Que O Jogo Comece...
23 A mesma essência
Notas iniciais
Eu queria agradecer à todos que me mandam reviews... Eu nem acredito que cheguei aos duzentos reviews! *-* Que felicidade!
Eu também queria agradecer à linda da Minkim que deixou uma maravilhosa recomendação... Eu me emocionei. Muito obrigada fofa! De verdade!*-* E eu que a gradeço por você existir! ^^
E eu dedico esse Cap. não só à Minkim, mas à todas as lindas que me deixaram uma recomendação. Obrigada novamente garotas!
Obrigada à todos vocês leitores fofos que vivem me apoiando, não tenho como agradecer! *-*
Bom, falando agora do Cap,... kk' Ele é um P.O.V. Nathaniel e eu espero que gostem. ^^
Então... Boa leitura pessoal!
P.O.V. Nathaniel
Eu tinha ficado feliz, ela tinha aceitado a rosa branca que combinava com a pureza dela, ela tinha aceitado ir ao baile comigo. Mas minha alegria quase se extinguiu quando eu vi a Lindsay vindo na minha direção.
- Oi meu amor! – ela tentou me beijar.
- Para, Lindsay. – eu a afastei de mim.
- Eu sei que você ainda gosta de mim. – eu ri com a declaração dela.
- Eu nunca gostei de você. Ou melhor, eu gostava, mas só do seu corpo. – eu seria cruel se isso fizesse com que ela me deixasse.
- Não tem problema, meu amor. – ela disse sugestiva. – Eu também só quero o seu corpo. – ela me tocou.
- Eu já disse que não quero você. – eu estava ficando irritado. Ela tentou me beijar de novo e eu novamente me esquivei.
- Me diz o nome da vadia! Eu quero o nome dessa vadia! – ela disse me fazendo ficar mais irritado ainda.
- Eu já disse que ela não é uma vadia, Lindsay! – eu praticamente gritei. — Ela é diferente de você!
- Protegendo uma vadia qualquer dessa forma... Parece até que está apaixonado, meu amor. – ela começou a rir da situação.
- E estou apaixonado. – eu não acreditei no que disse. – Mas por uma mulher que vale a pena, diferente de todas as outras com quem eu já saí. Ela iria me matar se a Amy não tivesse chegado e a feito perceber quem era a mulher perfeita da qual eu me referia.
A Amy se jogou nos meus braços e depois colou nossos lábios. Eu a segurei pele cintura, ela me envolvia pelo pescoço e acariciava a minha nuca e me arranhava devagar e de maneira carinhosa enquanto os lábios dela se moviam lentamente com os meus. Como uma carícia podia ser tão boa?!
Pedi passagem com a minha língua para redescobrir a boca dela e ela me concedeu. Saboreei aqueles lábios doces que há muito queria beijar novamente. A língua dela acariciava a minha boca com a suavidade dos seus movimentos. Eu a puxava para mais perto de mim, deixando nossos corpos muito próximos.
Depois de muito tempo os nossos lábios se separaram e eu encostei a minha testa na dela. Um sorriso largo era perceptível no meu rosto e no dela um sorriso lindo e meigo. Ela logo disse: — Oi, meu amor. — A voz dela era tão doce e o olhar dela era tão sincero que eu me distraí com eles, nem mesmo a respondi.
- Oi Lindsay. – a Amy a cumprimentou ainda sorrindo, a intenção dela era evidente.
– Vamos meu amor? Eu tenho que falar com você a sós. – a Amy falou muito carinhosa, ela enganchou o braço dela no meu e eu respondi: — É claro minha linda. – minha. Eu beijei a testa dela e saímos caminhando, deixando a Lindsay surpresa e com um olhar mortal. Afastamos-nos cada vez mais dela.
- Eu acho que agora ela te deixa em paz. – ela sorriu. – Desculpe por te beijar, mas eu vi que ela estava te incomodando e resolvi ajudar. — Ela esclareceu. Eu já tinha entendido por que ela tinha me beijado. Mas, de qualquer forma, ela me surpreendeu com o beijo.
- Obrigado. – eu sorri e parei de caminhar. – E a propósito... – eu me aproximei e a abracei por trás, ficando com a cabeça sobre o ombro esquerdo dela. -... Você beija muito bem. – eu mordi o lóbulo da orelha dela e depois a beijei no pescoço, ainda a abraçando por trás. Ela estremeceu e eu a soltei. Ela não disse nada, apenas corou.
Nós caminhamos e nos sentamos em um banco perto do jardim. Eu a puxei para perto de mim e comecei a brincar com o cabelo dela.
- Você está bem Nathaniel? – ela perguntou me olhando de uma maneira linda.
- Estou. Por quê? – perguntei olhando para o cabelo dela, com o qual eu ainda brincava.
- Você está... Diferente. – ela respondeu e sorriu.
- Diferente? – eu sorria agora. Eu estava agindo de maneira diferente mesmo, o contrário do meu normal.
- É, você está mais... Carinhoso. – ela disse.
- Você não gosta? – perguntei.
- Eu... Gosto, mas... – eu não a deixei terminar, beijando-a e degustando o sabor adocicado daqueles lábios carnudos por tempo breve. Primeiramente ela ficou sem reação, mas depois me perguntou:
- Por que... Me beijou? – o rosto dela tinha uma expressão diferente, um misto de admiração e felicidade, o que me deixou ainda mais feliz.
- A Lindsay estava ali. – apontei para a direita. – Mas acho que ela já foi embora. – eu sorri. Obviamente, era brincadeira. Eu só queria beijá-la.
- Faz sentido. – ela disse envergonhada, olhando para o chão. A mão direita dela subiu até a minha nuca e ficou me acariciando, deslizando seus dedos suavemente sobre a minha pele e me arranhando de leve com as suas unhas, fazendo com que eu me arrepiasse com o seu toque delicado. Eu a olhei confuso e ela disse: — Você está carente, não é? – ela sorriu. — Você cuida de mim e é muito carinhoso comigo, eu quero cuidar de você também. — eu fechei os olhos com a carícia dela e inclinei a cabeça para trás, contra a mão dela, implorando com aquele gesto que ela não parasse de me fazer aquele carinho, a minha nuca era o meu ponto fraco e ela pareceu notar isso. Infelizmente o sinal soou um pouco depois e ela parou de me acariciar. Eu fiz cara de desapontamento e ela sorriu. – Desculpa, mas nós temos que ir para a aula. – ela me lembrou e me fez um último carinho, ainda mais suave. Fechei os olhos e sorri. – Muito obrigado. – eu disse e beijei a testa dela. – E não se preocupe, eu vou saber te retribuir depois... Mas antes só tenho que achar seu ponto fraco. – ela sorriu junto comigo.
- Eu duvido que você ache meu ponto fraco. – ela disse sorrindo.
- Por quê? — eu imaginei os possíveis motivos para isso... Maliciosamente, é claro.
- Por que nem eu mesma sei. – ela respondeu sincera.
- Eu terei prazer em achar para você. – eu passei a mão na nuca dela, acariciando-a. Ela se arrepiou, mas nada fora do normal.
- Acho que não é a sua nuca. – considerei com um sorriso divertido.
- É, acho que não. – ela sorriu.
Eu fui até a sala de aula dela acariciando-a em várias partes do corpo com sutileza e discrição, cuidando para que os outros não vissem a minha mão percorrendo o corpo dela... Primeiro o pescoço, depois a orelha, o rosto, logo passei a mão pela coluna dela... Faltavam poucas partes do corpo dela que normalmente são sensíveis para serem exploradas pelas minhas mãos. Ela correspondia com arrepios, tremores e leves gemidos contidos. O meu sorriso se tornava cada vez mais malicioso e os meus toques mais ousados, mas eu a respeitava veemente.
Fui obrigado a parar de tocá-la quando chegamos à aula dela. Ficamos sorrindo um para o outro e depois eu a abracei. A mão dela foi novamente para a minha nuca.
- Quer que eu não te solte mais? – minha voz era rouca. Ela entendeu que eu perguntava isso devido a ela estar me acariciando.
- Até mais, meu amor. – ela disse e me beijou no rosto sorrindo, lembrando assim, da cena com a Lindsay.
- Até mais minha linda. Eu vou te esperar no final da aula. – eu disse sorrindo para ela que sorriu em confirmação.
Eu caminhei pelo corredor até a minha sala. Sentei-me em uma das classes do fundo.
- Como vai a Amy? – era o Simon, sorrindo provocativo.
- Ela está bem. – eu sorri feito bobo, só por ter ouvido o nome dela.
- O amor é lindo, não é?! – ele perguntou zombeiro, olhei-o com um ar assassino. – Está bem, eu paro... – ele disse. –... Ou não. – completou baixo. – Ela também está apaixonada assim como você? – ele perguntou agora mais sério.
- Eu não sei. – respondi pensativo.
- Como assim não sabe?! – ele perguntou. – Você é Nathaniel Collins, não é? – ele me olhou semicerrado.
Ele tinha razão. Onde estava toda a minha confiança? Eu sou irresistível. Nunca, em toda a minha vida, eu fui rejeitado, eu não seria agora. Mas... — Ela me desconcerta. E ela é tão inocente e ao mesmo tempo... Tão sedutora... – eu me lembrava das vezes que ela me fez querer protegê-la e das vezes que ela havia me deixado excitado. Eu olhava fixamente para o nada.
- Se você, aquele imoral que eu conhecia, mudou tanto apaixonado, eu nem quero pensar no que me espera. – ele falou achando graça.
- Quem disse que algum dia você vai se apaixonar? – perguntei divertido.
- Acha que é um luxo só seu?! – ele perguntou rindo.
- E por que acha que é um luxo? – eu continuava rindo.
- Você fica rindo feito um retardado, mesmo que vocês nem estejam namorando, parece ser algo bom. – ele disse ainda rindo e como se fosse óbvio. Eu apenas ri da declaração.
O professor chegou à sala e paramos de conversar.
A aula passou muito devagar, como sempre. Mas finalmente eu poderia abraçar a Amy de novo.
Eu cheguei perto da sala dela e a vi saindo da mesma. E logo atrás dela o “Nikael”.
- Minha linda... – eu beijei a testa dela enquanto segurava seu rosto. -... Estava com saudade. – eu a olhei nos olhos, ela me olhou surpresa.
- Nathaniel... A Lindsay não está aqui. – ela disse baixo, de modo que só eu a ouvi. Eu ainda a olhava nos olhos, mas logo a abracei.
- Eu sei. – eu disse enquanto a abraçava. Soltei-a devagar. O “Nikael” nos olhava, mas logo se despediu da Amy e saiu.
Fomos até o meu carro e conversamos durante todo o trajeto até a nossa rua. Eu a fazia rir e ela me fazia sentir o homem mais sortudo do mundo.
- Entregue, sã e salva. – disse tirando o cinto de segurança. Ela sorriu.
- Obrigada. – ela disse e me deu um beijo no rosto depois de tirar o cinto de segurança. Ela foi abrir a porta do carro, mas eu a impedi.
- Eu abro para você. – eu disse.
- Não precisa. – ela disse e tentou abrir a porta novamente. Eu segurei a mão dela e ela parou. Eu sorri e ergui as sobrancelhas e ela aceitou.
Eu saí do carro e fiz a volta no mesmo, logo abrindo a porta para ela. Ela me agradeceu com o olhar.
- Mais tarde eu vou à sua casa. – eu disse e ela me olhou um pouco surpresa.
- Tudo bem. – ela sorriu confusa.
- Você ia sair comigo, esqueceu? – eu não tinha esquecido, apenas a esperei melhorar da anemia.
- É claro que não esqueci. Até mais então. – ela disse sorrindo e saiu caminhando em direção a casa dela.
- Eu quero mais um beijo. – eu disse fingindo cara de desapontamento. Ela sorriu e fez o que eu pedi.
- Eu gosto de você carente. – ela disse com um sorriso meigo no rosto enquanto passava a mão pelo meu rosto e olhava nos meus olhos.
Eu a puxei pela cintura e a abracei. – E eu gosto de você de qualquer forma. – eu disse e a beijei devagar no pescoço, arrastando meus lábios sobre a pele nua e macia dela. Ela estremeceu com o toque dos meus lábios. — Até daqui a pouco Am. – disse e a soltei lentamente dos meus braços.
- Até mais Nathaniel. – ela respondeu meio ofegante e corada e logo entrou em casa.
Eu entrei na minha casa e vi meus pais na sala. – Boa tarde. – eu disse rápido e me dirigi à escada.
- Boa tarde. – os dois responderam em uníssono.
Tomei banho, me vesti. Depois de terminar de me arrumar fui até a casa da Amy. Apertei a campainha e a minha futura sogra me atendeu.
- Oi Nathaniel! Quer falar com a Amy, não é? – a minha doce futura sogra perguntou.
- Sim, mas antes eu queria falar com o Sr. Hansen, eu poderia? – perguntei.
- Ah... É claro. – eu acho que ela não entendeu a minha intenção.
- Obrigado. – agradeci. A minha futura sogra saiu.
Fiquei esperando e logo vi o pai da Amy. – Sr. Hansen. – cumprimentei-o.
- Nathaniel. O que queria falar comigo? – meu futuro sogro perguntou.
- Sr, eu queria saber se posso levar a Amy para sair comigo. – eu achava melhor ser direto.
Ele sorriu. – Eu achei que já estivessem saindo. – eu não esperava essa reação, embora o pai da Amy sempre parecesse um homem bom.
- Não, nós... – continuei tentando achar as palavras certas.
- É melhor cuidar bem da minha filha, Nathaniel. – ele disse ainda divertido. Eu sorri.
- Obrigado Sr. Hansen. Não irá se arrepender. – disse apertando a mão de meu futuro sogro.
- Assim espero. Divirtam-se. – ele respondeu e eu acenei com a cabeça, tinha um grande sorriso nos meus lábios. Ele saiu de onde estávamos. Logo a Sra. Hansen voltou.
- Você já sabe onde é o quarto da Amy, não sabe? O que está esperando?! – a mãe da Amy parecia tão animada quanto eu. Eu sorri e subi a escada.
Andei pelo corredor até a segunda porta à esquerda, o quarto da Am. Eu logo parei quando escutei um som alto, eu conhecia aquela música. A porta estava entreaberta e eu pude vê-la. Ela estava dançando, de uma maneira que eu nunca a tinha visto antes... Tão sexy que estava me deixando excitado apenas por vê-la. Ela usava uma camiseta colada e um short. Estava de olhos fechados rebolando até o chão com uma mão na cabeça e a outra na coxa direita, pelo reflexo no espelho eu via no rosto dela uma expressão sedutora e confiante. Eu a queria... O Nathaniel imoral, como me chamava o Simon, voltou naquele momento... Eu não tinha perdido a minha essência.
Notas finais
Bom, até mais gente, beijos! ^^
Dica de leitura: https://www.fanfiction.com.br/historia/222258/Te_Beijar_Ou_Te_Matar
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