Quando te conheci

29 BÔNUS- Estamos sempre juntos!


DEPOIS DE UM TEMPO...

A pequena Heloísa já tinha quatro aninhos e o mais novo bebê Ferrer que era um meninão estava com um aninho, o lindo Henrique e quem tinha escolhido esse nome tinha sido a irmã que tinha dito que parecia com o nome dela então tinha que ser esse e não havia outra escolha.A casa estava em festa porque dentro de alguns dias seria o casamento de Olívia.

Refúgio estava toda contente e orgulhosa da sua princesa. Já Dionísio estava morrendo de ciúmes, não queria que a filha casasse e menos que fosse embora de sua casa para morar longe como ela pretendia. Ele já tinha sofrido e mostrado a filha seu descontentamento, que de nada tinha adiantado, a menina estava feliz e casaria mesmo contra a vontade do pai!

Tinham sido dias turbulentos nesse aspecto mas nos outros muito felizes. Sofia tinha descoberto que estava grávida e Patrício e ela estavam explodindo de felicidade.Augusto tinha noivado, mas não pretendia se casar e ficando com a casa vazia, Dionísio estava feliz de ter duas crianças lá que demorariam para crescer e deixá-los sozinhos!

Refúgio cuidava da filha e do filho e era feliz em casa como estava, o marido tinha se afastado do trabalho e passava a maior parte do tempo em casa com ela e os filhos então tudo era mais que perfeito.

Victoriano e Inês estavam juntos e felizes o problema do sexo sempre estava presente e isso o incomodava e parecia que a ela não, ele nunca sabia o que fazer, em todos aqueles anos eles seguiam igual, a notícia de que seriam avós trouxe a eles uma felicidade sem tamanho. Todos estavam na casa de Dionísio para um jantar, todos riam felizes.

Dionísio sorriu segurando na cintura de sua mulher a beijando.

DIONÍSIO ‒ Hoje eu quero ter minha mulher! ‒ Ele falou leve rindo.

REFÚGIO ‒ Eu acho que Henrique está nascendo dentinho, amor! ‒ Refúgio sorriu e o olhou.

Ele sorriu.

DIONÍSIO ‒ Está?

REFÚGIO ‒ Está sim e se for isso, não tem nada para você aqui.

DIONÍSIO ‒ Isso quer dizer que serão mais algumas noites sem te tocar!

Ela alisou o peito dele sorrindo. Ela o beijou e ficou olhando Heloísa. Dionísio a abraçou.

DIONÍSIO ‒ Eu preciso foder, mulher, preciso! ‒ Ele desceu e apertou o traseiro dela forte estava duro.

REFÚGIO ‒ Amor, que isso? ‒ ela disse sorrindo para ele.

DIONÍSIO ‒ Eu estou com saudades! ‒ Ele a beijou.

REFÚGIO ‒ Eu também estou, mas a culpa é sua.

DIONÍSIO ‒ Preciso de você, só da atenção para nossos filhos!

Refúgio riu e se virou de frente colando nele.

REFÚGIO ‒ Que delícia, tão duro! ‒ sussurrou.

Ele suspirou.

DIONÍSIO ‒ Não me enlouquece, mulher! ‒ Ele beijou os lábios dela com fervor.

REFÚGIO ‒ Eu quero muito isso tudo em mim! ‒ Sorriu mordendo ele que riu de volta.

DIONÍSIO ‒ Vamos ali, então, aproveitar que eles estão distraídos. ‒ Ele falou sorrindo safado. Puxou ela para saírem dali.

Ela riu e foi com ele.

REFÚGIO ‒ Você está querendo tanto assim, amor?

Ele era o homem mais educado e gentil que ela tinha conhecido na vida mas quando se tratava do desejo dele não tinha limites. Eram anos casada com um homem que fazia suas vontades mas era firme em tudo o que ele queria também. Ela o sentiu a agarrando.

DIONÍSIO ‒ Eu quero muito, quero minha mulher! ‒ Ele a beijou com fervor.

Entrou com ela no escritório fechando a porta e a pressionando na porta. Ela era muito mais safada que ele e por isso abriu as calças dele pegou o que queria de uma vez. Já estava rindo quando ele deu sua primeira bufada. Dionísio gemeu sentindo a mão quente dela sobre seu membro que endureceu de vez com aquele toque.

Puxou a blusa dela abrindo pra tomar os seios dela em seus lábios e o fez rapidamente sugando com força e desejo. Ela ergueu a saia e afastou a calcinha. Se virou e ficou de costas na parede.

REFÚGIO ‒ Vem amor, vem logo, antes que Heloísa nos procure, ela é mais policia que você!

Ele riu e entrou dentro dela forte apertando a cintura dela. Urrou de desejo e a apertou. Sumiu as mãos apertando os seios dela com desejo era sua mulher, seu amor e ele sentia falta momentos com ela. Investiu forte dentro dela indo e vindo e desceu uma mão tocando o clitóris dela.

REFÚGIO ‒ Ahhhh, meu Deus, que metralhadora, amor, eu amo você me dando tiros! ‒ ela riu e agarrou ele comendo seus lábios de beijos, sorriu e fechou os olhos ofegando.

Dionísio sorriu beijando ela e se movendo mais até que ela gozasse e ele em seguida. Ele saiu de dentro dela e sorriu a virando e a beijando com fervor a olhando nos olhos.

DIONÍSIO ‒ Sempre deliciosa! ‒ Ele riu puxando ela pra cima e a segurando.

REFÚGIO ‒ Amor, temos que ir! ‒ disse sorrindo para ele e segurando seu rosto. ‒ Vamos logo! ‒ ela sorriu se ajeitando sabendo que ele queria mais.

DIONÍSIO ‒ Que tristeza sair daqui!Vamos subir pro nosso quarto! ‒ Ele falou a olhando. ‒ Ninguém vai sentir nossa falta!

REFÚGIO ‒ Não, amor, agora não... ‒ ela sorriu do desespero dele, era impossível e sempre a atentava daquele modo.

REFÚGIO ‒ Sabe que assim que chegar sua investigadora vai perguntar onde estávamos!

Ele se aproximou a puxando...

DIONÍSIO ‒ Vai dizer que não quer mais uma vez? ‒ Ele passou a mão no corpo dela com desejo. ‒ Não quer?

REFÚGIO ‒ Eu quero, mas temos visitas e pior, visitas que não fazem, então, temos que dar mais atenção ainda! ‒ ela sorriu e limpou o batom que tinha borrado a boca dele.

Ele suspirou e se ajeitou e juntos saíram. Eles sorriram e logo os filhos foram até eles correndo. Heloísa pegou nas pernas dele e disse amorosa.

HELOÍSA ‒ Paizinho... Onde que foi sem sua filhinha?

Dionísio riu e pegou a filha.

DIONÍSIO ‒ Eu estava ali com a mamãe, princesa!

HELOÍSA ‒ Onde? Fazeno o que meu paizinho?Eu fiquei com saudades demais de você, papai!

DIONÍSIO ‒ Estávamos conversando coisas de adultos, filha!

HELOÍSA ‒ Conversando coisas? ‒ ela disse toda amorosa.

DIONÍSIO ‒ Isso filha, coisas. ‒ ele beijou a filha. ‒ Hum, tá com cheiro de amora, vou morder.

HELOÍSA ‒ Ai, PAPAI, aiiiii! ‒ ela riu agarrando ele e sorrindo mais. ‒ Me zoga para cima! Vai, pai, ela não ta olando!

Refúgio riu dos dois. Dionísio jogou a filha pra cima e pegou três vezes com ela gargalhando. Beijou a filha a abraçando.

REFÚGIO ‒ Não faz isso, amor, ela vai cair, não faz! ‒ ela disse preocupada com ele e foi sorrindo até Inês que estava sentada longe do marido que brincava com o bebê Henrique.

REFÚGIO ‒ O que foi, amiga?

Inês olhou pra ela.

INÊS ‒ Queria ter tido um filho homem... ‒ ela falou sentida.

Ela sorriu enquanto olhava os dois.

REFÚGIO ‒ Eu acho que posso resolver seu problema. ‒ ela falou firme se lembrando de algo que estava resolvendo. ‒ Por que não fazemos uma surpresa para Victoriano?

INÊS ‒ Como assim? Nenhuma surpresa vai me fazer dar a ele um filho homem, Refúgio! ‒ Ela suspirou.

REFÚGIO ‒ Acha que ele te ama menos por causa disso? ‒ A voz saiu tão delicada. ‒ Acho que nada no mundo faz o seu marido deixar de gostar de você, mas eu posso te ajudar de verdade!

INÊS ‒ Victoriano sempre quis um filho homem, mas eu nunca consegui. ‒ ela olhou a amiga, realmente sofria por isso.

REFÚGIO ‒ Uma das mulheres que trabalham na fazenda que temos perto da sua acabou de falecer e a criança está sem mãe vai entrar para adoção. O juiz me perguntou se eu não conhecia alguém porque ele é muito amigo de Dionísio e queria acelerar o processo de adoção da criança.O principal requisito é uma relação estável e a sua é muito estável. ‒ Deu um lindo sorriso para amiga.

Inês olhou para a amiga e os brilharam.

DIONÍSIO ‒ Está falando sério?

REFÚGIO ‒ Estou falando sério, sim, estou falando muito sério! O juiz está aguardando por que ele não quer para criança com qualquer família é um recém-nascido.Se você quiser vamos amanhã resolver isso e você faz a maior das surpresas do mundo para o seu marido. Eu tenho certeza que vocês vão cuidar muito bem do bebê.

INÊS ‒ Sim, eu quero! ‒ Ela riu e abraçou a amiga. ‒ Eu quero muito, meu Deus, um bebê! ‒ Ela chorou apertando a amiga.

REFÚGIO ‒ Eu tenho certeza que esse bebê que é muito mais de você do que você a ele! ‒ Victoriano vai ficar tão feliz porque você não vai contar a ele agora. Vai lá, vai, falar com seu marido vai!

Ela beijou a amiga e foi até o marido o abraçando estava tão feliz.

VICTORIANO ‒ Olha aqui, Henrique que mulher linda que veio abraçar a gente!

HENRIQUE ‒ Tia Inês! ‒ Ele falou todo de bonzinho no colo de Victoriano.

VICTORIANO ‒ Meu amor...

Ela falou emocionada o olhando.

INÊS ‒ Eu sei que você sempre quis um filho homem...

VICTORIANO ‒ Meu amor, por que estou falando disso? Eu amo nossa filha, eu amo a nossa família do jeito que ela é. ‒ Ele deu um beijo na boca do seu amor. ‒ Você é maravilhosa meu amor!

INÊS ‒ Mas você sempre quis um menino e eu nunca consegui te dar... ‒ Ela sentiu os olhos lacrimejarem.

VICTORIANO ‒ Meu amor, por favor, não disse isso, eu te amo tanto! ‒ Ele estava preocupado com ela e com o que sentia no coração toda vez que tocava no assunto. ‒ Não fica assim, meu amor, não precisamos falar disso, eu queria um filho homem, mas não aconteceu, vamos seguir a nossa vida!

HENRIQUE ‒ Papai! Papai! ‒ Henrique falava apontando para o pai dele que estava sentado com Refúgio no sofá e dava colo a Heloísa.

INÊS ‒ Deixa ele ir, amor! Eu quero falar com você.

Ele sorriu e soltou ele no chão que já sabia andar e ficou olhando todo feliz.

INÊS ‒ Amor... Eu falei com Refúgio.

Ele a puxou para o cantinho e beijou ela antes de falar, colou seu corpo no dela sentindo saudades.

VICTÓRIA ‒ Te amo... O que falou com ela? ‒ ele a apertava contra a parede sorrindo.

INÊS ‒ Eu também te amo, meu amor!Tem um bebê, amor, um menino que está pra adoção a mãe morreu e Dionísio e Refúgio conhecem o juiz.

VICTORIANO ‒ Um bebê sem mãe, morenita?

Ele era um homem tão maravilhoso que nem tinha prestado atenção no fato de ser menino prestou atenção no fato do bebê está sozinho.

VICTORIANO ‒ Amor, não podemos deixar uma criança assim sofrer já tão pequenininho. ‒ Ele ficou esperando que ela falasse mas já estava sorrindo.

INÊS ‒ Então, você quer? Quer adotar? ‒ Ela sorriu e tocou o peito dele feliz.

VICTORIANO ‒ Claro, amor, eu quero, estamos precisando de um movimento em nossa casa! ‒ ele disse rindo e olhando para ela.

VICTORIANO ‒ Vamos buscar amanhã? É menino? ‒ ele brilhou os olhos para ela.

INÊS ‒ Eu não sei quando podemos pegá-lo, sim, amor, é um menino! ‒ Ele sorriu com tanta alegria.

VICTORIANO ‒ Meu amor, um filhinho! Um filhinho, meu amor, nosso filho!

INÊS ‒ Sim, nosso filho! ‒ Ela sorriu e o beijou com amor.

VICTORIANO ‒ Meu amor, eu nem sei o que dizer, mas temos que dar mama a ele? É novinho? Não bebe leite de vaca não que é forte!

INÊS ‒ Ele é um recém nascido, amor!

Ela riu o olhando.

INÊS ‒ Mas daremos um jeito. Eu posso tomar um remédio. Não sei!

VICTORIANO ‒ Amor, meus peitos não! Macho nenhum vai pegar nos peitos de meu amor! ‒ ele sorriu. ‒ Vamos dar outro jeito! ‒ ele prendeu mais ela. ‒ Eu to até com tesão, amor, quero te comer aqui mesmo, nessa varanda, será que alguém vai vir aqui?

Ela corou, ele a deixava louca.

INÊS ‒ Meu amor, é nosso filho! E ele tem que se alimentar. Não podemos fazer amor aqui. ‒ Ela olhou.‒ Alguém pode nos ver!

VICTORIANO ‒ Eu quero, amor, só entrar um pouco em você. Vem nesse cantinho, não grita! Não vai vir ninguém! ‒ ele a puxou para o canto onde não eram visto e abriu as calças dela baixando e e depois a dele e a pegou no colo entrando nela com loucura e segurou o urro.

Inês tampou a boca controlando o grito ele estava tão duro e ela se perguntou a quanto tempo ele estava assim. Ele enterrou-se em Inês com força e rápido entrava e saia como se o mundo fosse acabar. Estava tão desesperado por sua mulher que lembrou que não fazia amor a muito tempo.

VICTORIANO ‒ Meu Deus, amor, eu to quase gozando. ‒ ele disse numa velocidade louca.

Inês gemeu e colocou a cabeça no ombro dele.

INÊS ‒ Eu vou gozar amor... Eu vou... ‒ Ela falou choramingando.

Victoriano foi mais forte e agarrou os lábios dela nos seus.Em seguida segurou ela mais com ele e foi forte, estava quase gozando também e assim a prendeu na parede e disse sorrindo:

VICTORIANO ‒ Meu deus, Inês, que isso? Que foi isso? ‒ ainda se moveu um pouco mas depois sorriu e fechou os olhos.

INÊS ‒ Vai amor, vai mais forte... ‒ Ela gemeu e o beijou.

Victoriano sorriu a cravou as unhas no traseiro dela a segurando e entrou mais forte e ela quase gritou mas ele a calou com um beijo e entrou forte nela era sua, sempre sua mulher e os dois se moveram ate gozar forte se agarrando. Os dois ofegavam quando ele a soltou.

VICTORIANO ‒ Meu amor, acho que to infartando. ‒ ele disse sorrindo e saindo dela.

INÊS ‒ Não brinque com isso! ‒ Ela falou suspirado e arrumando suas roupas. ‒ Eu te amo, Victoriano, te amo muito!

VICTORIANO ‒ Eu te amo muito mais, mais, muito mais, meu amor, que notícia maravilhosa! -Ele se vestiu e agarrou ela.

Ela o beijou apertando ele.

INÊS ‒ Teremos um filho! Um menino!

VICTORIANO ‒ Sim, amor, um meninão que precisa de uma família, um meninão!

Ela sorriu e deu a mão a ele para voltarem a sala. Os dois sorriam quando sentaram de novo na sala. A conversa rolou solto até mais tarde e depois Victoriano e Inês felizes pela notícia foram para casa. Estavam tão felizes com a possibilidade de ter um bebê que nem pensar em mais nada.

Dionísio e Refúgio ficaram juntos conversando em quantos filhos brincaram mais um pouco e depois adormeceram no sofá. Ele levou as crianças para deitar e depois voltou sorrindo a sala para beber com ela.

REFÚGIO ‒ Você foi rápido, amor!

DIONÍSIO ‒ Bem rapidinho, porque quero minha mulher outra vez... ‒ ele a beijou com amor.

Ela deitou no sofá com ele em cima ela sorrindo.

REFÚGIO ‒ Ai, amor, então, fica peladão com essa arma enorme, eu quero ver, quero gritar!

DIONÍSIO ‒ Sem gritar!

REFÚGIO ‒ Gritando, amor. ‒ Ela implicou.

DIONÍSIO ‒ Se gritar, eles acordam e ai acabou! ‒ Ele sorriu e começou a se despir. ‒ Eu te quero tanto! ‒ Ele ficou nu e tocou o membro.

REFÚGIO ‒ Eu quero mais, tá duro, em amor! Durão esse negocio aí!

Ele riu.

DIONÍSIO ‒ Pronto pra você! ‒ Ele a olhou com desejo. ‒ Agora fica peladinha pra mim.

Ela começou a rir ele tirou peça por peça bem devagar e por fim ficou completamente nua para ele. Fechou as pernas porque sabia que ele adorava quando ela resistia. Ele riu e se pôs sobre o sofá.

DIONÍSIO ‒ Que delícia de mulher!

REFÚGIO ‒ É mesmo, como você sabe se você não comeu?

Ele tocou os seios dela.

DIONÍSIO ‒ Já comi muitas vezes com força e vontade. ‒ Ele sorriu pra ela os olhos ardendo de desejo.

REFÚGIO ‒ Nossa amor, só quer saber de dá tiro! ‒ Ela olhou para baixo e viu os membro dele duro em pé. ‒ Tá com muita vontade em amor? Tá querendo tanto assim é, meu garanhão?

DIONÍSIO ‒ Eu quero! Sempre quero! Você é uma loucura, uma loucura. ‒ Ele riu e a beijou.

REFÚGIO ‒ Te quero, meu amor... ‒ Ela o beijou e se abriu para ele deitar entre suas pernas.

Ele se colocou entre as pernas dela e sem demora entrou estocando forte.

REFÚGIO ‒ Ahhhh, meu amor... ‒ Ela gemeu feliz se movendo. ‒ Faz forte!

Ele riu.

DIONÍSIO ‒ Quer forte? Assim? ‒ Ele falou estocando mais forte e rápido.

REFÚGIO ‒ Isso, amor, assim! ‒ ela sorriu alisando ele e sendo mais alucinada que conseguiu, agarrou ele puxando para beijar. ‒ Chupa meus seios, amor!

Ele chupou segurando o corpo dela fazendo pressão, se perdia ali, fazer amor com ela era sempre delicioso.

DIONÍSIO ‒ Que delícia, meu Deus! ‒ Ele suspirou e sugou outra vez.

REFÚGIO ‒ Eu te amo, meu amor, te amo... ‒ ela disse com o corpo pegando fogo estava cheia de amor por ele sempre e era feliz.

Ele estocou mais forte e chupou o seio dela, trocou chupando o outro seio deixando os dois vermelhos. Ficava louco quando via aqueles seios ali.

DIONÍSIO ‒ Eu quero tanto você! ‒ Ele sugou mais e tocou o clitóris dela sem parar de se mover.

REFÚGIO ‒ Ahhhhhh, meu amor, eu amo isso, eu amo tanto isso! ‒ ela gemeu sofrida com ele quase gozando. ‒ Está me matando!

Ele riu e moveu mais o dedo com força até que ela gozasse. Ela o arranhou riscando as costas dele com a respiração cansada, prendeu ele com as pernas e sorriu, roubou beijos e sorria olhando apaixonada para ele. Ele sorriu pra ela estocando mais forte estar dentro dela o enlouquecia.

REFÚGIO ‒ Antes de você, eu não sabia como sexo era bom, amor. ‒ ela disse agarrando ele e esperando ele gozar.

Ele a beijou e estocou mais gozando como louco.

DIONÍSIO ‒ Antes de você, eu não sabia o que era ser feliz!

REFÚGIO ‒ Eu não sabia o que era o amor e você me mostrou sou tão feliz! ‒ Ela sorriu trocando o rosto dele que estava ali sobre ela. ‒ Amor, você é tudo para mim, você e meus filhos são tudo que eu tenho de mais valioso! Eu estou tão feliz que a gente esteja bem! Você está em casa, estamos com nossos filhos!

DIONÍSIO ‒ Sempre estaremos bem! Sempre, meu amor! ‒ Ele a beijou. ‒ Eu te amo, você é tudo pra mim!

REFÚGIO ‒ E você para mim, meu amor... ‒ ela sorriu e disse com calam. ‒ Não vai sair de mim?‒ disse suspirando com ele agarrado nela.

DIONÍSIO ‒ Hum, acho que não! ‒ Ele sorriu e a beijou outra vez. ‒ Você é minha perdição!

REFÚGIO ‒ E você é a minha, meu amor, a minha maior perdição de amor! Será que nossos filhos são felizes como nós?Eu acho que são, né!

DIONÍSIO ‒ São sim! ‒ Ele sorriu. ‒ Sem dúvida! São tão felizes que temos um neto a caminho. ‒ Ele riu.

REFÚGIO ‒ Sim, meu amor.

Ele riu e a beijou.

DIONÍSIO ‒ Para sempre estaremos juntos eu e você, nos amando como no início.

REFÚGIO ‒ Eu vejo que a nossa família está cada vez mais bonita e mais feliz e agora vamos ajudar Inês a ficar mais feliz ainda! Fizemos uma coisa linda hoje, amor, vamos ajudar uma criança a ter uma família e uma família ser feliz. ‒ Ela alisou o rosto dele cheia de amor. ‒ Você é tão perfeito, meu amor que dá até medo parece de mentira.

DIONÍSIO ‒ Mas não sou mentira, sou verdade, verdade e te amo muito, muitíssimo! Temos uma família maravilhosa e eles também terão! ‒ Ele sorriu. ‒ Tocou o rosto dela e a beijou se movendo dentro dela novamente estava sempre pronto depois de tantos anos.

REFÚGIO ‒ Ai, meu Deus, que delicia, em! ‒ ela sorriu e se entregou a ele com mais tesão.

Ele a beijou e sentou no sofá a colocando por cima de seu corpo.

DIONÍSIO ‒ Vai, meu amor, faz do seu jeito! ‒ Ele sorriu e a beijou com tesão.

REFÚGIO ‒ Do meu jeito é maravilhoso, amor, do meu jeito é fantástico! ‒ e ela se moveu levando seu amor ao paraíso, porque os dois se amavam mais que tudo...

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.