Notas iniciais
Aqui estamos nós com os ultimos dois capitulos da história. Estes vão mostrar a progressão de alguns personagens depois da guerra que terminou o anime. Bjs, divirtam-se lendo, me deixem comentário ♥ e me desculpem a demora em postar ;)

Harbinger estava até o pescoço de trabalho. Como atual Mestre do Santuário e Líder dos 88 cavaleiros, ele tinha diversas obrigações – algumas fáceis e outras difíceis. A mais difícil era estar sempre checando a localização das armaduras sagradas e potenciais cavaleiros e amazonas para cada uma. Com o final da Grande Guerra o Santuário sofreu diversas baixas e o numero de cavaleiros foi drasticamente reduzido! Mesmo sendo uma tarefa difícil, ela estava no topo das prioridades.

Já a tarefa mais fácil – e que ele adorava fazer – era visitar a vila ao pé do Santuário. Pacifica e cheia de vida, era o mais profundo prazer de Harbinger visitar o local e ver os moradores, cumprimenta-los e assistir crianças brincando na rua. Destas suas visitas, uma vez tomou o grande susto de ver Seiya e Seika juntos. Ver o cavaleiro de Sagitário sem sua armadura de ouro e aproveitando um merecido descanso foi bastante divertido para ele – tanto quanto conhecer e conversar com Seika.

Enquanto isso, Seiya seguia o cavaleiro mais próximo de Atena e uma ‘novidade’ correu as Doze Casas. A deusa e o cavaleiro de Sagitário eram namorados. Não era novidade para muitos isso, mas para Fudou, Paradox e Harbinger quilo era a maior e mais inédita notícia! Já sabiam que a relação do cavaleiro e da deusa não era normal depois do que aconteceu no castelo de Pallasvelda; mas aquele nível de relacionamento era outra história.

Kiki não pode deixar de achar muita graça naquilo tudo. Ele aproveitou para explicar como o relacionamento dos dois funcionava junto de Shaina e ambos acalmaram os ânimos sobre a repercussão que aquilo poderia ter entre os deuses (eles explicaram todo ocorrido com Artemis, Apolo, Deméter e sobre a discussão com Zeus).

Como a relação de Atena e Seiya se baseava em respeito, carinho e apoio, não havia nada demais e era algo bonito e delicado de se ver a cada gesto, toque ou troca de olhares que os dois as vezes davam quando sozinhos ou discretamente durante o trabalho.

Kiki voltou para Jamiel junto de Raki para trabalhar nas armaduras danificadas em batalha. E eram muitas! Armaduras de ouro, prata e bronze precisavam urgentemente de cuidados e ele aproveitaria para deixar Raki trabalhar bastante também. Bastante apegada a Kiki e querendo aprender cada vez mais, Raki adorou cada segundo de conserto que ambos tiveram.

Em uma manhã que Kiki foi buscar mais pó das estrelas para os reparos, Raki aproveitou para matar sua curiosidade. Em um lugar especial no castelo estava a sala onde a armadura de ouro de Áries ficava guardada. Não saia de sua cabeça que ela viu um homem de cabelos roxos nas costas de Kiki em Pallasvelda! Queria muito saber quem era. Sua única certeza era que também foi um cavaleiro de ouro de Áries.... Mas quem?

A menina revirou tudo! Procurou em livros e pergaminhos por alguma informação e até tentou usar telecinesia na armadura de ouro. Sem resultados! Apenas um erro de energia que fez uma estante desmoronar e Kiki – que estava próximo – sair correndo verificar o que era. No castelo ele encontrou Raki sobre os livros e vários outros arquivos revirados.

Kiki tendo passado um enorme bronca em Raki e cuidado de um pequeno ralado que fizera, questionou o porque dela ter feito aquela bagunça. Raki se explicou e Kiki se surpreendeu em saber a curiosidade da menina. Ele a levou para o ultimo andar do castelo e pegou um livro de seu quarto. Um livro especial e muito bem preservado, cuja capa marrom era adornada em dourado e possuía o símbolo da constelação de Áries na capa.

Raki jamais se esqueceria daqueles nomes e histórias tão especiais que fizeram Kiki até deixar uma lágrima escapar. Eram os mestres de seu mestre! Mu e Shion de Áries. Suas histórias e a de Kiki deram a Raki outra visão sobre o significado de ser o cavaleiro de Áries e a vontade de ser a futura Amazona que levaria a honra de usar aquela armadura.

Enquanto todos procuravam se ajustar, Atena designou uma importantíssima tarefa a Hyoga: cuidar da armadura de Aquário. Graças a Marte os sentimentos negativos da armadura se tornaram mais intensos e criaram vontade própria. Aquilo não podia em hipótese alguma ficar assim!

Ele levou a armadura para Sibéria e a postou junto aos túmulos que cuidava e as outras armaduras. Lá estavam elas! Uma caixa de um delicado azul, quase transparente e brilhante como as estrelas preservava a armadura de Cristal. Uma caixa desenhada em bronze e dourado preservava as Escamas de Kraken. Uma caixa dourada e bela preservava a armadura de ouro de Aquário. E uma caixa prateada ao lado preservava a armadura de bronze de Cisne.

Hyoga as posicionou juntas e deixou seu cosmo ressoar com a das quatro armaduras. Ele esperava acalmar e pacificar a armadura de Aquário a deixando em contato com outras cosmo energias puras e pacificas em um lugar sossegado. Estava funcionando, mas ainda faltava algo.... Água! Se era a armadura de Aquário ela precisava de água.

Hyoga pediu ajuda a velhos amigos para isso. Poseidon e Sorento não se importaram em deixar o cavaleiro usar o templo submarino até o tranquilizar da armadura – este foi um sucesso! Finalmente a boa armadura que ele conheceu quando seu mestre Camus a vestia estava de volta. Brilhosa e forte novamente, a armadura escolheu Hyoga para tê-la.

Como se toda agitação no Santuário não fosse suficiente, Hyoga apareceu com aas armaduras de Cisne e Aquário junto de Poseidon e Sorento. No caminho ele teve bastante temo para pensar se assumiria ou não a armadura de Aquário e acabou por decidir que sim! Um novo cavaleiro de ouro agora ascendia: o Cavaleiro de Ouro de Aquário, guardião da 11ª casa do zodíaco, Hyoga!

Os amigos comemoraram com ele horas sua promoção e aproveitaram as presenças de Poseidon e Sorento para se divertir e colocar o assunto em dia – quando Tetis veio buscar seu imperador e o general para lembrar-lhes que precisavam devolver as escamas de Kraken para o templo foi uma confusão. Ver uma sereia em terra passando bronca em um deus e cantarolando pelo Santuário foi belo, divertido e trabalhoso – já que sereias possuem vozes hipnóticas e Tetis e Shaina não se davam muito bem.

Enquanto os assuntos do Santuário eram resolvidos, outros amigos e jovens cavaleiros tentavam seguir suas vidas e caminhos.

Notas finais
O começo do verdadeiro final da história esta aqui e logo vai ser concretizado! É que acabo de perceber que esqueci um importante detalhe na parte dois... então aguardem apenas mais um pouquinho pf o/ E é claro finalizamos este capitulo com a bela imagem da Pallas sendo maravilhosa como ela é!