Que O Jogo Comece...
25 Eu te amo...
Notas iniciais
Fico a cada dia mais feliz por causa de vocês! Muito obrigada à todas as lindas pelos reviews! Era um mais lindo que o outro!
Também queria agradecer à fofa da L 1 pela recomendação, muito obrigada!*-* Esse Cap. é dedicado à você querida amiga.
Bom... Sobre o Cap... Ele é um P.O.V. Amy e eu espero que gostem desse Hot! kk'
Boa leitura pessoal! ^^
P.O.V. Amy
Droga... Eu não queria e nem conseguiria resistir...
Queria ser dele, mesmo que fosse por apenas um dia. Mas... Felizmente, em meio a todo aquele clima estimulante e convidativo uma palavra da qual eu já nem queria lembrar o significado veio à minha mente: vingança. Assim, eu percebi o que acabaria fazendo se não parasse naquela mesma hora e consegui forças de algum lugar... Não sei mesmo de onde...
- Nathaniel... Acho melhor pararmos de brincar. – a minha voz continha certa excitação. Uma que foi um pouco encoberta pela situação em si. Eu tentei fingir ser a garota ingênua de novo. É claro que aquilo nunca seria uma brincadeira para mim.
- Brincar? – ele perguntou no intervalo entre um beijo e outro no meu pescoço. A voz dele estava embargada de desejo.
- É... A música já acabou... – continuei como uma idiota.
Ele sorriu contra a minha pele enquanto segurava forte na minha cama, como se quisesse conter o prazer que ele sentia naquele momento... Como se estivesse se controlando. – Me desculpa Am. – ele disse e saiu de cima de mim devagar. Ele estava saindo de cima da minha cama desse modo, mas eu segurei o braço dele. Não se livrará da tentação tão fácil Nathaniel Collins.
- Deita do meu lado? – eu perguntei praticamente implorando com o olhar. Eu imaginava o quão difícil devia ter sido para ele ter resistido, afinal... Ele era o Nathaniel. Eu não queria que ele resistisse. E se ele não tivesse parado naquele momento... Eu também não teria. Mais um motivo para torturá-lo.
- Eu não acho que seja uma boa idéia. – ele continuou se controlando com a respiração ainda descontrolada.
- Por quê? – perguntei com voz fraca. Eu queria ouvi-lo dizer que ele precisava de mim naquele momento tanto quanto eu senti precisar dele.
- Por que... – ele deu uma breve pausa. –... Eu estou carente, lembra? – carente... Não era exatamente a palavra que eu queria ouvir, mas o significado dela me deixava feliz... De qualquer modo, ele não queria deitar ao meu lado para não perder o controle novamente... Ele se importava com o que eu pensava dele.
Eu me levantei mais na cama e de joelhos na mesma eu o abracei apertado, de modo que a minha cabeça estava encostada no peito dele e os meus braços o envolviam pela cintura.
- Ajuda se eu te segurar e não te soltar mais? – eu perguntei o segurando forte. Eu sabia que agir de maneira tão intensamente infantil e meiga o faria sentir vontade de me proteger... O tão falado instinto paterno. E eu não queria vê-lo ir embora. Não queria que aquele momento acabasse... Não sem que antes ele sentisse mais prazer e dor do que eu.
Ele não falou nada, apenas me envolveu com seus braços, a camisa dele ainda estava aberta e assim eu pude escutar sem impedimentos o coração dele... Que batia muito rápido.
– Eu estou ouvindo o seu coração bater… Ele bate rápido. – lembrei as palavras que ele havia me dito no nosso abraço do parque. Ele beijou a minha cabeça e depois ele desprendeu os meus braços da cintura dele segurando levemente as minhas mãos e se ajoelhando no chão olhando nos meus olhos.
- Eu te amo, Amy. – ele disse sussurrado com a expressão mais doce e inegavelmente apaixonada que eu já vi. Os olhos dele brilhavam num azul esverdeado lúcido e esperançoso, o sorriso malicioso habitual dele deu lugar a lábios levemente abertos e instigantes. Aquelas palavras me pegaram de surpresa... Aquelas palavras tão fortes... Afinal, o que ele sabia de amor?!
Embora eu estivesse com raiva eu estava muito feliz por causa daquele momento, ao mesmo tempo em que triste por ver a expressão no rosto dele e lembrar tudo o que eu já havia passado por causa daquele homem à minha frente, de quantas vezes tinha visto aquela expressão sofrida em meu rosto enquanto eu chorava por ele na frente do espelho, em quanto eu já o tinha amado... E ainda amava. Eu esperei tanto para ouvir aquelas palavras... Eu queria beijá-lo, consolá-lo, dizer a ele que o amava... Tratá-lo com o amor que ele nunca me tratou.
- Eu também te amo, Nathaniel... – eu disse e o rosto dele se iluminou admiravelmente. Ele aproximou o rosto dele do meu, assim como eu aproximei o meu do dele lentamente. Eu podia sentir o calor da respiração dele. Quanto nossos lábios iam se encostar e produzir um beijo inimaginável movido além de desejo por amor, eu o abracei. -... Você é o meu melhor amigo. – continuei a torturá-lo. Não pense que conseguirá concretizar sua maldita aposta Nathaniel Collins. Os braços dele que me envolviam cederam consideravelmente. Ele não esperava ser sutilmente rejeitado por mim. Não esperava que eu fingisse não entender o significado denso daquelas palavras. E... Amigos também dizem: — Eu te amo... — Não é?
No meio do abraço os braços dele me viraram enquanto ele se levantava e deitava na minha cama, deitando-me sobre o peito dele e me envolvendo como em um abraço. A camisa dele ainda estava aberta. Eu continuava ouvindo o ritmo acelerado do coração dele e sentindo o movimento pausado do peito dele, devido à busca de ar e ao enchimento profundo dos seus pulmões. Ele ainda estava nervoso e alterado por minha causa. Uma alegria súbita cresceu desde o âmago do meu ser, me fazendo sorrir. Eu já nem imaginava que ele fosse realmente se deitar comigo.
- Am... Me diz algo sobre você. Algo que ninguém saiba. – a voz dele era suave e carinhosa. Ele acariciava a minha cabeça com a mão direita, brincando com o meu cabelo.
- Algo... Que ninguém saiba? – eu perguntei para mim mesma em voz alta. – Bom... Eu já dancei como louca no meu quarto quando ninguém estava olhando. Não! Espera! Meu melhor amigo me viu. – eu descontraí. – E você Nathaniel? Me conte algo sobre você. – continuei divertida.
- Algo sobre mim? – ele começou e riu meio sem jeito depois. – Eu já... Chamei a minha melhor amiga de vadia... Eu tenho que pedir desculpas para ela. – ele falou e depois me olhou. Eu ergui a cabeça, olhando para ele semicerrado. – Me perdoa? – ele perguntou com um olhar arrependido. Eu sorri com aquilo.
- Eu ouvi quando você disse. – ele ficou surpreso. – E eu já tinha te perdoado. – eu disse e puxei os braços dele, fazendo com que ele me envolvesse mais apertado. – Mas... De verdade... O que eu nunca contei para ninguém é que... Uma vez eu saí escondida de casa... – eu sorri me lembrando da cena. –... Meus pais não queriam me deixar ir a uma festa de uma amiga e eu combinei tudo com a Jen, mesmo ela não querendo que eu saísse escondida a Jen sempre me ajudou. Mas... Eu estava brava com os meus pais e então me embebedei na festa e comecei a dançar descontrolada, como eu estava dançando quando você chegou. – eu falei agora envergonhada. Ele sorriu. – Ninguém mais sabe disso a não ser eu e a Jen. – concluí.
- Eu queria estar nessa festa. – ele disse e sorriu para mim, que fiquei vermelha. – E o meu maior segredo, na verdade, é que eu já passei a noite na cadeia. – eu o olhei surpresa. – Eu fui a uma festa com uns amigos e bebi até não poder mais. Eu ainda era menor de idade, mas, diferente de você, eu não tenho sorte. – eu sorri com o comentário.
- Sempre a bebida. – eu sorri.
– E mesmo bêbado eu dirigi o carro de um amigo, já que ele estava pior do que eu. E eu acabei quase me envolvendo em um acidente. Por sorte eu consegui desviar antes que um carro nos atingisse. – o rosto dele ganhou uma expressão ferida. – Meu pai me deixou passar a noite na cadeia, já que... Eu também tinha ido à festa contra a vontade dele, assim como você. – o relacionamento do Nathaniel com o pai dele nunca me pareceu dos melhores. – E ele também me deu uma bronca depois disso. Eu também nunca me esqueci da preocupação da minha mãe quando cheguei em casa. – ele sorriu se lembrando.
- Eu queria poder ter te dito para não ir a essa festa... Queria poder ter ajudado. – eu o olhei lamentando. Ele sorriu mais largo.
- Você já me ajuda muito Am. Nem todos têm o privilégio da companhia de uma garota como você. – ele disse muito meigo.
- Uma garota como eu? – queria saber que tipo de garota ele pensava que eu era.
- É... Inteligente, linda, divertida, educada, meiga e... Sexy. – ele disse a última palavra de maneira mais divertida.
- Eu... Sexy? – me surpreendi com essa palavra.
Ele sorriu. – Você não se acha sexy? – ele perguntou com fascinação. – Não pareceu quando você estava dançando. – ele sorriu.
- Não, não acho. – era verdade. Meu rosto estava fervendo.
- Eu não sei se tem como dizer uma coisa dessas com todo o respeito... Mas, com todo o respeito Am... Você é muito sexy. – aquilo me deixava nervosa.
- Obrigada, eu acho. – respondi quase tendo um ataque.
- Não tem que me agradecer. – ele beijou a minha cabeça.
Conversamos durante um longo tempo, um que passou extremamente rápido.
- Eu acho que já vou para casa. – ele disse. – Teremos que sair outro dia. – ele ainda estava deitado na minha cama comigo sobre seu corpo.
Eu sorri. – É, parece que sim.
- Justo hoje que eu tinha pedido permissão... – eu não o entendi.
- Como? – perguntei confusa.
- Eu pedi permissão para o seu pai para te levar para sair. – eu não acreditava.
- Pediu... Para o meu pai? – eu me ergui, me sentando na cama. Isso era tão lindo da parte dele...
- Sim. – ele sorriu um sorriso largo com um olhar meio convencido.
Eu somente o abracei, fazendo-o cair deitado na minha cama, comigo em cima dele. Nós dois sorrimos um para o outro. Eu me ergui novamente e fiquei com os braços e as pernas em volta do corpo dele, a vontade de beijá-lo voltou novamente e eu iria, mas...
- Filha, eu... – era a minha mãe. Droga! A minha mãe arregalou os olhos vendo aquela cena... O Nathaniel deitado na minha cama imóvel e eu sobre ele em uma posição nada favorável à minha educação. Ela só poderia pensar que nós íamos... Fazer aquilo que quase fizemos depois de dançarmos. – Nossa! Desculpem-me por interromper... – a minha mãe foi fechar a porta.
- Não mãe, a senhora não interrompeu. O Nathaniel já estava de saída. – eu disse tentando desfazer aquele mal entendido. Eu puxei o Nathaniel pelo braço.
- Adeus Sra. Hansen. – ele disse enquanto eu o puxava para fora do meu quarto.
- Adeus Nathaniel. – minha mãe respondeu e riu.
Descemos a escada correndo e saímos da minha casa.
- Me desculpa. – eu falei o tirando da minha casa.
- Tudo bem. Eu que peço desculpas. – ele falou sorrindo.
- Sempre a minha mãe. – falei revirando os olhos.
- Eu gosto da sua mãe. – ele disse e sorriu.
- Eu também, só queria que ela fosse mais... – tentei escolher a palavra. – Discreta. – terminei.
- Ela conseguiu criar uma filha perfeita sendo da maneira que ela é... Então acho que... – ele não pôde terminar... Uma garota veio correndo na direção dele e se jogou em seus braços.
- Nate! – a garota gritou o abraçando apertado e quase o fazendo cair com o impacto. Eu admito que fiquei com raiva de ver aquilo.
Eu não tinha percebido quem era, mas depois de ouvir aquela voz me lembrei lucidamente de quem se tratava.
Cheryl?... Não, por favor… Ela não.
Notas finais
Desculpem-me garotas... Mas eu não resisti... Tive que descontrair um pouquinho. I'm sorry. :/ Mas eu prometo que vou caprichar quando, (sim, já está certo) eu fizer o Hot deles, ok?
Bom, espero que tenham gostado, apesar de não ser o que esperavam.
Podem me dizer o que acharam? Não fiquem bravas comigo, ok?
Muito obrigada por tudo, beijos!
Fic mais do que perfeita: https://www.fanfiction.com.br/historia/222258/Te_Beijar_Ou_Te_Matar/ageconsent_ok
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