Que O Jogo Comece...
24 Dança sensual
Notas iniciais
Nossa! Eu estou muito feliz! *-* Ganhei mais duas recomendações!
Muito obrigada MahlLopes e Ísis! Eu não tenho como agradecê-las, me emocionei com as recomendações de vocês. *-* Mas dedico esse Cap. totalmente à vocês duas. Muito obrigada mesmo meninas... ~snif, snif~
Espero que gostem dele, espero que todos gostem. ^^ Eu gostei muito de escrevê-lo... Principalmente o final. kk'
Bom, esse é um P.O.V. Amy e terá fortes emoções.
Então de "Everything i do(I do it for you)" à "I'm sexy and i know it" Nathaniel e Amy. Que progresso, não? kk'
Boa leitura pessoal! ^^
P.O.V. Amy
– Eu acho que agora ela te deixa em paz. – eu disse. – Desculpe por te beijar, mas eu vi que ela estava te incomodando e resolvi ajudar. – Ele tinha entendido que eu o tinha beijado para ajudá-lo a se livrar da Lindsay. Mas eu, mesmo que não quisesse admitir o tinha beijado também por um forte impulso movido a ciúme.
– Obrigado. – ele sorriu e parou de caminhar, o que me surpreendeu. – E a propósito... – ele se aproximou e me abraçou por trás, ficando com a cabeça sobre o meu ombro esquerdo. -... Você beija muito bem. – ele mordeu o lóbulo da minha orelha e depois me beijou no pescoço, ainda me abraçando. Eu estremeci e ele me soltou. Eu não disse nada, somente senti meu rosto ferver. Ele tinha mesmo que ser tão amável?! Dava-me raiva... Mas eu adorava.
Nós caminhamos e nos sentamos em um banco perto do jardim. Ele me puxou para perto dele e começou a brincar com o meu cabelo.
– Você está bem Nathaniel? – eu perguntei surpresa.
– Estou. Por quê? – ele perguntou ainda mexendo no meu cabelo.
– Você está... Diferente. – era exatamente como ele estava... Diferente.
– Diferente? – ele sorria agora.
– É, você está mais... Carinhoso. – eu disse baixo e tentando ser o mais doce possível.
– Você não gosta? – ele perguntou com um olhar doce que continha uma intenção oculta.
– Eu... Gosto, mas... – ele me beijou. Um beijo simples, mas que me fez sentir tudo o que eu não queria sentir naquele momento... Afeto, carinho, amor, paixão e sinceridade, de ambas as partes. Mas embora fosse a minha meta, eu não considerava a possibilidade de ele se apaixonar por mim, por algum motivo. Primeiramente eu fiquei sem reação, mas depois tive que perguntar.
– Por que... Me beijou? – eu estava muito feliz. Surpresa, mas feliz.
– A Lindsay estava ali. – ele apontou para a direita. – Mas acho que ela já foi embora. – era mentira, eu percebi pelo olhar dele. Ele me beijou por que quis... Que maldade.
– Faz sentido. – eu estava envergonhada olhando para o chão. Mas eu não devia me sentir assim, ele tinha que implorar por mim agora e não eu por ele. Eu o acariciei na nuca, quando o beijei vi que ele reagiu bem à minha carícia, aquele era o ponto fraco dele, eu tinha certeza. — Você está carente, não é? – eu sorri. Aquilo era divertido. Eu finalmente entendia por que ele gostava de brincar com os meus sentimentos... Era bom. — Você cuida de mim e é muito carinhoso comigo, eu quero cuidar de você também. — ele fechou os olhos com a minha carícia e inclinou a cabeça para trás, contra a minha mão, implorando que eu não parasse de fazer aquele carinho nele. Era tão interessante ver o prazer que ele estava sentindo, a verdade dos seus sentimentos e saber que ele pagaria por tudo o que fez e ainda faz para mim... Eu finalmente estava levando a minha vingança a sério. O sinal soou e eu parei de acariciá-lo. Ele fez cara de desapontamento e eu sorri achando graça. – Desculpa, mas nós temos que ir para a aula. – eu o lembrei e lhe fiz um último carinho, que seria ainda mais prazeroso para ele. Ele fechou os olhos e sorriu. – Muito obrigado. – ele beijou a minha testa.
– E não se preocupe, eu vou saber te retribuir depois... Mas antes só tenho que achar seu ponto fraco. – ele disse e eu sorri.
– Eu duvido que você ache meu ponto fraco. – eu disse desafiando-o.
– Por quê? — ele esboçou um sorriso malicioso. Que homem pervertido... Que eu amo. Não Amy! Você não ama mais, lembra?!
– Por que nem eu mesma sei. – falei a verdade.
– Eu terei prazer em achar para você. – ele passou a mão na minha nuca, me acariciando. Eu me arrepiei, não esperava por aquilo. E ele tinha razão em gostar daquilo... Era muito bom.
– Acho que não é a sua nuca. – ele sorriu safado ainda me acariciando.
– É, acho que não. – eu sorri feito boba.
Ele me levou até a aula me tocando em várias partes sensíveis do meu corpo. Tudo era altamente delicioso e inigualável, mas ele não poderia achar meu ponto fraco... Por que ele era o meu ponto fraco. Qualquer parte do meu corpo se tornava sensível de uma forma descomunal com um toque singelo dele, nada me afetava tanto, enquanto tudo me afetava de maneira indescritível. Ninguém mais poderia me fazer sentir o que ele fazia com um simples toque... Ninguém. Ele me tocava com ousadia e respeito, desejo e carinho, sem que ninguém além de nós dois percebesse. Chegamos à minha sala e ele parou de me acariciar. Olhamos-nos por um momento sorrindo um para o outro e depois ele me abraçou. Por impulso eu toquei novamente e nuca dele.
– Quer que eu não te solte mais? – a voz dele era rouca e baixa. Eu entendi que eu ele perguntava isso devido a eu estar o acariciando. Mas eu não queria que ele me soltasse.
– Até mais, meu amor. – eu o beijei no rosto sorrindo, lembrando assim, da cena com a Lindsay.
– Até mais minha linda. Eu vou te esperar no final da aula. – ele sorriu, me fazendo sorrir em confirmação.
Entrei na sala sentei na minha classe. Fiquei pensando em como estaria a Jen. A aula não passou nada rápido, como sempre.
Um pouco antes de a aula terminar o professor de história anunciou um trabalho em duplas com entrega para a sexta-feira. Normalmente eu o faria com a Jen, mas...
– Amy, quer fazer o trabalho comigo? – era o Nikael. Eu tinha sentido falta do olhar doce dele.
Eu sorri. – É claro, Nel. – agora ele sorriu.
– Que tal ir à minha casa, então? – ele perguntou. Lembrei-me do que aconteceu na última vez em que um garoto tinha me convidado para ir a casa dele devido a assuntos curriculares e achei melhor que ele fosse à minha casa. Eu não queria tocar no membro de outro garoto tão cedo.
– Acho melhor que você vá a minha casa. Tudo bem para você? – perguntei. Os olhos dele brilharam.
– Tudo bem. – ele respondeu sorrindo. Sorri também.
Saímos da aula conversando sobre o trabalho, logo eu vi o Nathaniel.
– Minha linda... – ele me beijou na testa enquanto segurava meu rosto. -... Estava com saudade. – eu estava surpresa.
– Nathaniel... A Lindsay não está aqui. – eu disse baixo, de modo que só ele me ouviu. Ele me olhava nos olhos, mas logo me abraçou.
– Eu sei. – eu disse ainda me segurando. Ele me soltou devagar. O Nikael se despediu de mim com o olhar e saiu.
Fomos até o carro do Nathaniel e conversamos durante todo o trajeto até a nossa rua. Ele me fazia rir a todo o momento, eu gostava daquilo.
– Entregue, sã e salva. – disse tirando o cinto de segurança. Eu sorri.
– Obrigada. – eu disse e lhe dei um beijo no rosto depois de tirar o cinto de segurança. Eu tentei abrir a porta do carro, mas ele me impediu.
– Eu abro para você. – ele disse sorrindo um sorriso largo.
– Não precisa. – eu tentei abrir a porta novamente. Ele segurou a minha mão, eu parei. Eu não sei descrever o que senti com a mão dele sobre a minha, foi estranho. Um sentimento que crescia do âmago do meu ser e enchia meu rosto com um sorriso apaixonado e como sempre, bobo. Ele sorriu e ergueu as sobrancelhas, eu aceitei a gentileza dele.
Ele abriu a porta para mim e eu o agradeci com o olhar.
– Mais tarde eu vou à sua casa. – eu não entendia por que ele iria à minha casa, mas não precisa de motivos para se visitar um amigo, não é?
– Tudo bem. – eu sorri.
– Você ia sair comigo, esqueceu? – era verdade. Eu não tinha esquecido. Pelo o contrário, esperava ansiosamente a hora em que sairíamos... Antes de saber sobre a aposta.
– É claro que não esqueci. Até mais então. – eu sorri e fui em direção à minha casa.
– Eu quero mais um beijo. – ele fingiu desapontamento. Eu sorri, na verdade eu gostava de vê-lo necessitando da minha atenção... Dos meus carinhos... De mim. Eu o beijei. – Eu gosto de você carente. – eu sorri com sinceridade enquanto passava a mão pelo rosto dele e olhava em seus olhos.
Ele me puxou pela cintura e abraçou. – E eu gosto de você de qualquer forma. – ele disse e me beijou no pescoço, arrastando seus lábios pela minha pele. – eu delirei com aquilo. — Até daqui a pouco Am. – ele disse e me soltou.
– Até mais Nathaniel. – minha respiração já estava ofegante e meu rosto fervia. Eu entrei em casa e depois de tomar café subi para o meu quarto. Eu liguei para a Jen:
– Oi Jen, melhorou? – perguntei.
– Oi Am, melhorei sim. – ela respondeu e começou a rir.
– Por que está rindo Jen? — eu sorri com a melhora aparente dela.
– Tenho uma música nova para você. – ela continuou rindo.
– É? Qual? – perguntei interessada.
– Olha o clipe de “I’m sexy and i know it”. Tenho certeza que você vai gostar. Principalmente a partir dos cinquenta e seis segundos. – ela riu novamente.
– Está bem, eu escuto depois. E eu tenho que te contar duas coisas. Primeira: eu vou fazer o trabalho de história com o Nel, então ele vai vir aqui em casa no meio da semana.
– Que trabalho de história? – ela perguntou.
– O professor pediu um trabalho hoje. Depois eu te explico direito. –falei. E voltando ao que eu estava falando... Segunda coisa: eu vou sair com o Nathaniel.
– O que?! – a Jen gritou. Eu já imaginava essa reação. – Você vai sair com o vizinho gostoso?! Mas... Você não ia se vingar? – ela perguntou agora mais calma.
– Eu ainda vou me vingar. – a respondi. – Eu já disse como vou me vingar, não é? – perguntei sem ser rude.
– Amy... Eu te conheço. Ainda está apaixonada pelo Nathaniel, não é? A voz dela era cautelosa. Era óbvio que eu estava.
– Não. – eu menti. – Eu não me permito mais sentir alguma coisa por ele, nem mesmo pena. – respondi lembrando-me de toda a dor que vivi por causa do homem que mais amei em toda a minha vida, o único que amei.
– Bom... Então... Bom encontro. Ou melhor, vingança. – a voz dela já estava normal. Ela sabia que não adiantaria, eu não admitiria que ainda amo o Nathaniel.
– Ah, Jen! Eu já ia me esquecer de te contar... – eu disse.
– O que? Fala. – ela parecia um pouco entediada agora.
– Eu beijei o Nathaniel. – falei e ouvi um grito agudo e muito alto.
– Eu não acredito! Você... Beijou... Ele... E, como foi isso?! Amy Martinet Hansen! Eu quero todos os detalhes! Agora! – ela dizia descontroladamente. Eu contei à ela a história toda, ela estava atônita. – Você se aproveitou, não é?! – ela ria demais.
– Jen! – era a minha vez de gritar.
– Ah, Amy! Fala a verdade! Você queria beijá-lo, não é? – ela era minha melhor amiga... Eu não podia mentir para ela.
– Eu queria. – falei muito baixo.
– Eu já sabia. Mas eu não te culpo... Você sempre gostou dele. Achou que seria fácil esquecê-lo de repente? – eu sabia que não seria nada fácil.
– Não. Mas não achei que ele se tornaria tão amável. – respondi sincera com muito pesar. – Bom Jen, eu vou ter que desligar. Eu tenho um encontro, sabe? – eu ri.
– Sei sim e já até imagino. Tchau Am, beijos. E não esquece de ver o clipe que eu te falei. – ela ria agora.
– Tchau Jen, beijos. E pode deixar que eu já verei esse clipe. – despedi-me rindo.
Eu procurei o tal clipe no meu computador e me surpreendi ao mesmo tempo em que ri demais aos cinquenta e seis segundos.
(link da letra e do clipe: http://letras.mus.br/lmfao/1916459/ )
Eu tinha que admitir... A música era contagiante. E... Me fazia lembrar do Nathaniel. Ou seja, ela não sairia da minha cabeça. E foi isso o que aconteceu.
Tomei banho cantando a música, sequei meu cabelo cantando a música e coloquei um short qualquer e a primeira camiseta que eu vi no guarda-roupa... Cantando a música. Coloquei novamente “I’m sexy and i know it” no computador e deixei em um volume alto. Eu comecei a dançar descontroladamente levada pela batida divertida da música.
Eu não estava no meu normal... Eu ia sair com o Nathaniel! Qual é?! Natnhaniel Collins! O garoto por quem sou apaixonada e enganada desde antes dos meus treze anos! Eu estava nervosa, feliz, com raiva... Tudo ao mesmo tempo. E não me importava se parecia louca ou sensual demais, ninguém me veria mesmo então... Decidi treinar minhas danças mais sexys, o que me fazia liberar melhor a minha ansiedade. Aquilo me divertia, eu podia fazer o que eu quisesse, estava sozinha no meu quarto e por via das dúvidas a porta também estava fechada. Não teria problema algum.
Eu dançava como se fosse uma pessoa totalmente diferente. Ninguém nunca imaginaria a tímida e introvertida Amy Martinet Hansen dançando dessa forma. Eu era sedutora de uma maneira que até eu mesma me surpreendi... Não imaginava que eu poderia ser tão sensual. Cerrei os olhos e comecei a fazer tudo o que me vinha à mente... Inclusive rebolar.
Perto do refrão em “When I walk in the spot, this is what I see” (Quando eu chego no lugar, isto é o que eu vejo) coloquei a mão esquerda na cabeça, a enterrando em meus cabelos e a mão direita na minha coxa. Eu desci até o chão rebolando insinuativa e provocante, ainda de olhos fechados. Em “Everybody stops and they staring at me” (Todo mundo pára e ficam me encarando) eu me ergui novamente rebolando e em “I got passion in my pants and I ain't afraid to show it” (Eu tenho paixão em minhas calças e eu não tenho medo de mostrá-la) senti duas mãos fortes segurando o meu quadril enquanto um corpo se movimentava contra o meu, me fazendo rebolar para frente e sentir... Algo mais. Eu abri os olhos depressa e vi pelo espelho a imagem do Nathaniel me segurando pelo quadril... E eu realmente podia sentir a “paixão” nas calças dele... Droga! Ele estava excitado. Excitado e me fazendo ficar sei lá de que cor de tanta vergonha. Mas ele não podia parar por aí, não! Ele segurou mais forte no meu quadril e se aproximando do meu ouvido cantou junto com a música: — I'm sexy and I know it. — Ele falou com a voz rouca e... Um olhar irresistivelmente sedutor, fora o seu habitual sorriso malicioso que eu vi através do espelho à nossa frente. Eu não consegui respirar por um momento.
Ele segurou a minha mão e me girou, me fazendo ficar de frente para ele e praticamente colando nossos corpos.
Eu sempre achei ridículo ver homens dançando de forma insinuativa, mas sinceramente... O Nathaniel era diferente. Ele continuava másculo e estava totalmente e extremamente gostoso. Droga! Muito, muito, muito gostoso! Tanto que estava me fazendo sentir algo que eu nunca havia sentido antes... Eu estava o imaginando, o que eu nunca havia feito antes... Ficando excit... Não Amy! Você não ia dizer excitada!
(Seria algo nesse estilo o Nathaniel dançando: http://www.youtube.com/watch?v=aJGaA1Qc70c )
Ele sorria para mim. Uma hora malicioso, outra hora meigo. Não tinha como resistir. Ele tentava me mover, me incentivando a acompanhá-lo. Seria falta de educação deixá-lo dançando sozinho, não é? Por isso e também por que eu estava um pouco... Acho que delirante por causa do que via, eu comecei a dançar junto com ele... Da mesma maneira sensual que eu dançava antes. Quando eu comecei a dançar ele esboçou um sorriso de felicidade e malícia, logo mordendo o lábio inferior. Eu percebi que ele fez aquilo em certa parte para me divertir e ele atingiu o seu objetivo. Meu rosto fervia cada vez mais, mas agora eu estava me divertindo. Eu tinha sensações maravilhosas com as mãos dele hora no meu quadril, hora na minha cintura. Extasiava com o olhar devorador dele sobre o meu corpo inteiro. Mas realmente tive quase um ataque quando ele abriu a camisa lentamente depois de “Girl look at that body” (Garota, olhe esse corpo). Eu vi novamente... Era aquele abdômen definido que eu queria tocar e alisar por muito tempo. Por que ele tinha que até abrir a camisa de um jeito sensual?! Mas essa não foi a “pior” parte... Não! Ele tinha que me torturar! Ele segurou a minha mão e em “I work out” (Eu malho) ele me fez tocá-lo, tocar aquele abdômen perfeito. O que ele tinha na cabeça?!
Ele esboçou um sorriso malicioso quando viu o meu rosto cheio de admiração e desejo. Eu entrei na brincadeira dele e acariciei e arranhei seu abdômen de leve, passando meus dedos devagar sobre a pele dele enquanto mordia meu lábio inferior. Eu devia ser a predadora sensível e inocente... Era o que eu seria. Ele esboçou outro sorriso ainda mais malicioso e perfeito... Então decidi ousar mais nos toques. Enquanto ele estava de olhos fechados eu me aproximei dele e toquei a parte interna da coxa dele e ele abriu os olhos e ficou me encarando surpreso e admirado. Eu sorri de maneira descontraída e tirei a minha mão da perna dele, mas continuava tocando o peito dele com a mão esquerda, até por que ele segurava a minha mão com a sua mão direita contra a sua pele. Ele sorriu malicioso e subiu sua mão esquerda pela parte externa da minha coxa direita, logo apertando-a com vontade. Aquilo foi ótimo, eu tive uma sensação boa subindo pela minha coluna, enquanto... Tinha várias outras sensações distintas.
Ambos estavam se provocando de maneira desenfreada, arriscada e afoita. Eu já queria o corpo dele, eu ansiava pelo toque dele. E mesmo que ele só gostasse do meu corpo, eu queria ser dele. Eu podia notar isso pelas reações perturbadoras e deliciosas do meu corpo aos toques dele. Nossos olhares e sorrisos eram sedutores e cheios de intenções. A mão dele ainda estava na minha coxa, ele me ergueu e eu encaixei minhas pernas no quadril dele. Ele me deitou na cama lentamente e olhando nos meus olhos todo o tempo, sem me soltar em momento algum dos seus braços fortes. Ele começou a beijar o meu pescoço... Suavemente, me mordiscando, mas principalmente passando sua língua quente e roçando seus lábios sem pressa na pele nua do meu pescoço. Mas depois começou a beijar o meu pescoço de maneira selvagem e descontrolada... Eu não queria que ele se controlasse. As mãos dele apalpavam as minhas pernas e subiam pela minha cintura, descobrindo minhas curvas, tocando a minha pele virgem. Eu prendia gemidos agudos de prazer e mal respirava. Droga... Eu não queria e nem conseguiria resistir...
Notas finais
E do final do Cap?! Eu muito empolgada aqui, né?! kk'
Bom... Espero por reviews.*-* Sem querer ser chata.^^
Muito obrigada por tudo leitores lindos! Sabem que eu amo vocês, né?!
Beijos!
Dica de leitura: https://www.fanfiction.com.br/historia/222258/Te_Beijar_Ou_Te_Matar
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