Quando te conheci

28 Capítulo 27 - Somos amor até o fim!


Notas iniciais
Chegamos ao fim...

OS MESES PASSARAM

Sofia e Patrício estavam mais unidos e apaixonados que nunca tinham feito amor por diversas vezes, ela amava estar entre os braços dele, sempre gostava de estar nos braços dele. Dionísio e Refúgio tinham feito amor logo que o resguardo tinha acabado e tinha sido de modo intenso regado de prazer e de gritos de gozo.

Augusto estava namorando e apaixonado pela menina que queria casar com ela. Olívia estava noiva e isso tinha causado uma confusão terrível com Dionísio que não queria de maneira nenhuma. Era o dia do casamento de Sofia, todos já estavam lá, eles se casariam em um jardim de um lindo hotel que ela tinha escolhido.

La estavam as cadeiras e tudo que seria necessário naquela organização. As pessoas começavam a chegar e se acomodavam, Patrício estava junto ao pai eles olhavam as pessoas, Dionísio sorria e apertava o filho.

DIONÍSIO ‒ Está preparado, meu filho?

PATRÍCIO ‒ Acho que vou ficar com coração na boca. Se eu não morrer hoje não morro nunca mais, papai. ‒ Ele falou todo feliz.

DIONÍSIO ‒ Vai ser feliz, muito feliz, tenho certeza que vocês dois serão mais que felizes!

PATRÍCIO ‒ Eu já sou feliz, pai, mas estou muito nervoso é uma sensação muito estranha eu tô com medo sei lá e se ela não vem. ‒ Ele suava frio.

Dionísio viu Refúgio vir em sua direção, estava linda em um vestido azul a filha nos braços usava um vestido rosa cheio de babados. Ele beijou a esposa e depois viu ela beijar a testa do filho.

DIONÍSIO ‒ Como minha nora está, amor? Ela já chegou ou desistiu? ‒ Ele riu.

REFÚGIO ‒ Ela está linda, perfeita, doida para entrar aqui desesperada achando que nosso filho não está esperando ela. ‒ Ela deu um suspiro depois começou a rir.‒ Eu não sei o que esses dois tem com essa coisa de que alguém não vai ao casamento. Os dois estão aqui loucos para casar um com outro porque estão pensando uma besteira dessa? Eu tenho absoluta certeza de que mesmo se eles pudessem não desistirem do casamentos, eles tem plena certeza do que estão fazendo. ‒ A bebê ficou babando e olhando para ele.

Ele pegou a filha que já tinha 6 meses era toda uma mocinha.

DIONÍSIO ‒ Essa princesa esperta, tá quietinha por que, sua arteira? ‒ Ele riu e a filha gargalhou.‒ Minha filhona, papai te ama muito!

Refúgio ficou olhando aquela festa linda e prestando atenção que era realmente um momento maravilhoso da família.Se alguém dissesse a ela muitos anos antes que aquilo seria possível ela diria que era mentira. Tinha sofrido tanto e começar do casamento o primeiro casamento de modo tão grosseiro e tinha sido tão maltratada que seria impossível acreditar que algum dia ela teria a felicidade que tinha agora.

E ela agradeceu a Deus por todas as coisas que tinha acontecido em sua vida. Se sentiu a mulher mais especial e sortuda do mundo e viu a filha toda linda no colo do pai e viu que ela ela também mais uma vez o fruto do seu amor por Dionísio.

Logo a cerimônia começou e quando Sofia surgiu no final daquele tapete linda como uma princesa e viu seu amor os olhos lacrimejaram e segurando forte as mãos do pai ela disse.

SOFIA ‒ Papai, não me deixa cair!

Juntos, eles caminharam até chegar ao altar, Victoriano parecia que ia infartar de tão feliz que ele estava o rosto vermelho aquela expressão de amor de entregar a sua filha ao homem que ela amava. Quando ficou o diante de Patrício ele parecia que ia explodir e os dois se cumprimentaram e ele entregou sua filha depois de beijar a testa dela e desejar que fosse feliz e foi para Inês ficar ao lado dela no altar.

Era o dia mais feliz da vida da família Santos e da vida da família Ferrer. Inês apertou as mãos do marido de modo leve.

INÊS ‒ Você está bem, amor?

VICTORIANO ‒ Eu acho que eu vou infartar aqui mesmo! Acho que eu vou cair aqui na frente de todo mundo passar vergonha porque minha filha está casando.‒ Ele falou todo divertido e era verdade. ‒ Mas, Dionísio estava muito mais, parecia mais nervoso e mais tenso que qualquer outra pessoa aí. ‒ Ela sorriu.

INÊS ‒ Quero ver quando for Olívia! Ele vai ter um treco.‒ ela olhou a filha. ‒ Nossa filha está linda!‒ os olhos enxeram-se de lágrimas.

VICTORIANO ‒ Só não mais que a mãe dela. ‒ sorriu e piscou para Inês.‒ Nunca mais que a mãe dela.

INÊS ‒ Obrigada, amor. ‒ Ela sorriu e o beijou de modo leve.

Assim o casamento seguiu. Quando a cerimonia terminou eles ficaram ali no hotel onde a festa seria no salão e depois todos dormiriam ali. Dionísio e Victoriano tinham alugado todos os quartos do hotel para que ficassem ali mesmo.

Inês e Refúgio cuidavam de tudo da organização da festa para que tudo fosse perfeito e tudo ocorreu exatamente como elas tinham planejado. A festa foi longa e quando a madrugada deu sinal eles terminaram a comemoração. E assim todos foram para seus quartos

NO QUARTO DE OLÍVIA...

Leandro entrou no quarto de mansinho em silêncio, não devia estar ali, mas estava morrendo de saudade de Olívia e não ia passar a noite longe dela de maneira nenhuma. Ele viu ela sentada na cama e foi até ela a beijando.

LEANDRO ‒ Meu amor, ahh, vamos fazer amor! ‒ Ele sorriu beijando ela com fervor.

OLÍVIA ‒ Se papai aparecer aqui, ele vai matar você! ‒ Ela falou já beijando ele virando por cima dele na cama. — Você sabe muito bem que papai não aprova nosso namoro! Mas a gente nem liga, está cada vez melhor. ‒ Ela falou já tirando a roupa e beijando ele.

LEANDRO ‒ Nós somos noivos, Olívia. Vamos nos casar e seu pai não vai ter que aprovar mais nada. ‒ Ele riu leve e acariciou os seios dela. ‒ Que delícia você é, meu amor! Que delícia és!

OLÍVIA ‒ Ele fica brigando, amor, mas se você for olhar ele deve tá lá no quarto dele fazendo também! Falando coisas bonitas para minha mãe fazendo amor com ela! Eu sei que ele adora o mesmo que nós estamos fazendo nesse minuto, que é ser apaixonado. Meu pai faz isso o tempo todo só que ele não quer que eu seja assim também!

Ele a beijou.

LEANDRO ‒ Não vamos falar do seu pai, amor.

LEANDRO ‒ Vamos falar de nós e do nosso amor. ‒ Ele sorriu e beijou os lábios dela com paixão. ‒ Eu te amo, Olívia!

OLÍVIA ‒ Eu também te amo muito, te amo mais que tudo!‒ Ela agarrou ele beijando mais me deixando que ele fosse a melhor companhia que podia. — Eu quero estar sempre assim com você, meu amor e um dia nós que vamos nos casar.

LEANDRO ‒ Nós vamos nos casar em breve! Em breve, Via, não quero seu pai atrapalhando nosso amor.‒ Ele a beijou e sorriu. Encaixou ela em seu corpo e entrou dentro dela com precisão.

OLÍVIA ‒ Ahhhhhhh, Leooooo!‒ Ela moveu o quadril correspondendo a ele, gostava da companhia dele tanto quanto ele gostava dela. Quando ficavam juntos, ela ficava completamente entregue.‒ É maravilhoso ter com quem dividir a vida!

Ele beijou os seios dela e sugou apertando a cintura dela sobre seu corpo, movia com intensidade e desejo.

OLÍVIA ‒ Eu sempre vou querer estar com você, meu amor, bem junto de mim. Você é o meu amor!‒ Ela falava toda feliz reafirmando com ele aquele amor de todo sempre.

LEANDRO ‒ Eu te amo! Te amo, Via!

Ela se entregou mais uma vez nos braços de seu amor e juntos eles provaram que o amor vence todas as batalhas e que mesmo o pai dela não autorizando nem permitindo aquele namoro os dois estavam felizes encontramos sempre um jeito de desfrutar um ao outro. Os dois foram maravilhosamente brindados com o gozo e felicidade eternos naquela noite...

QUARTO DE PATRÍCIO

Sofia saiu do banheiro usava uma camisola branca e uma calcinha bem pequena que a mãe tinha lhe dado. Patrício sentiu o coração acelerar, a imagem da sua esposa era tão perfeita e tão maravilhosa que ele nem sabia como reagir aquilo.

Tinham dividido muitas vezes muitas noites de amor, mas naquele momento era tudo tão especial. Ele apenas olhou a sua amada.

PATRÍCIO ‒ Amor, Sofia, você está linda.

Ela sorriu vermelha para ele.

SOFIA ‒ Meu amor, estou mesmo? ‒ Ela parou em frente a ele estava envergonhada.‒ Você está linda, meu amor, eu nunca vi você tão maravilhosa como você está hoje.

PATRÍCIO ‒ Você sempre foi perfeita e linda, mas hoje está muito mais! ‒ Ela sorriu e o beijou com carinho.

SOFIA ‒ Te amo, Patrício, meu amor, meu marido.

PATRÍCIO ‒ Eu te amo muito mais, Sofia, você é a mulher da minha vida e eu quero te fazer a mulher mais feliz do mundo.

Foram essas as lindas palavras que ele disse a ela. Ela se sentou no colo dele e o beijou mais. Ele foi delicado com ela passando a mão em todo corpo dela e massageando cada parte porque queria que ela sentisse bem era a noite de núpcias deles.

Fui beijando os braços dela depois do pescoço depois do colo desceu pela barriga e voltou a boca enquanto o beijava acariciava as pernas dela apertando tocando sentindo cada pedaço do seu amor. Queria que ela sentisse o corpo vibrar de prazer com ele que se sentisse mulher a mulher dele.

Ela acariciou os braços dele. Ele continuou carinhoso e cuidadoso com ela e foi deslizando carinhosamente suas mãos beijou mais e por fim desceu a alça da camisola experimentou os seios dela sugando. Ficou ali passeando seus lábios nos seios do seu amor durante algum tempo. Era delicioso e maravilhoso.

PATRÍCIO ‒ Perfeita para mim!

Ela gemeu e puxou os cabelos dele se sentindo inundar de prazer. Queria aquilo, queria prazer o prazer que só tinha sentindo com ele, que só ele era capaz de dar a ela.

SOFIA ‒ Ahh amor, amor eu te quero!! Te quero muito!

Ouvir isso Patrício desceu completamente a camisola dela deixando ela nua. Puxou lentamente a calcinha dela e abaixou sua cueca exibindo membro enorme duro para ela e puxou o seu amor até que. Ela se encaixasse e ele pudesse deslizar para dentro dela escorregando lentamente.

Ela gemeu sentindo ele e apertou os braços dele.

SOFIA ‒ Eu te amo tanto, você é o amor da minha vida, te amo desde sempre! Sempre vou te amar.‒ Ela declarou o olhando e chorando apaixonada.

Patrício também chorava e segurou o seu amor em seus braços a fazendo se mover com ele ali sentado sentindo o corpo dela absorver o seu sentido a carne dela absorver a sua e tendo seu corpo completamente tomado por prazer e luxúria.

Era o momento de amor deles dois era o momento de demonstrar com os corpos aquela delícia que era ser amado por alguém. Ele fez o corpo dela subir e descer sobre seu membro fez com que ela gemer de prazer sentindo a delícia que era ter ele dentro dela.

Tomou os seios sugando em sua boca e foi deliciosamente intenso chupando o máximo que pude para que ela pudesse chegar ao céu com ele ali. Segurou os cabelos dela enfiando os dedos segurando pela nuca trazendo para um beijo que ela não poderia esquecer nunca mais pela intensidade com a língua roubando a dela e roubando o doce sabor da língua dela.

Enquanto moviam quadril ele também morri a língua enquanto apertava o traseiro dela também segurava o corpo para que ela ficasse mais perto e assim cavalgando nele ela gritou de trazer alguns minutos depois de se mover no colo de seu amor subindo e descendo

Sofia se apertou contra ele gritando e gemendo gozando de um prazer sem igual. Os lábios dele foram beijados e ela sorriu se movendo mais devagar. Os olhos apaixonados selaram aquele momento...

NO QUARTO DE VICTORIANO...

Victoriano estava bombando para dentro dela na parede completamente vestida e ele somente com o membro para fora investindo para dentro dela que tinha as pernas em laçadas na cintura dele enquanto ele investia forte e ela gritava mais ainda.

Queria que ela gritasse de prazer que ficasse louca por ele como sempre ficava e por isso ele tinha entrado no quarto já rasgando a calcinha dela e entrando fundo sem nem dar tempo de tirar a roupa. Chupou o pescoço dela marcando tudo e depois a segurou pelo cabelo e desceu as mãos apertando o quadril e segurando a cintura dela enquanto entrava e saía com violência.

INÊS ‒ Ahh, Victoriano! Victoriano, meu amor! ‒ Ela gritou e o apertou a respiração falha.‒ Ahh, amor!

Ele continuou com sua bombada até que os dois gozaram forte e ele a levou para acama e se deitou com ela rindo.

VICTORIANO ‒ Nossa, morenita, que delícia em!‒ ele disse rindo e se ajeitando. ‒ Alá, ele até murchou mesmo de tanto que gostou!‒ ele riu apontando o pênis.

Ela riu o olhando.

INÊS ‒ Amor, o que foi isso? ‒ Ela se virou de costas pra ele.‒ Tira meu vestido, por favor.

Tirou beijando as costas dela e riu.

VICTORIANO ‒ Isso o que, Inês?

INÊS ‒ Você estava tão.. Tão... Ai amor, nem sei explicar.‒ Ela corou o olhando.

Ela beijou os lábios dele sorrindo.

INÊS ‒ Eu te amo, Victoriano!

VICTORIANO ‒ Eu também te amo, meu amor, te amo muito!‒ Ele arrancou a roupa dele toda e ficou pelada e ficou em pé e massagem ou membro e gritou com ela.‒ De quatro, mulher!De quatro égua brava!

Ela riu o rosto queimou mesmo assim ela se ajeitou e ficou como ele lhe pedia. Ele deu vários tapas na bunda dela e depois desceu a mão. Deu vários tapas na intimidade dela vendo ela gritar.Depois ele se deitou e lambeu a mulher toda e chupou o pequeno botãozinho a tela ter prazer mas só chupa o botão.

Se levantou rindo segurou ela pelos ombros e entrou com tudo até o final. O corpo dela foi coiçou para frente e ele fez ela gritar louca de prazer. Inês gemeu forte e fechou os olhos. O corpo tremendo de prazer, os espasmos eram involuntários somente o toque dele em seu corpo era suficiente para que ela se incendiasse por completo.

O queria sempre e o tinha sempre, era seu marido, seu homem, seu amor, o homem que conhecia cada canto cada parte daquele corpo que sabia onde e como tocar para que ela estivesse derretida e a merce dele.

INÊS ‒ Isso, Victoriano ahhh mete mais, eu quero mais!‒ Ela gritou louca.

Ele sorriu e fez com força segurando o quadril dela.

VICTORIANO ‒ Eu quero você feliz! Bem feliz!

INÊS ‒ Eu sou feliz, amor, sou feliz, você me faz, me faz muito feliz!

VICTORIANO ‒ Mas eu quero muito mais, meu amor, eu quero você radiante todos os dias assim comigo! Agora vamos estar sozinhos em nossa casa vamos fazer um monte de bezerrinho. ‒ E entrou mais nela bem fundo.

INÊS ‒ Você quer um filho?‒ Ela gemeu e apertou os lençóis arqueando as costas.

VCTORIANO ‒ Eu tô fazendo ele agora, Inês, eu tô colocando ele agora dentro de você! Como você mesma disse, eu tô metendo!

Ela gemeu mais e suspirou. Não tinha mais idade pra engravidar, mas não estragaria o momento com ele. Doido ele queria mesmo estar com ela entrar nela fazer tudo.Era maravilhoso Aquele momento que ele só sabia sorrir e acelerar seu corpo como um bicho.

Ela gemeu e se deixou levar pelo prazer, aquele prazer que só ele era capaz de dar a ela e ele foi o homem dela, cuidou de seu amor com todo seu prazer, cuidado e masculinidade, eles eram um do outro...

NO BAR...

Augusto era só sorrisos e invadindo todos os espaços com aquela alegria dele e cortejado por todas as mulheres que estavam ali e ele dançava no bar. O bar do hotel tinha um pequeno espaço de disco. Era um Espaço VIP com discoteca onde todas as pessoas da idade dele podemos encontrar parceiros para o amor ou somente companheiros de noite.

Ele já tinha conhecido vários meninos estava rindo tinha terminado recentemente o seu namorico e por isso podia sair com a mulher que quiser.E foi assim que Augusto terminou a noite dele cercado de mulheres lindas rindo brincando tomando sua bebida e sendo ele.

NO QUARTO DE DIONÍSIO...

Dionísio e Refúgio estavam na varanda do hotel ela estava nua e segurava uma taça na mão e ele estava atrás dela a penetrando de modo intenso. Ele tinha dado a bebida a ela e depois a penetrado sem aviso. O rosto dela estava vermelho e ele a investia mais e mais. O vento batia no corpo deles e isso só o deixava mais exitado e mais desejoso.

Ela gritava sentindo a intensidade de dentro de seu corpo. Dionísio apertou a cintura dela de modo firme e foi mais fundo.

DIONÍSIO ‒ Bebe, amor, bebe sua champanhe! ‒ Ele sorriu sem parar de mover.

REFÚGIO ‒ Eu não consigo beber nada, amor, com você assim comigo não consigo nem tocar na sua bebida. ‒ Meu Deussssss, amor, eu quero mais de você, mais isso!‒ ela dizia toda feliz com ele e seu cuidado.

Ele investiu mais e riu sem parar de mover pegou a taça da mão dela e bebeu tudo sorrindo com o prazer que só tinha com ela. Se ela queria prazer, ela teria muito prazer. Ele se moveu mais forte até ela gozar e depois a virou e beijou ela de modo intenso.

Os dois ficaram se beijando um tempão e tudo que ela conseguia sentir era o calor do corpo dele que invadiu seu corpo as mãos dele que ainda tocavam como se não tivesse nunca tocado.Ele fazia amor com ela como se fosse a primeira vez todas as vezes.

Ele a pegou no colo e a levou para o banheiro.Ela não parava de beijar só queria beijar ele cada vez mais queria que ele fosse seu amor para sempre junto a ela. A banheira estava cheia e ele a colocou na água sorrindo e depois entrou junto a ela. Puxou a cintura dela a colocando sobre seu corpo e sorriu.

DIONÍSIO ‒ Vamos fazer bem gostoso, Refúgio e tomamos um banho depois vamos cuidar da nossa princesa.‒ Ele riu leve a beijou nos lábios.

Sem demora estava dentro dela outra vez apertando a cintura dela forte para que ela se movesse. Ela segurou os cabelos dele puxou para mais perto beijou sua boca com sofreguidão. Ajeitou suas pernas e se moveu para frente para trás girou em cima da intimidade dele aqui assim que ele ficasse louco de prazer de desejo por ela.

Era perfeita do momento tão perfeito que parecia que era o fim do mundo. Foi intenso e delicioso quando os dois gozaram ficaram abraçados e juntos depois tomaram banho e se deitaram já cama junto a filha que já dormia, eles se beijaram e adormeceram unidos.

TEMPO DEPOIS...

Olívia sorria com o namorado na varanda da casa de praia, junto com Patrício e Sofia, casados e sorridentes, assim como Augusto que estava com uma namorada que não era firme, mas estava com ele. Os seis estavam sorrindo e conversando enquanto beliscavam alguns petiscos e bebiam. Olívia olhou a pequena Heloísa dar passos na areia com o pai correndo atrás dela, como devia ter sido com ela algum dia e via a mãe sorrir...

Eram uma linda família e ela beijou o namorado pensando na sorte que tinha por ser amada.Na areia Refúgio ria com os dois...

HELOÍSA ‒ Papai...‒ a pequena dizia entre risos.‒ Papai!

Dionísio corria atrás dela gargalhando.

DIONÍSIO ‒ Eu vou te pegar!

HELOÍSA ‒ Papai, papai. ‒ ela corria e olhava para ele.

Ele pegou a filha no colo e riu.

DIONÍSIO ‒ Ahh papai pegou essa princesa!

HELOÍSA ‒ Ahhhhhhhhh!‒ ela gritou rindo para o pai.

REFÚGIO ‒ Filha, não está com fome?‒ Refúgio tocou o rostinho dela.

HELOÍSA ‒ Não! Não! Não!‒ ela disse fazendo o gesto negativo com a cabeça.

REFÚGIO ‒ Tá bem, então!

Dionísio sorriu e puxou ela rindo.

DIONÍSIO ‒ Está com fome, amor?

HELOÍSA ‒ Não! Não!‒ riu mais ainda e beijou o pai. ‒ ção, papai, ção! ‒ ela pediu para descer e voltar a correr.

Ele sorriu e beijou a filha fazendo cócegas.

DIONÍSIO ‒ Minha princesa quer correr?

HELOÍSA ‒ Quelo! ‒ e por mais de meia hora correram brincaram, ele montava casinha junto a elas na areia e por fim, Olívia veio buscar a irmã.

OLÍVIA ‒ Vou levar ela para um banho e vou demorar!‒ ela piscou para a mãe e Heloísa agarrou a irmã toda feliz, adorava estar com ela.

Quando as duas saíram, Refúgio saiu correndo, correu muito até chegar num remanso atras das pedras, tirou sua roupa toda e esperou por ele, sabia que ele não estava esperando encontrar ela assim. Dionísio correu até ela rindo e gritando o nome dela. Quando finalmente a encontrou arregalou os olhos surpreso e foi até ela a beijando.

DIONÍSIO ‒ Ahh, mulher você quer me deixar doido!

Ela se afastou dele depois de beijá-lo muito e disse:

REFÚGIO ‒ Você quer? ‒ tocou entre as pernas dela e se abriu um pouco para ele de pé sendo bem safada.

Ele gargalhou a olhando.

DIONÍSIO ‒ Safada, minha mulher ta muito safada! Deliciosa! ‒ Ele tocou a intimidade dela e moveu os dedos.

Ela riu e saiu correndo para água e entrou.

REFÚGIO ‒ Ferrer não é de nada... tá se achando só porque tem quatro filhinhos é? Pois aqui tem uma mulher que você não doma! ‒ ela provocou tocando os seios.

Ele gargalhou e se despiu. Mostrou o membro ereto e moveu a mão a olhando.

DIONÍSIO ‒ Aqui está o que te doma! Fica toda molinha! ‒ Ele gargalhou e entrou na água atrás dela, ela não nadava bem então ele sabia que ela não ia até muito fundo. Ela correu rindo e disse logo.

REFÚGIO ‒ Você não vai colocar essa anaconda em mim!‒ disse gargalhando.‒ Está duas semanas sem, meu Deus deve estar louco! ‒ ela disse sorrindo mais.

DIONÍSIO ‒ Muito louco, louco por ela! ‒ Ele riu e mergulhou na água a puxando pelos pés pra ele.

Ela caiu na água rindo e o agarrou com amor. Ele a beijou e ele se encaixou nela entrando forte.

DIONÍSIO ‒ Eu te amo, Refúgio! Você é a minha vida!

REFÚGIO ‒ Ahhhhh, amor que forte!Ahhhhhhhh! Você é maravilhoso! Quer me rasgar, é? ‒ Gemeu forte.

Ele sorriu.

DIONÍSIO ‒ Rasgar a minha esposinha deliciosa!

REFÚGIO ‒ Então, vai meu bonitão, eu te amo, vai com tudo!

Ele sorriu e se moveu de modo forte e intenso, a queria e teria ela!

REFÚGIO ‒ Você esta com fome! ‒ ela riu e provocou. ‒ Não tem mulher em casa, não?

DIONÍSIO ‒ Eu tenho, mas ela não me dá comida a duas semanas! Mas hoje eu vou comer! Vou comer até cansar! ‒ Ele a beijou e se moveu de modo mais intenso a queria e a desejava como nunca tinha desejado ninguém na vida.

REFÚGIO ‒ Eu te amo, bonitão! Mas se meu marido souber, ele te mata te mata. ‒ Ela arranhou ele.

DIONÍSIO ‒ Eu te amo, senhora!‒ Ele sorriu. ‒ Você é uma delícia! Ele não sabe o que perde!

REFÚGIO ‒ Ele sabe sim, ele adora a mulher dele e você devia ficar com medo. ‒ se moveu forte fazendo ele gemer. ‒ Porque ele tem uma pistola enorme, ele põe ela em mim, ele põe!

Ele gargalhou.

DIONÍSIO ‒ Safada! Não vive sem a pistola, senhora Ferrer! ‒ Ele gargalhou e segurou a cintura dela estocando forte com ela no colo caminhou para fora da água.

REFÚGIO ‒ Eu não quero que meu marido atire por ai! Não mesmo! Ele só tem uma alvo aqui no meio das minhas pernas! Só aqui e nenhum lugar mais!

DIONÍSIO ‒ É meu único alvo, amor! ‒ Ele sorriu e a deitou sobre as roupas deles. Ela sorriu e saiu dele e ficou de quatro.

REFÚGIO ‒ Vamos, amor, me mostra que sabe acertar seu alvo. ‒ ela gemeu o olhando.

Ele se acomodou e a investiu apertando a cintura dela. Penetradas longas e fortes de modo intenso e quase violento, o corpo dela ia para frente e voltava de encontro ao dele.

REFÚGIO ‒ Ahhhhhh, Dionísio... ‒ ela sorriu se deixou ir pelas mãos dele, era o seu amor, seu homem. ‒ Eu te amo, te amo, entra em mim...

DIONÍSIO ‒ Eu também te amo, meu amor, te amo muito!‒ Ele sorriu e foi mais e mais fundo nela até os dois gozarem.

Ela se deitou no peito dele e sorriu.

REFÚGIO ‒ Me acha velha, amor? Você acha que sou velha?

DIONÍSIO ‒ Da onde tirou uma bobagem dessa? ‒ Ele riu e acariciou as costas dela. ‒ Você não é velha, meu amor, é maravilhosa!

REFÚGIO ‒ E você é velho? ‒ ela riu.

DIONÍSIO ‒ É claro que não! ‒ Ele gargalhou.‒ Eu sou jovenzão e ainda dou muita pistolada!

REFÚGIO ‒ Ainda bem, amor, porque desde que te conheci você só me deu alegria. ‒ Ele disse gargalhando, ela ficou com o queixo no peito dele e o olhou nos olhos. ‒ E você dá a melhor pistolada de todas, ninguém é como você! Você pistola tanto amor que seus cinco filhos vão ser todos safados! ‒ ela disse o olhando com brilho no olhar...

DIONÍSIO ‒ Cinco filhos? Não temos cinco filhos, amor! ‒ Ele riu.

Ela pegou a mão dele e colocou em sua barriga...

REFÚGIO ‒ Agora temos, senhor Ferrer e deve ser um novo meninão!Eu te amo, papai! ‒ ela disse chorando... ‒ Você é o melhor marido e o melhor pai do mundo... te amamos!

Ele chorou e a beijou apaixonado.

DIONÍSIO ‒ Meu amor, eu não acredito! Não acredito! ‒ Ele riu. Se virou e beijou a barriga dela com carinho. ‒ Oi, meu filho, o papaizão está aqui, eu já te amo muito, meu filho! ‒ Ele sorriu e a olhou.

REFÚGIO ‒ Quando te conheci, eu achei que estava perdida, mas seu amor, me achou e você é tudo que eu sempre quis... Para sempre eu serei a sua mulher, para sempre a sua esposa e companheira, a mãe dos seus filhos... Eu te amo, Dio, te amo muito! ‒ Ela o beijou com todo amor que tinha em seu coração, e o mar foi testemunha de que o amor, o amor sempre vence!

Ele correspondeu o beijo sorrindo e a querendo sempre ali perto dele, com aquele amor sem fim. Aquele mar seria testemunha daquele amor sem limites, sem igual, um amor que era capaz de tudo.

Ela era a sua vida, tinha dado a ele os sonhos mais lindos, os filhos mais perfeitos e uma família sem igual, quando ele a tinha conhecido tudo tinha mudado, tudo tinha se transformado e as loucuras daquele amor tinham mostrado a eles tudo o que se era capaz de fazer por amor e com amor. Dionísio sorriu e segurou o rosto dela a beijando.

DIONÍSIO ‒ Você é meu amor, minha vida, eu sempre vou te amar....

REFÚGIO ‒ E você é o meu anjo e eu serei sua mulher, seu amor para toda vida e você será meu amor e meu companheiro para sempre! ‒ E ela se perdeu nos olhos dele com a certeza de que aquele amor era mais forte do que a tudo.

Obrigada a todos vocês, aqui termina essa história de amor... E que vocês escolham um amor que cuide de vocês...

FIM!