Quase sem querer

12 Que eu vejo o mesmo que você


Notas iniciais
Eu não sabia com que cara ia aparecer aqui pra vocês hoje, nao posto nada desde novembro e nós ja estamos em maio... Mas enfim, quero dar uma explicaçao pra vocês, explicar porque parei por tanto tempo com a história, e porque parei de entrar no fã clube, o motivo é a falta de tempo, que me acarretou a falta de criatividade pra continuar a fic, e então tinha achado melhor parar com ela do que estragá-la com capítulos ruins, mas, tiveram algumas pessoas insistindo para que eu voltasse a publicá-la, e aqui estou eu para tentar mais uma vez. Eu não sei o que vai acontecer, como vai decorrer mas eu estou disposta, e espero que, vocês, que eram leitores de QSQ, possam voltar, aparecer aqui para participar desse momento comigo. O capítulo a seguir está pronto há algum tempo, espero que gostem e dependendo da reciprocidade de vocês eu volto. Por favor me ajudem, caso vocês conheçam alguém que lia a história, a divulgá-la, e deixem o user de vocês nos comentários, por favor de novo e muito obrigada. PS: Estou digitando e postando pelo celular, perdoem-me quaisquer erros e pretendo betar o capítulo em breve.

As pontas dos nossos narizes se tocaram e calmamente nossas bocas foram se roçando até ele puxar meu lábio inferior, dando início a um beijo calmo. Uma lágrima escapou, misturando seu sabor salgado ao sabor único que nossas línguas formavam ao se enlaçarem.

Ele passou uma mão da minha bochecha até meu pescoço e por fim por entre meus cabelos segurando-me ali naquela região. Uma mão minha estava imóvel, e a outra por cima da sua, que ainda estava em minha cintura.

– Por favor, me perdoa – Ele disse dando breves beijos em minha boca — Por favor... – Ele começou a distribuí-los por meu rosto e logo desceu para o meu pescoço me causando um arrepio, e ali deixou um chupão com mordidinhas e lambidas, me fazendo arfar e sentir minha calcinha umedecer. Arrastei as unhas por suas costas desnudas e deixei um gemido escapar por entre meus lábios quando nossas intimidades se chocaram. Com muita facilidade ele tirou o cropped que eu vestia e libertou meus seios do sutiã tomara que caia. Estavam rijos devido a tesão que eu estava sentindo. Senti sua língua percorrer toda a extenção do meu colo até chegar entre os seios e começou a chupar um deles. Murmúrios soavam da minha boca.

Escorreguei minha mão até o botão de sua calça jeans, descendo zíper e a mesma caiu no chão e com os pés ele se livro dela.

O som da chuva caindo la fora já era bem audível. Fomos pra cama e ele se posicionou por baixo de mim. Ele estava com as costas escoradas na cabeceira da cama. Sentei em seu colo e minha intimidade latejou ao sentí-lo duro. Comecei a movimentar meu quadril de forma lenta e gostosa e depois fui acelerando até cavalgar em cima dele que estava com a cabeça tombada pra trás.

– Chega, Karina – Ele disse com a voz totalmente falhada e sem tempo de hesitação começou a tirar minha calça junto a calcinha que em poucos segundos eu já nem sabia onde se encontrava e ele mesmo arrancou sua boxer preta. Girou nossos corpos invertendo nossas posições e me penetrou fundo logo de uma vez.

Um grito estridente saiu da minha boca e eu finquei as unhas em suas costas. A velocidade era extrema e minha garganta doía devido aos meus gritos que se tornavam um como o barulho dos trovões e os flashes de relâmpagos, que me permitiam enxergar seus olhos transbordando em luxúria. Minha voz falhava. Apertei minhas mãos entre os lençóis e senti meu útero contrair esmangando seu membro e um líquido quente escorreu lambuzando minhas coxas. Os cabelos dele estavam úmidos e soados não diferente de mim. Ele descansou o seu membro dentro de mim e eu soltei um suspiro longo. Logo ele saiu por completo, e relaxou o corpo ao lado do meu. Rolei na cama de modo a encará-lo e ele sorriu serenamente. Abraçou meu corpo colando-o ao seu e me apoiei sobre o seu peitoral.

– Pedro... – O chamei
– Hum?

– Eu acho que ainda te amo

Eu tenho certeza de que ainda te amo – Ele beijou minha testa e eu deixei que minha pálpebras se fechassem.

Na manhã seguinte acordei com o corpo dolorido e cansado.

Abri meus olhos com dificuldade devido a claridade do sol que atravessava a janela.

As mãos de Pedro me seguravam forte, nossas pernas estavam entrelaçadas e eu sentia o ar quente de sua respiração tranquila batendo em meu ombro.
Eu não havia sonhado. A noite de ontem realmente existiu. O quê vai acontecer agora?

Um frio percorreu minha espinha ao pensar naquilo, estava me sentido perdida e sem saber como reagiria quando ele acordasse.

– K? – Sua voz me despertou fazendo meu corpo estremecer – tá acordada? – Me virei ficando de frente pra ele

– Sim. Bom dia, guitarrista

– Bom dia, esquentadinha. – Fiz um bico pensativa

– O quê acontece agora? – Ele puxou o ar para seus pulmões

– Eu não sei... Pode começar me chamando de Pê novamente, que tal? – Sorri abertamente e ele me puxou mais contra seu corpo e afagou meus cabelos. – Volta pra mim?

– Promete que não vai deixar a Bianca te pagar por um noivado? – Ele riu divertido

– Prometo não aceitar o dinheiro.

– Ótimo.

– Isso é um sim?

Sim – Pedro sorriu rolando por cima de mim e me beijou.

Notas finais
E ai anjos? O quê acharam? Comentem por favor, vai ser importante, preciso saber algo da parte de vocês, se terá algum retorno, e no proximo farei alguns avisos importantes sobre algumas mudanças na fic. Beijos caramelados! 💞 #TeamPerina