Amy.) – eu toquei o espelho e comecei a alisá-lo e arranhá-lo com minhas unhas. Eu gostava de falar em um idioma diferente, deixava tudo ainda mais dramático.


— Are you Amy? (É você Amy?) – eu olhava para o meu rosto triste e agora sentia vontade de rir de mim.


— Amy is yourself? I do not see you so long ago. (É você mesma Amy? Eu não te vejo assim há tanto tempo.) – um sorriso estava no meu rosto, meus olhos estavam vidrados e imóveis do espelho enquanto minhas lágrimas rolavam sem cessar. Minha dor era fascinante. Aquilo era desprezível e tão prazeroso.


— Amy ... Are you Amy? (Amy... É você Amy?) – eu continuava sorrindo e chorando enquanto meus dedos passeavam pelo espelho acariciando a imagem execrável refletida nele.


— Are you Amy? Are you Amy? Are you Amy? Are you Amy? Are you Amy? (É você Amy?) – a minha voz aumentava mais a cada vez que eu dizia aquela maldita frase como em uma canção ignóbil.


Olhei-me novamente no espelho e então caí de joelhos no chão frio do meu quarto.


“Você não vai enlouquecer por causa dele! Como pôde se auto mutilar por causa de alguém que só te fez mal?! Você não tem Transtorno de personalidade Limítrofe! Pare com isso!” – dei um último tapa em meu rosto. Aqueles eram meus pensamentos enquanto eu estava lá no chão gelado olhando para as minhas coxas e com a respiração entrecortada por chorar demais.


“Ele vai pagar por ter me enganado pela segunda vez!” – qualquer um poderia ver sangue em meus olhos. — Ele gosta de brincar com os outros, não é? Então eu acho que também posso brincar… — levantei o olhar e dei um sorriso ferido e satisfatório, o sorriso mais doentio que eu já tinha esboçado. — Então… Que o jogo comece… — com decisão, foi tudo o quê eu disse.


Notas finais
Gostaram?! *-*
Por favor me respondam. ^^
E muito obrigada por tudo! Beijos! ^^