Quando te vir canta para mim...

5 Introdução (5º parte 1/2)


Notas iniciais
Oi achocolatados! Como vão todos? Espero que bem porque eu passei praticamente o dia inteiro a estudar para o exame final de matemática de amanha de manha! Para descontrair um pouco vim escrever mais um capitulo. Agora aviso que têm de começar a ficar atentos que ainda vai complicar mais a história. Até ás notas finais ^^

Duas crianças corriam alegres, uma menina e um menino de cabelos roxos, corriam com um sorriso enorme no rosto, dava para perceber a alegria nos seus olhos, os pais nunca estavam lá, eram ambos deixados sozinhos naquela grande mansão com jardins mas eles eram felizes. Rodopiavam e rebolavam na relva. A noite caía, a mais nova, cansada era carregada pelo mais velho nos braços, era uma diferença de um ano. O mais velho sentou-se na cama, enquanto a mais nova foi buscar um livro grande e pesado de capa de couro castanha.

Kamui Aki: Lês para mim outra vez???

Kamui Gakupo: O papá volta a que horas?

Kamui Aki: Ás 3:00 da manhã. E ainda são 23:00, a empregada só nos vem ver às 00:30.

Kamui Gakupo: Então vou começar…

Pigarreou e começou o conto que tantas vezes teria lido e que, nunca se cansou de ler “Numa terra distante, um dragão grande e mau rondava o reino, era imponente e não tinha qualquer clemencia…”.

Kamui Gakupo e Kamui Aki eram dois irmãos de 9 e 8 anos respectivamente, filhos de um pai ausente devido a trabalhos no reino e órfãos de mãe que tinha sido assassinada, o reino tentou abafar algo que eles não sabiam ao certo o que era. Poucas eram as memórias que eles tinham da mãe, só sabiam que aquele livro era a sua única herança. O seu pai proibira-os de sequer tocar ou menciona-lo. Mas eles quando sozinhos iam buscar o livro e liam-no juntos. Era sobre um dragão que matava e aterrorizava reinos e que teria sido confinado no subsolo, protegido por uma guardiã provida de magia e trancado com uma diva, que cantava para o controlar, que estupidez não é? Mesmo assim as duas crianças na sua inocência, adoravam. No livro mostrava também uma entrada com um mapa, um pequeno buraco para comunicação.

Um dia, por estupidez ou por simplesmente curiosidade, as crianças resolveram seguir o mapa daquele livro. E não é que encontraram um buraco, lentamente aproximaram-se . Olharam escondidos atrás de um arbusto, espiando. Conseguiam ouvir um lindo canto.

???: Dó, Ré, Si, Lá, Dó…

???: Não, não, não, o ultimo Dó é de cima não de baixo…

???: Mas Tete…

???: Vamos lá começar de novo.

Um rapaz loiro mais ou menos da mesma idade deles aproximou-se batendo palmas alegremente.

???: Lindo como sempre Rin!

Kagamine Rin: Mas eu enganei-me Len, ainda não é prefeito…

Kagamine Len: Mas vais conseguir! Sr. Kasane está bonita como sempre…

Kasane Teto: Não me trates por Sr. que me fazes sentir velha.

O loiro baixou-se sorridente á beira do buraco. Já era tarde e os dois irmãos iam embora quando ouviram um rugido. A mais velha de dentro do buraco despediu-se e deixou o pequeno a conversar com a menina de dentro do buraco. Não percebiam muito bem o que diziam mas pareciam um pouco tristes. Fizeram de novo a grande caminhada de volta a casa. Nunca mais leram a história da mesma maneira, afinal, naquela noite descobriram aquilo que estava escondido nas sombras da sua família. A sua pequena leitura infantil era real.

Notas finais
Este é mais pequeno que os outros pelo seguinte problema, se eu escrevesse até ao fim ia ficar muito grande e ainda mais confuso, prefiro que fique um pouco mais pequeno visto que nesta fic os capitulos de intro são pequenos. Espero que tenham gostado. Kisses de chocolate ^^