Que O Jogo Comece...

38 Conflito interno


Notas iniciais
Oie leitores lindos do meu coração! *----*
Está bem, eu sei que demorei. Mas é que eu tinha que pensar bem nesse Cap. já que a fic está no fim, -sim, está no fim, pessoal :/- então eu tinha que ver bem porque o que acontece agora influi ainda mais no final, né? Então, por favor, me desculpem.
Ah! Muito obrigada à todos pelos reviews, viram?! *----* Amei os reviews, afinal, eu sempre amo. kk' *----*
Leitores fantasmas, podem se apresentar, viram? Eu vou ficar muito feliz em conhecê-los. ^^
Mas... Bom, esse Cap. é P.O.V. Amy e ela está ainda mais oscilante do que normalmente, mas eu espero que vocês entendam ela. Acredite, ela está sofrendo muito. Bom, sem mais... Boa leitura, Pessoal! ^^

Eu não sabia se teria coragem de beijá-lo como eu tinha previsto, até porque eu queria que a iniciativa fosse dele. Quando eu me despedi dele no carro eu achei que me culparia mais uma vez pelas coisas não terem acontecido como eu queria, mas quando ele me chamou e tocou a minha mão eu percebi que a noite acabaria como eu desejava e foi isso que fez com que o meu coração parasse e acelerasse quando eu olhei para o rosto dele. Ele estava da mesma maneira que eu, nós dois queríamos que aquilo acontecesse. Depois que ele acariciou o meu rosto dizendo que me amava, mas que queria que eu soubesse que não era como um amigo, eu me deixei levar completamente por ele. O olhar desesperado, a respiração quente e descontrolada no meu rosto, os lábios desejosos, assim ele estava. Quando eu senti os lábios dele nos meus eu fechei os olhos e segurei o rosto dele. Aquilo era tudo o que eu queria. O beijo era calmo e transparente, verdadeiro.

Os meus sentimentos estavam desalinhados, eu não sei dizer exatamente como me senti, mas foi o melhor momento da minha vida. Aliás, todos os momentos que eu tinha com ele se tornavam os melhores momentos da minha vida. Quando o beijo se tornou mais sufocante eu estava com a minha mão direita na nuca dele, o acariciando, eu sabia que ele amava aquilo e eu queria ser o melhor possível para ele. Minha mão esquerda arranhava e acariciava as costas dele de leve enquanto as mãos dele me puxavam pela cintura, me trazendo para mais perto dele. Nós estávamos tão juntos, mas tão afastados... Eu sei que queria estar o mais próxima possível dele e isso era... Sentí-lo totalmente. Ele me puxava para ainda mais perto dele e eu fui me colocando sobre ele no carro, sentando no colo dele. Eu gemi contra os lábios dele e ele da mesma maneira contra os meus devido à excitação dos nossos corpos em impacto. Aquilo foi tão bom... Minhas pernas começaram a tremer.

Afastei meus lábios dos dele muito próxima o olhando nos olhos. – Eu também te amo, Nathaniel. – eu o via respirando fundo, com os cabelos ainda mais desarrumados e perfeitos, os lábios avermelhados e instigantes, ele sorriu malicioso para mim. Como eu amava aquele sorriso... Ele me beijou ainda mais afoito, nossas línguas se acariciavam, meu corpo fervia e o dele também, eu o sentia pulsar sob minha intimidade cada vez mais e eu queria mais dele a cada segundo. As mãos dele me acariciavam de diferentes maneiras, os lábios dele beijavam os meus com paixão. Os toques dele eram cada vez mais ousados, eu sentia vontade que ele me tocasse completamente, mas eu também queria descobri-lo. Minhas mãos desceram do pescoço dele até a camisa dele, a qual eu desabotoei devagar.

Separamos nossos lábios e ele começou a beijar meu pescoço enquanto as mãos dele corriam livres pelo meu corpo, me proporcionando gemidos. A mão direita dele foi para meus cabelos, a mão esquerda acariciava a lateral do meu corpo, contornando minhas curvas. Eu comecei a acariciar e arranhar o abdômen dele, o Nathaniel era tão gostoso... Eu mordia meu lábio inferior prendendo mais gemidos. Eu o sentia mais excitado sob mim à medida que eu acariciava o abdômen dele. Eu queria mais dele, como ele parecia querer mais de mim. Assim, eu comecei a beijar o pescoço dele enquanto me movimentava sobre o membro dele.

Nós dois tentamos prender gemidos, mas foi impossível. O gemido dele era tão lindo... Eu não acreditava que estava concedendo tanto prazer a ele, isso me fazia ter ainda mais vontade de ser dele. Eu queria satisfazer o homem que eu amava. Eu comecei a lamber o pescoço dele, ele pareceu aprovar isso muito. Eu continuava me movimentando sobre ele, cada vez mais desinibida, eu não posso expressar o quanto aquilo era bom, mesmo com as roupas, que atrapalhavam o atrito dos nossos corpos.

Ele gemia rouco perto do meu ouvido, eu sentia a respiração dele batendo contra a minha pele, era inebriante. Os toques dele se tornaram ainda mais excitantes quando as mãos dele tocaram a minha pele por baixo do meu vestido, ele acariciava minhas coxas e eu me sentia pegar fogo. A cada toque dele minha intimidade ficava mais sensível aos movimentos que eu fazia sobre o membro dele, o prazer era maior a cada segundo.

Eu precisava beijar os lábios dele novamente e foi isso o que eu fiz. Os lábios dele eram tão viciantes e sedutores, eu não queria desgrudar mais meus lábios dos dele. As mãos dele subiam das minhas coxas chegando mais perto de onde eu incendiava, minhas pernas tremiam levemente sob as mãos dele, mas eu acho que ele nem mesmo notou, já que os meus movimentos sobre ele eram incessantes. Eu precisava dos toques dele e assim, ele me tocava mais ousado como eu desejava, sem que fosse necessário eu dizer nem sequer uma palavra, meus gemidos eram suficientes. As mãos dele subiam lentamente pelas minhas pernas até que ele tocou o meu bumbum e depois o apertou com muita vontade, fazendo com que nós dois gemêssemos contra os lábios um do outro.

Depois disso ele me beijou ainda mais forte, me puxando novamente contra ele e então ele desgrudou os lábios dele dos meus.

– Minha perfeita. – ele disse aproximando seus lábios do meu ouvido e logo mordendo o lóbulo da minha orelha. Eu comecei a lamber o pescoço dele novamente sem parar os movimentos do meu quadril sobre ele. — Amy... – eu não acreditava que ele estava gemendo o meu nome.

– Nathaniel... – eu gemi o nome dele enquanto dirigia meus lábios aos dele novamente. –... Eu... – minha voz falhava com o prazer. -... Te amo. – terminei de dizer ainda me movendo prazerosamente sobre ele. Quando me choquei com o membro dele com mais intensidade eu gemi alto, esse gemido me fez acordar daquele êxtase de prazer. O que eu estava fazendo?! Céus! Eu não estava pronta para... Eu não... Ainda não. Mas eu o queria tanto... Aquilo era tão, mas tão bom... Eu finalmente estava nos braços dele novamente, mas... Minha perfeita?! Não, de novo, não! Mas... Eu não conseguia nem mesmo livrar meus lábios dos dele... Eu pertencia a ele naquele momento. O que eu poderia fazer? É nessas horas que um desmaio repentino seria bom. Se bem que...

Eu parei de me mover sobre ele e cessei os movimentos dos meus lábios e da minha língua. Foi horrível fazer isso, quase impossível. Mas eu precisava...

O Nathaniel beijou mais uma última vez meus lábios devagar e muito carinhosamente... Droga! O que eu fiz?! Eu queria abraçá-lo novamente... – Am... – ele segurou meu rosto ainda muito próximo dele, tanto que eu queria me erguer apenas um pouco mais para beijá-lo novamente. – Eu disse para não beber tanto, Am. – eu o escutei sorrir. Ele puxou os meus cabelos com cuidado, tirando-os do meu rosto e depois disso me deitou nos braços dele. – Eu te amo, minha perfeita. – ele beijou minha testa, aquilo foi lindo. Ele pegou a minha bolsa e me carregou até a minha casa, abrindo a porta e adentrando a minha casa comigo em seus braços e fechando novamente a porta em seguida. Ele fazia parecer me carregar algo tão fácil.

Depois que ele subiu a escada comigo, ele entrou no meu quarto e me deitou sobre a minha cama de lado, eu escutei uma música e me lembrei que tinha me esquecido de desligar o rádio do meu aparelho de som. Logo o Nathaniel verificou minha pulsação e minha respiração. Tive que me controlar, já que quando ele se aproximava meu coração disparava e minha respiração se tornava descontrolada. Quando ele começou a abrir o meu vestido eu fiquei atônita. Eu estava muito nervosa. Mas ele foi respeitoso, só abriu um pouco meu vestido, me permitindo ficar mais à vontade. Eu sorri. Ele era tão perfeito...

Ele novamente tirou os cabelos do meu rosto e beijou a minha testa por um longo tempo. Ele estava sendo tão meigo... Eu não sabia que tinha como amá-lo mais do que antes. Ele fez a volta e se deitou do meu lado na cama, eu estava de costas para ele. A música “I was wrong” de “Sleeperstar” ( http://letras.mus.br/sleeperstar/1771214/traducao.html ) começou a tocar. Eu amava aquela música.

– Me desculpe, Am... – abri meus olhos o sentindo tocar meu braço esquerdo e o acariciar lentamente. -... Eu te fiz sofrer e eu me odeio por isso. – eu me surpreendi ainda mais com as palavras dele. Meus olhos marejaram no mesmo instante. – Eu nunca amei tanto alguém como eu te amo, Am. Mas mesmo assim eu errei com você, eu te traí. – meu coração poderia ter parado naquele momento, porque o que eu senti foi uma facada no peito. – Eu sei que eu não te mereço e nunca vou merecer. Desculpe-me por não coragem de te dizer isso enquanto você está acordada, mas eu não quero pensar que você não vai me perdoar. Eu sei que eu sou egoísta por não te deixar, mas eu não posso te perder, Am. – junto com as lágrimas incessantes que escorriam pelo meu rosto enquanto eu o ouvia, senti uma lágrima cair sobre o meu braço. Ele estava chorando... Por mim? Minhas lágrimas não podiam ser contidas de maneira alguma, minha mão direita segurava forte no tecido do meu vestido. Eu não acreditava que aquilo estava acontecendo. – Desculpe-me, minha perfeita. – o senti beijando a minha cabeça por um longo tempo e depois me abraçando por trás, segurando a minha mão esquerda e entrelaçando nossos dedos. Eu não podia amá-lo mais. – Eu prometo que vou fazer de tudo para te fazer feliz a partir de agora... Eu te amo, Amy. – devia ser um sonho. Minhas lágrimas continuavam rolando pelo meu rosto, mas agora um sorriso bobo também se formava neste.

Eu passei a noite toda acordada, não consegui dormir de jeito nenhum. Mas essa foi a melhor prova de que... Não havia sido um sonho, foi tão real quanto eu vivi. Eu me movimentei um pouco na cama e acabei o acordando, já que ele continuava abraçado em mim.

— Bom dia, Am. – o Nathaniel beijou o meu rosto. Eu me virei para ele e ele sorriu muito largo dirigindo os lábios dele aos meus, eu virei o rosto, o deixando sem entender o que se passava. Doía-me, mas eu tinha que fazer aquilo.

— O que aconteceu Nathaniel? – eu perguntei como se realmente não soubesse.

— Você desmaiou, Am. – ele sorriu. – Eu disse para não beber tanto. – ele continuou sorrindo para mim enquanto acariciava o meu rosto. Por que ele tinha que agir de maneira tão meiga e sincera?

— Nathaniel, essas marcas no seu pescoço... – eu apenas comecei. Ele sorriu.

— Não se preocupe, Am. Cada uma delas valeu muito à pena. – ele sorriu malicioso para mim. – E, aliás... Você também tem. — ele disse beijando meu pescoço. Eu me levantei rápido da cama e fui até o espelho, eu tinha poucas marcas arroxeadas na pele do meu pescoço, assim como ele. Ele se levantou da minha cama e me abraçou por trás, apoiando o queixo dele no meu ombro direito. – Continua linda... – ele disse beijando novamente o meu pescoço.

— Não, Nathaniel. – eu me afastei dele, saindo de seus braços. – O que aconteceu ontem? – eu perguntei fingindo não saber.

— Você não se lembra, Am? – ele perguntou parecendo surpreso.

— Não. – menti. – Quem fez essas marcas no seu pescoço, Nathaniel? – eu perguntei apreensiva. O rosto dele era confuso, mas ele logo sorriu malicioso para mim novamente.

— Não lembra mesmo, Am? – ele perguntou se aproximando novamente e me abraçando por trás de novo, lambendo meu pescoço. Eu fechei meus olhos e dei mais espaço para que ele continuasse.

— Não. – eu respondi novamente entre suspiros.

— Tem certeza? – ele mordeu o meu pescoço de leve. Eu afirmei com a cabeça, ele sorriu contra a minha pele. – Foram feitas por uma garota perfeita... Aliás, eu já disse que você é perfeita, Am? – ele beijava o meu pescoço e as mãos dele subiam pelas laterais do meu corpo, me acariciando mais à medida que os toques dele ficavam mais ousados. Eu me afastei do Nathaniel novamente.

— Eu... ? – eu comecei, nem mesmo conseguia terminar.

— Você fez as marcas em mim, Am. Não lembra mesmo? – ele perguntou parecendo surpreso.

— Não. – eu menti novamente. Eu estava confusa, nem mesmo sabia o que eu estava fazendo.

— Então... Não se lembra de quando eu disse que te amo... – ele se aproximou colocando uma mecha do meu cabelo atrás da minha orelha. Inevitavelmente eu fechei meus olhos. -... E que não é só como amigo? – abri meus olhos. Os olhos dele estavam num azul claro vidrados nos meus. Como eu conseguia mentir para ele?! Ele era o homem que eu amava... Eu fiquei sem fala. – Não se lembra de dizer que me amava também? – ele me perguntou agora mais ansioso segurando a minha mão contra o peito dele, parecendo desesperado. – E que nos beijamos... – ele beijou meus lábios muito suavemente. – E que nos acariciamos... – as mãos dele me acariciavam como no dia anterior. Eu somente suspirava com os toques dele e ele me calava com beijos ternos e carinhosos. Eu respirei fundo quando as mãos dele tocaram o meu quadril, já que me lembrei do momento em que ele apertou meu bumbum no carro dele e dos nossos gemidos contra os lábios um do outro. – Eu quero você toda para mim, Am... Quero que seja minha, minha namorada. – ele disse entre os beijos que ele dava nos meus lábios.

— Eu não posso, Nathaniel. – eu disse depois de me afastar dos braços dele e ficar de costas para ele. Meus olhos se encheram de lágrimas. Só eu sei o quanto foi difícil para eu separar meus lábios dos dele. Mas era necessário...

— Não pode, Am? – ele perguntou confuso tentando se aproximar novamente.

Eu respirei fundo e prendi as lágrimas me virando para ele. – Eu preciso de um tempo. – minha voz era muito fraca, quase inaudível. Eu não acreditei que disse aquilo, mas eu não aguentava mais tantas oscilações, até mesmo as de minha parte em tudo isso.

— Um tempo, Am? – ele perguntou e baixou a cabeça sorrindo sem humor. – Quanto tempo? – ele perguntou com a cabeça ainda baixa.

— Eu não sei... – eu comecei, mas ele me interrompeu.

— Tudo bem. Quanto tempo você precisar. – ele disse se aproximando de mim e olhando nos meus olhos que estavam marejados. – Mas eu preciso de um último beijo seu, Am. – ele disse olhando nos meus olhos e depois para os meus lábios, os quais ele beijou como nunca antes, forte e suave, rápido e devagar enquanto as mãos dele seguravam meu rosto e me acariciavam. As lágrimas que há pouco eu tinha prendido, agora escorriam pelo meu rosto sem parar e molhavam as mãos dele que me acariciavam lentamente e enxugavam assim, as minhas lágrimas. Os lábios dele e os meus se acariciavam, nossas línguas se encontravam como se nunca mais fossem se tocar. Quando nossos lábios estavam se separando ele ainda arrastou os lábios dele sobre os meus, fazendo com que o beijo durasse mais, eu não queria que acabasse. – Eu vou sentir sua falta, Am. – ele disse rouco e baixo olhando novamente nos meus olhos, e ainda segurando meu rosto ele beijou a minha testa por um longo tempo. Eu fechei meus olhos novamente sentindo os lábios dele na minha pele. – Até logo, Amy. – ele disse soltando o meu rosto e indo em direção da porta do meu quarto, pela qual ele saiu olhando em meus olhos.

Eu me atirei em cima da minha cama, onde antes ele estava deitado, minha cama ainda tinha o cheiro do perfume dele. Como eu pude deixá-lo ir?! Um tempo?! No que eu estava pensando?! Ele disse que queria que eu fosse namorada dele, isso era tudo o que eu mais queria. Eu acabei adormecendo enquanto chorava pensando nele, mas eu logo me acordei. Continuei deitada na minha cama chorando abraçada no meu ursinho de pelúcia sentindo o perfume do Nathaniel que ainda estava impregnado na minha cama enquanto escutava a música “Big girls don’t cry” da Fergie ( http://letras.mus.br/fergie/791498/traducao.html ).

Era difícil pensar no que tinha acontecido, era difícil lembrar que eu o tinha deixado sair do meu quarto novamente sem ter sido dele. Mas o que eu podia fazer? Quando eu poderia ter certeza? Eu não sabia se aquilo era tão real quanto eu pensava. Talvez... Fosse só por causa da aposta... Mas se fosse, por que ele teria se desculpado enquanto eu estava “desmaiada”? E por algo que supostamente eu não sei. Mas... Por outro lado... Ele poderia ter visto que eu estava consciente. E o que aconteceria se eu dissesse novamente o quanto eu o amo e o desejo? Nós teríamos a melhor noite da minha vida e talvez no dia seguinte o apelido que ele me deu, “senhorita perfeita”, fosse adotado a mim por todo o colégio. E o meu coração seria despedaçado novamente, o que eu não conseguiria aguentar. Eu não suportaria outra decepção. Eu queria ter, pelo menos, a amizade verdadeira dele.

Eu queria que ele fosse sincero comigo, mas é claro que eu nunca conseguiria nem mesmo inibir meus sentimentos por ele. Tê-lo como amigo já seria algo considerável, mas ser magoada por ele novamente... Ver o sorriso no rosto dele por minhas lágrimas e meu sofrimento, por amá-lo... Eu não sei como lidaria com isso novamente. Afinal, da primeira vez que ficamos, há quatro anos, nós só nos beijamos. E mesmo assim, eu praticamente entrei em depressão pela desilusão que eu tive com ele. Então... Se eu realmente fosse dele... Completamente... E ele somente me usasse... O que aconteceria comigo depois?

Eu sei que pareço exagerada, mas só eu sei o que eu senti, só eu sei quantas vezes eu chorei trancada no meu quarto... Na verdade, todas as noites, durante um ano e meio. E depois desse tempo... Eu mesmo assim não conseguia pensar nele sem chorar e tudo me fazia lembrar ele.

E... Só eu sei o quanto doía ter que sair de casa como se nada tivesse acontecido, já que o causador das minhas lágrimas se divertia mais a cada dia com uma ou mais garotas mais interessantes que eu. E o quanto eu me odiava de querer estar no lugar de cada uma delas para poder tocá-lo e beijá-lo novamente.

Por que... Mesmo sabendo de tudo... Eu não consegui me afastar dele, não é? Era tão simples e tão confuso... Um verdadeiro conflito interno. Eu não podia ficar me torturando dessa forma, eu teria que escolher entre me submeter ao que sinto ou afastá-lo da minha vida, mas essa não seria uma escolha fácil... Talvez uma das mais difíceis da minha vida. Por isso eu pedi um tempo a ele. Embora fosse muito difícil para mim me afastar dele, eu precisava disso.

Notas finais
E aí?! Não gostaram, né?! kk' Eu entendo.
Bom, eu queria pedir que me mandassem review para que eu saiba o que acharam do Cap. se puderem. Eu vou ficar muito feliz. *----*
Muito obrigada por tudo, meus lindos! Beijos! ^^
Dicas de leitura mais do que perfeitas:
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Te Beijar Ou Te Matar: https://fanfiction.com.br/historia/250509/Te_Beijar_Ou_Te_Matar_Segunda_Temporada
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When I See Your Face: https://fanfiction.com.br/historia/255061/When_I_See_Your_Face.
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